Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3807106 Português
O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a ela.


Como garantir a Sustentabilidade Ambiental?


        Uma pergunta assalta e perturba os vários cidadãos conscientes, autoridades preocupadas com a situação do meio ambiente e as organizações que militam na área: como garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades?

         A resposta a essa pergunta atinge um caráter de urgência quando percebemos claramente os sinais de degradação e constatamos que o planeta fica triste e sente, como nunca, o impacto do peso da vida humana e das ações predatórias longamente praticadas por nós. Manter as bases da economia e o estilo de vida das populações urbanas nos níveis atuais, onde o consumismo desenfreado e o descarte de grandes quantidades de materiais tóxicos e lixo é praticamente a ordem reinante e a lógica por trás de quaisquer ações humanas. Cedo ou tarde, os impactos desse modo de vida se tornarão irreversíveis e populações inteiras sentirão a mão pesada da natureza sobre suas vidas. Vencer as resistências locais e as políticas aceitas tradicionalmente como verdades absolutas é a missão do novo pensamento que deve se espalhar e dominar as mentes e os corações dos “novos políticos” e do “novo cidadão”.

        A grande realidade é que para garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades, devemos praticamente abandonar o modo de vida que experimentamos até hoje e criar devida consciência nas massas e na classe dirigente de que a exploração desenfreada do meio ambiente só levará à destruição do planeta. Num sistema insustentável de produção, os recursos naturais planetários seriam exauridos muito rapidamente e proporcionariam problemas gravíssimos que seriam sentidos com um impacto devastador nos grandes aglomerados urbanos.

      Fazer com que a aplicação de políticas garantidoras da sustentabilidade ambiental nas grandes cidades represente uma realidade em que se leva em consideração a capacidade de reposição que o planeta tem de seus recursos e, ao mesmo tempo, manter medidas que permitam uma maior justiça social, é o que deve ser feito.

       As mudanças que já foram sentidas devem ser estimuladas e seus reflexos plenamente positivos em uma escala pequena devem servir de exemplo para que nações e governos menores comecem a implementá-las e a sentir seus reflexos cada vez mais intensamente. Conseguir alterar as relações de consumo e educar a população para o real significado das políticas de conservação do meio ambiente pode ser a única forma de garantir a sustentabilidade ambiental de forma efetiva e com resultados em médio e longo prazo.

        Fazer com que nossas populações questionem o seu modo de vida e fazê-las entender que se os recursos do planeta não tiverem “a oportunidade” de se renovarem e de se sustentarem sob a pressão de uma demanda constante de consumo exacerbado, a vida no planeta, como a conhecemos, acabará de forma dramática, e, somente através desse processo de conscientização, poderemos garantir a sustentabilidade ambiental.

       O colapso das grandes cidades e os conflitos sociais e entre países serão inevitáveis e de proporções apocalípticas. Sendo os “vitoriosos” sobreviventes herdeiros de uma terra exaurida e devastada, incapaz de sustentar a vida e inútil para qualquer um de nós, ricos ou pobres.

      Um dado estatístico pode corroborar muito bem com essas relações problemáticas e perigosas entre populações urbanas e recursos naturais. Basta saber que para sustentar apenas um quarto da população mundial que habita nos países ricos são necessários três quartos de todos os recursos naturais do planeta. Por essa simples constatação, pode-se perceber claramente que será impossível fornecer os recursos necessários para que todos os seres humanos possam atingir um padrão de vida razoável no ritmo de consumo atual. Somente com o desenvolvimento sustentável será possível garantir a sustentabilidade ambiental, e com isso podermos reverter nossa atual situação.

Pessoal, pensem nisso e cuidem do nosso planeta!


Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/sustentabilidade/como-garantir-sustentabilidade-ambiental/ Adaptada
Qual é a figura de linguagem que se faz presente no trecho destacado no texto (2º parágrafo)?
Alternativas
Q3807105 Português
O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a ela.


Como garantir a Sustentabilidade Ambiental?


        Uma pergunta assalta e perturba os vários cidadãos conscientes, autoridades preocupadas com a situação do meio ambiente e as organizações que militam na área: como garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades?

         A resposta a essa pergunta atinge um caráter de urgência quando percebemos claramente os sinais de degradação e constatamos que o planeta fica triste e sente, como nunca, o impacto do peso da vida humana e das ações predatórias longamente praticadas por nós. Manter as bases da economia e o estilo de vida das populações urbanas nos níveis atuais, onde o consumismo desenfreado e o descarte de grandes quantidades de materiais tóxicos e lixo é praticamente a ordem reinante e a lógica por trás de quaisquer ações humanas. Cedo ou tarde, os impactos desse modo de vida se tornarão irreversíveis e populações inteiras sentirão a mão pesada da natureza sobre suas vidas. Vencer as resistências locais e as políticas aceitas tradicionalmente como verdades absolutas é a missão do novo pensamento que deve se espalhar e dominar as mentes e os corações dos “novos políticos” e do “novo cidadão”.

        A grande realidade é que para garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades, devemos praticamente abandonar o modo de vida que experimentamos até hoje e criar devida consciência nas massas e na classe dirigente de que a exploração desenfreada do meio ambiente só levará à destruição do planeta. Num sistema insustentável de produção, os recursos naturais planetários seriam exauridos muito rapidamente e proporcionariam problemas gravíssimos que seriam sentidos com um impacto devastador nos grandes aglomerados urbanos.

      Fazer com que a aplicação de políticas garantidoras da sustentabilidade ambiental nas grandes cidades represente uma realidade em que se leva em consideração a capacidade de reposição que o planeta tem de seus recursos e, ao mesmo tempo, manter medidas que permitam uma maior justiça social, é o que deve ser feito.

       As mudanças que já foram sentidas devem ser estimuladas e seus reflexos plenamente positivos em uma escala pequena devem servir de exemplo para que nações e governos menores comecem a implementá-las e a sentir seus reflexos cada vez mais intensamente. Conseguir alterar as relações de consumo e educar a população para o real significado das políticas de conservação do meio ambiente pode ser a única forma de garantir a sustentabilidade ambiental de forma efetiva e com resultados em médio e longo prazo.

        Fazer com que nossas populações questionem o seu modo de vida e fazê-las entender que se os recursos do planeta não tiverem “a oportunidade” de se renovarem e de se sustentarem sob a pressão de uma demanda constante de consumo exacerbado, a vida no planeta, como a conhecemos, acabará de forma dramática, e, somente através desse processo de conscientização, poderemos garantir a sustentabilidade ambiental.

       O colapso das grandes cidades e os conflitos sociais e entre países serão inevitáveis e de proporções apocalípticas. Sendo os “vitoriosos” sobreviventes herdeiros de uma terra exaurida e devastada, incapaz de sustentar a vida e inútil para qualquer um de nós, ricos ou pobres.

      Um dado estatístico pode corroborar muito bem com essas relações problemáticas e perigosas entre populações urbanas e recursos naturais. Basta saber que para sustentar apenas um quarto da população mundial que habita nos países ricos são necessários três quartos de todos os recursos naturais do planeta. Por essa simples constatação, pode-se perceber claramente que será impossível fornecer os recursos necessários para que todos os seres humanos possam atingir um padrão de vida razoável no ritmo de consumo atual. Somente com o desenvolvimento sustentável será possível garantir a sustentabilidade ambiental, e com isso podermos reverter nossa atual situação.

Pessoal, pensem nisso e cuidem do nosso planeta!


Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/sustentabilidade/como-garantir-sustentabilidade-ambiental/ Adaptada
Em várias passagens do texto, o autor faz uso de verbos na 1ª pessoa. Partindo dessa premissa, marque a assertiva em que há verbo(s) na 1ª pessoa.
Alternativas
Q3807104 Português
O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a ela.


Como garantir a Sustentabilidade Ambiental?


        Uma pergunta assalta e perturba os vários cidadãos conscientes, autoridades preocupadas com a situação do meio ambiente e as organizações que militam na área: como garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades?

         A resposta a essa pergunta atinge um caráter de urgência quando percebemos claramente os sinais de degradação e constatamos que o planeta fica triste e sente, como nunca, o impacto do peso da vida humana e das ações predatórias longamente praticadas por nós. Manter as bases da economia e o estilo de vida das populações urbanas nos níveis atuais, onde o consumismo desenfreado e o descarte de grandes quantidades de materiais tóxicos e lixo é praticamente a ordem reinante e a lógica por trás de quaisquer ações humanas. Cedo ou tarde, os impactos desse modo de vida se tornarão irreversíveis e populações inteiras sentirão a mão pesada da natureza sobre suas vidas. Vencer as resistências locais e as políticas aceitas tradicionalmente como verdades absolutas é a missão do novo pensamento que deve se espalhar e dominar as mentes e os corações dos “novos políticos” e do “novo cidadão”.

        A grande realidade é que para garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades, devemos praticamente abandonar o modo de vida que experimentamos até hoje e criar devida consciência nas massas e na classe dirigente de que a exploração desenfreada do meio ambiente só levará à destruição do planeta. Num sistema insustentável de produção, os recursos naturais planetários seriam exauridos muito rapidamente e proporcionariam problemas gravíssimos que seriam sentidos com um impacto devastador nos grandes aglomerados urbanos.

      Fazer com que a aplicação de políticas garantidoras da sustentabilidade ambiental nas grandes cidades represente uma realidade em que se leva em consideração a capacidade de reposição que o planeta tem de seus recursos e, ao mesmo tempo, manter medidas que permitam uma maior justiça social, é o que deve ser feito.

       As mudanças que já foram sentidas devem ser estimuladas e seus reflexos plenamente positivos em uma escala pequena devem servir de exemplo para que nações e governos menores comecem a implementá-las e a sentir seus reflexos cada vez mais intensamente. Conseguir alterar as relações de consumo e educar a população para o real significado das políticas de conservação do meio ambiente pode ser a única forma de garantir a sustentabilidade ambiental de forma efetiva e com resultados em médio e longo prazo.

        Fazer com que nossas populações questionem o seu modo de vida e fazê-las entender que se os recursos do planeta não tiverem “a oportunidade” de se renovarem e de se sustentarem sob a pressão de uma demanda constante de consumo exacerbado, a vida no planeta, como a conhecemos, acabará de forma dramática, e, somente através desse processo de conscientização, poderemos garantir a sustentabilidade ambiental.

       O colapso das grandes cidades e os conflitos sociais e entre países serão inevitáveis e de proporções apocalípticas. Sendo os “vitoriosos” sobreviventes herdeiros de uma terra exaurida e devastada, incapaz de sustentar a vida e inútil para qualquer um de nós, ricos ou pobres.

      Um dado estatístico pode corroborar muito bem com essas relações problemáticas e perigosas entre populações urbanas e recursos naturais. Basta saber que para sustentar apenas um quarto da população mundial que habita nos países ricos são necessários três quartos de todos os recursos naturais do planeta. Por essa simples constatação, pode-se perceber claramente que será impossível fornecer os recursos necessários para que todos os seres humanos possam atingir um padrão de vida razoável no ritmo de consumo atual. Somente com o desenvolvimento sustentável será possível garantir a sustentabilidade ambiental, e com isso podermos reverter nossa atual situação.

Pessoal, pensem nisso e cuidem do nosso planeta!


Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/sustentabilidade/como-garantir-sustentabilidade-ambiental/ Adaptada
Releia o seguinte trecho: “...acabará de forma dramática, e, somente através desse processo de conscientização, poderemos garantir a sustentabilidade ambiental.”, o termo “somente”, usado no referido trecho, pode ser substituído, sem prejuízo de sentido, por
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Q3807103 Português
O texto abaixo serve de base para a questão. Portanto, leia-o, atentamente, antes de responder a ela.


Como garantir a Sustentabilidade Ambiental?


        Uma pergunta assalta e perturba os vários cidadãos conscientes, autoridades preocupadas com a situação do meio ambiente e as organizações que militam na área: como garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades?

         A resposta a essa pergunta atinge um caráter de urgência quando percebemos claramente os sinais de degradação e constatamos que o planeta fica triste e sente, como nunca, o impacto do peso da vida humana e das ações predatórias longamente praticadas por nós. Manter as bases da economia e o estilo de vida das populações urbanas nos níveis atuais, onde o consumismo desenfreado e o descarte de grandes quantidades de materiais tóxicos e lixo é praticamente a ordem reinante e a lógica por trás de quaisquer ações humanas. Cedo ou tarde, os impactos desse modo de vida se tornarão irreversíveis e populações inteiras sentirão a mão pesada da natureza sobre suas vidas. Vencer as resistências locais e as políticas aceitas tradicionalmente como verdades absolutas é a missão do novo pensamento que deve se espalhar e dominar as mentes e os corações dos “novos políticos” e do “novo cidadão”.

        A grande realidade é que para garantir a sustentabilidade ambiental nas grandes cidades, devemos praticamente abandonar o modo de vida que experimentamos até hoje e criar devida consciência nas massas e na classe dirigente de que a exploração desenfreada do meio ambiente só levará à destruição do planeta. Num sistema insustentável de produção, os recursos naturais planetários seriam exauridos muito rapidamente e proporcionariam problemas gravíssimos que seriam sentidos com um impacto devastador nos grandes aglomerados urbanos.

      Fazer com que a aplicação de políticas garantidoras da sustentabilidade ambiental nas grandes cidades represente uma realidade em que se leva em consideração a capacidade de reposição que o planeta tem de seus recursos e, ao mesmo tempo, manter medidas que permitam uma maior justiça social, é o que deve ser feito.

       As mudanças que já foram sentidas devem ser estimuladas e seus reflexos plenamente positivos em uma escala pequena devem servir de exemplo para que nações e governos menores comecem a implementá-las e a sentir seus reflexos cada vez mais intensamente. Conseguir alterar as relações de consumo e educar a população para o real significado das políticas de conservação do meio ambiente pode ser a única forma de garantir a sustentabilidade ambiental de forma efetiva e com resultados em médio e longo prazo.

        Fazer com que nossas populações questionem o seu modo de vida e fazê-las entender que se os recursos do planeta não tiverem “a oportunidade” de se renovarem e de se sustentarem sob a pressão de uma demanda constante de consumo exacerbado, a vida no planeta, como a conhecemos, acabará de forma dramática, e, somente através desse processo de conscientização, poderemos garantir a sustentabilidade ambiental.

       O colapso das grandes cidades e os conflitos sociais e entre países serão inevitáveis e de proporções apocalípticas. Sendo os “vitoriosos” sobreviventes herdeiros de uma terra exaurida e devastada, incapaz de sustentar a vida e inútil para qualquer um de nós, ricos ou pobres.

      Um dado estatístico pode corroborar muito bem com essas relações problemáticas e perigosas entre populações urbanas e recursos naturais. Basta saber que para sustentar apenas um quarto da população mundial que habita nos países ricos são necessários três quartos de todos os recursos naturais do planeta. Por essa simples constatação, pode-se perceber claramente que será impossível fornecer os recursos necessários para que todos os seres humanos possam atingir um padrão de vida razoável no ritmo de consumo atual. Somente com o desenvolvimento sustentável será possível garantir a sustentabilidade ambiental, e com isso podermos reverter nossa atual situação.

Pessoal, pensem nisso e cuidem do nosso planeta!


Fonte: http://www.ecologiaurbana.com.br/sustentabilidade/como-garantir-sustentabilidade-ambiental/ Adaptada
Ao fazer a leitura do texto, percebe-se que o autor
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Q3806957 Português
As regras de acentuação das palavras oxítonas envolvem a análise da sílaba tônica e das terminações que determinam a presença ou ausência de acento gráfico. Considerando a norma ortográfica vigente após o Acordo Ortográfico, relacione corretamente os casos apresentados na Coluna A com suas respectivas regras de acentuação na Coluna B, de acordo com o uso padrão da língua portuguesa.

COLUNA A

(__) Palavras oxítonas terminadas em -a(s), -e(s) ou -o(s)
(__) Palavras oxítonas terminadas em -i(s) ou -u(s)
(__) Palavras oxítonas terminadas em -em ou -ens

COLUNA B

I. Não recebem acento, salvo quando há hiato entre a vogal tônica e a anterior.
II. São sempre acentuadas pela terminação.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
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Q3806956 Português
Leia atentamente o fragmento a seguir, que apresenta um trecho de comunicado interno de uma empresa:

"As propostas seguem anexas, devendo ser analisadas pelos setores jurídico e financeiro. Ressalta-se que as diretoras e os diretores permaneceram sós durante a reunião final, assegurando imparcialidade na deliberação. Além disso, foi reforçado que os relatórios devem ser elaborados da forma mais clara possível, a fim de facilitar a compreensão e a tomada de decisões."
Considerando as regras de concordância nominal, assinale a alternativa CORRETA acerca do trecho acima:
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Q3806955 Português
Conscientização sobre Gliomas: Como Informação e Atenção Podem Salvar Vidas


Recentemente foi lançada no Brasil a campanha "Isso é um Glioma", apresentada durante o 12º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, evento importante que reúne pacientes, oncologistas, profissionais da área e entidades de saúde em São Paulo. A iniciativa da farmacêutica francesa Servier busca preencher uma lacuna de informação sobre esse tumor, que apesar de ser o câncer cerebral primário mais comum, ainda é pouco conhecido pela população.

O destaque foi o movimento #PelaNossaCabeça, com imagens dos diferentes ângulos da cabeça de pacientes médicos e pessoas comuns, sob o olhar criativo e humanizado do fotógrafo brasileiro Thiago Santos. Quem esteve presente no evento teve a oportunidade de ser fotografado pelo próprio Thiago Santos, que fez fotos dos rostos de quem passava pelo estande, incentivando-os a postar nas redes sociais para gerar visibilidade para um tema essencial, destacando que o glioma não escolhe idade, gênero ou classe social.

Para além das imagens e do engajamento nas redes sociais, com a participação também de influenciadores digitais, a campanha se mostra, especialmente, na combinação entre ciência e humanização na página issoeumglioma.com.br.

Histórias reais, como a dos pacientes Flávio Agapito e Gustavo Gaiote, reforçaram que o impacto do diagnóstico vai muito além da dimensão médica: afeta sonhos, famílias e perspectivas de futuro. Ao mesmo tempo, profissionais da saúde ofereceram clareza técnica, explicando o que são os gliomas, como se desenvolvem e quais são os caminhos possíveis de tratamento. Essa união entre conhecimento científico e testemunho humano cria um elo fundamental de confiança, cumprindo um papel educativo sobre a doença.

O glioma é o tumor maligno primário mais comum do cérebro, que pode surgir em qualquer idade, especialmente nos adultos jovens. Os sintomas mais comuns incluem alterações na função cognitiva como déficit de memória, raciocínio, e alterações no comportamento, convulsões, dificuldades de fala, dificuldades de coordenação motora ou equilíbrio, dor de cabeça intensa e recorrente, náusea e vômito. No entanto, nem todos os gliomas são iguais e um diagnóstico correto e assertivo é fundamental.

Os tratamentos vêm evoluindo de modo muito importante, vivemos uma fase de avanços significativos. As técnicas de cirurgia vêm sendo aprimoradas, assim como a radioterapia. E recentemente, novas medicações que atuam diretamente nas células do tumor, o que chamamos de terapia direcionada, vem sendo desenvolvidas com resultados importantes e que podem impactar de forma positiva a vida dos pacientes.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-fernando-maluf-conscientizaca o-sobre-gliomas-como-informacao-e-atencao-podem-salvar-vidas/
A campanha mencionada no texto teve sua apresentação em um evento relevante do cenário oncológico nacional, envolvendo diferentes agentes da área da saúde. A partir das estratégias utilizadas no movimento #PelaNossaCabeça, percebe-se uma intenção comunicativa que vai além da simples divulgação de informações, visando também despertar sensibilidade e aproximar o público do tema. Considerando esse contexto, é CORRETO afirmar que a campanha buscou:
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Q3806954 Português
Conscientização sobre Gliomas: Como Informação e Atenção Podem Salvar Vidas


Recentemente foi lançada no Brasil a campanha "Isso é um Glioma", apresentada durante o 12º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, evento importante que reúne pacientes, oncologistas, profissionais da área e entidades de saúde em São Paulo. A iniciativa da farmacêutica francesa Servier busca preencher uma lacuna de informação sobre esse tumor, que apesar de ser o câncer cerebral primário mais comum, ainda é pouco conhecido pela população.

O destaque foi o movimento #PelaNossaCabeça, com imagens dos diferentes ângulos da cabeça de pacientes médicos e pessoas comuns, sob o olhar criativo e humanizado do fotógrafo brasileiro Thiago Santos. Quem esteve presente no evento teve a oportunidade de ser fotografado pelo próprio Thiago Santos, que fez fotos dos rostos de quem passava pelo estande, incentivando-os a postar nas redes sociais para gerar visibilidade para um tema essencial, destacando que o glioma não escolhe idade, gênero ou classe social.

Para além das imagens e do engajamento nas redes sociais, com a participação também de influenciadores digitais, a campanha se mostra, especialmente, na combinação entre ciência e humanização na página issoeumglioma.com.br.

Histórias reais, como a dos pacientes Flávio Agapito e Gustavo Gaiote, reforçaram que o impacto do diagnóstico vai muito além da dimensão médica: afeta sonhos, famílias e perspectivas de futuro. Ao mesmo tempo, profissionais da saúde ofereceram clareza técnica, explicando o que são os gliomas, como se desenvolvem e quais são os caminhos possíveis de tratamento. Essa união entre conhecimento científico e testemunho humano cria um elo fundamental de confiança, cumprindo um papel educativo sobre a doença.

O glioma é o tumor maligno primário mais comum do cérebro, que pode surgir em qualquer idade, especialmente nos adultos jovens. Os sintomas mais comuns incluem alterações na função cognitiva como déficit de memória, raciocínio, e alterações no comportamento, convulsões, dificuldades de fala, dificuldades de coordenação motora ou equilíbrio, dor de cabeça intensa e recorrente, náusea e vômito. No entanto, nem todos os gliomas são iguais e um diagnóstico correto e assertivo é fundamental.

Os tratamentos vêm evoluindo de modo muito importante, vivemos uma fase de avanços significativos. As técnicas de cirurgia vêm sendo aprimoradas, assim como a radioterapia. E recentemente, novas medicações que atuam diretamente nas células do tumor, o que chamamos de terapia direcionada, vem sendo desenvolvidas com resultados importantes e que podem impactar de forma positiva a vida dos pacientes.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-fernando-maluf-conscientizaca o-sobre-gliomas-como-informacao-e-atencao-podem-salvar-vidas/
Ao considerar as informações presentes no texto, observa-se que ele não se limita a descrever características clínicas da doença, mas também aborda mudanças recentes no campo terapêutico. A partir dessa perspectiva, percebe-se que a compreensão do glioma envolve tanto a complexidade de seu diagnóstico quanto o acompanhamento das inovações terapêuticas. Assim, pode-se AFIRMAR que o texto evidencia:
Alternativas
Q3806953 Português
Conscientização sobre Gliomas: Como Informação e Atenção Podem Salvar Vidas


Recentemente foi lançada no Brasil a campanha "Isso é um Glioma", apresentada durante o 12º Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, evento importante que reúne pacientes, oncologistas, profissionais da área e entidades de saúde em São Paulo. A iniciativa da farmacêutica francesa Servier busca preencher uma lacuna de informação sobre esse tumor, que apesar de ser o câncer cerebral primário mais comum, ainda é pouco conhecido pela população.

O destaque foi o movimento #PelaNossaCabeça, com imagens dos diferentes ângulos da cabeça de pacientes médicos e pessoas comuns, sob o olhar criativo e humanizado do fotógrafo brasileiro Thiago Santos. Quem esteve presente no evento teve a oportunidade de ser fotografado pelo próprio Thiago Santos, que fez fotos dos rostos de quem passava pelo estande, incentivando-os a postar nas redes sociais para gerar visibilidade para um tema essencial, destacando que o glioma não escolhe idade, gênero ou classe social.

Para além das imagens e do engajamento nas redes sociais, com a participação também de influenciadores digitais, a campanha se mostra, especialmente, na combinação entre ciência e humanização na página issoeumglioma.com.br.

Histórias reais, como a dos pacientes Flávio Agapito e Gustavo Gaiote, reforçaram que o impacto do diagnóstico vai muito além da dimensão médica: afeta sonhos, famílias e perspectivas de futuro. Ao mesmo tempo, profissionais da saúde ofereceram clareza técnica, explicando o que são os gliomas, como se desenvolvem e quais são os caminhos possíveis de tratamento. Essa união entre conhecimento científico e testemunho humano cria um elo fundamental de confiança, cumprindo um papel educativo sobre a doença.

O glioma é o tumor maligno primário mais comum do cérebro, que pode surgir em qualquer idade, especialmente nos adultos jovens. Os sintomas mais comuns incluem alterações na função cognitiva como déficit de memória, raciocínio, e alterações no comportamento, convulsões, dificuldades de fala, dificuldades de coordenação motora ou equilíbrio, dor de cabeça intensa e recorrente, náusea e vômito. No entanto, nem todos os gliomas são iguais e um diagnóstico correto e assertivo é fundamental.

Os tratamentos vêm evoluindo de modo muito importante, vivemos uma fase de avanços significativos. As técnicas de cirurgia vêm sendo aprimoradas, assim como a radioterapia. E recentemente, novas medicações que atuam diretamente nas células do tumor, o que chamamos de terapia direcionada, vem sendo desenvolvidas com resultados importantes e que podem impactar de forma positiva a vida dos pacientes.


https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-fernando-maluf-conscientizaca o-sobre-gliomas-como-informacao-e-atencao-podem-salvar-vidas/
Ao observar o relato presente no trecho, nota-se que a discussão sobre o glioma não se limita à exposição de dados clínicos. A presença de pacientes e profissionais indica uma construção discursiva que busca envolver diferentes dimensões da experiência com a doença. Considerando essa articulação entre experiências pessoais e conhecimento técnico, é possível concluir que o texto desta
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Q3806907 Português

TEXTO III


Leia o texto a seguir e responda à questão.


Direção Defensiva e Convivência no Trânsito


    O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático. O segundo princípio é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente. Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito e de suas consequências. Finalmente, o princípio da corresponsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito.


Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/dt000002.pdf (Adaptado).

A finalidade principal do texto é: 
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Q3806906 Português

TEXTO III


Leia o texto a seguir e responda à questão.


Direção Defensiva e Convivência no Trânsito


    O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático. O segundo princípio é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente. Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito e de suas consequências. Finalmente, o princípio da corresponsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito.


Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/dt000002.pdf (Adaptado).

No trecho “valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático”, o termo “fundamentais” concorda: 
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Q3806905 Português

TEXTO III


Leia o texto a seguir e responda à questão.


Direção Defensiva e Convivência no Trânsito


    O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático. O segundo princípio é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente. Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito e de suas consequências. Finalmente, o princípio da corresponsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito.


Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/dt000002.pdf (Adaptado).

No trecho “Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito…”, o conectivo “que” estabelece uma relação de: 
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Q3806904 Português

TEXTO III


Leia o texto a seguir e responda à questão.


Direção Defensiva e Convivência no Trânsito


    O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático. O segundo princípio é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente. Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito e de suas consequências. Finalmente, o princípio da corresponsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito.


Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/dt000002.pdf (Adaptado).

 No texto, o termo “corresponsabilidade” significa: 
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Q3806903 Português

TEXTO III


Leia o texto a seguir e responda à questão.


Direção Defensiva e Convivência no Trânsito


    O trânsito é feito pelas pessoas. E, como nas outras atividades humanas, quatro princípios são importantes para o relacionamento e a convivência social no trânsito. O primeiro deles é a dignidade da pessoa humana, do qual derivam os Direitos Humanos e os valores e atitudes fundamentais para o convívio social democrático. O segundo princípio é a igualdade de direitos. Todos têm a possibilidade de exercer a cidadania plenamente. Um outro é o da participação, que fundamenta a mobilização da sociedade para organizar-se em torno dos problemas de trânsito e de suas consequências. Finalmente, o princípio da corresponsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito.


Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/dt000002.pdf (Adaptado).

No trecho “Finalmente, o princípio da corresponsabilidade pela vida social, que diz respeito à formação de atitudes e ao aprender a valorizar comportamentos necessários à segurança no trânsito”, o termo “que” funciona como: 
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Q3806897 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO I


O verdadeiro perigo da inteligência artificial é a estupidez humana


É noite e você decide sair para jantar. É possível que seu parceiro não saiba o que você quer comer, mas a inteligência artificial sabe: à tarde, ela te viu assistindo a vídeos de tacos e tem certeza de que agora você não consegue parar de pensar neles.


“Se não tomarmos decisões, outros as tomarão por nós”, escreve a jornalista e escritora espanhola Laura G. de Rivera em seu livro Esclavos del algoritmo: Manual de resistencia en la era de la inteligencia artificial (Escravos do Algoritmo: Um Manual de Resistência na Era da Inteligência Artificial, em tradução livre), resultado de anos de pesquisa. anos de pesquisa.


“Vivemos imersos em pensamentos, desejos e sentimentos impostos de fora porque, ao que parece, nós, humanos, somos bastante previsíveis. Basta aplicar a estatística às nossas ações passadas, e é como se alguém lesse nossa mente”, continua.


A precisão em prever nossas necessidades ou desejos é tão grande que Michal Kosinski, psicólogo e professor da Universidade Stanford (EUA), demonstrou em seus experimentos que um algoritmo bem treinado, com dados digitais suficientes, pode prever o que você quer ou do que você gosta mais do que a sua mãe.


Soa bem, em princípio, a ideia de que a inteligência artificial possa prever os interesses de uma pessoa com extrema precisão. Mas isso tem um preço, diz Rivera, e é um preço alto: “Perdemos a liberdade, perdemos a capacidade de sermos nós mesmos, perdemos a imaginação.”


“Trabalhamos de graça para o Instagram ao fazer o upload de nossas fotos, para que a rede social exista e fature milhões. É preciso estar consciente e aproveitar os benefícios das plataformas sem deixar que os riscos nos prejudiquem”, afirma.


[...]


Cristina J. Orgaz. BBC News Mundo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg43e1yegk2o (Adaptado).

Analise as afirmações e assinale V para as alternativas VERDADEIRAS e F para as FALSAS:



( ) Segundo o texto, algoritmos podem prever preferências humanas com mais precisão que pessoas próximas.


(  ) A autora defende que a IA, por si só, elimina totalmente a liberdade individual.


( ) O texto afirma que, ao postar fotos nas redes sociais, contribuímos para o funcionamento e o lucro dessas plataformas.



A sequência CORRETA é:

Alternativas
Q3806896 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO I


O verdadeiro perigo da inteligência artificial é a estupidez humana


É noite e você decide sair para jantar. É possível que seu parceiro não saiba o que você quer comer, mas a inteligência artificial sabe: à tarde, ela te viu assistindo a vídeos de tacos e tem certeza de que agora você não consegue parar de pensar neles.


“Se não tomarmos decisões, outros as tomarão por nós”, escreve a jornalista e escritora espanhola Laura G. de Rivera em seu livro Esclavos del algoritmo: Manual de resistencia en la era de la inteligencia artificial (Escravos do Algoritmo: Um Manual de Resistência na Era da Inteligência Artificial, em tradução livre), resultado de anos de pesquisa. anos de pesquisa.


“Vivemos imersos em pensamentos, desejos e sentimentos impostos de fora porque, ao que parece, nós, humanos, somos bastante previsíveis. Basta aplicar a estatística às nossas ações passadas, e é como se alguém lesse nossa mente”, continua.


A precisão em prever nossas necessidades ou desejos é tão grande que Michal Kosinski, psicólogo e professor da Universidade Stanford (EUA), demonstrou em seus experimentos que um algoritmo bem treinado, com dados digitais suficientes, pode prever o que você quer ou do que você gosta mais do que a sua mãe.


Soa bem, em princípio, a ideia de que a inteligência artificial possa prever os interesses de uma pessoa com extrema precisão. Mas isso tem um preço, diz Rivera, e é um preço alto: “Perdemos a liberdade, perdemos a capacidade de sermos nós mesmos, perdemos a imaginação.”


“Trabalhamos de graça para o Instagram ao fazer o upload de nossas fotos, para que a rede social exista e fature milhões. É preciso estar consciente e aproveitar os benefícios das plataformas sem deixar que os riscos nos prejudiquem”, afirma.


[...]


Cristina J. Orgaz. BBC News Mundo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg43e1yegk2o (Adaptado).

O texto é predominantemente: 
Alternativas
Q3806895 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO I


O verdadeiro perigo da inteligência artificial é a estupidez humana


É noite e você decide sair para jantar. É possível que seu parceiro não saiba o que você quer comer, mas a inteligência artificial sabe: à tarde, ela te viu assistindo a vídeos de tacos e tem certeza de que agora você não consegue parar de pensar neles.


“Se não tomarmos decisões, outros as tomarão por nós”, escreve a jornalista e escritora espanhola Laura G. de Rivera em seu livro Esclavos del algoritmo: Manual de resistencia en la era de la inteligencia artificial (Escravos do Algoritmo: Um Manual de Resistência na Era da Inteligência Artificial, em tradução livre), resultado de anos de pesquisa. anos de pesquisa.


“Vivemos imersos em pensamentos, desejos e sentimentos impostos de fora porque, ao que parece, nós, humanos, somos bastante previsíveis. Basta aplicar a estatística às nossas ações passadas, e é como se alguém lesse nossa mente”, continua.


A precisão em prever nossas necessidades ou desejos é tão grande que Michal Kosinski, psicólogo e professor da Universidade Stanford (EUA), demonstrou em seus experimentos que um algoritmo bem treinado, com dados digitais suficientes, pode prever o que você quer ou do que você gosta mais do que a sua mãe.


Soa bem, em princípio, a ideia de que a inteligência artificial possa prever os interesses de uma pessoa com extrema precisão. Mas isso tem um preço, diz Rivera, e é um preço alto: “Perdemos a liberdade, perdemos a capacidade de sermos nós mesmos, perdemos a imaginação.”


“Trabalhamos de graça para o Instagram ao fazer o upload de nossas fotos, para que a rede social exista e fature milhões. É preciso estar consciente e aproveitar os benefícios das plataformas sem deixar que os riscos nos prejudiquem”, afirma.


[...]


Cristina J. Orgaz. BBC News Mundo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg43e1yegk2o (Adaptado).

No trecho “Vivemos imersos em pensamentos, desejos e sentimentos impostos de fora”, a expressão “impostos de fora” indica que tais conteúdos: 
Alternativas
Q3806894 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO I


O verdadeiro perigo da inteligência artificial é a estupidez humana


É noite e você decide sair para jantar. É possível que seu parceiro não saiba o que você quer comer, mas a inteligência artificial sabe: à tarde, ela te viu assistindo a vídeos de tacos e tem certeza de que agora você não consegue parar de pensar neles.


“Se não tomarmos decisões, outros as tomarão por nós”, escreve a jornalista e escritora espanhola Laura G. de Rivera em seu livro Esclavos del algoritmo: Manual de resistencia en la era de la inteligencia artificial (Escravos do Algoritmo: Um Manual de Resistência na Era da Inteligência Artificial, em tradução livre), resultado de anos de pesquisa. anos de pesquisa.


“Vivemos imersos em pensamentos, desejos e sentimentos impostos de fora porque, ao que parece, nós, humanos, somos bastante previsíveis. Basta aplicar a estatística às nossas ações passadas, e é como se alguém lesse nossa mente”, continua.


A precisão em prever nossas necessidades ou desejos é tão grande que Michal Kosinski, psicólogo e professor da Universidade Stanford (EUA), demonstrou em seus experimentos que um algoritmo bem treinado, com dados digitais suficientes, pode prever o que você quer ou do que você gosta mais do que a sua mãe.


Soa bem, em princípio, a ideia de que a inteligência artificial possa prever os interesses de uma pessoa com extrema precisão. Mas isso tem um preço, diz Rivera, e é um preço alto: “Perdemos a liberdade, perdemos a capacidade de sermos nós mesmos, perdemos a imaginação.”


“Trabalhamos de graça para o Instagram ao fazer o upload de nossas fotos, para que a rede social exista e fature milhões. É preciso estar consciente e aproveitar os benefícios das plataformas sem deixar que os riscos nos prejudiquem”, afirma.


[...]


Cristina J. Orgaz. BBC News Mundo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg43e1yegk2o (Adaptado).

De acordo com o texto, é possível inferir que a autora considera que:
Alternativas
Q3806893 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


TEXTO I


O verdadeiro perigo da inteligência artificial é a estupidez humana


É noite e você decide sair para jantar. É possível que seu parceiro não saiba o que você quer comer, mas a inteligência artificial sabe: à tarde, ela te viu assistindo a vídeos de tacos e tem certeza de que agora você não consegue parar de pensar neles.


“Se não tomarmos decisões, outros as tomarão por nós”, escreve a jornalista e escritora espanhola Laura G. de Rivera em seu livro Esclavos del algoritmo: Manual de resistencia en la era de la inteligencia artificial (Escravos do Algoritmo: Um Manual de Resistência na Era da Inteligência Artificial, em tradução livre), resultado de anos de pesquisa. anos de pesquisa.


“Vivemos imersos em pensamentos, desejos e sentimentos impostos de fora porque, ao que parece, nós, humanos, somos bastante previsíveis. Basta aplicar a estatística às nossas ações passadas, e é como se alguém lesse nossa mente”, continua.


A precisão em prever nossas necessidades ou desejos é tão grande que Michal Kosinski, psicólogo e professor da Universidade Stanford (EUA), demonstrou em seus experimentos que um algoritmo bem treinado, com dados digitais suficientes, pode prever o que você quer ou do que você gosta mais do que a sua mãe.


Soa bem, em princípio, a ideia de que a inteligência artificial possa prever os interesses de uma pessoa com extrema precisão. Mas isso tem um preço, diz Rivera, e é um preço alto: “Perdemos a liberdade, perdemos a capacidade de sermos nós mesmos, perdemos a imaginação.”


“Trabalhamos de graça para o Instagram ao fazer o upload de nossas fotos, para que a rede social exista e fature milhões. É preciso estar consciente e aproveitar os benefícios das plataformas sem deixar que os riscos nos prejudiquem”, afirma.


[...]


Cristina J. Orgaz. BBC News Mundo. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg43e1yegk2o (Adaptado).

O texto alerta, principalmente, para o fato de que: 
Alternativas
Q3806861 Português
Sobre leitura crítica e letramento literário, analise as afirmativas sobre o papel da leitura na educação básica:

I. A leitura deve ser compreendida como um processo dinâmico, no qual o leitor atribui significados singulares às palavras, ultrapassando a mera decodificação.
II. O efeito de estranhamento nas obras literárias funciona como mecanismo de amadurecimento, transformação e ampliação da experiência crítica do leitor.
III. A leitura na escola deve ser interpretativa, objetiva de fatos e enredos, para garantir uniformidade de compreensão entre os alunos.
IV. O desenvolvimento das habilidades de leitura envolve estratégias múltiplas, que podem ocorrer simultânea ou sequencialmente, integrando competências cognitivas automáticas e conscientes.
V. A interação entre leitor e texto é essencial para a produção de sentidos e para a formação crítica e social do indivíduo.

A alternativa correta é:
Alternativas
Respostas
17741: C
17742: A
17743: B
17744: D
17745: A
17746: B
17747: A
17748: C
17749: C
17750: C
17751: C
17752: A
17753: B
17754: A
17755: A
17756: A
17757: B
17758: B
17759: C
17760: D