Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3804298 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
No conto, o espaço opera como elemento estruturante da narrativa, intervindo diretamente na ação e no jogo de sentidos construído entre verdade, ética e percepção. Assinale a alternativa que melhor interpreta a função do deslocamento espacial do sábio na dinâmica narrativa.
Alternativas
Q3804297 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


A verdade e o sábio (conto popular)

    Uma história antiga conta que enquanto escapava de um grupo de ladrões cruéis, um viajante encontrou um sábio sentado sob uma árvore. Desesperado, ele se aproximou do sábio e implorou:
    — Estou em grande perigo, esses homens querem me machucar. Por favor, ajude-me!
    O sábio, sempre tranquilo, aconselhou:
    — Continue correndo pela trilha, e não olhe para trás.
    Assim que o viajante retomou a sua fuga, o sábio mudou a sua posição, sentando-se sob uma árvore diferente, com vista para outra direção. Quando os salteadores se aproximaram, cientes da honestidade do sábio, descreveram o viajante e perguntaram se ele o tinha visto.
    O sábio repetiu por um instante e respondeu:
    — Pela verdade que carrego em meu coração: desde que estou sentado sob esta árvore, nenhum homem passou por mim.
    Os salteadores, confiando na palavra do sábio, optaram por buscar em outra direção, e o viajante conseguiu escapar ileso. 
Assinale a alternativa que melhor explica a estratégia discursiva adotada pelo sábio.
Alternativas
Q3804190 Português
Ao analisar a frase “A decisão que parecia inquestionável revelou-se frágil quando novos elementos foram apresentados”, avalie o sentido predominante construído pelo enunciado. A partir da relação semântica entre as orações, conclui-se que o trecho expressa uma:
Alternativas
Q3804178 Português
Não há educação fora das sociedades humanas e não há homem no vazio. O esforço educativo que desenvolveu o Autor e que pretende expor neste ensaio, ainda que tenha validade em outros espaços e em outro tempo, foi todo marcado pelas condições especiais da sociedade brasileira. Sociedade intensamente cambiante e dramaticamente contraditória. Sociedade em “partejamento”, que apresentava violentos embates entre um tempo que se esvaziava, com seus valores, com suas peculiares formas de ser, e que “pretendia” preservar-se e um outro que estava por vir, buscando configurar-se. Este esforço não nasceu, por isso mesmo, do acaso. Foi uma tentativa de resposta aos desafios contidos nesta passagem que fazia a sociedade. Desde logo, qualquer busca de resposta a estes desafios implicaria, necessariamente, numa opção. Opção por esse ontem, que significava uma sociedade sem povo, comandada por uma “elite” superposta a seu mundo, alienada, em que o homem simples, minimizado e sem consciência desta minimização, era mais “coisa” que homem mesmo, ou opção pelo Amanhã. Por uma nova sociedade, que, sendo sujeito de si mesma, tivesse no homem e no povo sujeitos de sua História. Opção por uma sociedade parcialmente independente ou opção por urna sociedade que se “descolonizasse” cada vez mais. Que cada vez mais cortasse as correntes que a faziam e fazem permanecer como objeto de outras, que lhe são sujeitos
No trecho: “Opção por essa ontem, que significava uma sociedade sem povo, comandada por uma ‘elite’ superposta a seu mundo (...), ou opção pelo Amanhã.”
O termo “que” exerce função sintática e semântica específica na oração em que aparece, sendo considerado:
Alternativas
Q3804177 Português
Não há educação fora das sociedades humanas e não há homem no vazio. O esforço educativo que desenvolveu o Autor e que pretende expor neste ensaio, ainda que tenha validade em outros espaços e em outro tempo, foi todo marcado pelas condições especiais da sociedade brasileira. Sociedade intensamente cambiante e dramaticamente contraditória. Sociedade em “partejamento”, que apresentava violentos embates entre um tempo que se esvaziava, com seus valores, com suas peculiares formas de ser, e que “pretendia” preservar-se e um outro que estava por vir, buscando configurar-se. Este esforço não nasceu, por isso mesmo, do acaso. Foi uma tentativa de resposta aos desafios contidos nesta passagem que fazia a sociedade. Desde logo, qualquer busca de resposta a estes desafios implicaria, necessariamente, numa opção. Opção por esse ontem, que significava uma sociedade sem povo, comandada por uma “elite” superposta a seu mundo, alienada, em que o homem simples, minimizado e sem consciência desta minimização, era mais “coisa” que homem mesmo, ou opção pelo Amanhã. Por uma nova sociedade, que, sendo sujeito de si mesma, tivesse no homem e no povo sujeitos de sua História. Opção por uma sociedade parcialmente independente ou opção por urna sociedade que se “descolonizasse” cada vez mais. Que cada vez mais cortasse as correntes que a faziam e fazem permanecer como objeto de outras, que lhe são sujeitos
No trecho, ao mencionar que a sociedade estava em “partejamento” e vivenciava “violentos embates” entre um tempo que se esvaziava e outro que buscava configurar-se, o Autor evidencia que: 
Alternativas
Q3803928 Português
Qual das frases abaixo está pontuada corretamente?
Alternativas
Q3803926 Português
Marque a alternativa que NÃO contêm adjetivo na frase: 
Alternativas
Q3803923 Português
Marque a alternativa em que a palavra está escrita de forma incorreta: 
Alternativas
Q3803918 Português
 A alternativa em que o verbo destacado está flexionado no pretérito imperfeito do indicativo é: 
Alternativas
Q3803916 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

O Mistério da Floresta

 

Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.


Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.


Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.


Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.


Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.

Marque a alternativa que contém o antônimo da palavra “desvendar” destacada no texto: 
Alternativas
Q3803915 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

O Mistério da Floresta

 

Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.


Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.


Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.


Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.


Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.

Como os animais resolveram o problema das árvores sendo cortadas?
Alternativas
Q3803914 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

O Mistério da Floresta

 

Era uma vez uma floresta encantada, onde os animais viviam em paz e harmonia. Todos os dias, eles se reuniam para brincar e se divertir. Mas certo dia, um mistério assustador tomou conta da floresta.


Os animais começaram a perceber que algumas árvores estavam desaparecendo misteriosamente. Eles ficaram preocupados e decidiram investigar o que estava acontecendo. O coelho ágil e esperto, o esquilo curioso e o pássaro sábio se uniram para desvendar o mistério.


Eles vasculharam a floresta em busca de pistas e, finalmente, descobriram que um grupo de lenhadores estava cortando as árvores para construir casas. Os animais ficaram chateados, pois a floresta era o seu lar e as árvores eram seus amigos.


Determinados a resolver o problema, os três amigos elaboraram um plano inteligente. Eles conversaram com os lenhadores e explicaram que a floresta era importante para todos os seres que ali viviam. Os lenhadores, tocados pela preocupação dos animais, concordaram em parar de cortar as árvores.


Assim, a paz retornou à floresta, e os animais aprenderam que juntos, com união e sabedoria, eles poderiam superar qualquer desafio.

Por que os animais da floresta ficaram preocupados? 
Alternativas
Q3803684 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No texto, aparece a forma “MEC” para designar um órgão da administração pública federal. Esse tipo de formação lexical é característico de um processo específico da língua portuguesa, utilizado para condensar nomes extensos em unidades gráficas autônomas. Do ponto de vista linguístico, a forma “MEC” enquadra-se corretamente como:
Alternativas
Q3803683 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Desigualdades sociais dificultam acesso à educação infantil no Brasil

        As desigualdades socioeconômicas repercutem também no acesso à educação infantil no Brasil. Essa é uma constatação do estudo inédito. O desafio da equidade no acesso à educação infantil: uma análise do CadÚnico e do Censo Escolar, realizado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

        O estudo cruza informações do CadÚnico com o Censo Escolar, a partir de microdados de 2023. A desigualdade pode ser comprovada pelo fato de apenas 30% do total de 10 milhões de crianças de baixa renda na primeira infância, inscritas no CadÚnico, estarem em creches, em dezembro daquele ano. Já na pré-escola, etapa obrigatória da educação básica, apenas 72,5% das crianças de 4 e 5 anos que vivem em famílias de baixa renda no CadÚnico estavam matriculadas.

        A presidente da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, Mariana Luz, defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa (até 3 anos de idade).

        “Ela é muito benéfica, em especial para crianças que estão em alguma situação de vulnerabilidade, porque a gente está falando de a creche ser um espaço de aprendizagem, desenvolvimento, mas também um espaço de segurança”, avaliou.

        A desigualdade de acesso à educação infantil pelas famílias de baixa renda é ainda mais acentuada na Região Norte, com taxa de matrícula na creche entre as crianças de baixa renda de 16,4%, em 2023, seguida do Centro-Oeste (25%) e Nordeste (28,7%). Apenas Sudeste (37,6%) e Sul (33,2%) apresentavam taxas um pouco superiores à média nacional de 30% para a população do CadÚnico.

        De acordo com o estudo, as diferenças são notadas também na pré-escola, com a taxa de matrícula para as crianças inscritas no CadÚnico variando de 68% a 78% nas regiões do país, com Norte e Nordeste mostrando as menores taxas.

        O estudo revela que os municípios menores e com menor Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDH-M) enfrentam mais dificuldades para garantir vagas, em função de restrições financeiras, ou por falta de capacidade técnica, o que reforça a importância de políticas públicas que apoiem os territórios mais vulneráveis, com objetivo de gerar mais equilíbrio na oferta de educação infantil em todo o país. Mariana Luz afirmou que o papel do setor público é alcançar as comunidades e ofertar o direito das crianças, sejam indígenas, quilombolas, brancas, negras, e garantir que esse direito seja também de qualidade e adequado à realidade de cada grupo, lembrando sempre que a educação básica é um direito da criança. Fonte:

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025- 12/desigualdades-sociais-dificulta-acesso-educacao-infantil-no-brasil (adaptado).
No trecho “defende muito a creche na vida das crianças, sobretudo na primeira etapa”, a palavra “sobretudo”, nesse contexto, classifica-se gramaticalmente como: 
Alternativas
Respostas
15841: B
15842: A
15843: D
15844: B
15845: C
15846: B
15847: D
15848: A
15849: C
15850: B
15851: A
15852: B
15853: D
15854: C
15855: B
15856: A
15857: D
15858: C
15859: A
15860: B