Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3843985 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Usaram minha imagem em vídeo falso com IA para vender chá milagroso


O vídeo diz tudo ao contrário do que Tânia Carvalho defende. O rosto, o quarto, as pernas, a voz parecem ser dela, mas a mensagem é algo que ela nunca promoveria. "Eu tenho lipedema, e eu já estava no grau dois. Eu lhe contarei como eu saí disso aqui, para esse resultado maravilhoso em apenas sete dias", diz o vídeo disponível como anúncios no Instagram. Nas imagens, um antes e depois das pernas de Tânia.

Lipedema é uma doença que vem sendo descoberta nos últimos anos. Ela causa acúmulo de gordura nas pernas e braços de aproximadamente dez por cento das mulheres em todo o mundo. Os nódulos se assemelham a celulite e causam dor.

O vídeo falso continua até começar a promover um milagroso chá especial.

"Eu só precisava tomá-lo toda manhã durante sete dias", diz no vídeo a falsa Tânia. "O chá agirá na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos."

Não há qualquer comprovação de que um chá possa fazer tal efeito. E Tânia sabe bem disso.

Há pouco tempo, a carioca de trinta e um anos começou a compartilhar sua rotina após ser diagnosticada com lipedema, na intenção de reunir mulheres que sofrem com o mesmo problema.

Ela se preparava para fazer uma cirurgia de lipoaspiração específica para retirar as células de gordura afetadas pela doença e queria compartilhar seu pós-operatório.

No processo de descoberta e cuidado, a carioca aprendeu que o tratamento de lipedema é um processo multidisciplinar, envolvendo exercícios, alimentação, tratamentos.

Ou seja, nada de um chá milagroso.

No vídeo verdadeiro, inclusive, Tânia justamente defende que não é só fazer alguma coisa que terá resultado", contando que seu tratamento envolveu a intervenção cirúrgica. "Tudo é muito mais complexo do que malhar um ano, há muitos fatores, como hormonal e idade. A doença não é tão simples quanto parece", explicou no vídeo para as seguidoras. Os vídeos de Tânia chamaram a atenção no Instagram e acabaram reunindo uma pequena comunidade de mulheres. Na rede social, em março de 2025, eram pouco mais de seis mil seguidoras.

Mas o tamanho da conta não impediu que Tânia acabasse sendo vítima do chamado "deepfake", um vídeo com sua imagem criado por uma inteligência artificial (IA) baseado em sua voz, gestos e expressões faciais.

Há plataformas online que oferecem com facilidade a criação desse tipo de conteúdo, também conhecido como mídia sintética. Pessoas famosas já foram vítimas desse tipo de vídeo há algum tempo. A imagem do médico Drauzio Varella, por exemplo, tem sido usada em vídeos que promovem tratamentos especiais ou medicamentos para resolver problemas de saúde. Todos falsos.

Celebridades como a cantora Ivete Sangalo e as apresentadoras Ana Maria Braga e Xuxa também já foram vítimas.

Mas o caso como o de Tânia chama atenção por ser de uma pessoa com pouca visibilidade. Ou seja, a maioria das pessoas que viu o anúncio provavelmente não sabe reconhecer como ela fala originalmente ou como ela pensa.

Também é sinal de que muitas pessoas podem ter suas imagens usadas sem nem saber.

Até a publicação dessa reportagem, o anúncio seguia disponível, apesar da denúncia de Tânia ao Instagram. A usuária recebeu uma mensagem que diz que o vídeo "segue os padrões da comunidade".

Em nota à BBC News Brasil, a Meta, dona do Instagram, apenas afirmou que "atividades que tenham como objetivo enganar, fraudar ou explorar terceiros não são permitidas", orientando pessoas a denunciarem na plataforma — algo que Tânia diz já ter feito. A empresa não proferiu se vai tirar o conteúdo do ar.

Tânia diz ainda não saber se prosseguirá com alguma ação judicial, já que isso demandaria energia e dinheiro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn89pzxqjn3o.adaptado.
O chá "agirá" na sua corrente sanguínea, liberando toda a gordura adiposa, tecidos inflamados e retenção de líquidos.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3843907 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
A ocorrência de crase em [...] é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.” (3º§) é: 
Alternativas
Q3843906 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
Quanto à expressão destacada em “O uso da inteligência artificial já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o ‘Índice de Tendências de Trabalho’, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade.” (1º§), pode-se afirmar que é possível identificar:
Alternativas
Q3843905 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
“Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.” (5º§). O trecho destacado anteriormente apresenta:
Alternativas
Q3843904 Português
Texto para responder à questão.


Homem-máquina: a nova era da colaboração


   O uso da Inteligência Artificial (IA) já se tornou parte da rotina de muitos dos profissionais brasileiros. De acordo com o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, 83% dos trabalhadores afirmam utilizar IA no dia a dia, seja com copilotos, ferramentas de geração de conteúdo ou automações simples que agilizam tarefas repetitivas e aumentam produtividade. Nas organizações, no entanto, a adoção ainda encontra barreiras significativas: um levantamento da ISC² apontou que 45% das empresas ainda não possuem uma estratégia definida para incorporar a tecnologia, deixando de aproveitar todo o potencial da IA para inovação e competitividade.

   Esse contraste acontece porque a curva de adoção individual é mais rápida que a organizacional. Enquanto pessoas experimentam, testam e aprendem de forma ágil, muitas empresas permanecem presas a modelos tradicionais de governança, cheias de burocracias e receios sobre o desconhecido. A preocupação com proteção e segurança de dados, embora legítima, muitas vezes contribui para a estagnação, enquanto outras organizações avançam ao criar ambientes de experimentação corporativa, aproveitando agentes e ferramentas de IA.

   Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), os investimentos em IA devem alcançar US$ 2,4 bilhões em 2025, um crescimento de 30% em relação a 2024, impulsionados principalmente por IA generativa e agentes autônomos. Essa evolução não apenas aumenta a relevância da tecnologia, mas também redefine estruturas e processos, onde a IA deixa de ser apenas ferramenta para se tornar um parceiro decisório, capaz de resolver problemas, gerar valor e contribuir de forma direta para operações mais ágeis e descentralizadas. A aceleração da IA redefine o papel das empresas: não basta adotar ferramentas, é preciso integrar a tecnologia à cultura e à estratégia, promovendo colaboração real entre humanos e máquinas.

   Nesse contexto, as estruturas empresariais precisarão se adaptar a novos modelos de operação, nos quais agentes de IA atuam como membros dos times. O futuro do trabalho não será apenas humano ou digital, mas colaborativo: máquinas alavancando produtividade e qualidade, e pessoas focadas em atividades de maior impacto e valor.

   Não há dúvidas de que a aceleração da IA também traz desafios claros para as lideranças. Mais do que dominar ferramentas, é necessário reorganizar processos, cultura e estrutura da empresa, colocando a IA no centro da estratégia. Isso exige compreender profundamente o impacto da tecnologia, cultivar uma mentalidade de experimentação, distinguir sinais de transformação de barulhos momentâneos e coragem para sair da zona de conforto.

   Embora exista uma grande quantidade de conteúdo open source disponível, a capacitação de alta liderança requer programas direcionados e “mão na massa”, alinhados à realidade de cada organização. Nesse sentido, abordagens guiadas, com mentoria especializada, são essenciais para preparar executivos a tomar decisões estratégicas sobre investimentos e adoção de IA, equilibrando riscos, impulsionando inovação e potencializando o capital humano.

   O impacto da IA sobre a experiência do colaborador também é profundo. Quando bem implementada, a tecnologia libera espaço mental, reduz tarefas operacionais e abre margem para criatividade, inovação e geração de valor. Mas isso só acontece em culturas de confiança, que incentivam a experimentação, aprendizado contínuo e a coragem de transformar erros em aprendizado estratégico.

   O futuro do trabalho será definido pela capacidade dos gestores de orquestrar a colaboração entre humanos e máquinas, integrando tecnologia à estratégia, à cultura e ao desenvolvimento de talentos. Organizações que alinharem investimentos, governança e capacitação estarão prontas para transformar o potencial da IA em resultados concretos. Quem não se adaptar corre o risco de perder relevância, enquanto aqueles que abraçarem a colaboração homem-máquina terão vantagem competitiva sustentável.


(SOUSA, Eduarda. Cofundadora e CMO da Loomi. Hoje em Dia. Publicado em: 28/10/2025. Adaptado.)
Considerando a estrutura e características formais do texto, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3843903 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
Sendo a transitividade verbal observada na estrutura das orações um mecanismo linguístico que determina as relações entre termos regentes e termos regidos, assinale o excerto que se apresenta DIFERENTE dos demais quanto ao estabelecimento das conexões citadas anteriormente.
Alternativas
Q3843902 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
Apesar de serem classificados morfologicamente de forma diversa, os termos destacados a seguir possuem a mesma classificação sintática, EXCETO:
Alternativas
Q3843901 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
Alguns elementos e expressões linguísticas são empregados com o objetivo de contribuir com a construção da coesão e coerência textuais. Nesse contexto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3843900 Português
Texto para responder à questão.


Estudo aponta desigualdade de língua na web


Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma


   O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.

   Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.

  Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.

   O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.

   O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas. Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.

   Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.


(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
De acordo com o texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3843899 Português
Autopsicografia

Imagem associada para resolução da questão

(Poesias. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1942. 15ª ed. 1995. Adaptado.)

Em seu poema “Autopsicografia”, Fernando Pessoa:
Alternativas
Q3843860 Português
"Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora."

No excerto, o uso do acento grave (crase) na expressão "Escrever à mão" se dá porque o verbo "escrever", nesse contexto, é regido pela preposição "a" que se funde ao artigo que acompanha o substantivo "mão", complemento do verbo.

Analise as sentenças a seguir quanto ao uso do acento (grave) nas expressões destacadas:

I. Adaptar-se à escrita à mão pode ser desafiador para jovens e adolescentes.
II. A falta de concentração revela à humanidade a necessidade de voltar-se para atividades menos automáticas. Escrever à mão é uma delas.
III. A pouca prática de escrita manual afeta à coordenação motora fina.

Está correto o uso do acento grave (crase) em:
Alternativas
Q3843859 Português
Leia o texto a seguir:

Quase metade das mulheres brasileiras (46%) não é tratada com respeito no país. A sensação se repete em casa, no trabalho e, principalmente, nas ruas, onde 49% delas dizem que não são respeitadas. É o que mostra a 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, o maior levantamento do país sobre o tema [...].
A pesquisa ouviu mais de 20 mil mulheres em todas as regiões do país e revela que o machismo continua sendo regra e não exceção: 94% das entrevistadas classificam o Brasil como um país machista.
"Esse acompanhamento e atualização bienal dos dados permite que a gente mensure como está e o que tem mudado no país em relação à violência contra mulheres e a percepção sobre o tema. Ou seja, é essencial para apoiar senadores e governo na hora de criar e medir o sucesso de leis e políticas públicas de proteção às mulheres", diz Marcos Ruben de Oliveira, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

(Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-12/quas e-50-das-mulheres-brasileiras-denunciam-desrespeito. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

Um dos usos dos pronomes é auxiliar na coesão do texto. Analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) No 1º parágrafo, o pronome pessoal "elas" se refere a "mulheres brasileiras".
(__) No 1º parágrafo, o pronome relativo "onde" foi usado corretamente, se referindo a um lugar.
(__) No 3º parágrafo, o pronome demonstrativo "esse" se refere à pesquisa descrita no 1º e 2º parágrafos. É possível compreender isso por causa do substantivo "acompanhamento".

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3843858 Português
Leia o texto a seguir:

Caminhão do Forró

No mês em que se celebra o Dia Nacional do Forró, o Gama transforma ruas, feiras e praças em verdadeiros arraiais itinerantes: o Caminhão do Forró segue sua rota pela cidade, levando música, tradição e alegria em apresentações gratuitas até o dia 28.
Reinventado como palco cultural, o Chevrolet Brasil 1962 percorre diferentes pontos do Gama com 12 dias de programação que homenageiam Luiz Gonzaga e as raízes da música nordestina. O repertório reúne obras de Paulim Diolinda e parceiros, além de clássicos de Marinês, Jackson do Pandeiro e do próprio Rei do Baião, interpretados por Rene Bonfim, Sabrina Vaz e Zemiguel Rodrigues sob direção musical do Maestro Marcos Farias.
A iniciativa integra o projeto Gama Cultural 2025, realizada pelo Instituto Voar Cultural em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e Administração Regional do Gama. Mais que uma ação festiva, o Caminhão do Forró cria encontros e reforça o sentimento de memória e pertencimento no território.

Serviço 
Caminhão do Forró — Gama Cultural 2025.
Data: 12 a 28 de dezembro.
Local: Rota itinerante por feiras, praças e espaços culturais do Gama.
Atividades gratuitas.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/12/12/fim-de-semana-no-df-tem-s arau-com-obra-de-clarice-lispector-cinema-motociclismo-e-forro/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) O objetivo do texto é divulgar um evento. Para isso, o autor lança mão, predominantemente, de sequências descritivas, a fim de descrever o evento e oferecer ao leitor o máximo de informações.
(__) O texto tem como foco narrar a história do Caminhão do Forró, um palco cultural reinventado que percorre vários pontos do Gama, no Distrito Federal.
(__) O Caminhão do Forró, além de oferecer várias atrações artísticas, e nesta edição homenagear as raízes nordestinas e Luiz Gonzaga, promove, através da cultura, o fortalecimento da memória e da ideia de pertencimento a uma cultura.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3843857 Português
Lembrando que não existe sinônimo absoluto e que os sentidos são dados no contexto em que as palavras são usadas, analise o excerto a seguir:

"Esse acompanhamento e atualização bienal dos dados permite que a gente mensure como está e o que tem mudado no país em relação à violência contra mulheres e a percepção sobre o tema. Ou seja, é essencial para apoiar senadores e governo na hora de criar e medir o sucesso de leis e políticas públicas de proteção às mulheres".

Nas alternativas a seguir, há verbos que podem substituir "mensurar" no texto, porém, nem todos mantêm o sentido. Assinale a única alternativa que permite manter o sentido do texto:
Alternativas
Q3843856 Português
Analise o excerto:

"Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez."

Analise as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__) A conjunção adversativa "mas", nesse contexto, não estabelece sentindo de oposição, mas de adição. Esse sentido também é possível para essa conjunção.
(__) No excerto, a escolha de articulação das ideias por parte da autora confere destaque às ideias das duas orações que estão coordenadas por "não (é) simplesmente... mas". Esse par "não é simplesmente... mas" exerce a mesma função dos pares "não é só... mas (também)" e "não é apenas... mas (também)".
(__) A conjunção "porque" estabelece uma relação explicativa e pode ser substituída por "portanto", "logo", sem comprometer o sentido do período.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3843855 Português
Leia o texto a seguir:

A Biblioteca Nacional de Brasília recebe, até esta sexta-feira (12), o sarau cênico-musical Clarice em Busca do Outro, um espetáculo itinerante que une literatura, teatro e música para revelar novas camadas da escrita de Clarice Lispector e ampliar o acesso à obra da autora por meio de experiências sensoriais e inclusivas.
Com direção e dramaturgia de Delson Antunes, o projeto transforma 20 textos e fragmentos de Clarice em cenas, performances e canções originais, distribuídas pelos três andares da Biblioteca Nacional. Além do sarau, a iniciativa apresenta a exposição literária Versos que Ganham Vida, com trechos de contos da autora impressos em painéis e traduzidos em braille, e oferece atividades formativas, como a oficina A Palavra Como Ação e rodas de conversa com estudantes da rede pública.
Todas as apresentações contam com tradução em Libras, e parte delas inclui audiodescrição, reforçando o compromisso com acessibilidade cultural.

(Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2025/12/12/fim-de-semana-no-df-tem-s arau-com-obra-de-clarice-lispector-cinema-motociclismo-e-forro/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

A respeito da coesão textual, analise as sentenças:

I. No 2º parágrafo, as palavras "projeto" e "iniciativa" têm como referente "o sarau cênico-musical Clarice em Busca do Outro", retomando-o sem provocar repetições desnecessárias.
II. A expressão "Além do sarau" exerce duas funções importantes: retoma espetáculo de Delson Antunes, reforçando para o leitor a respeito do que o texto trata, e introduz uma ideia nova, ampliando a abordagem temática.
III. Na expressão "Todas as apresentações", no 3º parágrafo, não está claro a que ela se refere. O leitor fica em dúvida se a expressão se refere a todas as cenas, performances e canções originais que compõem o espetáculo ou se refere a todas as apresentações (no sentido de edições) que ocorrerão até a sexta-feira (12).

É correto o que se apresenta em:
Alternativas
Q3843854 Português
Leia o excerto e analise as sentenças quanto à pontuação:

Como o cérebro processa a escrita à mão

Escrever à mão é um exercício cognitivo completo, que movimenta áreas cerebrais importantes para a organização, coerência, pensamento criativo, linguagem e coordenação motora. Isso acontece porque processar letras e frases não é simplesmente juntar informações, mas articular vários conhecimentos de uma só vez.
"O ato de escrever exige planejamento, organização de ideias e monitoramento contínuo do próprio desempenho para garantir que o texto seja coerente e legível. O córtex pré-frontal, centro de controle do nosso cérebro, é intensamente ativado para gerenciar essas tarefas", explica a neurocientista Livia Ciacci.

(Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/escrita-a-mao-e-coisa-do-passado-p arece-que-nao/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

I. O uso da vírgula após a palavra "completo" se dá para separar a oração explicativa.
II. As vírgulas no trecho sublinhado se justificam porque elas separam termos coordenados sem conectivos.
III. O trecho "centro de controle do nosso cérebro" está entre vírgulas porque ele é um aposto explicativo e precisa ser separado por vírgulas dentro do período.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3843853 Português
Analise a concordância das palavras destacadas:

I. Calada a natureza, a terra e os povos originários, o que restará neste país?
II. A natureza, a terra e os povos originários, silenciados, sofrem com o avanço dos agrotóxicos.
III. O avanço dos agrotóxicos prejudicam absurdamente os lençóis freáticos e o ar.
IV. Os lençóis freáticos e o ar sofrem muita contaminação com o avanço dos agrotóxicos.

A concordância das palavras destacadas está correta em: 
Alternativas
Q3843852 Português
Leia o excerto:

Hoje em dia, é difícil encontrar pessoas como Mariana, apegadas à escrita à mão. Os teclados dos celulares e computadores tomaram o lugar do papel, da caneta e dos traços das letras. As razões são compreensíveis: facilidade, rapidez, conversão das ideias para o mundo digital.
No entanto, perdemos vários aspectos espontâneos da rotina − como cartinhas, bilhetes, desenhos nos cantos das páginas − e, principalmente, processos cognitivos muito importantes.

(Disponível em: https://vidasimples.co/vida-simples/escrita-a-mao-e-coisa-do-passado-p arece-que-nao/. Acesso em: 14 dez. 2025. Adaptado.)

Analise as sentenças quanto à acentuação gráfica das palavras:

I. A palavra "difícil" é acentuada por ser uma paroxítona terminada em "-l". É o mesmo caso do singular de "compreensíveis", a saber, "compreensível".
II. A palavra "compreensíveis" é uma paroxítona terminada em ditongo oral, por isso é acentuada. Mesmo caso de "vários".
III. As palavras "espontâneos" e "páginas" são acentuadas pela mesma regra: ambas são proparoxítonas.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3843851 Português
Leia as sentenças e analise o uso dos "porquês":

I. Por que é tão difícil escrever à mão hoje em dia? Será mesmo dificuldade?
II. Se escrevo é porque preciso organizar meus pensamentos e só a escrita o faz.
III. Eis todos os motivos por que escrevo à mão e ando com um bloquinho e uma caneta na bolsa.
IV. Ele queria saber o porquê da minha decisão de viajar e registrar tudo por escrito.
V. Eu sei porque.

Está correto o uso em:
Alternativas
Respostas
15461: C
15462: C
15463: B
15464: C
15465: A
15466: B
15467: B
15468: C
15469: D
15470: D
15471: A
15472: E
15473: E
15474: E
15475: D
15476: E
15477: E
15478: B
15479: A
15480: C