Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3897468 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No trecho "A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen”, o termo “clérigo” designa um indivíduo que atua como:
Alternativas
Q3897467 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Em "Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta", a função coesiva de "porém” corresponde a:
Alternativas
Q3897466 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


No trecho "servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto", a figura realiza operação de substituição no nível:
Alternativas
Q3897465 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Classifique, à luz do estruturalismo (significante/significado), o signo central que organiza o sentido do texto "A Lenda da Gárgula":
Alternativas
Q3897464 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Identifique, segundo o modelo interpretativo, o elemento que funciona como garantia que licencia a passagem dos dados para a conclusão no texto “A Lenda da Gárgula”: 
Alternativas
Q3897463 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Considerando o texto como um "jogo de linguagem", no sentido proposto pela interpretação, aponte a principal função comunicativa da narrativa sobre o dragão "La Gargouille":  
Alternativas
Q3897462 Português

Texto para a questão a seguir:


A Lenda da Gárgula


As gárgulas são figuras esculpidas em pedra, comumente encontradas na arquitetura de catedrais medievais, que capturam a imaginação popular há séculos. Frequentemente retratadas como criaturas monstruosas e grotescas, sua presença imponente no alto de edifícios sagrados parece contraditória. No entanto, essas esculturas não são meros adornos; elas carregam uma rica bagagem de lendas e simbolismos que explicam sua função tanto prática quanto espiritual, servindo como guardiãs silenciosas que observam a cidade do alto.


A origem do termo e da lenda mais famosa remonta à França do século VII, na cidade de Rouen. Conta a história que um temível dragão chamado "La Gargouille" aterrorizava a região, emergindo do rio Sena para cuspir água, inundar terras e devorar barcos e habitantes. A criatura era tão poderosa que os cidadãos, desesperados, ofereciam-lhe um sacrifício humano anual para aplacar sua fúria e garantir que o resto da população fosse poupado de sua ira destrutiva.


A situação mudou com a chegada de Romanus, um clérigo que mais tarde se tornaria São Romano de Rouen. Prometendo livrar a cidade do monstro em troca da conversão de seus habitantes ao cristianismo, ele enfrentou La Gargouille. Usando apenas a sua fé e o sinal da cruz, Romanus conseguiu domar a criatura, amarrando-a com sua estola e conduzindo-a de volta à cidade, onde foi condenada à morte e queimada em uma grande fogueira na praça pública.


Da carcaça incinerada do dragão, porém, uma parte permaneceu intacta: sua cabeça e seu pescoço, que, por terem sido constantemente expostos ao fogo expelido pela própria criatura, haviam se tornado imunes às chamas. Como um troféu e um aviso, a cabeça de La Gargouille foi montada na fachada da nova igreja da cidade. Essa se tornou a primeira gárgula, estabelecendo o precedente para que outras catedrais adotassem figuras semelhantes, não apenas como um sistema para escoar a água da chuva (função prática que deu origem ao nome, do francês "gargouiller", gargarejar), mas também como um símbolo de proteção, que afasta os maus espíritos e lembra aos fiéis que, enquanto o mal existe do lado de fora, dentro da igreja eles encontrarão a salvação.


Identifique o esquema cognitivo (frame) predominante que organiza a interpretação do texto "A Lenda da Gárgula", articulando a função prática da gárgula com seu valor simbólico religioso:
Alternativas
Q3897035 Português

Na sociedade da informação, é necessário resgatar o sentido da educação como um direito moral e uma necessidade social, e não apenas como um espaço de formação de competências exigidas pelos novos tempos. Essa sociedade do século XXI é caracterizada pelo conhecimento, exigindo que as pessoas sejam mais capacitadas e preparadas para o exercício profissional. Além disso, valoriza-se a subjetividade, a ação social e a vida cotidiana, o que requer novas crenças, epistemologias e parâmetros. A ênfase na subjetividade torna-se um novo paradigma, voltado à valorização do ser humano em sua totalidade, refletindo-se em novos valores e ideias.


Fonte: Kullok, 2000 apud SCHAFRANSKI, Márcia Derbli. A Educação e as Transformações da Sociedade. Publ. UEPG Ci. Hum., Ci. Soc. Apl., Ling., Letras e Artes, Ponta Grossa, 13 (2) 101-112, dez. 2005.



De acordo com o texto, assinale a alternativa que destoa do que está escrito. 

Alternativas
Q3897016 Português

A concordância nominal, embora siga regras gerais de harmonia entre o substantivo e seus determinantes, apresenta casos específicos que exigem atenção, especialmente quando há adjetivos compostos, numerais, expressões invariáveis ou palavras como "mesmo", "próprio", "anexo" e "incluso".


Analise as afirmativas a seguir e identifique em quais há concordância nominal de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.



I. Seguem anexos os documentos solicitados na reunião.


II. As alunas mesmas elaboraram o relatório sem ajuda externa.


III. As portas e janelas permaneceram fechados durante a tempestade.


IV. É proibida a entrada de visitantes sem identificação prévia.



Em quais afirmativas o uso da concordância nominal está correto? 

Alternativas
Q3896926 Português
A multiplicidade de gêneros textuais presentes nas esferas sociais contemporâneas, especialmente nas mídias digitais e ambientes institucionalizados, exige do produtor e do leitor competências que ultrapassam a decodificação da linguagem. É necessário compreender os efeitos de sentido produzidos por determinados recursos estilísticos e estruturais, bem como reconhecer como as condições de produção e circulação moldam a forma e a função dos textos. Diante disso, avalia-se corretamente que:
Alternativas
Q3896925 Português

Estudos contemporâneos em Linguística Textual e Análise do Discurso ressaltam que a construção da coerência e da coesão em um texto não se reduz à presença de conectores explícitos ou à mera disposição sintática dos enunciados. A articulação entre os níveis semântico, pragmático e discursivo é condição para que o texto seja interpretável dentro de um contexto sociocognitivo compartilhado.


Considerando essa perspectiva, analise as afirmações a seguir, referentes aos mecanismos de coesão e coerência textual, e assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3896923 Português
Diversas análises contemporâneas do discurso midiático têm evidenciado que, mais do que transmitir informações, os textos jornalísticos e opinativos operam com diferentes níveis de intencionalidade, organizando efeitos de sentido por meio de estratégias linguístico-discursivas nem sempre explícitas. Isso se manifesta na seleção lexical, na estrutura argumentativa e, sobretudo, na articulação entre os dados apresentados como fatos e os juízos subentendidos como consensuais. À luz dessas observações, considera-se que: 
Alternativas
Q3896922 Português
A descrição da língua, em seus níveis morfossintático, semântico e normativo, envolve o reconhecimento da organização hierárquica das unidades linguísticas, a identificação dos papéis semânticos e funções sintáticas dos constituintes oracionais, bem como o domínio das regras de concordância, regência e colocação. Tais aspectos revelam a complexidade do funcionamento gramatical da língua, cuja observação atenta é imprescindível tanto para a análise quanto para o uso preciso do idioma. Diante desse quadro, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3896920 Português
As discussões sobre o ensino da Língua Portuguesa vêm, nas últimas décadas, deslocando-se de uma concepção prescritivista centrada exclusivamente na norma culta para uma abordagem que reconhece a diversidade linguística como um fenômeno legítimo e estruturante das práticas comunicativas. À luz desse cenário, considera-se correta a seguinte afirmação: 
Alternativas
Q3896919 Português
A produção textual, em qualquer esfera de circulação, envolve escolhas linguísticas e estilísticas que não se restringem a uma ornamentação retórica, mas que constroem sentidos, posicionamentos e vínculos comunicativos específicos. Ao articular figuras de linguagem e recursos expressivos a uma função dominante da linguagem, o autor produz efeitos que escapam à literalidade e convocam o leitor à interpretação discursiva. Com base nesse entendimento, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3896917 Português
As dinâmicas de produção textual nas plataformas digitais contemporâneas intensificaram o entrelaçamento entre linguagem e identidade discursiva, deslocando o foco da mera transmissão de informação para o modo como o sujeito se posiciona diante de interlocutores plurais e contextos altamente mutáveis. À luz desse contexto e considerando os pressupostos teóricos sobre linguagem, comunicação e enunciação, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3896006 Português
Considerando as normas de colocação pronominal na língua portuguesa, analise o trecho a seguir, que será adaptado para diferentes contextos. Observe atentamente o trecho a seguir:

"Jamais esquecerei de avisar-te sobre a reunião, mesmo que surja algum imprevisto."

Com base nas regras de próclise, ênclise e mesóclise, assinale a alternativa que reescreve corretamente o trecho a seguir, conforme a norma-padrão.
Alternativas
Q3896005 Português
O advérbio é uma classe invariável que desempenha papel essencial na modificação do sentido de verbos, adjetivos e outros advérbios, acrescentando a eles circunstâncias diversas, como tempo, modo, lugar, intensidade, negação, dúvida e afirmação. A correta identificação de seu tipo depende do contexto e do valor semântico que assume na frase.

Com base nas regras da gramática normativa, assinale a alternativa em que o advérbio está corretamente identificado e classificado quanto ao seu tipo.
Alternativas
Q3896004 Português

Observe as orações a seguir e relacione-as corretamente às funções ou aos efeitos sintáticos dos sinais de pontuação utilizados.



Coluna 01


(__)A menina, ansiosa, aguardava o resultado da prova.


(__)João preparou-se para o discurso; porém, esqueceu as anotações.


(__)Goiás e Vila, domingo passado: o Vila deu show!


(__)O prefeito tem "aplicado" o dinheiro público, segundo rumores.


(__)O aluno — exausto após o exame — deixou a sala em silêncio.



Coluna 02   


I.Uso de dois-pontos para introduzir explicação ou comentário sobre termo anterior.


II.Uso de aspas para indicar ironia ou destaque de sentido figurado.


III.Uso de ponto e vírgula para separar orações coordenadas com vírgulas internas.


IV.Uso de travessões para dar ênfase a um termo intercalado.


V.Uso de vírgulas para isolar um predicativo deslocado ou um termo explicativo.



Correlacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta: 


     

Alternativas
Q3896003 Português
A implantação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa visou unificar a grafia entre os países lusófonos, simplificando certas regras e eliminando divergências que não afetavam a pronúncia das palavras. As principais alterações envolveram o uso do hífen, o emprego do acento, a inclusão de letras no alfabeto e a extinção de sinais diacríticos.

Com base nas normas estabelecidas pelo Acordo Ortográfico, analise as afirmativas abaixo:

I.O uso do trema foi abolido em palavras portuguesas, mas é mantido em nomes próprios estrangeiros e seus derivados.

II.As palavras "heróico" e "idéia" continuam acentuadas para marcar o ditongo aberto nas paroxítonas.

III.Em palavras compostas cujo prefixo termina com a mesma letra que inicia o segundo elemento, o hífen permanece obrigatório.

IV.Em compostos iniciados pelos prefixos "super" e "anti", quando o segundo termo começa com r ou s, o hífen é eliminado, e a consoante é duplicada.

V.Os verbos com terminação -eem mantêm o acento circunflexo.

Em quais afirmativas as regras da nova ortografia estão corretamente apresentadas?
Alternativas
Respostas
14561: C
14562: B
14563: D
14564: A
14565: D
14566: B
14567: C
14568: D
14569: A
14570: B
14571: A
14572: D
14573: C
14574: A
14575: B
14576: B
14577: D
14578: B
14579: D
14580: B