Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3903977 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Na frase: “A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga”, as palavras destacadas são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3903976 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Quanto à classificação do substantivo, as palavras “formiga” e “gafanhoto” são classificadas, respectivamente, como:
Alternativas
Q3903975 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Assinale a alternativa em que as palavras estão acentuadas corretamente:
Alternativas
Q3903974 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Assinale a opção em que a palavra “assessoria” está com a separação silábica e a classificação quanto ao número de sílabas corretas: 
Alternativas
Q3903973 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Assinale a opção em que a palavra destacada é um verbo:
Alternativas
Q3903972 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
“A formiga respondeu calmamente”. A palavra em negrito é classificada como:
Alternativas
Q3903971 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Qual a moral desta fábula?
Alternativas
Q3903970 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
A formiga decidiu ajudar o gafanhoto. Qual o ensinamento dessa atitude?
Alternativas
Q3903969 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
Qual o ensinamento que traz a atitude da formiga para o profissional da saúde? 
Alternativas
Q3903968 Português
I. TEXTO


A formiga e o gafanhoto


Durante o verão, enquanto o sol brilhava e as flores estavam em festa, a formiga trabalhava incansavelmente, armazenando grãos para o inverno. O gafanhoto, por sua vez, cantava, ria e dizia:


— Por que se preocupar agora? Está tudo tão bonito! Aproveite!

A formiga respondeu calmamente:

— Estou me preparando para quando o tempo ficar difícil.

O inverno chegou. A neve cobriu o chão e o gafanhoto, faminto, bateu à porta da formiga, pedindo ajuda. A formiga, mesmo cansada, compartilhou um pouco de sua comida e disse:

— O tempo de agir é antes da necessidade apertar.


Esopo. (séc. VI a.C.). A formiga e o gafanhoto. In: Fábulas de Esopo. Tradução e adaptação disponíveis em domínio público.
O comportamento do gafanhoto representa:
Alternativas
Q3903737 Português
A ocorrência de crase proporciona o vínculo de um complemento a um núcleo verbal ou nominal, respeitando algumas regras gramaticais específicas. Indique a alternativa com a informação que se encontra contextualizada de acordo com as normas gramaticais vigentes:
Alternativas
Q3903617 Português
O recurso expressivo em 'todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo' é um exemplo de: 
Alternativas
Q3903616 Português
Em 'se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada', o núcleo do sujeito da forma verbal 'tiveram' é:  
Alternativas
Q3903615 Português
No período 'Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada', há a presença de: 
Alternativas
Q3903614 Português
Em 'Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável', a palavra 'insaciável' classifica-se como:  
Alternativas
Q3903613 Português
No trecho 'não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim', a conjunção 'e sim' estabelece:
Alternativas
Q3903612 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

A ideia central do texto pode ser resumida em: 
Alternativas
Q3903611 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

Quando afirma que 'todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo', Sêneca sugere que: 
Alternativas
Q3903610 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

O autor critica diferentes perfis de pessoas (avarentos, ambiciosos, devotos excessivos ao trabalho, entregues aos prazeres). O elemento comum a todos eles é:
Alternativas
Q3903609 Português

A questão tem como base o seguinte texto:


Sêneca, Sobre a Brevidade da Vida (adaptado)


A maior parte dos mortais, Paulo, queixa-se da natureza: lamentam-se da malícia dos tempos, da brevidade da vida, da rapidez com que somos tragados pelo tempo. Tão curta nos foi dada a vida, dizem eles, que, com a exceção de pouquíssimos, todos são abandonados pela velhice ainda em meio aos preparativos para viver.


Mas não é assim: não recebemos uma vida breve, e sim nós a tornamos assim; não somos mal providos, mas nós mesmos desperdiçamos o que temos. Como ricas fortunas que, embora abundantes, se dissipam num instante por má administração, assim também a vida, mesmo que longa, se esvai quando mal utilizada.


Vê quantos são dominados por uma avareza insaciável, quantos por uma ambição laboriosa, quantos por uma devoção ao trabalho que nada mais faz senão consumir o próprio homem; quantos se entregam ao vinho e aos prazeres do corpo, quantos, sempre servindo aos outros, não têm tempo para si mesmos. Percorre todos esses e verás que pouquíssimos preservam a vida para si. E aqueles que parecem ter vivido longamente, se fizeres as contas, verás que tiveram a vida reduzida a quase nada: todo o tempo que passaram pertencendo aos outros não é vida, mas apenas tempo.

A comparação entre a vida e as fortunas abundantes tem como objetivo mostrar que: 
Alternativas
Respostas
14281: C
14282: B
14283: A
14284: D
14285: B
14286: C
14287: A
14288: D
14289: C
14290: B
14291: B
14292: A
14293: D
14294: B
14295: D
14296: B
14297: A
14298: B
14299: A
14300: B