Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3800923 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No período “A alegria exterior dura alguns meses”, a análise sintática do enunciado permite identificar o tipo de sujeito presente na oração. Considerando a estrutura do período, é correto afirmar que o sujeito é:
Alternativas
Q3800922 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Considerando a estrutura da palavra e as regras de formação do léxico da língua portuguesa, é correto afirmar que precocemente resulta de:
Alternativas
Q3800921 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

No trecho “Não se prender à existência das flores para amar”, a palavra “prender” assume, no contexto, o sentido de: 
Alternativas
Q3800920 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Ao longo do texto, o autor busca principalmente:
Alternativas
Q3800919 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

A crítica central do texto dirige-se àqueles que: 
Alternativas
Q3800918 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Quando o autor afirma que “as pessoas têm suas estações”, ele sugere que, nas relações humanas: 
Alternativas
Q3800917 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO ABAIXO.


Não só admirar as flores, mas respeitar os galhos



    Amar é difícil. Amar é para poucos. Amar é para adultos. Amar é para os fortes.


    É como ganhar uma orquídea. No começo da relação, ela está florida, exuberante, parece uma joia de pétalas para pôr na vitrine, com cores escandalosas.


    Só que ela não será assim para sempre. Uma relação nem sempre é feita de bons momentos. Uma relação nem sempre irradia essa aparência extraordinária.


    O início não serve de tábua e base para o restante da convivência, como se a beleza e a abundância fossem uma regra permanente.


     A orquídea é linda quando você a recebe, para que nunca esqueça o quanto ela pode ser linda.


    É um lembrete do ponto alto de um sentimento que deve ser constantemente almejado. Mas não significa que será linda todos os dias. Trata-se de uma estação. As pessoas têm suas estações. Não estarão sorridentes eternamente, disponíveis eternamente, amigáveis eternamente. A alegria exterior dura alguns meses. Depois, vigora uma alegria interior, discreta, imperceptível.


    Na maior parte do ano, a orquídea será um galho. Nada mais do que um galho. Nem chamará atenção. Estar em um romance funciona do mesmo modo. Não se prender à existência das flores para amar. Gostar do galho, gostar da esperança dos brotos e dos bulbos. Não subestimar o galho. Não desdenhar a orquídea enquanto galho. Não desmerecer aquela haste de madeira porque não oferece mais um buquê generoso aos olhos e ao olfato. Não querer uma companhia pelo que é passageiro e efêmero, mas pela sua profundeza emocional, por tudo o que se encontra nas raízes secretas do envolvimento: a lealdade, a confidência, o apoio nas horas de vulnerabilidade, o colo, o conforto da cumplicidade diária, a superação das adversidades, a paz do abraço, a intimidade do beijo, a experiência de evoluir lado a lado, o respeito às dores, a delicadeza com as cicatrizes, o adubar do terreno do coração com as verdades.


    Há quem jure que a orquídea morreu _____ não exibe mais flores, e a joga fora, desperdiçando um futuro incandescente. Não espera que ela surpreenda novamente no próximo ano.


    Muita gente acha que ela é um graveto seco, um coto de braço, uma planta destruída, restringindo-se à fachada.


    Nem dá mais água, nem cuida mais: abandona o contato, o cultivo.


    Apresenta a mentalidade do vaso de decoração, usado apenas para perfumar e enfeitar a casa. Mostra-se incapaz para o replantio no próprio solo da coragem e para projetos de longo prazo.


    Vários relacionamentos são descartados sem necessidade, rompidos precocemente por falta de paciência, confiança e fé. Não é que o outro tenha que melhorar e voltar a florir. Não somos piores quando não estamos desabrochando. Ignora-se a natureza humana das orquídeas — e que galhos também são bonitos.


    Orquídeas jamais deixam de existir por dentro.


    Só despertam para os que se mantiveram junto delas durante o inverno. Só ressurgem com a combinação certa de luz — o primeiro sol da manhã —, os nutrientes da dedicação, a medida equilibrada de água e de saudade — sem encharcar —, a proteção do espaço e o direito de ser inteira.


    As flores são recompensa e gratidão para aqueles que ficaram por perto.


Autor: Fabrício Carpinejar (adaptado).

Ao comparar o amor a uma orquídea, o autor constrói uma metáfora que sustenta todo o texto. Nesse contexto, é correto afirmar que a orquídea simboliza: 
Alternativas
Q3800721 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


O raleio de fim de ano


    O agricultor caminha pelo pomar de pessegueiros com o olho apurado para fazer o raleio. É quando ele decide quais frutos vai tirar do pé ainda pequenos para que a árvore tenha força de nutrir os pêssegos que ficam presos aos galhos e, que assim, esses cresçam e fiquem ainda mais bonitos.

    A nossa vida exige escolhas. Um raleio para limar aquilo que só consome nossa energia e nos impede de crescer e dar valor ao que, de fato, importa.

    “Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa”

    Pensando bem, tudo que abandonei é tão importante como os meus sonhos. Poderia até dizer que abrir mão tem um preço, muitas vezes bem alto. E é essa a responsabilidade em fazer as escolhas da vida adulta. Como garantir bons frutos?

    E não há época melhor para esse raleio do que o fim do ano. Nossa lógica é acumular: planos, metas, tarefas. Queremos fazer tudo, começar tudo, abraçar tudo. Mas já parou para pensar no que você gostaria de não fazer mais? Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa.

    O raleio é um ato de coragem. É dizer “não” para algumas coisas para que outras possam florescer. É abrir mão de caminhos que pareciam promissores, mas que não cabem mais na nossa história. É aceitar que não somos infinitos. Nem em tempo, nem em energia. E que, para viver melhor, precisamos escolher.

    No pomar, o agricultor sabe que não pode deixar todos os frutos no galho. Se fizer isso, nenhum deles será bom. Na vida, acontece o mesmo: quando tentamos abraçar tudo, acabamos sem força para nutrir o que realmente vale a pena.

    Quantas vezes ao longo desse ano você chegou em casa esgotado. Não é apenas cansaço físico e mental, mas com a sensação de caminhar, correr e permanecer no mesmo lugar, sentindo as mesmas sensações. O frio na barriga do novo ainda existe na tua rotina?

    No fim, o segredo não está em ter tudo. Está em escolher bem o que fica.

    Mas saber o que fica, o que vai embora? No pomar até existe uma lógica, mas e na vida? Acredite na intuição, ela é poderosa e deve ser usada justamente nesses momentos. Vá em frente: banque suas escolhas.

    Então, antes de virar a página do calendário, faça seu raleio. Tire do galho aquilo que não faz sentido, que pesa, que não te leva aonde você quer chegar. Porque, assim como no pomar, é a escolha certa que garante os frutos mais doces.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 
A palavra florescer, a partir do seu número de sílabas, é corretamente classificada como:
Alternativas
Q3800720 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


O raleio de fim de ano


    O agricultor caminha pelo pomar de pessegueiros com o olho apurado para fazer o raleio. É quando ele decide quais frutos vai tirar do pé ainda pequenos para que a árvore tenha força de nutrir os pêssegos que ficam presos aos galhos e, que assim, esses cresçam e fiquem ainda mais bonitos.

    A nossa vida exige escolhas. Um raleio para limar aquilo que só consome nossa energia e nos impede de crescer e dar valor ao que, de fato, importa.

    “Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa”

    Pensando bem, tudo que abandonei é tão importante como os meus sonhos. Poderia até dizer que abrir mão tem um preço, muitas vezes bem alto. E é essa a responsabilidade em fazer as escolhas da vida adulta. Como garantir bons frutos?

    E não há época melhor para esse raleio do que o fim do ano. Nossa lógica é acumular: planos, metas, tarefas. Queremos fazer tudo, começar tudo, abraçar tudo. Mas já parou para pensar no que você gostaria de não fazer mais? Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa.

    O raleio é um ato de coragem. É dizer “não” para algumas coisas para que outras possam florescer. É abrir mão de caminhos que pareciam promissores, mas que não cabem mais na nossa história. É aceitar que não somos infinitos. Nem em tempo, nem em energia. E que, para viver melhor, precisamos escolher.

    No pomar, o agricultor sabe que não pode deixar todos os frutos no galho. Se fizer isso, nenhum deles será bom. Na vida, acontece o mesmo: quando tentamos abraçar tudo, acabamos sem força para nutrir o que realmente vale a pena.

    Quantas vezes ao longo desse ano você chegou em casa esgotado. Não é apenas cansaço físico e mental, mas com a sensação de caminhar, correr e permanecer no mesmo lugar, sentindo as mesmas sensações. O frio na barriga do novo ainda existe na tua rotina?

    No fim, o segredo não está em ter tudo. Está em escolher bem o que fica.

    Mas saber o que fica, o que vai embora? No pomar até existe uma lógica, mas e na vida? Acredite na intuição, ela é poderosa e deve ser usada justamente nesses momentos. Vá em frente: banque suas escolhas.

    Então, antes de virar a página do calendário, faça seu raleio. Tire do galho aquilo que não faz sentido, que pesa, que não te leva aonde você quer chegar. Porque, assim como no pomar, é a escolha certa que garante os frutos mais doces.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 
No trecho “um raleio para limar aquilo que só consome nossa energia”, a palavra limar é empregada em sentido figurado. Nesse contexto, apresenta como sinônimo mais adequado:
Alternativas
Q3800719 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


O raleio de fim de ano


    O agricultor caminha pelo pomar de pessegueiros com o olho apurado para fazer o raleio. É quando ele decide quais frutos vai tirar do pé ainda pequenos para que a árvore tenha força de nutrir os pêssegos que ficam presos aos galhos e, que assim, esses cresçam e fiquem ainda mais bonitos.

    A nossa vida exige escolhas. Um raleio para limar aquilo que só consome nossa energia e nos impede de crescer e dar valor ao que, de fato, importa.

    “Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa”

    Pensando bem, tudo que abandonei é tão importante como os meus sonhos. Poderia até dizer que abrir mão tem um preço, muitas vezes bem alto. E é essa a responsabilidade em fazer as escolhas da vida adulta. Como garantir bons frutos?

    E não há época melhor para esse raleio do que o fim do ano. Nossa lógica é acumular: planos, metas, tarefas. Queremos fazer tudo, começar tudo, abraçar tudo. Mas já parou para pensar no que você gostaria de não fazer mais? Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa.

    O raleio é um ato de coragem. É dizer “não” para algumas coisas para que outras possam florescer. É abrir mão de caminhos que pareciam promissores, mas que não cabem mais na nossa história. É aceitar que não somos infinitos. Nem em tempo, nem em energia. E que, para viver melhor, precisamos escolher.

    No pomar, o agricultor sabe que não pode deixar todos os frutos no galho. Se fizer isso, nenhum deles será bom. Na vida, acontece o mesmo: quando tentamos abraçar tudo, acabamos sem força para nutrir o que realmente vale a pena.

    Quantas vezes ao longo desse ano você chegou em casa esgotado. Não é apenas cansaço físico e mental, mas com a sensação de caminhar, correr e permanecer no mesmo lugar, sentindo as mesmas sensações. O frio na barriga do novo ainda existe na tua rotina?

    No fim, o segredo não está em ter tudo. Está em escolher bem o que fica.

    Mas saber o que fica, o que vai embora? No pomar até existe uma lógica, mas e na vida? Acredite na intuição, ela é poderosa e deve ser usada justamente nesses momentos. Vá em frente: banque suas escolhas.

    Então, antes de virar a página do calendário, faça seu raleio. Tire do galho aquilo que não faz sentido, que pesa, que não te leva aonde você quer chegar. Porque, assim como no pomar, é a escolha certa que garante os frutos mais doces.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 
No enunciado “o raleio é um ato de coragem”, a palavra “coragem” contribui para o sentido do texto ao associar as escolhas da vida adulta à ideia de: 
Alternativas
Q3800718 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


O raleio de fim de ano


    O agricultor caminha pelo pomar de pessegueiros com o olho apurado para fazer o raleio. É quando ele decide quais frutos vai tirar do pé ainda pequenos para que a árvore tenha força de nutrir os pêssegos que ficam presos aos galhos e, que assim, esses cresçam e fiquem ainda mais bonitos.

    A nossa vida exige escolhas. Um raleio para limar aquilo que só consome nossa energia e nos impede de crescer e dar valor ao que, de fato, importa.

    “Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa”

    Pensando bem, tudo que abandonei é tão importante como os meus sonhos. Poderia até dizer que abrir mão tem um preço, muitas vezes bem alto. E é essa a responsabilidade em fazer as escolhas da vida adulta. Como garantir bons frutos?

    E não há época melhor para esse raleio do que o fim do ano. Nossa lógica é acumular: planos, metas, tarefas. Queremos fazer tudo, começar tudo, abraçar tudo. Mas já parou para pensar no que você gostaria de não fazer mais? Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa.

    O raleio é um ato de coragem. É dizer “não” para algumas coisas para que outras possam florescer. É abrir mão de caminhos que pareciam promissores, mas que não cabem mais na nossa história. É aceitar que não somos infinitos. Nem em tempo, nem em energia. E que, para viver melhor, precisamos escolher.

    No pomar, o agricultor sabe que não pode deixar todos os frutos no galho. Se fizer isso, nenhum deles será bom. Na vida, acontece o mesmo: quando tentamos abraçar tudo, acabamos sem força para nutrir o que realmente vale a pena.

    Quantas vezes ao longo desse ano você chegou em casa esgotado. Não é apenas cansaço físico e mental, mas com a sensação de caminhar, correr e permanecer no mesmo lugar, sentindo as mesmas sensações. O frio na barriga do novo ainda existe na tua rotina?

    No fim, o segredo não está em ter tudo. Está em escolher bem o que fica.

    Mas saber o que fica, o que vai embora? No pomar até existe uma lógica, mas e na vida? Acredite na intuição, ela é poderosa e deve ser usada justamente nesses momentos. Vá em frente: banque suas escolhas.

    Então, antes de virar a página do calendário, faça seu raleio. Tire do galho aquilo que não faz sentido, que pesa, que não te leva aonde você quer chegar. Porque, assim como no pomar, é a escolha certa que garante os frutos mais doces.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 
Ao encerrar o texto, o autor reforça a ideia de que viver melhor envolve decisões difíceis e renúncias. A mensagem principal defendida é a de que:
Alternativas
Q3800717 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.


O raleio de fim de ano


    O agricultor caminha pelo pomar de pessegueiros com o olho apurado para fazer o raleio. É quando ele decide quais frutos vai tirar do pé ainda pequenos para que a árvore tenha força de nutrir os pêssegos que ficam presos aos galhos e, que assim, esses cresçam e fiquem ainda mais bonitos.

    A nossa vida exige escolhas. Um raleio para limar aquilo que só consome nossa energia e nos impede de crescer e dar valor ao que, de fato, importa.

    “Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa”

    Pensando bem, tudo que abandonei é tão importante como os meus sonhos. Poderia até dizer que abrir mão tem um preço, muitas vezes bem alto. E é essa a responsabilidade em fazer as escolhas da vida adulta. Como garantir bons frutos?

    E não há época melhor para esse raleio do que o fim do ano. Nossa lógica é acumular: planos, metas, tarefas. Queremos fazer tudo, começar tudo, abraçar tudo. Mas já parou para pensar no que você gostaria de não fazer mais? Talvez seja hora de tirar do galho aquilo que não faz sentido, para dar espaço ao que realmente importa.

    O raleio é um ato de coragem. É dizer “não” para algumas coisas para que outras possam florescer. É abrir mão de caminhos que pareciam promissores, mas que não cabem mais na nossa história. É aceitar que não somos infinitos. Nem em tempo, nem em energia. E que, para viver melhor, precisamos escolher.

    No pomar, o agricultor sabe que não pode deixar todos os frutos no galho. Se fizer isso, nenhum deles será bom. Na vida, acontece o mesmo: quando tentamos abraçar tudo, acabamos sem força para nutrir o que realmente vale a pena.

    Quantas vezes ao longo desse ano você chegou em casa esgotado. Não é apenas cansaço físico e mental, mas com a sensação de caminhar, correr e permanecer no mesmo lugar, sentindo as mesmas sensações. O frio na barriga do novo ainda existe na tua rotina?

    No fim, o segredo não está em ter tudo. Está em escolher bem o que fica.

    Mas saber o que fica, o que vai embora? No pomar até existe uma lógica, mas e na vida? Acredite na intuição, ela é poderosa e deve ser usada justamente nesses momentos. Vá em frente: banque suas escolhas.

    Então, antes de virar a página do calendário, faça seu raleio. Tire do galho aquilo que não faz sentido, que pesa, que não te leva aonde você quer chegar. Porque, assim como no pomar, é a escolha certa que garante os frutos mais doces.


Autor: Marco Matos - GZH (adaptado). 
No texto, o autor recorre à imagem do raleio no pomar para refletir sobre escolhas pessoais e limites humanos. A partir dessa metáfora, o sentido central do “raleio” na vida é o de:
Alternativas
Q3800230 Português
O cuidado no processo educativo envolve compreender o estudante em sua totalidade, considerando suas condições de aprendizagem e buscando apoio quando necessário. Com base nisso, assinale a alternativa que expressa uma ideia presente no trecho: 
Alternativas
Q3800225 Português
O planejamento docente é essencial para a qualidade das aulas, pois orienta escolhas e evita que situações importantes sejam desperdiçadas. Com base nisso, assinale a alternativa que apresenta uma ideia presente no trecho:
Alternativas
Q3800217 Português
As interações sociais fazem parte do desenvolvimento das crianças e envolvem diferentes linguagens, que permitem que elas compreendam o mundo, expressem ideias e construam relações com outras pessoas. Leia o trecho a seguir e assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna:
As atividades humanas realizam-se nas práticas sociais, mediadas por diferentes linguagens: verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e, contemporaneamente, digital. Por meio dessas práticas, as pessoas interagem consigo mesmas e com os outros, constituindo-se como sujeitos sociais. Nessas interações, estão imbricados conhecimentos, atitudes e __________ culturais, morais e éticos. 
Alternativas
Q3800151 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Em “A névoa some”, o verbo “some” é uma flexão do verbo ‘sumir’ na: 
Alternativas
Q3800150 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Em “A nutrologia considera quatro pilares fundamentais”, o vocábulo “quatro” é classificado como numeral: 
Alternativas
Q3800149 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


No período “A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando”, a palavra “onde” classifica-se como: 
Alternativas
Q3800148 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


Em “desequilíbrios metabólicos afetam o funcionamento cerebral”, a palavra “metabólicos” classifica-se como: 
Alternativas
Q3800147 Português

Névoa mental: sinais de corpo sobrecarregado e como

recuperar a clareza 


    O termo brain fog, também chamado de névoa mental, descreve a sensação de raciocínio lento, dificuldade de concentração, perda de memória recente e cansaço mental mesmo após atividades simples. Embora também esteja relacionado ao estresse, às emoções e ao sono inadequado, a nutrologia mostra que grande parte dos casos tem origem em desequilíbrios metabólicos, inflamação crônica de baixo grau e carências nutricionais que prejudicam o funcionamento pleno do cérebro. Por isso, o brain fog é hoje considerado um sinal importante de que o organismo está sobrecarregado.


    Entre as causas metabólicas mais frequentes estão a resistência à insulina, o consumo excessivo de açúcar, a disfunção mitocondrial e o estado inflamatório provocado por dietas ricas em ultraprocessados. Quando o cérebro recebe energia instável ou de má qualidade, sua capacidade de foco e de memória diminui. Além disso, deficiências de vitaminas e minerais essenciais, como vitamina B12, vitamina D, magnésio e ômega-3, comprometem a produção e o equilíbrio dos neurotransmissores, dificultam a transmissão dos impulsos nervosos e reduzem a clareza mental. 


    A base da prevenção e do tratamento do brain fog envolve ajustes alimentares específicos. O consumo frequente de carboidratos simples, como doces, pães brancos e bebidas açucaradas, provoca oscilações na glicemia que afetam diretamente a atenção e o humor. Quando esses alimentos se somam a ultraprocessados ricos em gorduras trans e aditivos químicos, o cérebro enfrenta um ambiente inflamatório que favorece a lentidão mental. Em contrapartida, adotar uma alimentação mais natural, com fontes de gorduras boas, proteínas de alta qualidade, fibras e micronutrientes essenciais, melhora a função cerebral e estabiliza o metabolismo. 


    Peixes ricos em ômega-3, castanhas, ovos, vegetais verde escuros e alimentos com vitaminas do complexo B têm papel especial no funcionamento neurológico. Dietas ricas em antioxidantes, presentes em frutas vermelhas, cúrcuma, gengibre e azeite de oliva, ajudam a reduzir o estresse oxidativo, um dos fatores diretos da névoa mental. O nutrólogo avalia ainda a necessidade de suplementação personalizada, especialmente em pacientes com carências nutricionais importantes ou com maior demanda metabólica. 


    O brain fog raramente tem uma única causa. A nutrologia considera quatro pilares fundamentais: sono, hormônios, intestino e inflamação. A privação de sono compromete a consolidação da memória; o desequilíbrio da tireoide ou da testosterona reduz a energia mental; um intestino inflamado altera a produção de neurotransmissores; e o excesso de inflamação sistêmica dificulta a clareza cognitiva. A avaliação integrada permite identificar onde o organismo está falhando e direcionar intervenções específicas.


    Exames laboratoriais ajudam a detectar anemia, alterações de vitaminas, resistência à insulina, disbiose intestinal e níveis inadequados de vitamina D, todos fatores associados ao brain fog. Corrigir essas alterações costuma gerar melhora perceptível em poucas semanas. Atividade física regular, hidratação adequada e redução do consumo de álcool completam o tratamento, já que todos esses fatores influenciam diretamente o metabolismo energético do cérebro.

   

O brain fog não deve ser ignorado. Ele é um marcador de desequilíbrios que, se não tratados, podem evoluir para quadros mais complexos, como burnout, depressão, síndrome metabólica ou doenças autoimunes. Com uma abordagem completa, que integra alimentação, suplementação, ajustes hormonais e estilo de vida, é possível recuperar a clareza mental e restaurar o pleno funcionamento do cérebro. A névoa some quando o corpo volta a trabalhar em equilíbrio. 


Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/nevoa-mental-sinais-de-corpo-

sobrecarregado-e-como-recuperar-a-clareza/ (adaptado).


No período “A névoa mental é um sinal de desequilíbrios metabólicos”, a sintaxe evidencia que os termos sublinhados classificam-se como: 
Alternativas
Respostas
13061: A
13062: D
13063: A
13064: C
13065: B
13066: C
13067: D
13068: B
13069: A
13070: D
13071: D
13072: B
13073: C
13074: C
13075: E
13076: A
13077: B
13078: B
13079: C
13080: C