Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3824444 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

Há presença de locução prepositiva na estrutura em: 
Alternativas
Q3824442 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

Assinale a alternativa em que há falha no uso dos pronomes. 
Alternativas
Q3824441 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

O pronome esta substituindo de maneira inadequada o objeto em:
Alternativas
Q3824438 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

A análise está inadequada em relação à concordância: "Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.".  
Alternativas
Q3824436 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.


Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

reencha os parênteses com Verdadeiro (V) ou Falso (F) e assinale a alternativa correta.
A crônica é tecida em forma de conversa, em que o emissor, de forma didática, instrui o receptor ( ), que fica na postura de ouvinte ( ), sobre como este deve se posicionar, sendo uma pessoa isenta de falhas em relação à vida ( ), colocando ordem na casa-existência ( ) e livrando-se, assim, da somatização de patologias ( ).
Alternativas
Q3823191 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legítimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.

Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Supergigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.

Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.

Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e de desamor.

Mas chega uma hora em que é preciso pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.

Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.

Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.

A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E, às vezes, você precisa escutá-la. Às vezes, tem que abrir a jaula e deixá-la sair.

Porque ninguém é de ferro.

E você tem que aprender a se aceitar.

A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é.

Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?

Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?

Ou você mesma? O Super que há em você?

Coloque ordem na casa.

Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite “irrecusável”, que não dá para quebrar um galho para o seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.

Nem tudo são imperfeições. E, se for, faz parte também.

Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo para aquele lugar. E nem por isso será menos digna.

Nem por isso terá menos amor.

Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões — A Soma de Todos os Afetos)

O pronome está substituindo de maneira inadequada o objeto em:  
Alternativas
Q3822761 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor.


Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E às vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusável”, que não dá pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)  

 



 

A pluralização do sujeito muda o acento da palavra em: 
Alternativas
Q3822755 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Ordem na Casa


Você é uma pessoa boa. Do tipo que se esforça para agradar todo mundo, releva deslizes alheios, se culpa quando comete os próprios deslizes, elogia, consola, dá conselhos. Tem autocontrole e engole sapos. Como boa menina, aprendeu que não é legitimo sentir raiva e, de tanto reprimi-la, vive com a barriga estufada e o intestino preso.


Você não percebe, mas quem te comanda é um gigante, um Super Gigante. Um tirano que te olha de cima, aponta o dedo, não aceita notas baixas.


Ele te faz de refém, te mantém em cativeiro, e você se submete a isso.


Permite que ele dê as cartas porque tem medo. Medo de ser excluída, ser alvo de críticas e desamor.


Mas chega uma hora em que tem que pôr ordem na casa. Pois, por trás de toda docilidade e condescendência, também existe uma fera.


Uma fera que não quer acatar as ordens do Gigante e deseja mostrar sua autenticidade, seus gostos, seus acertos e desacertos.


Uma fera que deseja revelar que não é perfeita, que não tem que provar nada a ninguém, que quer ser amada mesmo que fuja do combinado; que é capaz de falar alto, de impor limites, de se proteger.


A fera é seu lado mais irreverente, transgressor, autêntico. E às vezes você precisa escutá-la. Às vezes tem que abrir a jaula e deixá-la sair.


Porque ninguém é de ferro.


E você tem que aprender a se aceitar.


A entender que a culpa te paralisa e não permite que você seja quem é. Simplesmente quem é...


Mas quem te faz se sentir culpada? Quem aponta o dedo para você?


Seus fantasmas, seu passado, sua educação rígida?


Ou você mesma? O Super que há em você?


Coloque ordem na casa.


Não seja a primeira a se esconder por trás de um véu de justificativas quando o que você quer é assumir que não sabe cozinhar, que se apavora quando tem que dirigir, que está cansada para ir à balada, estressada com as visitas em casa, que prefere recusar um convite "irrecusável”, que não dá pra quebrar um galho pro seu irmão hoje, que não pode emprestar uma grana, que não consegue gostar do perfume que ganhou do namorado, que tem medo de expor um deslize do passado.


Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.


Você também erra, também se atrasa, também se irrita, também tem vontade de mandar tudo praquele lugar. E nem por isso será menos digna.


Nem por isso terá menos amor.


Só por isso será mais feliz. Só por isso será mais leve. Por dentro e por fora.


(Fabiola Simões. A Soma de todos os afetos.)  

 



 

A análise esta inadequada em relação a concordância: "Nem tudo são imperfeições. E se for, faz parte também.". 
Alternativas
Q3821065 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Ao contrário dos sepultamentos, nunca relacionei o ritual de espalhar as cinzas de uma pessoa a um momento de solenidade e tristeza, ao contrário, sempre simpatizei com sua possibilidade de humor. Muitos anos atrás, eu era frequentadora assídua de um restaurante em Porto Alegre, onde dei infinitas gargalhadas entre amores e amizades, e era lá, em sua calçada, que eu dizia que minhas cinzas deveriam ser jogadas. O restaurante morreu antes de mim, e sigo à procura de um lugar que me represente. Hoje em dia, a exemplo da personagem do meu livro, gosto da ideia de ser dispersada a prestações, aqui e acolá, a fim de celebrar a vida em movimento.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/12/arelevancia-da-historia-esta-sempre-no-significado-que-damos-a-ela-cmj31zrqk0201014olnisi09n.html) 
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, as funções sintáticas dos termos sublinhados no trecho a seguir:
“sigo à procura de um lugar que me represente”.
Alternativas
Q3821064 Português
Para responder à questão, considere o texto abaixo:

    Ao contrário dos sepultamentos, nunca relacionei o ritual de espalhar as cinzas de uma pessoa a um momento de solenidade e tristeza, ao contrário, sempre simpatizei com sua possibilidade de humor. Muitos anos atrás, eu era frequentadora assídua de um restaurante em Porto Alegre, onde dei infinitas gargalhadas entre amores e amizades, e era lá, em sua calçada, que eu dizia que minhas cinzas deveriam ser jogadas. O restaurante morreu antes de mim, e sigo à procura de um lugar que me represente. Hoje em dia, a exemplo da personagem do meu livro, gosto da ideia de ser dispersada a prestações, aqui e acolá, a fim de celebrar a vida em movimento.

(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/donna/colunistas/martha-medeiros/noticia/2025/12/arelevancia-da-historia-esta-sempre-no-significado-que-damos-a-ela-cmj31zrqk0201014olnisi09n.html) 
A respeito da ocorrência de preposições no trecho abaixo, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
“Ao contrário dos sepultamentos, nunca relacionei o ritual de espalhar as cinzas de uma pessoa a um momento de solenidade e tristeza, ao contrário, sempre simpatizei com sua possibilidade de humor”.
( ) É possível identificar não apenas preposições em sua forma base, como também combinação e contração delas com outras palavras.
( ) Há a ocorrência de três preposições diferentes no trecho.
( ) Todas as preposições identificadas no trecho são essenciais.
A ordem correta de preenchimentos dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q3820497 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

Assinale a alternativa correta sobre a análise sintática do trecho abaixo, retirado do texto:


“Apesar de ser um dos prediletos do contista de 99 anos, ele logo se cansou, interrompendo a sessão”.

Alternativas
Q3820496 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

No trecho retirado do texto “Cerca de um ano e meio antes de sua morte, Trevisan deixara registrada em cartório uma declaração com suas últimas vontades”, qual é a função do verbo “deixara”?
Alternativas
Q3820495 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

Com base no trecho retirado do texto “Não quero velório, nem caixão aberto”, assinale a alternativa que apresenta a sua reescrita, mantendo a correção gramatical e o sentido original.
Alternativas
Q3820494 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

 Considerando o trecho abaixo, retirado do texto, assinale a alternativa que apresenta um sinônimo do vocábulo sublinhado “aludindo”, sem alterar o sentido do trecho em que ocorre. 
“‘Até o anúncio de seu falecimento entrará para as lendas do Vampiro!’, aludindo ao epíteto pelo qual o escritor ficou conhecido”.  
Alternativas
Q3820493 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

Sobre o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3820492 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

Considerando o trecho retirado do texto “Foi respeitado, porém, o desejo dele de permanecer em casa”, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando palavras do trecho às suas respectivas características.

Coluna 1
1. Respeitado.
2. Porém.
3. Desejo.
4. Permanecer.

Coluna 2 
(    ) Palavra que tem valor adversativo e marca contraste argumentativo.
(    ) Forma verbal no infinitivo que indica ação não flexionada no tempo.
(    ) Substantivo abstrato relacionado à esfera da vontade do sujeito.
(    ) Forma verbal no particípio, empregada na construção da voz passiva analítica.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3820491 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

Com base nas concepções de coesão e coerência propostas por Koch (2008), analise o trecho abaixo, retirado do texto, e assinale a alternativa que apresenta o mecanismo discursivo predominante para a construção do sentido do trecho.
“No dia seguinte – o domingo, 8 de dezembro –, Trevisan passou a maior parte do dia dormindo, ainda mais abatido”.
Alternativas
Q3820489 Português

Os últimos dias de Dalton Trevisan


Por Felippe Aníbal


         


(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/os-ultimos-dias-de-dalton-trevisan/ –

texto adaptado especialmente para esta prova).  

Considerando a distinção entre ideias principais e secundárias e o funcionamento dos recursos de argumentação, assinale a alternativa que descreve o sentido do trecho abaixo, retirado do texto, da forma mais adequada.
“Trevisan [...] perguntou: ‘Estou desaparecendo?’. Foram suas últimas palavras, segundo a agente”.  
Alternativas
Q3819842 Português

Amor


Por José Henrique Bortoluci 



(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base no trecho abaixo, retirado do texto, quantas outras alterações precisariam ser feitas para manter a correção gramatical caso a palavra sublinhada fosse flexionada na forma singular?
“As violências simbólicas podem atingir profundamente aquelas pessoas cuja identidade é negada pelas práticas familiares religiosas”.
Alternativas
Q3819841 Português

Amor


Por José Henrique Bortoluci 



(Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/geracao-democracia-parte-vi_a-aula-e-o-truque/ –texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “Eu entendo que existe um processo contraditório na relação que tenho com minha família”, assinale a alternativa que apresenta a sua reescrita mantendo o sentido original e a correção gramatical.
Alternativas
Respostas
12821: D
12822: C
12823: D
12824: A
12825: A
12826: C
12827: A
12828: A
12829: B
12830: C
12831: B
12832: B
12833: A
12834: C
12835: D
12836: E
12837: A
12838: E
12839: D
12840: E