Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q4024549 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.


A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.


Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.


Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.


Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.


Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto apresenta explicações científicas sobre a origem da Lua a partir de diferentes hipóteses construídas ao longo do tempo, com destaque para evidências que relacionam eventos físicos iniciais a efeitos de longa duração sobre a Terra.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4024548 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.


A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.


Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.


Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.


Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.


Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua.

Considerando a análise sintática da oração acima, é CORRETO afirmar que: 

Alternativas
Q4024547 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.


A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.


Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.


Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.


Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.


Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram "que" as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo.
Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4024546 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.


A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.


Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.


Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.


Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.


Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas.

Considerando a sintaxe do período acima, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4024545 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.


A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.


Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.


Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.


Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.


Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
 O texto aborda aspectos explicativos e interpretativos sobre a formação da Lua, destacando tanto as evidências científicas disponíveis quanto os limites atuais do conhecimento sobre esse processo.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4024460 Português
Assinale a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna do texto.
"Quando pensamos em participação na gestão pública, estamos tratando de formas que os cidadãos dispõem para contribuir _________________ para os resultados da ação estatal."
Alternativas
Q4024424 Português
“O estudante perguntou ao professor, com muito receio:
– Que dia será a prova?”
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita correta do trecho acima, com o emprego adequado dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q4024423 Português
Assinale a alternativa cujas palavras preenchem corretamente as lacunas a seguir, de acordo com a concordância correta do verbo.
- _______ a relação de mantimentos para doação.
- O diretor e seu sócio _______ uma boa feijoada.
- _______ muitas despesas previstas em caixa.
- _______ elogios para você naquela reunião
Alternativas
Q4024422 Português
“Os brasileiros deviam, sim, ler mais poesia. Também os escritores, para avaliarem melhor o peso de cada palavra.” (José Clemente Pozenato)
A palavra destacada no pensamento acima pode ser substituída adequadamente por:
Alternativas
Q4024421 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas abaixo, na mesma ordem:
- ___ princípio, tudo deverá acontecer conforme ___ programação prevista.
- ___ julgar pelas aparências, você se submeteu ___ chantagens da chefia.
- Espere-me daqui ___ pouco, exatamente ___ uma hora da tarde.
Alternativas
Q4024419 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Q4024418 Português
Assinale a alternativa cuja palavra destacada está sendo empregada em sentido figurado. 
Alternativas
Q4024417 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
“(...) somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de: 
Alternativas
Q4024416 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
“Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver (...) em um mundo paralelo e utópico.”
A palavra destacada no trecho acima introduz o sentido de:
Alternativas
Q4024415 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Nascer, crescer e evoluir...

    Muita gente diz que conviver com adultos é tarefa bem difícil!
   Estar entre bichos e crianças é como se dar ao luxo de viver, por pouco tempo que seja, em um mundo paralelo e utópico.
   Os animais de estimação, como gatos e cachorros, são dependentes de seus donos, o que nos deixa em uma posição superior e confortável.
    Mas não tiramos vantagem disso; ao contrário, somos loucos por eles, capazes de realizar caprichos e mimos diários.
     E eles não se submetem a esta nossa suposta superioridade. Não é raro vê-los aprontando travessuras, estragando móveis e meias, sujando a casa. E enfim, somos nós os vulneráveis, encantados e gratos a cada ato de companheirismo e carinho.
    As crianças já são um desafio maior, mas são elas que nos dão o melhor da sinceridade, da crítica e da simplicidade de argumentos e sentimentos.
   E ainda mais, estão sempre prontas para aprender, quando na verdade são elas que nos ensinam, basta que estejamos atentos à sabedoria desses pequeninos.
   Nascemos, crescemos e progredimos. Esta seria a linha de evolução ideal. Mas será que todos evoluímos? E será que sabemos aproveitar as vantagens da racionalidade humana? (...)
    As responsabilidades e a complexidade da vida adulta nos distanciam da infância e da honestidade da vida animal.
    Mas podemos guardar estes valores, infantis e animais, em um cofre seguro para que possamos utilizá-los sempre que possível. E, acreditem, haverá muitas ocasiões para isso.
     A maturidade não exclui estes valores, só muda o contexto, que virá com maiores doses de responsabilidade, respeito e cidadania, um aprendizado obrigatório para a convivência adulta.

CLICKIDEIA. Nascer, crescer e evoluir... Disponível em .
O texto “Nascer, crescer e evoluir...” é predominantemente:
Alternativas
Q4024344 Português
Assinale a alternativa cujo termo destacado possui natureza adverbial, indicando alguma circunstância em relação à ação verbal.
Alternativas
Q4024343 Português
Assinale C ou E em cada frase abaixo conforme esteja respectivamente certa ou errada quanto à colocação do pronome destacado em relação ao verbo. A seguir, assinale a sequência correta obtida.
(__) Me dê uma ajuda, por favor.
(__) Quero que avise-me quando estiver pronto.
(__) Eu jamais pedir-lhe-ia algum sacrifício.
Alternativas
Q4024342 Português
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem as lacunas corretamente, na mesma ordem.
- Estou disposto ___ muitos sacrifícios.
- Fiz o convite ___ você e sua família.
- Queremos ___ sua presença de qualquer jeito.
- Viemos ___ custa de muito esforço. 
Alternativas
Q4024340 Português
“Isso é parte da beleza de toda a literatura. Você descobre que seus desejos são universais, que você não está e isolado de todo o mundo.” (F. Scott Fitzgerald)
A palavra destacada no pensamento acima é de natureza:
Alternativas
Q4024339 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com as normas vigentes em Língua Portuguesa.
Alternativas
Respostas
1161: A
1162: D
1163: B
1164: A
1165: A
1166: C
1167: C
1168: D
1169: C
1170: B
1171: A
1172: D
1173: E
1174: A
1175: B
1176: B
1177: E
1178: A
1179: D
1180: C