Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3850861 Português
Entre os termos destacados nas frases das alternativas a seguir, qual está ortograficamente correto? 
Alternativas
Q3850860 Português

Leia a frase:



A sua sala ficou linda. Os vasos azuis combinaram com o tapete estampado.



Assinale a alternativa que apresenta apenas substantivos que ocorrem no trecho acima:

Alternativas
Q3850859 Português
Assinale a alternativa que NÃO contém nenhuma palavra da classe gramatical preposição: 
Alternativas
Q3850858 Português

Analise as afirmativas a seguir e verifique qual(is) delas apresenta(m) conjunção(ões) em destaque: 



I. Ela quis pintar o cabelo de loiro, porém não gostou do resultado



II. Você poderia aguardar um minuto?



III. Não comi nem bebi nada no evento ao qual fomos hoje.



IV. Hoje dormirei cedo, porque preciso descansar.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3850857 Português

Complete a palavra com a(s) letra(s) correta(s):



Ele nunca superou aquele momento de fraca ____ o profissional. 

Alternativas
Q3850856 Português

Leia a frase:



Talvez, a Verônica possa nos ajudar independentemente de pagarmos a ela pela consulta.



Assinale a alternativa que contém a correta classificação gramatical das palavras destacadas na frase acima: 

Alternativas
Q3850855 Português
Assinale a alternativa que contém uma preposição em destaque: 
Alternativas
Q3850854 Português
Em relação aos sinais de pontuação, assinale a alternativa que completa a frase seguinte com as pontuações corretas:

Vamos _____ Joaquim ____ você precisa tomar esse remédio para se sentir melhor____
Alternativas
Q3850853 Português
Assinale a alternativa que contém a palavra que está ortograficamente INCORRETA na frase: 

Meu filho Caio precisou refazer toda a lissão de Matemática da escola, porque a professora não aceitou o formato do material que ele entregou.
Alternativas
Q3850852 Português
Na frase “Ah! Você não gostou?”, o termo “Ah pertence a qual classe gramatical?
Alternativas
Q3850848 Português
Qual das palavras destacadas a seguir é um substantivo? 
Alternativas
Q3850847 Português
Assinale a alternativa em que a ortografia da palavra destacada está correta: 
Alternativas
Q3850846 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Disponível em: <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tiras-de-armandinho>  

Quais das palavras destacadas nas afirmativas a seguir são verbos em relação a seu uso na tirinha? Classifique os verbos em verdadeiro (V) e os termos que não são verbos em falso (F). 

(   ) “Combinamos nove horas, filho...”

(   )  “... e já são quase dez!”

(   ) “mas que relógio é esse?”

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3850812 Português
Assinale a alternativa em que o termo destacado é um pronome.
Alternativas
Q3850811 Português
Marque a alternativa em que a palavra destacada está ortograficamente correta. 
Alternativas
Q3850808 Português
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está correta. 
Alternativas
Q3850723 Português
A coerência do Banco Central

Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.

        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.

        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.

        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Considere as frases:
•  O BC preferiu manter as taxas de juros elevadas __________ reduzi-las em 2025.
•  No que tange ________ taxa de desemprego, em setembro ela atingiu o menor nível da série histórica.
•  Quando a inflação chegar ________ 3%, estará dentro da meta do Copom.
•  As projeções relativas _______ inflação em 2027 mostram que ela ainda estará em nível acima da meta.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3850722 Português
A coerência do Banco Central

Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.

        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.

        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.

        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de regência.
Alternativas
Q3850721 Português
A coerência do Banco Central

Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.

        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.

        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.

        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
A colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3850720 Português
A coerência do Banco Central

Era bola cantada que o Comitê de Política Monetária (Copom) manteria a taxa básica de juros em 15% ao ano. Não havia nada a justificar uma mudança de rota por parte do Banco Central (BC). Nesse sentido, a unanimidade em torno da decisão enfatizou a coesão e a coerência de seus membros na definição da política monetária.

        Os indicadores não ajudam muito. A economia desacelerou, mas a taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro atingiu 5,6%, menor nível da série histórica, iniciada em 2012. A inflação arrefeceu, mas tanto o índice cheio como os núcleos, que excluem os itens mais voláteis, permanecem acima da meta de 3%, assim como as expectativas para o IPCA deste ano e o de 2026. As projeções para o segundo trimestre de 2027, horizonte que guia as decisões do Copom, recuaram de 3,4% para 3,3%, mas ainda estão em nível acima da meta.

        Não havia, portanto, como sinalizar algum alívio no curto prazo. Para marcar essa posição, o BC preferiu repetir uma frase mencionada em divulgações anteriores, segundo a qual é preciso manter as taxas de juros elevadas por período “bastante prolongado”. Assim, foi praticamente sepultada a possibilidade de que a Selic possa cair ainda em 2025, além de ter sido reduzida sobremaneira a aposta em uma queda em janeiro. Agora, a maioria do mercado passou a acreditar que os cortes só devem começar em março.

        A boa notícia é que o BC cravou que os juros em 15% ao ano, no maior nível em quase 20 anos, serão suficientes para assegurar que a inflação convirja rumo à meta. Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia. Isso, de certa forma, deixava implícita a possibilidade de que a Selic teria de ir além para alcançar a meta de 3%.

(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 07.11.2025. Adaptado)
Na frase do último parágrafo “Pode parecer pouca coisa em um comunicado tão duro, mas, até então, o Copom ainda manifestava dúvidas sobre a eficácia dessa estratégia.”, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
Alternativas
Respostas
11741: D
11742: C
11743: E
11744: D
11745: B
11746: D
11747: A
11748: B
11749: C
11750: D
11751: A
11752: A
11753: B
11754: E
11755: B
11756: E
11757: E
11758: A
11759: D
11760: C