Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3836271 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

 O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836268 Português
As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.

Os disquetes "surgiram" por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3836207 Português
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado. 
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e "prolonga" a saciedade.
Considerando o sentido da palavra destacada no contexto da frase, assinale a alternativa que apresenta sinônimo adequado:
Alternativas
Q3836204 Português
Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado. 
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento.
De acordo com as regras de concordância verbal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836166 Português
O texto analisa a permanência do uso dos disquetes em determinados contextos, mesmo diante do avanço das tecnologias digitais, destacando razões técnicas, culturais e funcionais que explicam a continuidade desse formato.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836165 Português
Os disquetes "surgiram" por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores.

Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3836164 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As pessoas que não abrem mão dos disquetes


O último disquete foi fabricado há mais de uma década e não tem capacidade para armazenar sequer uma foto produzida por um celular moderno. Ainda assim, algumas pessoas continuam a usá-lo com entusiasmo. Entre elas está Espen Kraft, músico e YouTuber norueguês, que recorre a caixas cheias de disquetes sempre que uma nova ideia musical surge. Para ele, o ritual de escolher um disco, inseri-lo no sintetizador e aguardar o carregamento faz parte do processo criativo, despertando uma sensação de nostalgia e expectativa que considera essencial.

Os disquetes surgiram por volta de 1970 e, durante cerca de trinta anos, foram o principal meio de armazenamento de dados em computadores. Programas e sistemas eram instalados a partir deles e, apesar de hoje representarem uma tecnologia ultrapassada, mantêm apelo duradouro para determinados grupos. Com o avanço do século XXI, foram gradualmente substituídos por CDs graváveis, outros dispositivos e, posteriormente, pelo armazenamento em nuvem. Seu uso tornou-se inviável para o público geral, já que a capacidade máxima não compete com os padrões atuais.

Mesmo assim, disquetes continuam presentes em sistemas industriais e governamentais. Alguns equipamentos de transporte urbano, aeronaves e máquinas de fábrica ainda dependem deles para operar, inclusive para carregar atualizações críticas de software. Como não são mais fabricados desde 2011, existe um número limitado desses discos em circulação, o que os torna um recurso cada vez mais escasso. Empresários como Tom Persky mantêm esse mercado ativo, vendendo disquetes a entusiastas e usuários industriais em diversas partes do mundo.

Uma das razões para a permanência desse formato está relacionada à segurança. Por se tratar de um meio físico, isolado de redes digitais, o disquete reduz as possibilidades de ataques externos, já que qualquer interferência exigiria acesso direto ao disco. Ainda assim, muitas instituições vêm planejando a substituição definitiva desses sistemas por soluções digitais mais modernas, baseadas em conexões sem fio.

Para usuários como Espen Kraft, porém, o valor dos disquetes vai além da funcionalidade. Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas, muitas das quais seriam impossíveis de recriar. O contato físico com o suporte, os ruídos do carregamento e a limitação técnica ajudam-no a produzir músicas que soam autênticas, como se realmente pertencessem ao passado.

Pesquisadores e entusiastas compartilham desse apego. Universidades reúnem arquivos de disquetes com jogos, dados e registros de antigas subculturas digitais, enquanto comunidades de fãs de computadores antigos continuam a desenvolver e distribuir novos softwares nesse formato. Para muitos, os disquetes simplesmente funcionam e cumprem o propósito para o qual foram criados, sem exigir investimentos caros em atualização tecnológica.

Embora seja cada vez mais difícil manter sistemas baseados em disquetes, o formato persiste na vida de algumas pessoas por suas características únicas.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy94nqlnqgeo.adaptado.
Para usuários como Espen Kraft, porém, o "valor dos disquetes vai além da funcionalidade". Ele conserva milhares deles, com amostras sonoras raras coletadas ao longo de décadas.

Considerando o sentido empregado na expressão destacada do texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3836140 Português
Em qual das palavras abaixo o “x” apresenta som de “z”?
Alternativas
Q3836072 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
"Ao longo de dezoito meses", perdeu cerca de trinta e oito quilos.

Morfologicamente, o termo destacado é:
Alternativas
Q3836071 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e "prolonga" a saciedade.

Considerando o sentido da palavra destacada no contexto da frase, assinale a alternativa que apresenta sinônimo adequado:
Alternativas
Q3836070 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se "seria" mais valorizada profissionalmente após emagrecer.

O verbo destacado encontra-se conjugado no tempo e modo do:
Alternativas
Q3836069 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
A reflexão apresentada no texto-base aborda o uso de medicamentos no controle da obesidade, destacando tanto os efeitos obtidos durante o tratamento quanto os desafios relacionados à sua interrupção, evidenciando que as experiências individuais podem variar.

De acordo com o texto-base, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3836068 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Canetas emagrecedoras: o que acontece quando você para de usar?


Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento. As canetas emagrecedoras reduziram o impulso constante de comer e proporcionaram resultados que dietas não haviam alcançado, trazendo mudanças físicas, emocionais e de perspectiva de vida.

Medicamentos como Ozempic, Wegovy e Mounjaro imitam o hormônio GLP-1, que controla o apetite e prolonga a saciedade. Embora eficazes, são fármacos novos, com efeitos de longo prazo ainda em estudo, além de custos elevados, o que levanta a questão sobre o que ocorre quando o uso é interrompido.

Tanya Hall, gerente de vendas no setor fitness, começou a usar Wegovy para verificar se seria mais valorizada profissionalmente após emagrecer. De fato, passou a receber elogios, mas enfrentou efeitos adversos como insônia, náuseas, dores de cabeça e queda de cabelo. Ao longo de dezoito meses, perdeu cerca de trinta e oito quilos. Toda tentativa de parar, porém, foi seguida por fome intensa e compulsão alimentar, o que a levou a manter a medicação por medo de recuperar peso, apesar do desconforto e da sensação ambígua de controle.

O clínico Hussain Al-Zubaidi alerta que a interrupção abrupta pode provocar um retorno intenso do apetite e que estudos indicam a recuperação de 60% a 80% do peso perdido entre um e três anos após a suspensão. Por isso, defende uma estratégia de saída com acompanhamento adequado.

Ellen Ogley iniciou o Mounjaro em um momento crítico de saúde. Com histórico de compulsão alimentar emocional, relatou o desaparecimento do desejo compulsivo por comida, o que lhe permitiu reorganizar hábitos, aprender sobre nutrição e adotar uma rotina mais ativa. Após reduzir gradualmente a dose, perdeu mais de vinte quilos e continuou emagrecendo mesmo depois de parar, superando cinquenta quilos eliminados.

Segundo Al-Zubaidi, manter resultados depende de apoio, mudanças sustentáveis no estilo de vida e do contexto social. Diretrizes no Reino Unido recomendam acompanhamento por um ano após o fim do tratamento, algo nem sempre disponível para quem paga pelos medicamentos.

As histórias de Ellen e Tanya mostram que não há um desfecho único. Para alguns, a transição é sustentável; para outros, interromper o uso se torna arriscado. Fabricantes afirmam priorizar a segurança, mas especialistas ressaltam que a obesidade não se resume à falta de GLP-1 e que, sem ambientes que favoreçam a saúde, os desafios persistem.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c62l15le9gdo.adaptado.
Ellen e Tanya seguiram trajetórias semelhantes ao usar medicamentos da classe GLP-1 para emagrecer, mas viveram experiências distintas ao tentar interromper o tratamento.

De acordo com as regras de concordância verbal, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3836037 Português
“A minha vontade é forte, porém minha disposição de obedecer-lhe é fraca.” (Carlos Drummond de Andrade).

Sobre a estruturação desse pensamento, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3836036 Português
Considerando-se a relação entre letras e fonemas, bem como a divisão e classificação silábica, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) As palavras “pilha”, “asseio” e “aquático” apresentam mais letras do que fonemas.
( ) As palavras “tempo”, “mundo” e “barro” têm, cada uma delas, quatro fonemas.
( ) Enquanto “café” e “caixa” são palavras dissílabas, “casamento” e “jesuíta” são polissílabas.
Alternativas
Q3836035 Português
Quem inventou o caça-palavra?

A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no estado de Oklahoma.

    A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968, Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores, seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
   O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.
    O nome do jogo em alguns países de língua espanhola é “sopa de letras”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Em “A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios”, o verbo que exige o mesmo tipo de complemento que o sublinhado está na frase: 
Alternativas
Q3836034 Português
Quem inventou o caça-palavra?

A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no estado de Oklahoma.

    A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968, Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores, seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
   O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.
    O nome do jogo em alguns países de língua espanhola é “sopa de letras”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas.
Alternativas
Q3836033 Português
Quem inventou o caça-palavra?

A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no estado de Oklahoma.

    A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968, Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores, seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
   O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.
    O nome do jogo em alguns países de língua espanhola é “sopa de letras”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Considerar o fragmento do texto, retirado do 2º parágrafo:

Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.”

No excerto acima, o elemento linguístico sublinhado expressa o sentido de:
Alternativas
Q3836032 Português
Quem inventou o caça-palavra?

A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no estado de Oklahoma.

    A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968, Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores, seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
   O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.
    O nome do jogo em alguns países de língua espanhola é “sopa de letras”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Assinalar a alternativa cujo(s) verbo(s) se encontra(m) na voz passiva.
Alternativas
Q3836031 Português
Quem inventou o caça-palavra?

A criação do caça-palavra é atribuída ao norte-americano Norman Edlo Gibat, que era dono de uma gráfica na cidade de Norman (sim, ele e a cidade tinham o mesmo nome), no estado de Oklahoma.

    A gráfica de Norman publicava um folheto de anúncios classificados, chamado Selenby Digest, distribuído em lojas e em pontos de ônibus. Em 1º de março de 1968, Gibat publicou nesse folheto, para a diversão dos leitores, seu primeiro caça-palavra, batizado de “Anagrama de Oklahoma”. As palavras podiam aparecer na vertical ou na diagonal, em qualquer direção, e deviam ser circuladas.
   O primeiro caça-palavra trazia nomes de cidades do estado de Oklahoma. O segundo escondeu nomes de ruas de Norman. O sucesso do jogo foi imediato: professores passaram a pedir cópias para uso em sala de aula, e o caçapalavra se popularizou na região. Gibat deixou de publicar o folheto em 1970. Como ele não registrou a patente de sua criação, o formato se espalhou livremente.
    O nome do jogo em alguns países de língua espanhola é “sopa de letras”.


Fonte: Guia dos Curiosos. Adaptado.
Assinalar a alternativa em que as conjunções ou locuções conjuntivas sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre parênteses.
Alternativas
Respostas
11101: D
11102: E
11103: C
11104: D
11105: A
11106: D
11107: D
11108: A
11109: D
11110: A
11111: B
11112: C
11113: D
11114: A
11115: D
11116: D
11117: C
11118: C
11119: A
11120: D