Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3871907 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


Arquitetura indígena


É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.

Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.

A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição de existência.

 Esse projeto surge eт ит тотento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais" mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais, respeito aos ciclos naturais etc.

A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo. Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.

Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e transformação coletiva.


(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo. 01/11/2025) 

Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação.


Uma nova redação da frase acima, em que se mantenham sua correção e seu sentido básico, apresenta-se em:

Alternativas
Q3871906 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


Arquitetura indígena


É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.

Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.

A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição de existência.

 Esse projeto surge eт ит тотento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais" mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais, respeito aos ciclos naturais etc.

A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo. Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.

Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e transformação coletiva.


(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo. 01/11/2025) 
As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:
Alternativas
Q3871902 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


Arquitetura indígena


É um grande acontecimento a Bienal Indígena de Arquitetura e Urbanismo, incluída na COP30, em Belém. Contará com a presença de lideranças indígenas, universidades, coletivos culturais, parceiros institucionais. Toda a sociedade está convidada: pensemos juntos uma forma diferente de Arquitetura e Urbanismo.

Pensar a arquitetura e o urbanismo é pensar nosso lugar e pensar a sociedade. As cidades são vistas como centros da criação do conhecimento, que trouxe essa falsa ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento. Nos grandes centros urbanos concentram-se, de fato, o dinheiro e o poder. Mas as cidades também poluem e soterram seus rios, e se alega que isso é parte da civilização. A especulação imobiliária faz a cidade crescer sem pensar suas áreas verdes e a importância das florestas na vida das pessoas. Essa ideia de cidade nos afastou da natureza.

A Bienal Indígena surge no intuito de reconhecer e valorizar os modos de construir e viver dos povos originários, que há séculos habitam esse território de forma sustentável. Suas arquiteturas não se separam da floresta, do rio, mas são capazes de pensar cidades-floresta. Mostram um modo de vida em conexão com a natureza num mundo onde o equilíbrio ecológico é condição de existência.

 Esse projeto surge eт ит тотento de emergência climática, quando a arquitetura, o urbanismo e o modo de vida das cidades precisam ter suas bases repensadas profundamente. O modelo ocidental de crescimento urbano e o consumo de "recursos naturais" mostrou-se insustentável, gerando destruição ambiental e desigualdade social. Frente a isso, os modos de vida e práticas indígenas oferecem alternativas concretas e filosóficas para reconstruir a relação entre o humano e a Terra: o uso consciente dos materiais, respeito aos ciclos naturais etc.

A Escola da Cidade e seus parceiros propõem esta bienal justamente num contexto em que a educação e a arquitetura buscam se descolonizar, buscando o entendimento dos saberes ancestrais. A Bienal Indígena será um ato de aprendizado coletivo. Uma oportunidade de reimaginar o que é habitar, projetar e viver em harmonia com o planeta.

Mais do que um evento, esta Bienal é um chamado à transformação: um convite para compreender que a arquitetura indigena não pertence apenas ao passado, mas é uma das chaves para enfrentar os desafios do presente e desenhar futuros possíveis. A Bienal se afirma como uma iniciativa permanente, garantindo que cada edição amplie os frutos de aprendizagem, integração e transformação coletiva.


(Adaptado de: TXAI SURUÍ. Folha de S. Paulo. 01/11/2025) 
A ideia de que nos campos e florestas não se cria conhecimento (2º parágrafo) deve ser repelida, opondo-se a ela o que se indica no segmento 
Alternativas
Q3871757 Português

Texto para a questão.






CARINI, Márcia. Vida em conjunto. In: Revista Pesquisa Fapesp, ed. 358, nov./2025 (com adaptações). 


No texto, o vocábulo “então” (linha 35) transmite noção de  
Alternativas
Q3871756 Português

Texto para a questão.






CARINI, Márcia. Vida em conjunto. In: Revista Pesquisa Fapesp, ed. 358, nov./2025 (com adaptações). 


Considerando as regras de emprego dos sinais de pontuação, assinale a alternativa correta referente a uma alteração da pontuação no texto. 
Alternativas
Q3871755 Português

Texto para a questão.






CARINI, Márcia. Vida em conjunto. In: Revista Pesquisa Fapesp, ed. 358, nov./2025 (com adaptações). 


Em cada uma das alternativas a seguir, é apresentado um fragmento do texto seguido de uma proposta de reescrita. Assinale a alternativa na qual a proposta de reescrita preserva os sentidos e a correção gramatical do texto. 
Alternativas
Q3871754 Português

Texto para a questão.






CARINI, Márcia. Vida em conjunto. In: Revista Pesquisa Fapesp, ed. 358, nov./2025 (com adaptações). 


Assinale a alternativa em que é apresentada oração cujo sujeito se classifica como indeterminado.  
Alternativas
Q3871649 Português
Aponte a palavra escrita CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3871648 Português
Aponte a alternativa que apresenta advérbio na frase. 
Alternativas
Q3871647 Português
Quantas consoantes há na palavra “trem”:
Alternativas
Q3871642 Português
Indique a frase que apresenta concordância INCORRETA.
Alternativas
Q3871641 Português
Aponte a alternativa com a palavra escrita de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3871620 Português
Indique a forma CORRETA de grafia do substantivo: 
Alternativas
Q3871616 Português
Ao termos a imagem de uma menina sorrindo, segurando um bolo com velas acesas, enquanto várias pessoas ao redor batem palmas; temos a noção de que: 
Alternativas
Q3871614 Português
Se a palavra “óculos” fosse escrita “oculós”, ela: 
Alternativas
Q3871610 Português

Leia o enunciado a seguir:



“Atenção! Mantenha o celular desligado durante a sessão.”


— Aviso exibido em uma sala de cinema.



Com base nos estudos sobre funções da linguagem, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3871609 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão. 



    “A aplicação da arte à cidade revela que talvez haja um diálogo sensível entre formas, cores e funções — ainda que isso nem sempre seja percebido.

    Nesse processo, observa-se revalorização urbana capaz de transformar espaços “áridos” em ambientes estético-humanizados; admiravelmente, isso contribui para a harmonia coletiva.

    Assim, compreender a arte como princípio estruturador das paisagens permite — por que não? — integrar beleza, uso e identidade na construção de cidades mais vibráteis e expressivas.” 

Marque a alternativa INCORRETA sobre a aplicação dos sinais de pontuação:
Alternativas
Q3871608 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão. 



    “A aplicação da arte à cidade revela que talvez haja um diálogo sensível entre formas, cores e funções — ainda que isso nem sempre seja percebido.

    Nesse processo, observa-se revalorização urbana capaz de transformar espaços “áridos” em ambientes estético-humanizados; admiravelmente, isso contribui para a harmonia coletiva.

    Assim, compreender a arte como princípio estruturador das paisagens permite — por que não? — integrar beleza, uso e identidade na construção de cidades mais vibráteis e expressivas.” 

A mudança de classe gramatical de “admirável” com a adição de um afixo, ocasionou o surgimento de um/uma: 
Alternativas
Q3871607 Português

Utilize o texto abaixo para responder a questão. 



    “A aplicação da arte à cidade revela que talvez haja um diálogo sensível entre formas, cores e funções — ainda que isso nem sempre seja percebido.

    Nesse processo, observa-se revalorização urbana capaz de transformar espaços “áridos” em ambientes estético-humanizados; admiravelmente, isso contribui para a harmonia coletiva.

    Assim, compreender a arte como princípio estruturador das paisagens permite — por que não? — integrar beleza, uso e identidade na construção de cidades mais vibráteis e expressivas.” 

A presença do verbo “haver” está justificada de forma INCORRETA em qual alternativa abaixo? 
Alternativas
Respostas
10981: E
10982: B
10983: D
10984: A
10985: D
10986: D
10987: B
10988: A
10989: C
10990: D
10991: E
10992: D
10993: B
10994: E
10995: B
10996: C
10997: E
10998: C
10999: B
11000: D