Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3861213 Português
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O sistema gastrointestinal desempenha papel essencial na digestão e absorção de nutrientes, mas enfrenta riscos diários devido a hábitos alimentares inadequados e estresse. Doenças como dispepsia, refluxo gastroesofágico e gastroparesia afetam milhões de pessoas, especialmente adultos com diabetes ou hipertensão, causando dor abdominal superior, inchaço pós-refeição e desconforto que piora à tarde ou após as refeições. Prevenir esses problemas exige atenção a sinais leves, como dor epigástrica aliviada pelo jejum, promovendo uma vida saudável e produtiva.


Cuidados Alimentares

Adote uma dieta equilibrada, com refeições menores e frequentes, evitando alimentos gordurosos, picantes ou ácidos que agravam a dispepsia. Consuma fibras de frutas, vegetais e grãos integrais para regular o trânsito intestinal e prevenir constipação, que pode intensificar dores abdominais. Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados, priorizando o controle glicêmico em diabéticos para reduzir riscos de gastroparesia.


Hábitos Diários

Mastigue devagar e evite deitar logo após comer, permitindo que o estômago esvazie adequadamente e minimizando refluxo. Pratique exercícios moderados, como caminhadas pós-prandiais, para estimular a motilidade gastrointestinal sem sobrecarga. Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais como plenitude epigástrica.


Consulta e Medicamentos

Monitore sintomas persistentes, como dor leve diária, e consulte um médico para avaliação, especialmente se em uso de antidiabéticos, anti-hipertensivos ou aspirina. Evite automedicação com inibidores de bomba de prótons sem orientação, optando por ajustes personalizados. Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves.
A coesão textual garante a retomada de ideias para evitar repetições. No trecho "Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais...", o pronome pessoal destacado atua como elemento anafórico, retomando o termo:
Alternativas
Q3861212 Português
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O sistema gastrointestinal desempenha papel essencial na digestão e absorção de nutrientes, mas enfrenta riscos diários devido a hábitos alimentares inadequados e estresse. Doenças como dispepsia, refluxo gastroesofágico e gastroparesia afetam milhões de pessoas, especialmente adultos com diabetes ou hipertensão, causando dor abdominal superior, inchaço pós-refeição e desconforto que piora à tarde ou após as refeições. Prevenir esses problemas exige atenção a sinais leves, como dor epigástrica aliviada pelo jejum, promovendo uma vida saudável e produtiva.


Cuidados Alimentares

Adote uma dieta equilibrada, com refeições menores e frequentes, evitando alimentos gordurosos, picantes ou ácidos que agravam a dispepsia. Consuma fibras de frutas, vegetais e grãos integrais para regular o trânsito intestinal e prevenir constipação, que pode intensificar dores abdominais. Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados, priorizando o controle glicêmico em diabéticos para reduzir riscos de gastroparesia.


Hábitos Diários

Mastigue devagar e evite deitar logo após comer, permitindo que o estômago esvazie adequadamente e minimizando refluxo. Pratique exercícios moderados, como caminhadas pós-prandiais, para estimular a motilidade gastrointestinal sem sobrecarga. Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais como plenitude epigástrica.


Consulta e Medicamentos

Monitore sintomas persistentes, como dor leve diária, e consulte um médico para avaliação, especialmente se em uso de antidiabéticos, anti-hipertensivos ou aspirina. Evite automedicação com inibidores de bomba de prótons sem orientação, optando por ajustes personalizados. Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves.
Na frase: "Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves", há um implícito conversacional (uma informação não dita, mas sugerida). A inferência lógica autorizada pelo trecho é que os sintomas da dispepsia funcional e das úlceras: 
Alternativas
Q3861211 Português
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O sistema gastrointestinal desempenha papel essencial na digestão e absorção de nutrientes, mas enfrenta riscos diários devido a hábitos alimentares inadequados e estresse. Doenças como dispepsia, refluxo gastroesofágico e gastroparesia afetam milhões de pessoas, especialmente adultos com diabetes ou hipertensão, causando dor abdominal superior, inchaço pós-refeição e desconforto que piora à tarde ou após as refeições. Prevenir esses problemas exige atenção a sinais leves, como dor epigástrica aliviada pelo jejum, promovendo uma vida saudável e produtiva.


Cuidados Alimentares

Adote uma dieta equilibrada, com refeições menores e frequentes, evitando alimentos gordurosos, picantes ou ácidos que agravam a dispepsia. Consuma fibras de frutas, vegetais e grãos integrais para regular o trânsito intestinal e prevenir constipação, que pode intensificar dores abdominais. Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados, priorizando o controle glicêmico em diabéticos para reduzir riscos de gastroparesia.


Hábitos Diários

Mastigue devagar e evite deitar logo após comer, permitindo que o estômago esvazie adequadamente e minimizando refluxo. Pratique exercícios moderados, como caminhadas pós-prandiais, para estimular a motilidade gastrointestinal sem sobrecarga. Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais como plenitude epigástrica.


Consulta e Medicamentos

Monitore sintomas persistentes, como dor leve diária, e consulte um médico para avaliação, especialmente se em uso de antidiabéticos, anti-hipertensivos ou aspirina. Evite automedicação com inibidores de bomba de prótons sem orientação, optando por ajustes personalizados. Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves.
A teoria das vozes sociais (polifonia) analisa os discursos que atravessam o texto. Embora não haja citações diretas, o uso de terminologias específicas indica que o enunciador ancora sua fala na autoridade de um discurso socialmente legitimado, especificamente o discurso:
Alternativas
Q3861210 Português
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O sistema gastrointestinal desempenha papel essencial na digestão e absorção de nutrientes, mas enfrenta riscos diários devido a hábitos alimentares inadequados e estresse. Doenças como dispepsia, refluxo gastroesofágico e gastroparesia afetam milhões de pessoas, especialmente adultos com diabetes ou hipertensão, causando dor abdominal superior, inchaço pós-refeição e desconforto que piora à tarde ou após as refeições. Prevenir esses problemas exige atenção a sinais leves, como dor epigástrica aliviada pelo jejum, promovendo uma vida saudável e produtiva.


Cuidados Alimentares

Adote uma dieta equilibrada, com refeições menores e frequentes, evitando alimentos gordurosos, picantes ou ácidos que agravam a dispepsia. Consuma fibras de frutas, vegetais e grãos integrais para regular o trânsito intestinal e prevenir constipação, que pode intensificar dores abdominais. Hidrate-se bem e evite jejuns prolongados, priorizando o controle glicêmico em diabéticos para reduzir riscos de gastroparesia.


Hábitos Diários

Mastigue devagar e evite deitar logo após comer, permitindo que o estômago esvazie adequadamente e minimizando refluxo. Pratique exercícios moderados, como caminhadas pós-prandiais, para estimular a motilidade gastrointestinal sem sobrecarga. Reduza o estresse com técnicas de relaxamento, pois ele exacerba sintomas funcionais como plenitude epigástrica.


Consulta e Medicamentos

Monitore sintomas persistentes, como dor leve diária, e consulte um médico para avaliação, especialmente se em uso de antidiabéticos, anti-hipertensivos ou aspirina. Evite automedicação com inibidores de bomba de prótons sem orientação, optando por ajustes personalizados. Exames como endoscopia ajudam a descartar úlceras, garantindo prevenção precoce de complicações graves.
Considerando a estrutura global do texto e, principalmente, a predominância de verbos no modo imperativo nos parágrafos de desenvolvimento ("Adote", "Consuma", "Hidrate", "Mastigue", "Monitore"), a tipologia textual predominante que define a finalidade comunicativa deste trecho é: 
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Q3860861 Português
A regência verbal e nominal trata da relação de dependência entre um termo regente (verbo ou nome) e seus complementos (termos regidos), sendo a preposição o único elemento capaz de intermediar essa relação.
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Q3860858 Português
O processo de formação de palavras por derivação envolve a adição de afixos (prefixos ou sufixos) a uma palavra-base, alterando seu sentido ou sua classe gramatical, como em 'infeliz' ou 'livraria'.
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Q3860108 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No segmento "Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists", o verbo em destaque é empregado em sentido figurado (conotativo), derivado de sua acepção original de "subir" ou "galgar". No contexto específico da narrativa, essa propriedade lexical (polissemia) é mobilizada para expressar a ideia de:
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Q3860107 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No texto, os termos "assombração", "entidade", "poltergeist" e "bruxa" são utilizados para referenciar o mesmo fenômeno sobrenatural. Do ponto de vista das relações de sentido hierárquicas, o vocábulo "fenômenos" (presente no trecho "deu início a fenômenos sobrenaturais") funciona, em relação a "batidas nas paredes" e "vozes sussurrantes", como um:
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Q3860106 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "A entidade se autodenominava 'Kate', em referência a uma vizinha idosa", o termo destacado desempenha função sintática de:
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Q3860105 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho “(...) atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell”, a crase é aplicada corretamente. Isso não ocorre em:
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Q3860104 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists", a palavra destacada classifica-se morfologicamente como:
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Q3860103 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No período "Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a 'bruxa' destruiu", a palavra "que" desempenha função sintática de: 
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Q3860102 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
A coesão referencial muitas vezes depende da situação de enunciação. No segmento final "A lenda persiste até hoje", a expressão destacada constitui um elemento dêitico temporal. Sua interpretação plena depende do contexto extralinguístico, pois ancora a validade da afirmação:
Alternativas
Q3860101 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
Na construção da verossimilhança interna do texto, a menção à visita do general Andrew Jackson e o registro do caso no livro "História de Tennessee" de 1887 não são meros detalhes narrativos. Do ponto de vista da retórica, esses elementos funcionam como um Argumento de Autoridade e Validação Histórica, cujo objetivo discursivo principal é:
Alternativas
Q3860100 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
No trecho "ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell", o operador discursivo em destaque desempenha uma função semântico-argumentativa específica. Ele não apenas adiciona uma informação, mas atua sobre a classe dos "ataques físicos", estabelecendo uma relação de: 
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Q3860099 Português
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A Bruxa dos Bell é uma das lendas mais famosas do folclore americano, originária do condado de Robertson, no Tennessee, no início do século XIX. Tudo começou em 1817, quando a família Bell, liderada pelo fazendeiro John Bell, passou a sofrer assombrações inexplicáveis em sua propriedade rural. Relatos iniciais incluem avistamentos de uma criatura estranha, com corpo de cão e cabeça de coelho, que escapou de tiros e deu início a fenômenos sobrenaturais.

Os eventos escalaram rapidamente com poltergeists: batidas nas paredes, vozes sussurrantes, objetos voando e ataques físicos invisíveis, especialmente contra a filha Betsy Bell. A entidade se autodenominava "Kate", em referência a uma vizinha idosa com quem os Bell disputavam terras, e demonstrava inteligência ao falar, cantar hinos religiosos e prever eventos futuros com precisão assustadora. Vizinhos e até o general Andrew Jackson visitaram a fazenda, testemunhando fenômenos que os deixaram atônitos.

Em 1820, John Bell caiu gravemente doente, com sintomas de envenenamento, morrendo após a entidade prometer sua morte e celebrar com risadas macabras. Antes de falecer, Bell deixou uma garrafa de líquido que a "bruxa" destruiu, alegando ser o veneno. A família enterrou o frasco vazio, e a assombração prometeu retornar em 1828 e 107 anos depois, em 1935, marcando o fim do primeiro ciclo de terror.

A lenda persiste até hoje, atraindo turistas à caverna da Bruxa Bell, onde vozes e presenças ainda são relatadas. Inspirou livros, como a "História de Tennessee" de 1887, e filmes como "An American Haunting", consolidando-se como um marco do sobrenatural nos Estados Unidos, misturando folclore local com elementos de vingança e mistério eterno.
A leitura interpretativa do texto, para além das informações explícitas, exige a capacidade de estabelecer nexos causais implícitos. Ao considerar a informação de que a entidade se autodenominava "Kate" em referência a uma vizinha com quem John Bell disputava terras, infere-se logicamente que a natureza da assombração, na diegese da lenda, não é aleatória ou puramente espiritual, mas sim uma manifestação de:
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Q3859408 Português
O processo de concordância verbal em 'Faz muitos anos que não o vejo' é justificado pela impessoalidade do verbo 'fazer' indicando tempo decorrido, o que o torna invariável e, portanto, sempre conjugado na terceira pessoa do singular. 
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Q3859406 Português
No contexto da regência nominal, a frase 'Ele é apto a essa função' está gramaticalmente correta, pois o adjetivo 'apto' exige a preposição 'a' para introduzir o complemento.
Alternativas
Q3859405 Português
A conjugação verbal do infinitivo impessoal em 'É preciso estudarmos' está incorreta, pois o sujeito da oração, implícito, não justifica o uso do infinitivo flexionado, devendo ser 'É preciso estudar'.
Alternativas
Q3859399 Português
Na formação de palavras por derivação, o processo de sufixação sempre resulta em uma mudança de classe gramatical da palavra original, como em 'feliz' (adjetivo) para 'felizmente' (advérbio).
Alternativas
Respostas
10001: A
10002: D
10003: B
10004: C
10005: E
10006: C
10007: B
10008: A
10009: D
10010: C
10011: A
10012: C
10013: B
10014: A
10015: C
10016: D
10017: C
10018: C
10019: E
10020: E