Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3877698 Português
Concordância é o princípio sintático segundo o qual as palavras dependentes se harmonizam, nas suas flexões, com as palavras de que dependem.
É correto afirmar que a concordância está certa em
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Q3877697 Português
A formação de palavras é o processo morfológico de criar vocábulos novos a partir de elementos já existentes (radicais, prefixos, sufixos), combinando-os ou alterando sua função, ou por processos como redução, neologismo e hibridismo, enriquecendo o vocabulário de uma língua.
Associe corretamente os vocábulos à respectiva formação de palavras.

FORMAÇÃO DE PALAVRAS 1. Derivação parassintética 2. Derivação regressiva 3. Composição por justaposição 4. Composição por aglutinação 5. Redução 6. Hibridismo
VOCÁBULOS ( ) Alistar ( ) Quilo ( ) Televisão ( ) Pernilongo ( ) Passatempo ( ) Castigo

A sequência correta para essa associação é 
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Q3877696 Português
Chamam-se termos integrantes da oração os que completam a significação transitiva dos verbos e nomes. Integram (inteiram, complementam) o sentido da oração, sendo por isso indispensáveis à compreensão do enunciado. São os seguintes: a) complementos verbais: objetivo direto e objeto indireto; b) complemento nominal; c) agente da passiva.
A oração onde há um objeto direto pleonástico está corretamente indicada em
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Q3877695 Português
As orações subordinadas substantivas são designadas de acordo com a sua função no período.
Associe corretamente a oração subordinada substantiva destacada à sua respectiva classificação.

CLASSIFICAÇÕES 1. Oração subordinada substantiva subjetiva 2. Oração subordinada substantiva objetiva direta 3. Oração subordinada substantiva objetiva indireta 4. Oração subordinada substantiva predicativa 5. Oração subordinada substantiva completiva nominal 6. Oração subordinada substantiva apositiva
ORAÇÕES ( ) Não sou quem você pensa. ( ) Sê grato a quem te ensina. ( ) Mas diga-me uma coisa, essa sugestão traz algum motivo oculto? ( ) Parece que a situação melhorou. ( ) Ignoro quantos são os desabrigados. ( ) Daremos o prêmio a quem o merecer.

A sequência correta para essa associação é: 
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Q3877694 Português
Reflexões sobre o ensino de língua portuguesa na educação profissional e tecnológica a partir da abordagem instrumental

Eliene do Carmo Santos Nunes e Daniele dos Santos Rosa


   A proposta de ensino de língua portuguesa numa perspectiva funcionalista possibilita o estudo da língua a partir de contextos reais de uso, tornando a aprendizagem significativa e integrada à formação técnica. Neste contexto, adotaremos a “concepção da língua enquanto uma prática social que se efetiva por meio de gêneros textuais” (NOVAES, 2011, p. 7633), definidos por Marcuschi como “os textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração de forças históricas, sociais, institucionais e técnicas” (2008, p. 155).

   Para Cellani (2009), além da leitura nos cursos de português instrumental também é dada atenção a outras habilidades, enfatizando-se a escrita de vários gêneros textuais. Sendo assim, em cursos baseados nesta abordagem, o trabalho com os gêneros textuais se mostra muito vantajoso ao possibilitar ao docente a identificação dos componentes linguísticos, sociais e culturais que o educando precisa aprender para melhorar seu desempenho nas situações-alvo identificadas como necessárias. Na educação profissional, é de grande importância o desenvolvimento de um trabalho orientado para a leitura e escrita dos gêneros próprios da profissão, visto que “conhecer, aprender, ler, produzir, ter domínio dos gêneros textuais da esfera de circulação de atuação profissional do educando é fundamental para que ele atue no mundo do trabalho como um agente político, capaz de contribuir, transformar e relacionar-se ‘com’ e ‘no’ ambiente profissional” (NOVAES, 2011, p. 7634). (...)

   Trata-se de rever práticas pedagógicas, trabalhando na perspectiva da integração com as áreas técnicas para que assim possa desenvolver um trabalho significativo com os estudantes, proporcionando-lhes um ensino que viabilize a compreensão sobre a importância da língua portuguesa no exercício profissional.

   Neste sentido, pesquisas que envolvam o ensino de língua portuguesa na abordagem para fins específicos (...) podem trazer inúmeras contribuições para auxiliar os professores na busca de soluções para as dificuldades encontradas no exercício da docência em cursos técnicos. É nesta perspectiva que este artigo se insere, buscando identificar a forma mais adequada para o ensino de língua portuguesa em cursos técnicos específicos, a partir da necessidade dos estudantes e das especificidades da área profissional escolhida por eles.


Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2019/ TRABALHO_EV127_MD1_SA20_ID10351_12082019162311.pdf. Acesso em: 9 dez. 2025. (Adaptado).
É correto afirmar que as investigações sobre o ensino de língua portuguesa para objetivos específicos
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Q3877693 Português
Reflexões sobre o ensino de língua portuguesa na educação profissional e tecnológica a partir da abordagem instrumental

Eliene do Carmo Santos Nunes e Daniele dos Santos Rosa


   A proposta de ensino de língua portuguesa numa perspectiva funcionalista possibilita o estudo da língua a partir de contextos reais de uso, tornando a aprendizagem significativa e integrada à formação técnica. Neste contexto, adotaremos a “concepção da língua enquanto uma prática social que se efetiva por meio de gêneros textuais” (NOVAES, 2011, p. 7633), definidos por Marcuschi como “os textos que encontramos em nossa vida diária e que apresentam padrões sociocomunicativos característicos definidos por composições funcionais, objetivos enunciativos e estilos concretamente realizados na integração de forças históricas, sociais, institucionais e técnicas” (2008, p. 155).

   Para Cellani (2009), além da leitura nos cursos de português instrumental também é dada atenção a outras habilidades, enfatizando-se a escrita de vários gêneros textuais. Sendo assim, em cursos baseados nesta abordagem, o trabalho com os gêneros textuais se mostra muito vantajoso ao possibilitar ao docente a identificação dos componentes linguísticos, sociais e culturais que o educando precisa aprender para melhorar seu desempenho nas situações-alvo identificadas como necessárias. Na educação profissional, é de grande importância o desenvolvimento de um trabalho orientado para a leitura e escrita dos gêneros próprios da profissão, visto que “conhecer, aprender, ler, produzir, ter domínio dos gêneros textuais da esfera de circulação de atuação profissional do educando é fundamental para que ele atue no mundo do trabalho como um agente político, capaz de contribuir, transformar e relacionar-se ‘com’ e ‘no’ ambiente profissional” (NOVAES, 2011, p. 7634). (...)

   Trata-se de rever práticas pedagógicas, trabalhando na perspectiva da integração com as áreas técnicas para que assim possa desenvolver um trabalho significativo com os estudantes, proporcionando-lhes um ensino que viabilize a compreensão sobre a importância da língua portuguesa no exercício profissional.

   Neste sentido, pesquisas que envolvam o ensino de língua portuguesa na abordagem para fins específicos (...) podem trazer inúmeras contribuições para auxiliar os professores na busca de soluções para as dificuldades encontradas no exercício da docência em cursos técnicos. É nesta perspectiva que este artigo se insere, buscando identificar a forma mais adequada para o ensino de língua portuguesa em cursos técnicos específicos, a partir da necessidade dos estudantes e das especificidades da área profissional escolhida por eles.


Disponível em: https://www.editorarealize.com.br/editora/anais/conedu/2019/ TRABALHO_EV127_MD1_SA20_ID10351_12082019162311.pdf. Acesso em: 9 dez. 2025. (Adaptado).
Vai ao encontro de uma proposta de ensino de língua portuguesa numa perspectiva funcionalista a ideia de que
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Q3877680 Português
Preencha as lacunas do texto considerando o uso da norma padrão referente à crase.
No dia 4 de junho [de 1989], aconteceu a tragédia conhecida como Massacre da Praça da Paz Celestial. O governo, indisposto a acatar ______ reivindicações dos manifestantes, enviou tropas do exército para pôr fim ______ desordem. Como resultado, cerca de 800 pessoas perderam a vida. No dia seguinte, mais de 40 tanques de guerra foram incumbidos de fiscalizar ______ cidade ______ procura de novos protestos. Nesse dia, um estudante se colocou ______ frente dos tanques para tentar impedir ______ sua passagem. O fotógrafo Jeff Widener flagrou o momento, e desde então a imagem tornou-se um símbolo mundial pela paz. A identidade e o paradeiro do estudante até hoje não foram desvendados.

A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é:
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Q3877679 Português
Associe corretamente a oração subordinada adverbial à sua respectiva classificação.

ORAÇÕES 1. Escrevesse eu esses livros e estaria rico.
2. Os retirantes deixaram a cidade tão pobres como vieram.
3. Por incrível que pareça, eles não sabiam o nome de sua cidade.
4. Como deveis saber, há em todas as coisas um sentido filosófico.
5. Não esperava, tanto que me pediu um prazinho para a resposta. 6. Instara muito comigo não deixasse de frequentar as recepções da mulher. 
CLASSIFICAÇÕES ( ) Oração subordinada adverbial final ( ) Oração subordinada adverbial concessiva ( ) Oração subordinada adverbial condicional ( ) Oração subordinada adverbial consecutiva ( ) Oração subordinada adverbial comparativa ( ) Oração subordinada adverbial conformativa
A sequência correta para essa associação é: 
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Q3877678 Português
Segundo afirmam Faraco e Tezza, em Prática de texto: “quem aprende uma língua, aprende, de fato, um conjunto grandemente variado de linguagens que se manifestam por meio de determinadas formas linguísticas” (2008).
Isto posto, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir.

( ) Os textos literários são considerados, obviamente, a maior referência da língua padrão, pois continuam mantendo a hegemonia que tiveram em séculos passados.

( ) As formas linguísticas consideradas padrões, principalmente na escrita, são mais resistentes à mudança – porque vivem sob controle severo – mas também mudam.

( ) O domínio da língua padrão representa apenas o domínio de certas regras de concordância, de regência, de todos os aspectos que dizem respeito à técnica da oração.

( ) Na rede das linguagens de uma dada sociedade, a língua padrão ocupa um espaço privilegiado: ela é o conjunto de formas consideradas como o modo correto, socialmente aceitável, de falar ou escrever.

( ) Hoje, não podemos falar em língua padrão sem levar em consideração, de algum modo, os meios de comunicação social, meios esse que têm sido completamente ignorados pelas gramáticas tradicionais, embora eles representem, de fato, o padrão brasileiro.

De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
Alternativas
Q3877676 Português
Considerando as ideias desenvolvidas por Sírio Possenti, em Por que (não) ensinar gramática na escola, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Dado que a chamada língua padrão é de fato o dialeto dos grupos sociais mais favorecidos, tornar seu ensino obrigatório para os grupos sociais menos favorecidos, como se fosse o único dialeto válido, seria uma violência cultural

PORQUE

II- juntamente com as formas linguísticas (com a sintaxe, a morfologia, a pronúncia, a escrita), também seriam impostos os valores culturais ligados às formas ditas cultas de falar e escrever, o que implicaria construir ou preservar valores populares.


Sobre as asserções é correto afirmar que
Alternativas
Q3877645 Português
Para responder à questão, leia o trecho da canção a seguir. 

Texto II - Filho do dono

Desigualdade rima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia
Que console um cantador
A natureza na fumaça se mistura
Morre a criatura e o planeta sente a dor
O desespero no olhar de uma criança
A humanidade fecha os olhos pra não ver
Televisão de fantasia e violência
Aumenta o crime, cresce a fome do poder

Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/. Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]

Leia o trecho da canção.


“Morre a criatura e o planeta sente a dor

O desespero no olhar de uma criança

A humanidade fecha os olhos pra não ver.”


No verso “Morre a criatura e o planeta sente a dor”, o conectivo “ ” estabelece uma relação entre duas orações. Essa relação é e classificada como:

Alternativas
Q3877644 Português
Para responder à questão, leia o trecho da canção a seguir. 

Texto II - Filho do dono

Desigualdade rima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia
Que console um cantador
A natureza na fumaça se mistura
Morre a criatura e o planeta sente a dor
O desespero no olhar de uma criança
A humanidade fecha os olhos pra não ver
Televisão de fantasia e violência
Aumenta o crime, cresce a fome do poder

Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/. Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]
No Texto II, a principal figura de linguagem destacada no verso “Morre a criatura e o planeta sente a dor" é:
Alternativas
Q3877643 Português
Para responder à questão, leia o trecho da canção a seguir. 

Texto II - Filho do dono

Desigualdade rima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia
Que console um cantador
A natureza na fumaça se mistura
Morre a criatura e o planeta sente a dor
O desespero no olhar de uma criança
A humanidade fecha os olhos pra não ver
Televisão de fantasia e violência
Aumenta o crime, cresce a fome do poder

Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/. Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]
O Texto II apresenta uma linguagem marcada por críticas sociais e ambientais. Em relação à adequação linguística e ao uso do registro linguístico formal e informal, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3877642 Português
Para responder à questão, leia o trecho da canção a seguir. 

Texto II - Filho do dono

Desigualdade rima com hipocrisia
Não tem verso nem poesia
Que console um cantador
A natureza na fumaça se mistura
Morre a criatura e o planeta sente a dor
O desespero no olhar de uma criança
A humanidade fecha os olhos pra não ver
Televisão de fantasia e violência
Aumenta o crime, cresce a fome do poder

Fonte: https://www.letras.mus.br/flavio-jose/306921/. Acesso em: 27 out. 2025. [trecho]
Com base na leitura e na compreensão dos sentidos expressos no Texto II, é CORRETO afirmar que o eu lírico: 
Alternativas
Q3877641 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? 


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


    “Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.


    O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.


    Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


    Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no LinkedIn, observou a empresa onde ele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.


    “Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).


    O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.


    Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.


    A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.


    Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.


Fonte: Ferrari, Wanessa. A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

Com base no Texto I, analise as afirmações a seguir sobre relações semânticas entre as palavras destacadas em cada alternativa e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3877639 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? 


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


    “Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.


    O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.


    Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


    Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no LinkedIn, observou a empresa onde ele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.


    “Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).


    O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.


    Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.


    A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.


    Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.


Fonte: Ferrari, Wanessa. A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

Considerando o Texto I, avalie as proposições a seguir sobre os elementos da situação sociocomunicativa e marque a alternativa que apresenta informações CORRETAS.
Alternativas
Q3877637 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? 


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


    “Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.


    O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.


    Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


    Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no LinkedIn, observou a empresa onde ele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.


    “Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).


    O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.


    Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.


    A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.


    Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.


Fonte: Ferrari, Wanessa. A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

Leia o seguinte trecho do Texto I:
“Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta  produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.”
No fragmento, o termo em destaque "elastem função coesiva de:
Alternativas
Q3877636 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? 


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


    “Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.


    O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.


    Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


    Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no LinkedIn, observou a empresa onde ele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.


    “Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).


    O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.


    Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.


    A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.


    Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.


Fonte: Ferrari, Wanessa. A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

Leia o trecho a seguir extraído do Texto I.
“...vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade."
Com base nesse contexto, avalie as proposições a seguir sobre o sentido e o valor semântico da expressão “sob o pano da positividade”.
I- A expressão é empregada em sentido conotativo, pois o termo “pano” não se refere a um tecido real, mas a algo que encobre ou disfarça a realidade.
II- A expressão é utilizada para criticar o modo como a sociedade contemporânea mascara a exaustão e o sofrimento sob um discurso artificial de otimismo e bem-estar.
III- O emprego da expressão cria um efeito irônico, porque o que é apresentado como “positivo” (a ideia de produtividade e felicidade constante), na verdade, se revela como fonte de adoecimento.
IV- O uso do termo “positividade” está em sentido denotativo, correspondendo apenas à ideia literal de ter pensamentos bons e atitudes alegres.
V- A figura de linguagem presente é a metonímia, já que há substituição de um termo por outro com base em relação de causa e efeito.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3877635 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I - A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? 


A vida moderna naturalizou a cobrança excessiva por produtividade e positividade; com tanta pressão por perfeição, saúde física e mental pedem a conta


Wanessa Ferrari - 3 Junho, 2021


    “Já amanheci cansada.” O meme, que circula pela internet faz sucesso nas redes sociais ao resumir uma sensação que domina boa parte da sociedade adulta: o de que nem boas noites de sono são suficientes para restaurar o vigor e a disposição, por isso, não raramente amanhecemos cansados.


    O que pouca gente sabe é que essa sensação permanente de exaustão tem explicação na filosofia: de acordo com o filósofo sulcoreano Byung-Chul Han, vivemos na sociedade do cansaço, que naturalizou a cobrança excessiva por produtividade, pela alta sociedade do cansaço performance e pelos resultados, tudo isso sob o pano da positividade. Com tanta pressão, saúde física e mental pedem a conta.


    Ter um olhar crítico sobre esforços e objetivos, reconhecer-se imperfeito e buscar por tempo de qualidade longe de telas e de trabalho são algumas das alternativas para se blindar dessa patologia da sociedade moderna.


Entenda a sociedade do cansaço


    Pare e reflita: quantas vezes você já se cobrou e se frustrou por não ter a produtividade que esperava em um determinado dia ou período de tempo? E quantas vezes você já se deparou com o perfil de um colega de faculdade no LinkedIn, observou a empresa onde ele trabalha ou a atual situação profissional dele, comparou com sua situação e se sentiu deprimido ou fracassado? Questionamentos e sentimentos como estes, que têm como pano de fundo a busca excessiva por produtividade, alta performance, desempenho e resultado são decorrentes da , um termo cunhado por Byung-Chul Han, que se dedicou a entender como o modelo de sociedade do cansaço produção da última fase do capitalismo tem interferido na vida das pessoas. Os resultados foram reunidos no livro Sociedade do Cansaço.


    “Esse filósofo defende que a sociedade atual valoriza o desempenho, a alta performance, o resultado, a máxima produtividade. O problema é quando essas coisas não acontecem. As pessoas tendem a se sentir frustradas, deprimidas e fracassadas”, explica a psicóloga e psicoterapeuta Ana Gabriela Andriani, doutora em educação pela Universidade de Campinas (Unicamp).


    O cansaço extremo, por sua vez, na visão do filósofo, favorece o surgimento de patologias que afetam a saúde física e mental, como a hiperatividade, o déficit de atenção, o transtorno de personalidade borderline, a ansiedade, a melancolia, a depressão e a síndrome de burnout.


    Outra característica marcante da sociedade do cansaço levantada pelo filósofo sul-coreano é a individualização e o isolamento. “As pessoas vivem cercadas por outras, mas estão isoladas dentro de si”, explica a psicoterapeuta.


    A cobrança em excesso, somada ao surgimento de patologias e à individualização resulta ainda em um outro problema: o uso excessivo de medicamentos. “Para poder desempenhar bem seus papéis, as pessoas vêm se utilizando de artifícios químicos e medicamentos para que oscilações emocionais não aconteçam. Elas não podem ficar tristes nem desmotivadas; precisam garantir a estabilidade de humor e a alta produtividade sempre”, explica Ana Gabriela Andriani.


    Para o psicanalista clínico Diego Felipe Silva Cavalcante, da clínica Kaizen, excesso de estímulos e de informações, a globalização e o avanço tecnológico, a obsessão em querer atender às expectativas geradas pela sociedade e o esforço do indivíduo em ser produtivo, autêntico e inovador são alguns dos fatores que mais contribuem com a sociedade do cansaço.


Fonte: Ferrari, Wanessa. A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade. Como se blindar? https://consumidormoderno.com.br/sociedade-cansaco-A sociedade do cansaço é cada vez mais realidade blindar/[adaptado]. Acesso em: 23 out. 2025.

A partir do contexto apresentado no Texto I, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- O sentimento de exaustão constante relatado no texto está ligado à cobrança excessiva por produtividade e à busca por desempenho e positividade.
PORQUE
II- Segundo Byung-Chul Han, a sociedade contemporânea transformou o indivíduo naquele que se autoexplora em nome da performance e do sucesso.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3877514 Português
Aula de Português


A linguagem
na ponta da língua,
tão fácil de falar
e de entender.

A linguagem
na superfície estrelada de letras,
sabe lá o que ela quer dizer?

Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
e vai desmatando
o amazonas de minha ignorância.
Figuras de gramática, esquipáticas,
atropelam-me, aturdem-me, sequestram-me.

Já esqueci a língua em que comia,
em que pedia para ir lá fora,
em que levava e dava pontapé,
a língua, breve língua entrecortada
do namoro com a prima.

O português são dois; o outro, mistério.

Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/54105/aula-de-portugues Acesso em: 1º dez. 2025.
No tocante à forma, à relação e ao sentido das práticas de linguagem, avalie as afirmações acerca do poema “Aula de Português”.
I- Exige interpretação crítica, identificação da ironia e compreensão do contexto social da linguagem.
II- Inspira reflexões sobre como escrever de forma clara e expressiva, independente de contexto sociocultural.
III- Permite observar a função da norma culta, a relação entre forma e sentido, e como a linguagem constrói significados.
IV- Retrata a situação de aula, que envolve fala, escuta e compreensão, mostrando que o ensino oral se sobrepõe à leitura e à escrita.

Está correto apenas o que se afirma em
Alternativas
Respostas
8801: D
8802: C
8803: D
8804: B
8805: D
8806: E
8807: E
8808: E
8809: C
8810: B
8811: D
8812: C
8813: E
8814: E
8815: D
8816: C
8817: C
8818: A
8819: A
8820: B