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Q2628358 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que encontra respaldo no texto.

Alternativas
Q2628357 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:


I. As pessoas que chegam aos 70 anos têm pouco tempo de vida sobrando.

II. Pessoas idosas têm uma expectativa de vida adicional de 14 anos.

III. Em 2022, as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2628356 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

De acordo com o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:


I. A expectativa de vida do brasileiro subiu mais de 75 anos em 2022.

II. O Censo 2022 foi divulgado em dezembro de 2023.

III. O último censo foi realizado dois anos antes da pandemia.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2628355 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03 e 27.

Alternativas
Q2628354 Português

Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo


  1. A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do
  2. Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o
  3. último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de
  4. expectativa de vida.
  5. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior,
  6. efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida
  7. ao nascer era de 72,8 anos.
  8. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas
  9. as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No
  10. entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos
  11. de vida.
  12. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida
  13. adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos,
  14. suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores.
  15. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022.
  16. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos.
  17. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência
  18. e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos ....
  19. violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho.
  20. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base
  21. fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu
  22. depois de décadas avançando.
  23. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil,
  24. chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542
  25. milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da
  26. pandemia.
  27. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os
  28. idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos
  29. precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento
  30. populacional.


(Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 06, 18 e 19.

Alternativas
Q2628238 Português

Observe as sentenças a seguir e assinale a alternativa em que não se verifica problema de regência verbal ou nominal.

Alternativas
Q2628237 Português

A colocação pronominal mesoclítica não está vetada com verbos no:

Alternativas
Q2628236 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

No excerto “A pesquisa (...) demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.”, a palavra ‘ambiental’ é um adjetivo relativo a ‘ambiente’. A mesma relação ocorre no par de palavras:

Alternativas
Q2628235 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

Considere o excerto: “Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos”. No contexto apresentado, as palavras “segundo”, “inclusive” e “para” classificam-se, em relação às categorias gramaticais, como:

Alternativas
Q2628234 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

No excerto “Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos?”, verificam-se apenas pronomes dos tipos:

Alternativas
Q2628233 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

As alternativas a seguir apresentam palavras que ocorrem no texto. Analise-as e assinale aquela em que a palavra apresentada é formada por um sufixo derivacional formador de adjetivos.

Alternativas
Q2628232 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

Considere o excerto: “O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas.” No contexto dado, o verbo ‘interessar’ apresenta regência:

Alternativas
Q2628231 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

Considere os excertos:


I. “Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer”.

II. “O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas.”

III. “o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”.


Aquele(s) em que a palavra ‘que’ desempenha o papel de conjunção integrante é (são):

Alternativas
Q2628230 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

Considere o excerto: “a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio”. Nesse contexto, os numerais ‘13’ e ‘meio’ são, respectivamente, dos tipos:

Alternativas
Q2628229 Português

Gene pode fazer com que golden retrievers vivam mais, aponta estudo


Pesquisa analisou variantes genéticas que estão associadas a um aumento de quase dois anos de vida nos cães dessa raça; descoberta pode ser útil em estudos sobre câncer


Cães da raça Golden Retriever são mais propensos a desenvolver câncer, doença comumente associada à morte precoce desses animais. Um estudo publicado nesta quinta-feira (19), na revista GeroScience, buscou entender se fatores genéticos podem influenciar a taxa de sobrevivência dos animais dessa raça.

“Presumimos que a maioria dos golden retrievers têm uma predisposição genética para o câncer, mas se alguns deles vivem até os 14, 15 ou 16 anos, pensamos que poderia haver outro fator genético que ajudasse a atenuar os genes ruins, e o gene que nos chamou a atenção foi o HER4”, observa o coautor Robert Rebhun, em comunicado da Universidade da Califórnia em Davis (UC Davis), nos Estados Unidos.

O gene associado à longevidade também está envolvido no risco de câncer – o que interessou muito aos cientistas. Conhecido como ERBB4, ele faz parte da família de receptores do fator de crescimento epidérmico em humanos e do HER2, gene conhecido por influenciar o rápido crescimento de células cancerígenas.

A pesquisa estudou 300 cães da raça e comparou o DNA de amostras de sangue daqueles que estavam vivos aos 14 anos de idade com os que morreram antes dos 12 anos. Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.

“Quem não gostaria que nossos amados animais de estimação vivessem mais dois anos? Dois anos em goldens é um aumento de cerca de 15 a 20% da vida, o equivalente a 12 a 14 anos em humanos”, explica Danika Bannasch, da Faculdade de Medicina Veterinária da UC Davis.

Segundo Rebhun, a descoberta pode ser importante inclusive para humanos, já que muitos dos tipos de cânceres envolvidos são equivalentes nas duas espécies. “Se descobrirmos que essa variante do HER4 é importante na formação ou na progressão do câncer em golden retrievers, ou se ela pode realmente modificar o risco de câncer nessa população predisposta ao câncer, isso pode ser usado em estudos futuros sobre o câncer em humanos.”

A pesquisa também destaca que a variante parece ser mais importante para a longevidade de cadelas, e demonstrou que o HER4 interage com hormônios como o estrogênio e pode ter relação com o processamento de toxinas ambientais.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2023/10/gene-pode-fazer-com-que-golden-retrievers-

O emprego da expressão ‘assim’, no excerto “Assim, descobriram que a presença de determinadas variantes genéticas levou os cachorros a sobreviverem por mais tempo: em média 13 anos e meio em comparação a 11,6 anos.”, trata-se de um recurso coesivo de:

Alternativas
Q2628197 Português

Dos vários membros de um grupo, apenas um não foi levado a uma festa e ele gostaria de saber o motivo. Assinale a alternativa em que a expressão do desejo desse membro do grupo obedece às normas ortográficas e gramaticais da língua portuguesa.

Alternativas
Q2628196 Português

Assinale a alternativa em que uma preposição foi colocada inadequadamente entre um verbo e seu complemento.

Alternativas
Q2628195 Português

Considere o seguinte trecho do hino nacional brasileiro: “Gigante pela própria natureza / És belo, és forte, impávido colosso”. Nesse contexto, ao substituir “impávido” por cada palavra contida nas alternativas a seguir, aquela que provoca menor alteração de sentido é:

Alternativas
Q2628194 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.


Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino


Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.

Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.

Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.

A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles.“Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.”

Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitzi informou em e-mail ao site Live Science.

Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.

Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/10/templo-egipcio-de-2-mil-anos-revela-cenas-mitologicas-e-ano-novo-divino.ghtml>

No excerto “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, o complemento verbal sob a regência do verbo “marca” é:

Alternativas
Q2628193 Português

Texto para responder às questões de 1 a 7.


Templo egípcio de 2 mil anos revela cenas mitológicas e “Ano Novo” divino


Centenas de figuras e representações egípcias foram reveladas durante um trabalho de restauração do teto do Templo de Esna, estrutura erguida há cerca de 2,2 mil anos que passou por uma grande reforma há aproximadamente dois milênios, quando os romanos dominaram o Egito. As novidades foram divulgadas no último dia 16 de outubro pela Universidade de Tubinga, na Alemanha, cujos especialistas colaboraram em parceria com o Ministério de Turismo e Antiguidades do Egito para a restauração do templo ao longo de cinco anos.

Uma equipe de 30 pesquisadores limpou a sujeira e a fuligem de centenas de figuras e representações astronômicas, revelando-as em suas cores originais. “A conclusão da restauração do teto marca o primeiro e talvez mais importante marco do projeto”, diz Christian Leitz, do Instituto de Estudos do Antigo Oriente Próximo da Universidade de Tubinga, em comunicado.

Os relevos coloridos do teto mostram deuses, figuras mitológicas e representações do sol, da lua, além de signos do zodíaco e várias constelações. O teto é dividido em seis seções, cada uma com um tema. Entre eles estão o diário do sol, as fases da lua, as diferentes horas da noite e até o “Dia de Ano Novo”.

A mitologia que detalha o “Ano Novo” egípcio é representada em uma cena com divindades: Órion (que representa a constelação de mesmo nome), Sótis (nome egípcio para Sirius, a principal estrela da constelação de Cão Maior) e Anúquis (deusa da água). Os três deuses estão em barcos vizinhos com a deusa do céu, Nut, engolindo o céu noturno acima deles.“Sirius é invisível no céu noturno 70 dias por ano até que ela apareça novamente no leste”, explica Leitz. “Esse ponto era o Dia de Ano Novo no antigo Egito e também anunciava a inundação anual do Nilo.” No sistema de crenças dos egípcios, a deusa Anúquis era responsável pelo recuo das águas da inundação do Nilo cerca de 100 dias depois.”

Além das pinturas mitológicas, a restauração do templo revelou quase 200 inscrições em tinta que eram completamente desconhecidas. Essas inscrições ajudaram os pesquisadores a identificar muitas das imagens representadas. Agora que a restauração do teto foi concluída, os pesquisadores estão limpando paredes, colunas e pronaos (área frontal) do templo. Espera-se que esse trabalho revele novas cores e particularidades de imagens, como os “tronos dos deuses” e detalhes sobre suas roupas, segundo Leitzi informou em e-mail ao site Live Science.

Com 37 metros de comprimento, 20 metros de largura e 15 metros de altura, o pronaos era uma estrutura de arenito colocada na frente do edifício real durante o reinado do imperador romano Cláudio (41-54 d.C.). Sua localização no centro da cidade provavelmente contribuiu para a preservação e evitou que a área fosse usada como pedreira para materiais de construção, conforme ocorreu com outros edifícios antigos durante a industrialização do Egito.

Além do templo de Esna, onde predominam as cores amarelo e vermelho nas pinturas, há outro teto de templo astronômico excepcionalmente bem preservado no Egito. Este está no templo de Dendera, cerca de 60 km ao norte de Luxor, onde as cores predominantes são o branco e o azul claro, embora alguns dos mesmos temas estejam representados.


Revista Galileu. (Adaptado). Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2023/10/templo-egipcio-de-2-mil-anos-revela-cenas-mitologicas-e-ano-novo-divino.ghtml>

Nas palavras a seguir, retiradas do texto, verificam-se diferentes afixos que indicam processos derivacionais e flexionais de formação. Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam sufixo formador de adjetivos na língua portuguesa.

Alternativas
Respostas
87961: D
87962: C
87963: B
87964: D
87965: B
87966: D
87967: E
87968: D
87969: B
87970: C
87971: C
87972: E
87973: A
87974: D
87975: A
87976: E
87977: A
87978: A
87979: B
87980: C