Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3952914 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” (4º parágrafo)
Ao substituir a conjunção “se” pela conjunção “caso”, o verbo “ver” deverá ser flexionado no seguinte tempo e modo: 
Alternativas
Q3952913 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
Com base no trecho a seguir, responda à questão.
Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo. (3º parágrafo)
As palavras “bem” e “mal”, no trecho, são classificadas como substantivos pela seguinte razão:
Alternativas
Q3952912 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
Com base no trecho a seguir, responda à questão.
Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo. (3º parágrafo)
O uso dos dois-pontos assume, em relação ao termo “fenômeno”, o papel de introduzir uma:  
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Q3952911 Português
TEXTO: Adultização e outras brigas com o tempo

        A palavra “adultização” virou senha para um vasto mundo criminoso que prospera à vista de todos na internet, incentivado pela dinâmica algorítmica de redes sociais desreguladas. Esse é o xis do problema, mas quero falar aqui de uma questão mais sutil de linguagem.  

        Adultização – título do excelente vídeobomba do youtuber Felca sobre exploração sexual de menores e substantivo não dicionarizado, criado de forma regular a partir do também recente verbo “adultizar” – é uma das invenções vocabulares a que nossa linguagem tem recorrido para dar conta de problemas novos nas velhas etapas de crescimento de uma vida humana. Infância, adolescência, idade adulta, maturidade e velhice pareciam territórios delimitados com razoável segurança e estabilidade no século passado. As fronteiras entre eles vêm se tornando menos nítidas, por razões variadas que ainda aguardam estudos aprofundados. E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. 

        É razoável supor que entrem nessa conta fenômenos como o esgotamento dos velhos modelos de crescimento econômico, o aumento da expectativa de vida, o narcisismo como patologia coletiva, o consumismo como religião suprema, os avanços da medicina estética e o sucesso do discurso coach picareta (com perdão da redundância) de que todo mundo pode ser o que quiser. Seja como for, o que me parece indiscutível é que todos esses fatores se organizam sob a batuta do fenômeno mais socialmente relevante – para o bem e para o mal, mais para este que para aquele – do século 21: a rede-socialização desenfreada de tudo o que existe no mundo.  

        Nesse território dentro do espelho, crianças adultizadas – como aqueles tragicômicos empreendedores mirins que aparecem no vídeo do momento falando mal da escola e morrendo de rir de Aristóteles – encontram seu correspondente simétrico em adultos infantilizados, fixados em bonecos, brinquedos, histórias pueris e até chupetas. Se vemos proliferar expressões como “os 60 são os novos 40” e meninas obcecadas por produtos de beleza algumas décadas antes da hora, também cunhamos neologismos como “adultescente” (adulto + adolescente, ou seja, o adulto que reluta em crescer) e eufemismos como “melhor idade” (para substituir a outrora digna, mas hoje aparentemente inaceitável, “velhice”).

        Será que estamos fadados a essa rota de colisão com nossos relógios biológicos? Sermos uma espécie que sabe que vai morrer sempre foi um problema sério, claro, o maior de todos os problemas – é nessa dor que deitam raízes tanto as religiões quanto as artes. Contudo, por que nossa relação com o tempo ficou de repente tão disfuncional?

        Não é difícil encontrar na língua e na linguagem sintomas de que esse tipo de transtorno dismórfico-temporal aspira a ser a única universalidade possível num mundo em que as big techs têm mais poder do que tinha a Igreja Católica na Idade Média. Só pode ser porque dá lucro, esse deus sem metafísica.

SÉRGIO RODRIGUES Adaptado de folha.uol.com.br, 13/08/2025. 
E as palavras, como sempre, correm atrás dos fatos. (2º parágrafo)
De acordo com a frase citada, entre “palavras” e “fatos” há uma relação de:  
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Q3952877 Português
Um dos elementos que formam “exoplanetas” (5º parágrafo) permite inferir que esta palavra se refere a planetas fora do Sistema Solar. Esse elemento e o processo de formação de palavras a que se vincula se denominam, respectivamente: 
Alternativas
Q3952876 Português
Telescópios mais potentes estão sendo construídos para olhar mais longe e com mais detalhes. (5º parágrafo)
Na frase acima, a palavra “mais” é empregada três vezes, possuindo diferentes classificações gramaticais, que são, respectivamente: 
Alternativas
Q3952875 Português
A palavra “como” tem valor comparativo em: 
Alternativas
Q3952874 Português
Sabemos que existem inúmeras estrelas com planetas ao seu redor e que algumas dessas condições podem favorecer o surgimento da vida. (4º parágrafo)
O período acima possui duas orações subordinadas substantivas do seguinte tipo: 
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Q3952873 Português
Apesar dessas descobertas, o silêncio do cosmos continua misterioso. (3º parágrafo)
Por enquanto, o silêncio do universo é um convite à exploração e à reflexão sobre nosso lugar nesse vasto mistério. (6º parágrafo)  
Ainda no contexto, a palavra “universo” mantém com a palavra “cosmos” relação semântica de:
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Q3952872 Português
Com base nas frases a seguir, responda à questão.
Apesar dessas descobertas, o silêncio do cosmos continua misterioso. (3º parágrafo) Por enquanto, o silêncio do universo é um convite à exploração e à reflexão sobre nosso lugar nesse vasto mistério. (6º parágrafo)
No contexto, a palavra “silêncio” expressa a seguinte figura de linguagem: 
Alternativas
Q3952871 Português
TEXTO: Existe vida fora da Terra, no espaço? Ou será que estamos sozinhos?

        Você já se perguntou se existe vida em outros planetas? Essa é uma das perguntas mais intrigantes da ciência. Até agora, sabemos de algo animador: nossa galáxia é repleta de planetas, muitos com características parecidas com as da Terra. Mesmo assim, ainda não encontramos nenhuma prova de que não estamos sozinhos no universo. A busca por vida fora da Terra está apenas começando e levanta cada vez mais perguntas.

        Há milhares de anos, a humanidade olha para o céu com curiosidade. Hoje, sabe-se que as estrelas não estão sozinhas: a existência de milhares de planetas fora do nosso Sistema Solar já está confirmada. E mais: existem trilhões de outros planetas na Via Láctea! Entre eles, muitos têm tamanho e temperatura parecidos com os da Terra, orbitando em regiões chamadas de “zonas habitáveis” – onde a água líquida poderia existir. Essas regiões são especiais porque a presença de água é considerada essencial para o desenvolvimento da vida como conhecemos. 

        Apesar dessas descobertas, o silêncio do cosmos continua misterioso. Essa ausência de sinais de vida inteligente é conhecida como o paradoxo de Fermi. O cientista Enrico Fermi perguntou: “Se o universo é tão vasto e antigo, onde está todo mundo?”. Mesmo com tanto tempo e espaço para que formas de vida inteligente se espalhem, até agora não encontramos nada. Essa questão nos intriga e nos inspira a continuar procurando. Será que estamos olhando nos lugares certos? Ou talvez a vida exista de formas tão diferentes que nem conseguimos reconhecê-la? 

        Cientistas desenvolveram algo chamado equação de Drake para estimar quantas civilizações inteligentes podem existir. Embora muitas das variáveis da equação ainda sejam um mistério, ela nos dá esperança. Sabemos que existem inúmeras estrelas com planetas ao seu redor e que algumas dessas condições podem favorecer o surgimento da vida. Isso é como juntar as peças de um quebra-cabeças gigante do qual ainda temos poucas partes. Além disso, as tecnologias estão avançando, o que significa que podemos obter respostas mais rápidas e precisas no futuro.

        Estamos em um momento emocionante da ciência. Telescópios mais potentes estão sendo construídos para olhar mais longe e com mais detalhes. Eles ajudam os cientistas a analisar atmosferas de exoplanetas em busca de sinais de vida, como oxigênio ou metano. Cada descoberta aproxima a humanidade da resposta para a grande pergunta: estamos sozinhos no universo? Recentemente, tecnologias como o Telescópio James Webb estão trazendo imagens e dados que jamais imaginamos, permitindo explorar o cosmos com mais precisão.  

        Enquanto isso, a Terra é o único lugar onde sabemos que existe vida. Isso torna nosso planeta incrivelmente especial e nos lembra da importância de cuidarmos dele. Cada planta, animal e ecossistema é uma peça valiosa nesse quebra-cabeças da vida. E quem sabe? Talvez, em algum canto distante do cosmos, haja alguém também olhando para o espaço, se perguntando se nós estamos aqui. Por enquanto, o silêncio do universo é um convite à exploração e à reflexão sobre nosso lugar nesse vasto mistério. 

GABRIELA P. BAILAS Adaptado de folha.uol.com.br, 13/12/2024. 
No texto, a autora, uma cientista brasileira graduada em Física, emprega várias vezes a primeira pessoa do plural. Pode-se considerar que esse emprego tem o objetivo de englobar, principalmente, a autora e a comunidade científica em:
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Q3952870 Português
TEXTO: Existe vida fora da Terra, no espaço? Ou será que estamos sozinhos?

        Você já se perguntou se existe vida em outros planetas? Essa é uma das perguntas mais intrigantes da ciência. Até agora, sabemos de algo animador: nossa galáxia é repleta de planetas, muitos com características parecidas com as da Terra. Mesmo assim, ainda não encontramos nenhuma prova de que não estamos sozinhos no universo. A busca por vida fora da Terra está apenas começando e levanta cada vez mais perguntas.

        Há milhares de anos, a humanidade olha para o céu com curiosidade. Hoje, sabe-se que as estrelas não estão sozinhas: a existência de milhares de planetas fora do nosso Sistema Solar já está confirmada. E mais: existem trilhões de outros planetas na Via Láctea! Entre eles, muitos têm tamanho e temperatura parecidos com os da Terra, orbitando em regiões chamadas de “zonas habitáveis” – onde a água líquida poderia existir. Essas regiões são especiais porque a presença de água é considerada essencial para o desenvolvimento da vida como conhecemos. 

        Apesar dessas descobertas, o silêncio do cosmos continua misterioso. Essa ausência de sinais de vida inteligente é conhecida como o paradoxo de Fermi. O cientista Enrico Fermi perguntou: “Se o universo é tão vasto e antigo, onde está todo mundo?”. Mesmo com tanto tempo e espaço para que formas de vida inteligente se espalhem, até agora não encontramos nada. Essa questão nos intriga e nos inspira a continuar procurando. Será que estamos olhando nos lugares certos? Ou talvez a vida exista de formas tão diferentes que nem conseguimos reconhecê-la? 

        Cientistas desenvolveram algo chamado equação de Drake para estimar quantas civilizações inteligentes podem existir. Embora muitas das variáveis da equação ainda sejam um mistério, ela nos dá esperança. Sabemos que existem inúmeras estrelas com planetas ao seu redor e que algumas dessas condições podem favorecer o surgimento da vida. Isso é como juntar as peças de um quebra-cabeças gigante do qual ainda temos poucas partes. Além disso, as tecnologias estão avançando, o que significa que podemos obter respostas mais rápidas e precisas no futuro.

        Estamos em um momento emocionante da ciência. Telescópios mais potentes estão sendo construídos para olhar mais longe e com mais detalhes. Eles ajudam os cientistas a analisar atmosferas de exoplanetas em busca de sinais de vida, como oxigênio ou metano. Cada descoberta aproxima a humanidade da resposta para a grande pergunta: estamos sozinhos no universo? Recentemente, tecnologias como o Telescópio James Webb estão trazendo imagens e dados que jamais imaginamos, permitindo explorar o cosmos com mais precisão.  

        Enquanto isso, a Terra é o único lugar onde sabemos que existe vida. Isso torna nosso planeta incrivelmente especial e nos lembra da importância de cuidarmos dele. Cada planta, animal e ecossistema é uma peça valiosa nesse quebra-cabeças da vida. E quem sabe? Talvez, em algum canto distante do cosmos, haja alguém também olhando para o espaço, se perguntando se nós estamos aqui. Por enquanto, o silêncio do universo é um convite à exploração e à reflexão sobre nosso lugar nesse vasto mistério. 

GABRIELA P. BAILAS Adaptado de folha.uol.com.br, 13/12/2024. 
Mesmo assim, ainda não encontramos nenhuma prova de que não estamos sozinhos no universo. (1º parágrafo)
Considerando a expressão que a inicia, a frase citada, em relação à que a antecede, expressa sentido de: 
Alternativas
Q3952869 Português
TEXTO: Existe vida fora da Terra, no espaço? Ou será que estamos sozinhos?

        Você já se perguntou se existe vida em outros planetas? Essa é uma das perguntas mais intrigantes da ciência. Até agora, sabemos de algo animador: nossa galáxia é repleta de planetas, muitos com características parecidas com as da Terra. Mesmo assim, ainda não encontramos nenhuma prova de que não estamos sozinhos no universo. A busca por vida fora da Terra está apenas começando e levanta cada vez mais perguntas.

        Há milhares de anos, a humanidade olha para o céu com curiosidade. Hoje, sabe-se que as estrelas não estão sozinhas: a existência de milhares de planetas fora do nosso Sistema Solar já está confirmada. E mais: existem trilhões de outros planetas na Via Láctea! Entre eles, muitos têm tamanho e temperatura parecidos com os da Terra, orbitando em regiões chamadas de “zonas habitáveis” – onde a água líquida poderia existir. Essas regiões são especiais porque a presença de água é considerada essencial para o desenvolvimento da vida como conhecemos. 

        Apesar dessas descobertas, o silêncio do cosmos continua misterioso. Essa ausência de sinais de vida inteligente é conhecida como o paradoxo de Fermi. O cientista Enrico Fermi perguntou: “Se o universo é tão vasto e antigo, onde está todo mundo?”. Mesmo com tanto tempo e espaço para que formas de vida inteligente se espalhem, até agora não encontramos nada. Essa questão nos intriga e nos inspira a continuar procurando. Será que estamos olhando nos lugares certos? Ou talvez a vida exista de formas tão diferentes que nem conseguimos reconhecê-la? 

        Cientistas desenvolveram algo chamado equação de Drake para estimar quantas civilizações inteligentes podem existir. Embora muitas das variáveis da equação ainda sejam um mistério, ela nos dá esperança. Sabemos que existem inúmeras estrelas com planetas ao seu redor e que algumas dessas condições podem favorecer o surgimento da vida. Isso é como juntar as peças de um quebra-cabeças gigante do qual ainda temos poucas partes. Além disso, as tecnologias estão avançando, o que significa que podemos obter respostas mais rápidas e precisas no futuro.

        Estamos em um momento emocionante da ciência. Telescópios mais potentes estão sendo construídos para olhar mais longe e com mais detalhes. Eles ajudam os cientistas a analisar atmosferas de exoplanetas em busca de sinais de vida, como oxigênio ou metano. Cada descoberta aproxima a humanidade da resposta para a grande pergunta: estamos sozinhos no universo? Recentemente, tecnologias como o Telescópio James Webb estão trazendo imagens e dados que jamais imaginamos, permitindo explorar o cosmos com mais precisão.  

        Enquanto isso, a Terra é o único lugar onde sabemos que existe vida. Isso torna nosso planeta incrivelmente especial e nos lembra da importância de cuidarmos dele. Cada planta, animal e ecossistema é uma peça valiosa nesse quebra-cabeças da vida. E quem sabe? Talvez, em algum canto distante do cosmos, haja alguém também olhando para o espaço, se perguntando se nós estamos aqui. Por enquanto, o silêncio do universo é um convite à exploração e à reflexão sobre nosso lugar nesse vasto mistério. 

GABRIELA P. BAILAS Adaptado de folha.uol.com.br, 13/12/2024. 
Você já se perguntou se existe vida em outros planetas? (1º parágrafo)
Na frase acima, há predominância da função conativa da linguagem pela ênfase no seguinte elemento:
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Q3952868 Português
TEXTO: Existe vida fora da Terra, no espaço? Ou será que estamos sozinhos?

        Você já se perguntou se existe vida em outros planetas? Essa é uma das perguntas mais intrigantes da ciência. Até agora, sabemos de algo animador: nossa galáxia é repleta de planetas, muitos com características parecidas com as da Terra. Mesmo assim, ainda não encontramos nenhuma prova de que não estamos sozinhos no universo. A busca por vida fora da Terra está apenas começando e levanta cada vez mais perguntas.

        Há milhares de anos, a humanidade olha para o céu com curiosidade. Hoje, sabe-se que as estrelas não estão sozinhas: a existência de milhares de planetas fora do nosso Sistema Solar já está confirmada. E mais: existem trilhões de outros planetas na Via Láctea! Entre eles, muitos têm tamanho e temperatura parecidos com os da Terra, orbitando em regiões chamadas de “zonas habitáveis” – onde a água líquida poderia existir. Essas regiões são especiais porque a presença de água é considerada essencial para o desenvolvimento da vida como conhecemos. 

        Apesar dessas descobertas, o silêncio do cosmos continua misterioso. Essa ausência de sinais de vida inteligente é conhecida como o paradoxo de Fermi. O cientista Enrico Fermi perguntou: “Se o universo é tão vasto e antigo, onde está todo mundo?”. Mesmo com tanto tempo e espaço para que formas de vida inteligente se espalhem, até agora não encontramos nada. Essa questão nos intriga e nos inspira a continuar procurando. Será que estamos olhando nos lugares certos? Ou talvez a vida exista de formas tão diferentes que nem conseguimos reconhecê-la? 

        Cientistas desenvolveram algo chamado equação de Drake para estimar quantas civilizações inteligentes podem existir. Embora muitas das variáveis da equação ainda sejam um mistério, ela nos dá esperança. Sabemos que existem inúmeras estrelas com planetas ao seu redor e que algumas dessas condições podem favorecer o surgimento da vida. Isso é como juntar as peças de um quebra-cabeças gigante do qual ainda temos poucas partes. Além disso, as tecnologias estão avançando, o que significa que podemos obter respostas mais rápidas e precisas no futuro.

        Estamos em um momento emocionante da ciência. Telescópios mais potentes estão sendo construídos para olhar mais longe e com mais detalhes. Eles ajudam os cientistas a analisar atmosferas de exoplanetas em busca de sinais de vida, como oxigênio ou metano. Cada descoberta aproxima a humanidade da resposta para a grande pergunta: estamos sozinhos no universo? Recentemente, tecnologias como o Telescópio James Webb estão trazendo imagens e dados que jamais imaginamos, permitindo explorar o cosmos com mais precisão.  

        Enquanto isso, a Terra é o único lugar onde sabemos que existe vida. Isso torna nosso planeta incrivelmente especial e nos lembra da importância de cuidarmos dele. Cada planta, animal e ecossistema é uma peça valiosa nesse quebra-cabeças da vida. E quem sabe? Talvez, em algum canto distante do cosmos, haja alguém também olhando para o espaço, se perguntando se nós estamos aqui. Por enquanto, o silêncio do universo é um convite à exploração e à reflexão sobre nosso lugar nesse vasto mistério. 

GABRIELA P. BAILAS Adaptado de folha.uol.com.br, 13/12/2024. 
Em relação às perguntas apresentadas no título, pode-se dizer que o texto se caracteriza por: 
Alternativas
Q3952772 Português
Considere-se uma situação hipotética, segundo a qual uma notícia publicada viesse sob o seguinte título: “Novo jogador para o time paraense”. Sobre o emprego da palavra “para” na frase em questão, é correto afirmar que
Alternativas
Q3952760 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026–2029


Duas áreas estratégicas orientam a Agenda: Macroeconomia e Finanças, e Sistema Financeiro Nacional. A Agenda 2026–2029 incentiva a colaboração externa, fomentando projetos e compartilhamento de conhecimento. A nova Agenda dá continuidade ao ciclo 2021–2024, quando o BC consolidou sua estrutura de pesquisa e obteve resultados relevantes.


Publicado 26/12/2025 às 18:50 Atualizado 29/12 às 08:33


O Banco Central (BC) apresentou a Agenda de Pesquisa 2026–2029, documento que estabelece os temas prioritários e estratégicos que orientarão a produção científica da Instituição nos próximos quatro anos. A iniciativa reafirma o compromisso do BC com a excelência técnica, a inovação metodológica e a transparência, consolidando a pesquisa como instrumento essencial para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas sob sua responsabilidade.

[...]

Disponível em: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20987/noticia. Acesso em: 29 de dezembro de 2025.
No título “Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026-2029”, o verbo é empregado no tempo
Alternativas
Q3952759 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026–2029


Duas áreas estratégicas orientam a Agenda: Macroeconomia e Finanças, e Sistema Financeiro Nacional. A Agenda 2026–2029 incentiva a colaboração externa, fomentando projetos e compartilhamento de conhecimento. A nova Agenda dá continuidade ao ciclo 2021–2024, quando o BC consolidou sua estrutura de pesquisa e obteve resultados relevantes.


Publicado 26/12/2025 às 18:50 Atualizado 29/12 às 08:33


O Banco Central (BC) apresentou a Agenda de Pesquisa 2026–2029, documento que estabelece os temas prioritários e estratégicos que orientarão a produção científica da Instituição nos próximos quatro anos. A iniciativa reafirma o compromisso do BC com a excelência técnica, a inovação metodológica e a transparência, consolidando a pesquisa como instrumento essencial para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas sob sua responsabilidade.

[...]

Disponível em: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20987/noticia. Acesso em: 29 de dezembro de 2025.
No trecho “O Banco Central (BC) apresentou a Agenda de Pesquisa 2026-2029, documento que estabelece os temas prioritários e estratégicos que orientarão a produção científica da instituição nos próximos quatro anos”, o elemento sublinhado é classificado como  
Alternativas
Q3952758 Português
TEXTO BASE PARA A QUESTÃO.


Banco Central lança Agenda de Pesquisa para o ciclo 2026–2029


Duas áreas estratégicas orientam a Agenda: Macroeconomia e Finanças, e Sistema Financeiro Nacional. A Agenda 2026–2029 incentiva a colaboração externa, fomentando projetos e compartilhamento de conhecimento. A nova Agenda dá continuidade ao ciclo 2021–2024, quando o BC consolidou sua estrutura de pesquisa e obteve resultados relevantes.


Publicado 26/12/2025 às 18:50 Atualizado 29/12 às 08:33


O Banco Central (BC) apresentou a Agenda de Pesquisa 2026–2029, documento que estabelece os temas prioritários e estratégicos que orientarão a produção científica da Instituição nos próximos quatro anos. A iniciativa reafirma o compromisso do BC com a excelência técnica, a inovação metodológica e a transparência, consolidando a pesquisa como instrumento essencial para a formulação e o aprimoramento das políticas públicas sob sua responsabilidade.

[...]

Disponível em: https://www.bcb.gov.br/detalhenoticia/20987/noticia. Acesso em: 29 de dezembro de 2025.
Conforme as informações apresentadas no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3952619 Português
Comunicação elegante: a arte de lidar com opiniões diversas

A comunicação eficaz é uma habilidade essencial nas interações humanas, especialmente ao expressar discordância. Tentar impor argumentos com lógica rígida nem sempre produz bons resultados, pois pode ferir os sentimentos do interlocutor e gerar conflitos. Em vez de buscar mudar imediatamente a opinião do outro, é mais adequado agir com discrição, respeito e sensibilidade, favorecendo um ambiente mais propício ao diálogo.

Nosso olhar, tom de voz e gestos influenciam profundamente a forma como a mensagem é recebida. Ao enfrentar uma opinião considerada equivocada, a humildade é a melhor estratégia, pois evita confrontos desnecessários. Admitir a possibilidade de erro demonstra maturidade e cria uma atmosfera de abertura, incentivando o diálogo construtivo. O uso de expressões mais moderadas contribui para o respeito mútuo e amplia as chances de compreensão entre as partes.

Quando afirmamos diretamente que alguém está errado, podemos ferir sua dignidade e prejudicar a convivência. Esse tipo de postura gera resistência e dificulta a construção de relações saudáveis. Por isso, agir com diplomacia é fundamental para preservar o respeito e favorecer trocas produtivas. A comunicação respeitosa fortalece os vínculos e contribui para diálogos mais equilibrados e construtivos.


HOJEPR. Comunicação elegante: a arte de lidar com opiniões diversas. HojePR, 23 nov. 2023. Disponível em: https://hojepr.com/coluna-hag-comunicacao-elegante-a-arte-de-lidar-co m-opinioes-diversas/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
No período "Quando afirmamos diretamente que alguém está errado, podemos ferir sua dignidade e prejudicar a convivência.", analise a predicação dos verbos presentes na oração principal e a possibilidade de ocorrência de predicativo, considerando a classificação dos tipos de predicado. Assinale a alternativa correta conforme a norma-padrão.
Alternativas
Q3952618 Português
Comunicação elegante: a arte de lidar com opiniões diversas

A comunicação eficaz é uma habilidade essencial nas interações humanas, especialmente ao expressar discordância. Tentar impor argumentos com lógica rígida nem sempre produz bons resultados, pois pode ferir os sentimentos do interlocutor e gerar conflitos. Em vez de buscar mudar imediatamente a opinião do outro, é mais adequado agir com discrição, respeito e sensibilidade, favorecendo um ambiente mais propício ao diálogo.

Nosso olhar, tom de voz e gestos influenciam profundamente a forma como a mensagem é recebida. Ao enfrentar uma opinião considerada equivocada, a humildade é a melhor estratégia, pois evita confrontos desnecessários. Admitir a possibilidade de erro demonstra maturidade e cria uma atmosfera de abertura, incentivando o diálogo construtivo. O uso de expressões mais moderadas contribui para o respeito mútuo e amplia as chances de compreensão entre as partes.

Quando afirmamos diretamente que alguém está errado, podemos ferir sua dignidade e prejudicar a convivência. Esse tipo de postura gera resistência e dificulta a construção de relações saudáveis. Por isso, agir com diplomacia é fundamental para preservar o respeito e favorecer trocas produtivas. A comunicação respeitosa fortalece os vínculos e contribui para diálogos mais equilibrados e construtivos.


HOJEPR. Comunicação elegante: a arte de lidar com opiniões diversas. HojePR, 23 nov. 2023. Disponível em: https://hojepr.com/coluna-hag-comunicacao-elegante-a-arte-de-lidar-co m-opinioes-diversas/ . Acesso em: 18 fev. 2026.
No período "Ao enfrentar uma opinião considerada equivocada, a humildade é a melhor estratégia, pois evita confrontos desnecessários.", analise a estrutura sintática da oração "Ao enfrentar uma opinião considerada equivocada" e assinale a alternativa que apresenta sua classificação correta, com base na gramática normativa.
Alternativas
Respostas
8021: C
8022: A
8023: C
8024: D
8025: C
8026: A
8027: A
8028: B
8029: A
8030: B
8031: B
8032: D
8033: D
8034: C
8035: E
8036: E
8037: B
8038: D
8039: B
8040: D