Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3901988 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

“Das Utopias”

“Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

(Mário Quintana)

(Fonte: Site: https://www.escritas.org/pt/t/1637/dasutopias)
No poema, a expressão “a presença distante das estrelas” simboliza:
Alternativas
Q3901987 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.

“Das Utopias”

“Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!”

(Mário Quintana)

(Fonte: Site: https://www.escritas.org/pt/t/1637/dasutopias)
O poema “Das Utopias” expressa principalmente a ideia de que: 
Alternativas
Q3901921 Português
TEXTO I


MÚLTIPLOS CAMINHOS PARA A PERMANÊNCIA NA ESCOLA


educação brasileira enfrenta o desafio persistente da evasão escolar, especialmente no ensino médio. Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) revelam que o abandono escolar não se deve a um fator isolado, mas a uma complexa rede de causas socioeconômicas e pedagógicas. A necessidade de jovens ingressarem prematuramente no mercado de trabalho, muitas vezes informal, para complementar a renda familiar é uma das principais razões, indicando uma falha na proteção social do estudante., a percepção de um currículo descolado da realidade e das aspirações dos jovens contribui para a desmotivação. Nesse contexto, políticas públicas que visem à retenção do aluno ganham contornos de urgência. A expansão de escolas de tempo integral, a oferta de ensino técnico integrado ao médio e a implementação de programas de bolsas de auxílio-permanência são estratégias que buscam mitigar o problema., o sucesso dessas iniciativas depende de uma abordagem integrada, que envolva não apenas a gestão escolar, mas também a assistência social e a saúde. A criação de um ambiente escolar acolhedor e a valorização dos professores são igualmente cruciais. Portanto, combater a evasão é investir diretamente no capital humano do país, um desafio premente para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida. (Texto elaborado com base em informações públicas sobre educação brasileira) base no texto acima, julgue o item a seguir. 
Com base no texto I, julgue o item a seguir.

No período “Portanto, combater a evasão é investir diretamente no capital humano do país, um desafio premente para a construção de uma sociedade mais justa e desenvolvida” (último parágrafo), a vírgula antes de “um desafio premente” é utilizada para separar um aposto explicativo. 
Alternativas
Q3901626 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
No trecho “O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual [...] pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens.” (2º§), observe as palavras “várias”, “consequências” e “saúde”. Com base nas regras de acentuação gráfica e nos princípios fonológicos da língua portuguesa, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3901625 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
São exemplos de textos em que predomina a mesma função de linguagem predominante no texto apresentado: 
Alternativas
Q3901623 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
O texto evidencia sobre o comportamento dos alunos diante do uso excessivo das redes. Considerando o conteúdo textual assim como a afirmativa anterior, pode-se afirmar que, em relação ao texto em análise:
Alternativas
Q3901622 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Em “O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens.” (2º§), a expressão destacada indica no contexto: 
Alternativas
Q3901621 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Quanto ao trecho “‘As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade’, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR).” (3º§), é possível afirmar que:
Alternativas
Q3901620 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Considerando as informações e ideias apresentadas nos 1º§ e 2º§, pode-se afirmar que em uma síntese do conteúdo neles apresentado, fundindo-os em um único parágrafo, o elemento de ligação que manteria a relação semântica estabelecida no texto original entre parágrafos citados seria a expressão:
Alternativas
Q3901619 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
Considerando a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, pode-se afirmar que a apresentação de dados indicativos do crescimento do acesso precoce à internet entre as crianças brasileiras indica, principalmente: 
Alternativas
Q3901618 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
No último parágrafo do texto, práticas de transformação da realidade descrita podem ser reconhecidas como: 
Alternativas
Q3901617 Português
Como a exposição digital impacta a saúde mental dos adolescentes?


O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens e impulsionar a sexualização e a adultização


    As crianças e os adolescentes estão se conectando à internet cada vez mais cedo e permanecendo mais tempo em ambientes digitais. A pesquisa TIC Kids Online Brasil 2024, do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), mostrou que 24% das crianças de até 6 anos já acessaram a rede – em 2015, eram apenas 11%. Na faixa etária dos 9 aos 17 anos, a presença digital é quase universal: 95% utilizam celulares, tablets ou computadores para navegar. Quanto à frequência, 53% dizem usar o WhatsApp “várias vezes ao dia” e 45% acessam o Instagram com a mesma intensidade – índices que sobem para 78% e 63%, respectivamente, entre os adolescentes de 15 a 17 anos. 

    O contato precoce e excessivo com o ambiente virtual, sobretudo com as redes sociais, pode trazer várias consequências para a saúde física e mental dos jovens. Entre elas, ansiedade, distúrbios do sono, dificuldades de memória e concentração, além de fadiga mental e sedentarismo. No campo social, pode favorecer o isolamento, afetar a autoestima por reforçar padrões irreais de beleza e até impulsionar a sexualização e a adultização dos adolescentes.

    Esses impactos reverberam no espaço escolar, onde emoções e comportamentos ficam mais visíveis, e influenciam a aprendizagem. “As redes intensificam sentimentos de ansiedade, insegurança e comparações sociais, o que se manifesta em sala de aula como baixa autoestima, isolamento ou agressividade”, observa Andrea Santos de Souza Militão, professora da rede municipal de Londrina (PR). “Também percebemos o favorecimento de conflitos interpessoais, muitas vezes ampliando situações de bullying do ambiente digital para a escola e vice-versa.” De acordo com ela, o excesso de estímulos digitais ainda dificulta o foco e a persistência em atividades escolares, o que pode levar à queda no desempenho e à desmotivação. 

    O desafio é amplo e exige articulação entre famílias, escolas e políticas públicas. Garantir que adolescentes naveguem pelas redes com segurança, consciência crítica e suporte emocional é tão importante quanto ensinar conteúdos acadêmicos. Estratégias como círculos de diálogo, projetos interdisciplinares e o fortalecimento da cultura escolar demonstram que é possível transformar os riscos digitais em oportunidades de aprendizado e cuidado, promovendo um ambiente educativo mais saudável e seguro.


(GIUFFRIDA, Patrícia. Nova Escola. Em: 23/09/2025. Adaptado.)
De acordo com o texto, o cenário apresentado em que se constata a exposição digital de forma excessiva é uma realidade que:
Alternativas
Q3901511 Português
Durante o atendimento de uma ocorrência, o condutor de uma ambulância precisa se deslocar rapidamente até o hospital com um paciente. Mesmo sendo um veículo de emergência, o motorista mantém atenção redobrada, respeita as condições da via e adota atitudes preventivas para evitar acidentes. De acordo com o texto apresentado, essa postura do condutor demonstra que: 
Alternativas
Q3901504 Português
Leia o enunciado abaixo com atenção e assinale a alternativa que apresenta o termo correto para completar a lacuna:
Os usuários das vias terrestres devem _______ de todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o trânsito de veículos, pessoas ou animais."
Alternativas
Q3901485 Português
Assinale a alternativa em que o trecho se apresenta totalmente correto em relação à pontuação:
Alternativas
Q3901483 Português
Assinale a alternativa em que o artigo destacado possui o mesmo sentido de “aproximadamente”: 
Alternativas
Q3901482 Português
Assinale a alternativa que apresenta a expressão que está escrita totalmente correta conforme as regras gramaticais e ortográficas:
Alternativas
Q3901481 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada tem natureza adjetiva, qualificando alguém ou alguma coisa:
Alternativas
Q3901480 Português
Assinale a alternativa em que a frase apresenta pontuação totalmente correta: 
Alternativas
Q3901479 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.




Solidariedade



Numa esquina da avenida mais movimentada, às sete da noite, o sinal fica verde; entretanto, a carroça do catador de papel não se mexe. Os motoristas começam a buzinar. O catador agita as rédeas, faz um som esquisito com a boca, e nada adianta. O cavalo empacou. Os motoristas, já numa fila de incontáveis faróis e buzinas, com o que lhes resta de forças depois de mais um dia cansativo e estressante em seus escritórios e repartições, gritam, xingam, amaldiçoam. O catador de papel, por sua vez, com o que lhe resta de fôlego depois de mais um dia de sol pelas ruas da cidade, os braços fracos de abrir lixeiras desde as seis da manhã, desce da carroça empunhando um cabo de vassoura e grita, bate, xinga. E o cavalo, com o que lhe resta de si depois de mais um dia que ele nem sabe que passou, com a fome de hoje somada à de ontem e anteontem que o deixam lerdo e confuso, ajoelha-se, de olhos fechados, como quem reza para morrer. 


BRASILIENSE, Leonardo. Solidariedade. Minicontos.

Disponível em: <http://www.leonardobrasiliense.com.br/?apid=5159&tip o=2&dt=-1&wd=Minicontos&titulo=Solidariedade>

(Adaptado).  

Assinale a alternativa em que o par de palavras está escrito corretamente, de acordo com as normas da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Respostas
7661: B
7662: C
7663: C
7664: D
7665: B
7666: D
7667: D
7668: D
7669: C
7670: A
7671: D
7672: A
7673: B
7674: B
7675: E
7676: B
7677: C
7678: E
7679: A
7680: B