Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3924031 Português
Novo fungo zumbi é descoberto na Mata Atlântica do Rio de Janeiro


Cientistas identificaram uma nova espécie de fungo durante uma expedição científica realizada em uma reserva florestal de Nova Friburgo, na região serrana do Rio de Janeiro. O organismo recebeu o nome de Purpureocillium atlanticum, em referência à coloração arroxeada de suas estruturas e ao bioma da Mata Atlântica, onde foi encontrado.

A descoberta ganhou destaque internacional ao ser incluída entre as descrições mais relevantes de novas espécies vegetais e fúngicas do ano. O fungo apresenta um comportamento altamente especializado: ele infecta aranhas de alçapão, artrópodes que vivem no solo e constroem armadilhas subterrâneas para capturar presas.

O termo fungo zumbi é usado para descrever organismos capazes de invadir o corpo de seus hospedeiros e controlar processos vitais até a morte. No caso do Purpureocillium atlanticum, os pesquisadores localizaram no chão da floresta uma estrutura visível do fungo, chamada corpo de frutificação, responsável pela liberação dos esporos. Ao escavar o local, verificaram que o organismo havia se desenvolvido a partir de uma aranha já morta.

Os esporos do fungo penetram o exoesqueleto do hospedeiro e alcançam a hemolinfa, onde passam a se reproduzir rapidamente. Durante esse processo, o fungo libera substâncias que neutralizam o sistema de defesa da aranha, levando-a à morte e permitindo a completa colonização do corpo.

Espécies semelhantes já haviam sido registradas em outros países, mas análises genéticas mais detalhadas mostraram que elas não pertenciam a uma única espécie, como se pensava anteriormente. O que existia, na verdade, era um conjunto de espécies distintas, reunidas sob uma mesma classificação. A nova espécie brasileira faz parte desse grupo, agora reconhecido como um complexo mais diverso do que se imaginava.

A identificação só foi possível graças ao uso de tecnologias portáteis de sequenciamento genético, que permitem analisar o material ainda fresco no próprio local da coleta, aumentando a precisão dos estudos.

A descoberta reforça o quanto ainda se conhece pouco sobre o universo dos fungos. Estimativas indicam que existam milhões de espécies no planeta, das quais apenas uma pequena parcela foi descrita. Conhecer essa diversidade é estratégico, especialmente pelo potencial desses organismos na produção de substâncias de interesse médico.

Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os leva a produzir compostos com possível ação antibiótica. Em um cenário de mudanças climáticas e desafios sanitários, compreender melhor esse grupo pode abrir caminhos para soluções mais sustentáveis e inovadoras.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq5y62ln2q1o.adaptado.
Segundo os pesquisadores, muitos fungos precisam competir com bactérias e outros microrganismos para sobreviver, o que os "leva" a produzir compostos com possível ação antibiótica.
De acordo com as regras de regência verbal, é correto afirmar que, na frase apresentada: 
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Q3923860 Português
Identifique a alternativa CORRETA quanto à concordância verbal:
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Q3923859 Português
Analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:

I. Derivação prefixal altera o sentido da palavra primitiva.

II. Composição por justaposição implica alteração fonética.

III. Derivação regressiva pode formar substantivos a partir de verbos.  
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Q3923858 Português
Assinale a alternativa INCORRETA.
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Q3923857 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto à função do termo destacado no enunciado: 
“É possível que os resultados não correspondam às expectativas.”
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Q3923856 Português
Assinale a alternativa que apresenta a colocação pronominal adequada: 
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Q3923855 Português
Assinale a alternativa que identifica corretamente a figura de linguagem presente no enunciado a seguir: 

“É preciso viver para aprender, e aprender para viver.” 
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Q3923854 Português
Assinale a alternativa INCORRETA a respeito das figuras de linguagem:
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Q3923853 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto à relação entre tipologia textual e gênero:
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Q3923766 Português
A BNCC enfatiza o ensino das estratégias de leitura para formar leitores proficientes. A capacidade cognitiva de antecipar o conteúdo de um texto observando apenas elementos paratextuais como títulos, subtítulos, imagens e formatação, antes de iniciar a leitura na íntegra, é tecnicamente denominada: 
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Q3923738 Português

Considere o trecho a seguir.


[...] a educação continua como um dos mais graves dilemas brasileiros. O Estado, corriqueiramente não age a contento para corrigir as distorções no acesso à educação, bem como permite a existência de uma estrutura de ensino muito desigual. Com isso, as dificuldades de acesso e permanência dos estudantes na rede de ensino se perpetuam historicamente.


MOURA, Alessandro de. Educação, Estado e classes sociais no Brasil: a sociologia da educação de Florestan Fernandes. In: Revista Fim do Mundo, nº 12, jul/dez, 2024.


Na perspectiva do autor, para a educação pública brasileira ser verdadeiramente um sistema inclusivo e democrático, é urgente garantir condições de

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Q3923724 Português
Inteligências artificiais entram em campo contra e a favor da desinformação 





A colocação do pronome átono está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa na seguinte frase:
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Q3923723 Português
Inteligências artificiais entram em campo contra e a favor da desinformação 





O acento grave indicador de crase deve ser utilizado, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, na palavra destacada em: 
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Q3923721 Português
Inteligências artificiais entram em campo contra e a favor da desinformação 





No que se refere ao emprego da ortografia, a frase em que a palavra destacada, segundo o contexto em que está inserida, atende plenamente à norma-padrão da Língua Portuguesa é:
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Q3923713 Português
A Fazenda Croatá desempenhou papel central na gênese do povoado que deu origem ao atual município. O modo como se deu sua implantação, bem como a escolha de seus responsáveis diretos, revela aspectos importantes da organização social e econômica regional naquele período. À luz do texto, a criação da Fazenda Croatá caracterizou-se principalmente por
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Q3923685 Português
Como uma teoria da motivação humana mostra que jogos de tabuleiro podem ser os presentes perfeitos para qualquer pessoa


Nos finais de ano, é quase inevitável conversarmos sobre a arte e a ciência de presentear. Até dá para evitar, mas eu não quero. Acho fundamental falar sobre isso, dado o quanto de dinheiro desperdiçamos dando coisas que não gostaríamos de ter comprado para pessoas que nem queriam ganhar aquilo. Levantamentos feitos pelo mercado nos EUA e no Reino Unido dão conta de que o equivalente a mais de meio bilhão de reais é gasto em presentes que ninguém quer: lembranças protocolares, acessórios inúteis, objetos de decoração que não agradam.

Mas às vezes somos obrigados a presentar mesmo sem querer: um amigo, um familiar. Seria possível contar com auxílio da ciência para acertar no presente? Haverá algo que todo mundo goste?

De acordo com a Teoria da Autodeterminação, proposta nos anos 1970, existem três necessidades básicas psicológicas básicas de todo ser humano: autonomia – sensação de ter controle e ser livre em suas escolhas; competência – sentimento de ser eficaz, interagir com o ambiente e modificá-lo, desenvolvendo habilidades; e relacionamento – a criação de vínculos, interação entre pessoas, promovendo conexão e pertencimento. Essas necessidades são a base da motivação intrínseca – aquela força que nos leva a fazer as coisas porque queremos genuinamente, que nos trazem prazer em si mesmas, não dependendo de recompensas externas.

A ludicidade, incluindo brincar e jogar, talvez seja a expressão mais completa da motivação intrínseca. É um impulso prazeroso por si só, provavelmente fixado em nossos instintos por nos levar a praticar habilidades e adquirir competências. E é por isso que sugiro que presenteemos com jogos. Apesar de divertidos, eles são mais sérios do que imaginamos quando se considera o quanto preenchem nossas necessidades de autonomia – já que nos jogos somos obrigados a fazer nossas próprias escolhas -, competência – uma vez que estamos praticando ali diversas habilidades -, e obviamente relacionamentos – peça chave dos jogos de tabuleiro.

Seja qual for o perfil da pessoa que você precisa presentear, com a quantidade de títulos que temos disponíveis hoje em dia é impossível não encontrar uma opção que a agrade, pois há alguns lançamentos recentes que mostram essa profusão de possibilidades.


É possível jogar individualmente, de dois a quatro jogadores, e também formar duplas, o que acrescenta mais uma camada de desafio às partidas, já que é preciso entrar perfeita em sintonia com o parceiro. 


Texto de Daniel de Barros (adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/colunistas/tubo-de-ensaios/ coluna/2025/11/, acesso em 13 de dezembro de 2025
Em: “De acordo com a Teoria da Autodeterminação, proposta nos anos 1970”, o vocábulo em destaque é formado por prefixo e sufixo e está corretamente grafado, conforme o Acordo ortográfico entre os países que falam a Língua Portuguesa. Também está corretamente grafado, conforme esse Acordo:
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Q3923684 Português
Como uma teoria da motivação humana mostra que jogos de tabuleiro podem ser os presentes perfeitos para qualquer pessoa


Nos finais de ano, é quase inevitável conversarmos sobre a arte e a ciência de presentear. Até dá para evitar, mas eu não quero. Acho fundamental falar sobre isso, dado o quanto de dinheiro desperdiçamos dando coisas que não gostaríamos de ter comprado para pessoas que nem queriam ganhar aquilo. Levantamentos feitos pelo mercado nos EUA e no Reino Unido dão conta de que o equivalente a mais de meio bilhão de reais é gasto em presentes que ninguém quer: lembranças protocolares, acessórios inúteis, objetos de decoração que não agradam.

Mas às vezes somos obrigados a presentar mesmo sem querer: um amigo, um familiar. Seria possível contar com auxílio da ciência para acertar no presente? Haverá algo que todo mundo goste?

De acordo com a Teoria da Autodeterminação, proposta nos anos 1970, existem três necessidades básicas psicológicas básicas de todo ser humano: autonomia – sensação de ter controle e ser livre em suas escolhas; competência – sentimento de ser eficaz, interagir com o ambiente e modificá-lo, desenvolvendo habilidades; e relacionamento – a criação de vínculos, interação entre pessoas, promovendo conexão e pertencimento. Essas necessidades são a base da motivação intrínseca – aquela força que nos leva a fazer as coisas porque queremos genuinamente, que nos trazem prazer em si mesmas, não dependendo de recompensas externas.

A ludicidade, incluindo brincar e jogar, talvez seja a expressão mais completa da motivação intrínseca. É um impulso prazeroso por si só, provavelmente fixado em nossos instintos por nos levar a praticar habilidades e adquirir competências. E é por isso que sugiro que presenteemos com jogos. Apesar de divertidos, eles são mais sérios do que imaginamos quando se considera o quanto preenchem nossas necessidades de autonomia – já que nos jogos somos obrigados a fazer nossas próprias escolhas -, competência – uma vez que estamos praticando ali diversas habilidades -, e obviamente relacionamentos – peça chave dos jogos de tabuleiro.

Seja qual for o perfil da pessoa que você precisa presentear, com a quantidade de títulos que temos disponíveis hoje em dia é impossível não encontrar uma opção que a agrade, pois há alguns lançamentos recentes que mostram essa profusão de possibilidades.


É possível jogar individualmente, de dois a quatro jogadores, e também formar duplas, o que acrescenta mais uma camada de desafio às partidas, já que é preciso entrar perfeita em sintonia com o parceiro. 


Texto de Daniel de Barros (adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/colunistas/tubo-de-ensaios/ coluna/2025/11/, acesso em 13 de dezembro de 2025
Quanto à classificação morfológica, está, corretamente, classificado o vocábulo destacado no trecho abaixo:
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Q3923683 Português
Como uma teoria da motivação humana mostra que jogos de tabuleiro podem ser os presentes perfeitos para qualquer pessoa


Nos finais de ano, é quase inevitável conversarmos sobre a arte e a ciência de presentear. Até dá para evitar, mas eu não quero. Acho fundamental falar sobre isso, dado o quanto de dinheiro desperdiçamos dando coisas que não gostaríamos de ter comprado para pessoas que nem queriam ganhar aquilo. Levantamentos feitos pelo mercado nos EUA e no Reino Unido dão conta de que o equivalente a mais de meio bilhão de reais é gasto em presentes que ninguém quer: lembranças protocolares, acessórios inúteis, objetos de decoração que não agradam.

Mas às vezes somos obrigados a presentar mesmo sem querer: um amigo, um familiar. Seria possível contar com auxílio da ciência para acertar no presente? Haverá algo que todo mundo goste?

De acordo com a Teoria da Autodeterminação, proposta nos anos 1970, existem três necessidades básicas psicológicas básicas de todo ser humano: autonomia – sensação de ter controle e ser livre em suas escolhas; competência – sentimento de ser eficaz, interagir com o ambiente e modificá-lo, desenvolvendo habilidades; e relacionamento – a criação de vínculos, interação entre pessoas, promovendo conexão e pertencimento. Essas necessidades são a base da motivação intrínseca – aquela força que nos leva a fazer as coisas porque queremos genuinamente, que nos trazem prazer em si mesmas, não dependendo de recompensas externas.

A ludicidade, incluindo brincar e jogar, talvez seja a expressão mais completa da motivação intrínseca. É um impulso prazeroso por si só, provavelmente fixado em nossos instintos por nos levar a praticar habilidades e adquirir competências. E é por isso que sugiro que presenteemos com jogos. Apesar de divertidos, eles são mais sérios do que imaginamos quando se considera o quanto preenchem nossas necessidades de autonomia – já que nos jogos somos obrigados a fazer nossas próprias escolhas -, competência – uma vez que estamos praticando ali diversas habilidades -, e obviamente relacionamentos – peça chave dos jogos de tabuleiro.

Seja qual for o perfil da pessoa que você precisa presentear, com a quantidade de títulos que temos disponíveis hoje em dia é impossível não encontrar uma opção que a agrade, pois há alguns lançamentos recentes que mostram essa profusão de possibilidades.


É possível jogar individualmente, de dois a quatro jogadores, e também formar duplas, o que acrescenta mais uma camada de desafio às partidas, já que é preciso entrar perfeita em sintonia com o parceiro. 


Texto de Daniel de Barros (adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/colunistas/tubo-de-ensaios/ coluna/2025/11/, acesso em 13 de dezembro de 2025
No trecho: “apesar de divertidos, eles são mais sérios do que imaginamos”, a vírgula foi empregada para
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Q3923682 Português
Como uma teoria da motivação humana mostra que jogos de tabuleiro podem ser os presentes perfeitos para qualquer pessoa


Nos finais de ano, é quase inevitável conversarmos sobre a arte e a ciência de presentear. Até dá para evitar, mas eu não quero. Acho fundamental falar sobre isso, dado o quanto de dinheiro desperdiçamos dando coisas que não gostaríamos de ter comprado para pessoas que nem queriam ganhar aquilo. Levantamentos feitos pelo mercado nos EUA e no Reino Unido dão conta de que o equivalente a mais de meio bilhão de reais é gasto em presentes que ninguém quer: lembranças protocolares, acessórios inúteis, objetos de decoração que não agradam.

Mas às vezes somos obrigados a presentar mesmo sem querer: um amigo, um familiar. Seria possível contar com auxílio da ciência para acertar no presente? Haverá algo que todo mundo goste?

De acordo com a Teoria da Autodeterminação, proposta nos anos 1970, existem três necessidades básicas psicológicas básicas de todo ser humano: autonomia – sensação de ter controle e ser livre em suas escolhas; competência – sentimento de ser eficaz, interagir com o ambiente e modificá-lo, desenvolvendo habilidades; e relacionamento – a criação de vínculos, interação entre pessoas, promovendo conexão e pertencimento. Essas necessidades são a base da motivação intrínseca – aquela força que nos leva a fazer as coisas porque queremos genuinamente, que nos trazem prazer em si mesmas, não dependendo de recompensas externas.

A ludicidade, incluindo brincar e jogar, talvez seja a expressão mais completa da motivação intrínseca. É um impulso prazeroso por si só, provavelmente fixado em nossos instintos por nos levar a praticar habilidades e adquirir competências. E é por isso que sugiro que presenteemos com jogos. Apesar de divertidos, eles são mais sérios do que imaginamos quando se considera o quanto preenchem nossas necessidades de autonomia – já que nos jogos somos obrigados a fazer nossas próprias escolhas -, competência – uma vez que estamos praticando ali diversas habilidades -, e obviamente relacionamentos – peça chave dos jogos de tabuleiro.

Seja qual for o perfil da pessoa que você precisa presentear, com a quantidade de títulos que temos disponíveis hoje em dia é impossível não encontrar uma opção que a agrade, pois há alguns lançamentos recentes que mostram essa profusão de possibilidades.


É possível jogar individualmente, de dois a quatro jogadores, e também formar duplas, o que acrescenta mais uma camada de desafio às partidas, já que é preciso entrar perfeita em sintonia com o parceiro. 


Texto de Daniel de Barros (adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/colunistas/tubo-de-ensaios/ coluna/2025/11/, acesso em 13 de dezembro de 2025
No excerto: “[...] o que acrescenta mais uma camada de desafio às partidas” o vocábulo destacado opera figuradamente para indicar, no contexto, um (a) 
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Q3923681 Português
Como uma teoria da motivação humana mostra que jogos de tabuleiro podem ser os presentes perfeitos para qualquer pessoa


Nos finais de ano, é quase inevitável conversarmos sobre a arte e a ciência de presentear. Até dá para evitar, mas eu não quero. Acho fundamental falar sobre isso, dado o quanto de dinheiro desperdiçamos dando coisas que não gostaríamos de ter comprado para pessoas que nem queriam ganhar aquilo. Levantamentos feitos pelo mercado nos EUA e no Reino Unido dão conta de que o equivalente a mais de meio bilhão de reais é gasto em presentes que ninguém quer: lembranças protocolares, acessórios inúteis, objetos de decoração que não agradam.

Mas às vezes somos obrigados a presentar mesmo sem querer: um amigo, um familiar. Seria possível contar com auxílio da ciência para acertar no presente? Haverá algo que todo mundo goste?

De acordo com a Teoria da Autodeterminação, proposta nos anos 1970, existem três necessidades básicas psicológicas básicas de todo ser humano: autonomia – sensação de ter controle e ser livre em suas escolhas; competência – sentimento de ser eficaz, interagir com o ambiente e modificá-lo, desenvolvendo habilidades; e relacionamento – a criação de vínculos, interação entre pessoas, promovendo conexão e pertencimento. Essas necessidades são a base da motivação intrínseca – aquela força que nos leva a fazer as coisas porque queremos genuinamente, que nos trazem prazer em si mesmas, não dependendo de recompensas externas.

A ludicidade, incluindo brincar e jogar, talvez seja a expressão mais completa da motivação intrínseca. É um impulso prazeroso por si só, provavelmente fixado em nossos instintos por nos levar a praticar habilidades e adquirir competências. E é por isso que sugiro que presenteemos com jogos. Apesar de divertidos, eles são mais sérios do que imaginamos quando se considera o quanto preenchem nossas necessidades de autonomia – já que nos jogos somos obrigados a fazer nossas próprias escolhas -, competência – uma vez que estamos praticando ali diversas habilidades -, e obviamente relacionamentos – peça chave dos jogos de tabuleiro.

Seja qual for o perfil da pessoa que você precisa presentear, com a quantidade de títulos que temos disponíveis hoje em dia é impossível não encontrar uma opção que a agrade, pois há alguns lançamentos recentes que mostram essa profusão de possibilidades.


É possível jogar individualmente, de dois a quatro jogadores, e também formar duplas, o que acrescenta mais uma camada de desafio às partidas, já que é preciso entrar perfeita em sintonia com o parceiro. 


Texto de Daniel de Barros (adaptado). Disponível em https://revistagalileu.globo.com/colunistas/tubo-de-ensaios/ coluna/2025/11/, acesso em 13 de dezembro de 2025
No período composto: “É possível jogar individualmente, de dois a quatro jogadores, e também formar duplas [...]”, tem-se a presença de orações subordinadas do tipo:
Alternativas
Respostas
6361: C
6362: D
6363: B
6364: E
6365: B
6366: B
6367: D
6368: C
6369: C
6370: C
6371: B
6372: E
6373: A
6374: D
6375: C
6376: E
6377: C
6378: D
6379: A
6380: C