Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q4054206 Português
     Em um mundo marcado pela guerra na Ucrânia, pelo conflito no Oriente Médio e pela crescente rivalidade entre grandes potências, há também um não tão novo front, porém mais silencioso e sorrateiro: a Guerra Cognitiva. Conceito destacado em relatório do Chief Scientist da Otan, ela não envolve tanques ou mísseis, mas sim a batalha pelo domínio da percepção, das crenças e da tomada de decisão de populações inteiras. Os campos de batalha estão em todos os lugares e não há distinção entre civis e militares. É a manipulação sistemática da informação para corroer a coesão social, deslegitimar instituições e semear a desconfiança. Uma das linhas de defesa é a educação, garantindo que os estudantes de hoje e futuros adultos estejam preparados do ponto de vista cognitivo e de aprendizado para os ataques cibernéticos e campanhas de desinformação em massa.  


O Globo. À educação e a guerra pela mente Disponível em: htps://oglobo.globo.com/brasil/priscila-cruz/coluna/2026/02/a- educação-e-a-guerra-pela-mente ghtml Acesso em: 12 fev. 2026, com adaptações. 
As relações de coerência e coesão do texto estariam mantidas caso se substituísse, no trecho “ela não envolve tanques ou misseis, mas sim a batalha pelo domínio da percepção”, o conector “mas sim” por 
Alternativas
Q4054204 Português
     Em um mundo marcado pela guerra na Ucrânia, pelo conflito no Oriente Médio e pela crescente rivalidade entre grandes potências, há também um não tão novo front, porém mais silencioso e sorrateiro: a Guerra Cognitiva. Conceito destacado em relatório do Chief Scientist da Otan, ela não envolve tanques ou mísseis, mas sim a batalha pelo domínio da percepção, das crenças e da tomada de decisão de populações inteiras. Os campos de batalha estão em todos os lugares e não há distinção entre civis e militares. É a manipulação sistemática da informação para corroer a coesão social, deslegitimar instituições e semear a desconfiança. Uma das linhas de defesa é a educação, garantindo que os estudantes de hoje e futuros adultos estejam preparados do ponto de vista cognitivo e de aprendizado para os ataques cibernéticos e campanhas de desinformação em massa.  


O Globo. À educação e a guerra pela mente Disponível em: htps://oglobo.globo.com/brasil/priscila-cruz/coluna/2026/02/a- educação-e-a-guerra-pela-mente ghtml Acesso em: 12 fev. 2026, com adaptações. 
De acordo com as ideias do texto, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q4054131 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A identificação de fonemas e dígrafos exige observar a relação entre letras e sons, pois nem sempre cada letra corresponde a um fonema. Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4054130 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A separação silábica permite identificar a quantidade de sílabas de uma palavra e classificá-la quanto ao número de sílabas. No trecho “ela interrompe a passagem e insiste na memória”, a palavra destacada apresenta separação silábica e classificação corretas em: 
Alternativas
Q4054129 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a expressão “constelação de pedras” organiza, de modo figurado, a reunião de diferentes sentidos atribuídos à pedra ao longo da vida e da cultura. Nesse contexto, essa expressão sugere: 
Alternativas
Q4054128 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

Com base na leitura do texto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4054127 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

No texto, a recorrência da imagem da pedra em diferentes manifestações culturais é usada para mostrar que: 
Alternativas
Q4054096 Português
Assinale a alternativa que apresenta o termo que melhor sintetiza a relação lógica de causa e efeito expressa pelo dito popular: "Quem semeia vento, colhe tempestade”. 
Alternativas
Q4054095 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Assinale a alternativa que apresenta a correta transposição da forma verbal "Reduza" (presente na frase "Reduza o fogo para baixo") para o Pretérito Mais-Que-Perfeito do Indicativo, preservando a pessoa gramatical: 
Alternativas
Q4054094 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Considerando o texto-base em referência, assinale a alternativa que indica a quantidade de sujeitos que NÃO são ocultos, elipticos ou desinenciais:  
Alternativas
Q4054093 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
No trecho "Mexa ocasionalmente”, o termo sublinhado é classificado sintaticamente como: 
Alternativas
Q4054092 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Considerando o texto-base em referência, assinale a alternativa que indica corretamente a quantidade de verbos que, morfologicamente, se apresentam em formas nominais (infinitivo, gerúndio e particípio): 
Alternativas
Q4054091 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Analise o periodo: "Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada”, e assinale a alternativa que indica corretamente o número total de orações e quantas delas são classificadas como subordinadas: 
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Q4054090 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
No trecho: "Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos”, a expressão sublinhada exerce qual função sintatica? 
Alternativas
Q4054089 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Qual é a conjugação do verbo na frase: “Em uma panela média, misture a aveia e o leite"?
Alternativas
Q4054088 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Na oração “Em uma panela média, misture a aveia e o leite", o termo sublinhado exerce qual função sintatica? 
Alternativas
Q4054087 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
O texto acima é representativo de qual tipologia textual?
Alternativas
Q4054016 Português
Durante suas atividades em um conselho regional, foi solicitado a um assistente administrativo a elaboração de um relatório específico para analisar uma situação pontual ocorrida em um processo administrativo. O documento foi preparado exclusivamente para esse caso, não fazendo parte dos relatórios periódicos. Nesse contexto, a expressão latina mais adequada para indicar que o relatório foi elaborado especialmente para esse fim é:
Alternativas
Q4053806 Português
As palavras “públicas”, “específico” e “científico” são acentuadas graficamente porque são: 
Alternativas
Q4053262 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Como a água se tornou arma de guerra na luta dos EUA e Israel contra o Irã. 


As cenas de numerosos romances e filmes distópicos apresentando conflitos com cenários de redução dos recursos naturais podem não estar muito longe da realidade, principalmente durante a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã.


Como era previsível, a guerra gira, em parte, em torno do petróleo, um recurso associado há muito tempo às intervenções ocidentais na região.


Mas, à medida que o conflito se amplia e atinge os vizinhos do Golfo, analistas afirmam que outro recurso vulnerável se tornou um possível ponto de tensão: a água.


O Golfo detém apenas 2% das fontes globais renováveis de água potável.


A região depende muito da dessalinização, principalmente com as pressões geradas pelo crescimento da indústria petrolífera, a partir dos anos 1950, e seu impacto sobre fontes que já eram limitadas.


O Instituto Francês de Relações Internacionais indica que 90% da água do Kuwait vem da dessalinização. Este índice é de 86% em Omã, 70% na Arábia Saudita e 42% nos Emirados Árabes Unidos.


"Em 2021, o volume total de produção das usinas de dessalinização, que retiram água do Golfo, foi de mais de 20 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente a 8 mil piscinas olímpicas diariamente", declarou Will Will Le Quesne, do Centro de Ciências do Meio Ambiente, Pesca e Aquicultura de Omã, ao programa de rádio Newsday, do Serviço Mundial da BBC.


A produção agrícola e de alimentos também depende da água dessalinizada do Golfo. As reservas subterrâneas, normalmente empregadas para irrigação, foram seriamente esgotadas em toda a região.


Esta dependência faz da infraestrutura de abastecimento de água uma vulnerabilidade estratégica, que tanto os Estados Unidos quanto o Irã aparentemente desejam explorar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento

https://www.bbc.com/portuguese/articles/cq57xlev6pzo-fragmento

"O Instituto Francês de Relações Internacionais indica que 90% da água do Kuwait vem da dessalinização."
Com base na concordância verbal e nominal, analise as afirmativas a seguir:
I. No contexto, a forma verbal 'vem' pode ser flexionada para o plural como 'vêm', mantendo a correção gramatical. De forma semelhante, na construção 'No dia da prova, 10% dos alunos não compareceu', o verbo pode ficar tanto no singular quanto no plural.
II. A forma verbal 'indica' concorda adequadamente com o sujeito simples expresso na oração. Observa-se também concordância adequada na construção 'O professor ou o nosso segundo pai merece respeito de todos os membros da equipe escolar'.
III. Em 'Faltou um aluno e um professor no dia da aplicação da prova do concurso', observa-se que a concordância verbal está adequada.
IV. Em 'Fomos nós quem chegou atrasado para a prova', observa-se que a concordância verbal e nominal está em desacordo com a norma-padrão.
Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições CORRETAS.
Alternativas
Respostas
4681: A
4682: C
4683: C
4684: A
4685: B
4686: C
4687: A
4688: D
4689: A
4690: B
4691: C
4692: C
4693: B
4694: D
4695: A
4696: B
4697: D
4698: A
4699: E
4700: C