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Questões de Concurso Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 186.614 questões

Q3103464 Português
Em relação ao Novo Acordo Ortográfico, identifique a alternativa que apresenta algum vocábulo grafado INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q3103463 Português

"Muitos cristãos sofriam perseguição religiosa, ao mesmo tempo em que o trabalho e as terras ficavam cada vez mais escassos".


Em relação à análise sintática do período acima, a afirmação CORRETA é:

Alternativas
Q3103438 Português
Relacione gênero textual (Coluna 1) com exemplos de textos (Coluna 2).

Coluna 1
(1) Narração.
(2) Injunção.
(3) Descrição.
(4) Exposição.
Coluna 2
( ) Currículo.
( ) Entrevista.
( ) Romance.
( ) Regulamento.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses?
Alternativas
Q3103437 Português
Assinale a alternativa IMPROCEDENTE sobre variação linguística.
Alternativas
Q3103323 Português
Leia o texto a seguir:


Protesto tímido


Fernando Sabino


        Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para a meia-noite. Perto da Praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

       Escurinho, de seus seis ou sete anos, não mais. Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto. Outros, como eu, iam passando, sem tomar conhecimento de sua existência. Não era um ser humano, era um bicho, um saco de lixo mesmo, um traste inútil, abandonado sobre a calçada. Um menor abandonado.

      Quem nunca viu um menor abandonado? A cinco passos, na casa de sucos de frutas, vários casais de jovens tomavam sucos de frutas, alguns mastigavam sanduíches. Além, na esquina da praça, o carro da radiopatrulha estacionado, dois boinas-pretas conversando do lado de fora. Ninguém tomava conhecimento da existência do menino.

      Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?   


(....)


     Vinte e cinco milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito ou dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se esgueiram como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado. Não temos disposição sequer para olhá-lo e simplesmente o atendemos (ou não) para nos livrarmos depressa de sua incômoda presença. Com o sentimento que sufocamos no coração, escreveríamos toda a obra de Dickens. Mas estamos em pleno século XX, vivendo a era do progresso para o Brasil, conquistando um futuro melhor para os nossos filhos. Até lá, que o menor abandonado não chateie, isto é problema para o juizado de menores. Mesmo porque são todos delinquentes, pivetes na escola do crime, cedo terminarão na cadeia ou crivados de balas pelo Esquadrão da Morte.


      Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.

 No texto anterior, predomina a função da linguagem:
Alternativas
Q3103322 Português
Leia o texto a seguir:


Protesto tímido


Fernando Sabino


        Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para a meia-noite. Perto da Praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

       Escurinho, de seus seis ou sete anos, não mais. Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto. Outros, como eu, iam passando, sem tomar conhecimento de sua existência. Não era um ser humano, era um bicho, um saco de lixo mesmo, um traste inútil, abandonado sobre a calçada. Um menor abandonado.

      Quem nunca viu um menor abandonado? A cinco passos, na casa de sucos de frutas, vários casais de jovens tomavam sucos de frutas, alguns mastigavam sanduíches. Além, na esquina da praça, o carro da radiopatrulha estacionado, dois boinas-pretas conversando do lado de fora. Ninguém tomava conhecimento da existência do menino.

      Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?   


(....)


     Vinte e cinco milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito ou dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se esgueiram como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado. Não temos disposição sequer para olhá-lo e simplesmente o atendemos (ou não) para nos livrarmos depressa de sua incômoda presença. Com o sentimento que sufocamos no coração, escreveríamos toda a obra de Dickens. Mas estamos em pleno século XX, vivendo a era do progresso para o Brasil, conquistando um futuro melhor para os nossos filhos. Até lá, que o menor abandonado não chateie, isto é problema para o juizado de menores. Mesmo porque são todos delinquentes, pivetes na escola do crime, cedo terminarão na cadeia ou crivados de balas pelo Esquadrão da Morte.


      Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.

No texto, lê-se o seguinte trecho: “Com o sentimento que sufocamos no coração, escreveríamos toda a obra de Dickens” (5º parágrafo). A citação de Dickens constitui uma referência:
Alternativas
Q3103321 Português
Leia o texto a seguir:


Protesto tímido


Fernando Sabino


        Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para a meia-noite. Perto da Praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

       Escurinho, de seus seis ou sete anos, não mais. Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto. Outros, como eu, iam passando, sem tomar conhecimento de sua existência. Não era um ser humano, era um bicho, um saco de lixo mesmo, um traste inútil, abandonado sobre a calçada. Um menor abandonado.

      Quem nunca viu um menor abandonado? A cinco passos, na casa de sucos de frutas, vários casais de jovens tomavam sucos de frutas, alguns mastigavam sanduíches. Além, na esquina da praça, o carro da radiopatrulha estacionado, dois boinas-pretas conversando do lado de fora. Ninguém tomava conhecimento da existência do menino.

      Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?   


(....)


     Vinte e cinco milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito ou dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se esgueiram como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado. Não temos disposição sequer para olhá-lo e simplesmente o atendemos (ou não) para nos livrarmos depressa de sua incômoda presença. Com o sentimento que sufocamos no coração, escreveríamos toda a obra de Dickens. Mas estamos em pleno século XX, vivendo a era do progresso para o Brasil, conquistando um futuro melhor para os nossos filhos. Até lá, que o menor abandonado não chateie, isto é problema para o juizado de menores. Mesmo porque são todos delinquentes, pivetes na escola do crime, cedo terminarão na cadeia ou crivados de balas pelo Esquadrão da Morte.


      Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.

O texto “Protesto tímido” é um exemplo de:
Alternativas
Q3103320 Português
Leia o texto a seguir:


Protesto tímido


Fernando Sabino


        Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para a meia-noite. Perto da Praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

       Escurinho, de seus seis ou sete anos, não mais. Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto. Outros, como eu, iam passando, sem tomar conhecimento de sua existência. Não era um ser humano, era um bicho, um saco de lixo mesmo, um traste inútil, abandonado sobre a calçada. Um menor abandonado.

      Quem nunca viu um menor abandonado? A cinco passos, na casa de sucos de frutas, vários casais de jovens tomavam sucos de frutas, alguns mastigavam sanduíches. Além, na esquina da praça, o carro da radiopatrulha estacionado, dois boinas-pretas conversando do lado de fora. Ninguém tomava conhecimento da existência do menino.

      Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?   


(....)


     Vinte e cinco milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito ou dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se esgueiram como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado. Não temos disposição sequer para olhá-lo e simplesmente o atendemos (ou não) para nos livrarmos depressa de sua incômoda presença. Com o sentimento que sufocamos no coração, escreveríamos toda a obra de Dickens. Mas estamos em pleno século XX, vivendo a era do progresso para o Brasil, conquistando um futuro melhor para os nossos filhos. Até lá, que o menor abandonado não chateie, isto é problema para o juizado de menores. Mesmo porque são todos delinquentes, pivetes na escola do crime, cedo terminarão na cadeia ou crivados de balas pelo Esquadrão da Morte.


      Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.

O título “Protesto tímido” pode ser explicado:
Alternativas
Q3103319 Português
Leia o texto a seguir:


Protesto tímido


Fernando Sabino


        Ainda há pouco eu vinha para casa a pé, feliz da minha vida e faltavam dez minutos para a meia-noite. Perto da Praça General Osório, olhei para o lado e vi, junto à parede, antes da esquina, algo que me pareceu uma trouxa de roupa, um saco de lixo. Alguns passos mais e pude ver que era um menino.

       Escurinho, de seus seis ou sete anos, não mais. Deitado de lado, braços dobrados como dois gravetos, as mãos protegendo a cabeça. Tinha os gambitos também encolhidos e enfiados dentro da camisa de meia esburacada, para se defender contra o frio da noite. Estava dormindo, como podia estar morto. Outros, como eu, iam passando, sem tomar conhecimento de sua existência. Não era um ser humano, era um bicho, um saco de lixo mesmo, um traste inútil, abandonado sobre a calçada. Um menor abandonado.

      Quem nunca viu um menor abandonado? A cinco passos, na casa de sucos de frutas, vários casais de jovens tomavam sucos de frutas, alguns mastigavam sanduíches. Além, na esquina da praça, o carro da radiopatrulha estacionado, dois boinas-pretas conversando do lado de fora. Ninguém tomava conhecimento da existência do menino.

      Segundo as estatísticas, como ele existem nada menos que 25 milhões no Brasil, que se pode fazer? Qual seria a reação do menino se eu o acordasse para lhe dar todo o dinheiro que trazia no bolso? Resolveria o seu problema? O problema do menor abandonado? A injustiça social?   


(....)


     Vinte e cinco milhões de menores – um dado abstrato, que a imaginação não alcança. Um menino sem pai nem mãe, sem o que comer nem onde dormir – isto é um menor abandonado. Para entender, só mesmo imaginando meu filho largado no mundo aos seis, oito ou dez anos de idade, sem ter para onde ir nem para quem apelar. Imagino que ele venha a ser um desses que se esgueiram como ratos em torno aos botequins e lanchonetes e nos importunam cutucando-nos de leve – gesto que nos desperta mal contida irritação – para nos pedir um trocado. Não temos disposição sequer para olhá-lo e simplesmente o atendemos (ou não) para nos livrarmos depressa de sua incômoda presença. Com o sentimento que sufocamos no coração, escreveríamos toda a obra de Dickens. Mas estamos em pleno século XX, vivendo a era do progresso para o Brasil, conquistando um futuro melhor para os nossos filhos. Até lá, que o menor abandonado não chateie, isto é problema para o juizado de menores. Mesmo porque são todos delinquentes, pivetes na escola do crime, cedo terminarão na cadeia ou crivados de balas pelo Esquadrão da Morte.


      Pode ser. Mas a verdade é que hoje eu vi meu filho dormindo na rua, exposto ao frio da noite, e além de nada ter feito por ele, ainda o confundi com um monte de lixo.

O texto anterior tece uma crítica contundente:
Alternativas
Q3103253 Português
Leia o texto a seguir:



Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os
sintomas e risco



A infecção pode desencadear a síndrome respiratória aguda
grave (SRAG), condição que aumenta o risco de insuficiência
respiratória



O vírus influenza B, causador da gripe, tem provocado um aumento de novos casos no Brasil desde o início de agosto deste ano. De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país.


A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus.


A síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que pode ser desencadeada pelo vírus, é uma doença que afeta principalmente os pulmões e pode evoluir para insuficiência respiratória.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/02/influenza-b-novos-casosaumentam-no-brasil-veja-os-sintomas-e-risco.ghtml. Acesso em 02/11/2024
Em “Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus” (2º parágrafo), os dois conectivos veiculam, respectivamente, sentido de:
Alternativas
Q3103252 Português
Leia o texto a seguir:



Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os
sintomas e risco



A infecção pode desencadear a síndrome respiratória aguda
grave (SRAG), condição que aumenta o risco de insuficiência
respiratória



O vírus influenza B, causador da gripe, tem provocado um aumento de novos casos no Brasil desde o início de agosto deste ano. De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país.


A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus.


A síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que pode ser desencadeada pelo vírus, é uma doença que afeta principalmente os pulmões e pode evoluir para insuficiência respiratória.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/02/influenza-b-novos-casosaumentam-no-brasil-veja-os-sintomas-e-risco.ghtml. Acesso em 02/11/2024
“A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul” (2º parágrafo). Se o termo em destaque fosse substituído por “doenças”, a reescrita da frase, à luz da norma-padrão, com as devidas adaptações, seria:
Alternativas
Q3103251 Português
Leia o texto a seguir:



Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os
sintomas e risco



A infecção pode desencadear a síndrome respiratória aguda
grave (SRAG), condição que aumenta o risco de insuficiência
respiratória



O vírus influenza B, causador da gripe, tem provocado um aumento de novos casos no Brasil desde o início de agosto deste ano. De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país.


A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus.


A síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que pode ser desencadeada pelo vírus, é uma doença que afeta principalmente os pulmões e pode evoluir para insuficiência respiratória.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/02/influenza-b-novos-casosaumentam-no-brasil-veja-os-sintomas-e-risco.ghtml. Acesso em 02/11/2024
Em “De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país” (1º parágrafo), o pronome destacado faz referência ao termo:
Alternativas
Q3103250 Português
Leia o texto a seguir:



Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os
sintomas e risco



A infecção pode desencadear a síndrome respiratória aguda
grave (SRAG), condição que aumenta o risco de insuficiência
respiratória



O vírus influenza B, causador da gripe, tem provocado um aumento de novos casos no Brasil desde o início de agosto deste ano. De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país.


A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus.


A síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que pode ser desencadeada pelo vírus, é uma doença que afeta principalmente os pulmões e pode evoluir para insuficiência respiratória.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/02/influenza-b-novos-casosaumentam-no-brasil-veja-os-sintomas-e-risco.ghtml. Acesso em 02/11/2024
No título do texto (“Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os sintomas e risco”), o verbo em destaque está flexionado no:
Alternativas
Q3103249 Português
Leia o texto a seguir:



Influenza B: novos casos aumentam no Brasil; veja os
sintomas e risco



A infecção pode desencadear a síndrome respiratória aguda
grave (SRAG), condição que aumenta o risco de insuficiência
respiratória



O vírus influenza B, causador da gripe, tem provocado um aumento de novos casos no Brasil desde o início de agosto deste ano. De acordo com o informe sobre síndromes gripais do Ministério da Saúde do último dia 25, ele responde a 12% dos casos e 13% dos óbitos por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), também chamada de síndrome gripal, em todo o país.


A pasta destaca que houve uma maior detecção do patógeno em outubro, que cresceu especialmente nas regiões Sudeste e Sul. Além disso, apesar da alta constante apresentada nos últimos dois meses, nos exames feitos em laboratórios privados, a tendência é de queda na circulação do vírus.


A síndrome respiratória aguda grave (SRAG), que pode ser desencadeada pelo vírus, é uma doença que afeta principalmente os pulmões e pode evoluir para insuficiência respiratória.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/11/02/influenza-b-novos-casosaumentam-no-brasil-veja-os-sintomas-e-risco.ghtml. Acesso em 02/11/2024
O texto tem o objetivo principal de:
Alternativas
Q3103223 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

“Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022” (5º parágrafo). Em língua portuguesa, a palavra em destaque é acentuada porque:  
Alternativas
Q3103222 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Na frase “O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação” (4º parágrafo), as palavras em destaque são respectivamente classificadas como:
Alternativas
Q3103221 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro”, as vírgulas foram empregadas antes e depois do termo em destaque para indicar que:
Alternativas
Q3103220 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza” (1º parágrafo), em termos sintáticos, o termo destacado é um:
Alternativas
Q3103219 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]” (2º parágrafo), os conectivos destacados veiculam sentido de:
Alternativas
Q3103218 Português
Leia o texto a seguir:



Reunião Global de Educação pede prioridade no
financiamento do setor



Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global. Este é um dos pontos do documento final do encontro, a Declaração de Fortaleza.


"O investimento na educação produz muitos benefícios sociais e econômicos a nível individual e social. Aumentar os investimentos na educação não é apenas um imperativo moral, mas também uma necessidade econômica e estratégica para acelerar o progresso no sentido de alcançar todos os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]", diz o texto.


A reunião, organizada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), reuniu 51 ministérios, 94 países e mais de 650 participantes, entre os dias 31 de outubro e 1º de novembro.


O financiamento da educação em todo o mundo é uma preocupação. O relatório de Monitoramento Global da Educação (GEM) 2024, divulgado nesta quinta-feira (31), na abertura da reunião mostrou que os gastos com educação, em âmbito mundial, caíram em média 0,4 ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas globalmente.


Nos últimos anos, a região da América Latina e Caribe, onde está localizado o Brasil, passou de uma média de investimento de 4,6% do PIB em educação em 2010 para 4,2% em 2022. 


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/educacao/2024/11/1052757-reuniao-global-deeducacao-pede-prioridade-no-financiamento-do-setor.html. Acesso em: 02 nov. 2024.

Em “Representantes de diversos países que participam da Reunião Global de Educação, em Fortaleza (CE), firmaram o compromisso de encorajar um maior investimento em educação tanto a nível nacional, quanto global” (1º parágrafo), a oração em destaque é classificada como subordinada: 
Alternativas
Respostas
46841: B
46842: A
46843: A
46844: C
46845: D
46846: B
46847: B
46848: C
46849: A
46850: C
46851: D
46852: B
46853: B
46854: A
46855: B
46856: D
46857: A
46858: C
46859: A
46860: A