Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Depreende-se da leitura dos parágrafos iniciais do texto que o deputado João Victor de Carvalho não tinha suplente.
Em relação à fonética e fonologia das palavras, analise os itens abaixo:
I. Em “desigual”, ocorre um tritongo.
II. Em “preconceituosa”, ocorrem dois ditongos decrescentes.
III. Em “discriminação”, ocorre um encontro consonantal disjunto.
IV. Em “preconceito”, ocorre um encontro consonantal puro e um hiato.
V. Em “estereótipos”, ocorre um encontro consonantal disjunto e um hiato.
Assinale a alternativa correta sobre os encontros vocálicos e encontros consonantais citados acima.
I. “Incorporação” é uma palavra formada pelo processo denominado derivação parassintética.
II. O vocábulo “éticos” é formado por raiz, vogal temática e desinência de número.
III. Em “infância”, não temos a presença da vogal temática.
IV. “Incorporação” sofreu um processo de formação conhecido como derivação pré-sufixal.
V. Ocorreu uma derivação prefixal na palavra “infância”.
Com base nos itens acima, assinale a alternativa correta.
(Disponível em: @desenhosdonando. Acesso em 03 dez. 2024.)
A charge é um exemplo claro de que um texto não precisa, necessariamente, ser verbal para que tenha sentido e comunique com o interlocutor. A partir da leitura da charge de Nando Mota, assinale a alternativa que apresenta o tema central da reflexão do autor:
(__)Em "O valor das bolsas de pós-graduação não é suficiente para que o doutorando se dedique em tempo integral à sua formação intelectual", a crase é facultativa porque antecede pronome possessivo.
(__)Em "O início de carreira em uma universidade federal ou estadual está em valores muito defasados em relação às expectativas de um profissional após mais de 20 anos de formação", a crase acontece porque compõe a expressão "em relação a", cuja regência nominal, neste contexto, pede a preposição "a", e o complemento, para ficar melhor definido está acompanhado do artigo definido, o que exige a contração.
(__)Em "Estudantes dessas instituições tendem a buscar mais a pós-graduação após a formatura", não houve o uso de crase porque, apesar de o verbo "tender" ser transitivo indireto e pedir o uso de preposição acompanhando seu complemento, não temos um substantivo ou uma palavra substantivada acompanhada de artigo definido. O complemento do verbo "tender" é o verbo "buscar" e não se usa artigo antes de verbo, a menos que se queira substantivá-lo, o que não é o caso.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Leia o texto a seguir:
Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023
Crianças de até um ano no Brasil enfrentaram até 250% mais ondas de calor de 2014 a 2023 comparadas aos bebês de mesma idade no período de 1986 a 2005.
Similarmente, idosos com mais de 65 anos também vivenciaram 234% mais calor extremo no mesmo período, comparado ao intervalo de tempo anterior.
Na população economicamente ativa brasileira, a maior exposição a dias de calor representou, também no período de 2014 a 2023, uma perda de 6,2 bilhões de horas de trabalho devido às temperaturas elevadas, gerando uma perda potencial anual de US$ 19,6 milhões (cerca de R$ 152,2 mi corrigidos pela inflação).
Além disso, o aumento das temperaturas médias anuais no país associado às mudanças climáticas elevaram as precipitações, provocando um crescimento de doenças infecciosas transmitidas por mosquitos, como dengue, de 29% no período. Outras doenças, como as provocadas por inundações e contaminações da água, também cresceram.
Em contrapartida, nenhuma das dez cidades analisadas desde 2015 melhorou a sua cobertura vegetal ou apresentou estratégias para mitigação dos efeitos do aquecimento global às suas populações.
As conclusões são do relatório mais recente de saúde e mudança climática Lancet Countdown, produzido pela mais prestigiada revista médica do mundo, que contou com a colaboração de 122 cientistas líderes de agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e instituições acadêmicas de todo o mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/10/exposicao-a-calor-extremo-de-menores-de-1-ano-aumentou-250-no-brasil-de-2014-a-2023.shtml. Excerto. Acesso em 30/10/2024
Leia o texto a seguir:
Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023
Crianças de até um ano no Brasil enfrentaram até 250% mais ondas de calor de 2014 a 2023 comparadas aos bebês de mesma idade no período de 1986 a 2005.
Similarmente, idosos com mais de 65 anos também vivenciaram 234% mais calor extremo no mesmo período, comparado ao intervalo de tempo anterior.
Na população economicamente ativa brasileira, a maior exposição a dias de calor representou, também no período de 2014 a 2023, uma perda de 6,2 bilhões de horas de trabalho devido às temperaturas elevadas, gerando uma perda potencial anual de US$ 19,6 milhões (cerca de R$ 152,2 mi corrigidos pela inflação).
Além disso, o aumento das temperaturas médias anuais no país associado às mudanças climáticas elevaram as precipitações, provocando um crescimento de doenças infecciosas transmitidas por mosquitos, como dengue, de 29% no período. Outras doenças, como as provocadas por inundações e contaminações da água, também cresceram.
Em contrapartida, nenhuma das dez cidades analisadas desde 2015 melhorou a sua cobertura vegetal ou apresentou estratégias para mitigação dos efeitos do aquecimento global às suas populações.
As conclusões são do relatório mais recente de saúde e mudança climática Lancet Countdown, produzido pela mais prestigiada revista médica do mundo, que contou com a colaboração de 122 cientistas líderes de agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e instituições acadêmicas de todo o mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/10/exposicao-a-calor-extremo-de-menores-de-1-ano-aumentou-250-no-brasil-de-2014-a-2023.shtml. Excerto. Acesso em 30/10/2024
Leia o texto a seguir:
Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023
Crianças de até um ano no Brasil enfrentaram até 250% mais ondas de calor de 2014 a 2023 comparadas aos bebês de mesma idade no período de 1986 a 2005.
Similarmente, idosos com mais de 65 anos também vivenciaram 234% mais calor extremo no mesmo período, comparado ao intervalo de tempo anterior.
Na população economicamente ativa brasileira, a maior exposição a dias de calor representou, também no período de 2014 a 2023, uma perda de 6,2 bilhões de horas de trabalho devido às temperaturas elevadas, gerando uma perda potencial anual de US$ 19,6 milhões (cerca de R$ 152,2 mi corrigidos pela inflação).
Além disso, o aumento das temperaturas médias anuais no país associado às mudanças climáticas elevaram as precipitações, provocando um crescimento de doenças infecciosas transmitidas por mosquitos, como dengue, de 29% no período. Outras doenças, como as provocadas por inundações e contaminações da água, também cresceram.
Em contrapartida, nenhuma das dez cidades analisadas desde 2015 melhorou a sua cobertura vegetal ou apresentou estratégias para mitigação dos efeitos do aquecimento global às suas populações.
As conclusões são do relatório mais recente de saúde e mudança climática Lancet Countdown, produzido pela mais prestigiada revista médica do mundo, que contou com a colaboração de 122 cientistas líderes de agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e instituições acadêmicas de todo o mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/10/exposicao-a-calor-extremo-de-menores-de-1-ano-aumentou-250-no-brasil-de-2014-a-2023.shtml. Excerto. Acesso em 30/10/2024
Leia o texto a seguir:
Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023
Crianças de até um ano no Brasil enfrentaram até 250% mais ondas de calor de 2014 a 2023 comparadas aos bebês de mesma idade no período de 1986 a 2005.
Similarmente, idosos com mais de 65 anos também vivenciaram 234% mais calor extremo no mesmo período, comparado ao intervalo de tempo anterior.
Na população economicamente ativa brasileira, a maior exposição a dias de calor representou, também no período de 2014 a 2023, uma perda de 6,2 bilhões de horas de trabalho devido às temperaturas elevadas, gerando uma perda potencial anual de US$ 19,6 milhões (cerca de R$ 152,2 mi corrigidos pela inflação).
Além disso, o aumento das temperaturas médias anuais no país associado às mudanças climáticas elevaram as precipitações, provocando um crescimento de doenças infecciosas transmitidas por mosquitos, como dengue, de 29% no período. Outras doenças, como as provocadas por inundações e contaminações da água, também cresceram.
Em contrapartida, nenhuma das dez cidades analisadas desde 2015 melhorou a sua cobertura vegetal ou apresentou estratégias para mitigação dos efeitos do aquecimento global às suas populações.
As conclusões são do relatório mais recente de saúde e mudança climática Lancet Countdown, produzido pela mais prestigiada revista médica do mundo, que contou com a colaboração de 122 cientistas líderes de agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e instituições acadêmicas de todo o mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/10/exposicao-a-calor-extremo-de-menores-de-1-ano-aumentou-250-no-brasil-de-2014-a-2023.shtml. Excerto. Acesso em 30/10/2024
Leia o texto a seguir:
Exposição a calor extremo de menores de 1 ano aumentou 250% no Brasil de 2014 a 2023
Crianças de até um ano no Brasil enfrentaram até 250% mais ondas de calor de 2014 a 2023 comparadas aos bebês de mesma idade no período de 1986 a 2005.
Similarmente, idosos com mais de 65 anos também vivenciaram 234% mais calor extremo no mesmo período, comparado ao intervalo de tempo anterior.
Na população economicamente ativa brasileira, a maior exposição a dias de calor representou, também no período de 2014 a 2023, uma perda de 6,2 bilhões de horas de trabalho devido às temperaturas elevadas, gerando uma perda potencial anual de US$ 19,6 milhões (cerca de R$ 152,2 mi corrigidos pela inflação).
Além disso, o aumento das temperaturas médias anuais no país associado às mudanças climáticas elevaram as precipitações, provocando um crescimento de doenças infecciosas transmitidas por mosquitos, como dengue, de 29% no período. Outras doenças, como as provocadas por inundações e contaminações da água, também cresceram.
Em contrapartida, nenhuma das dez cidades analisadas desde 2015 melhorou a sua cobertura vegetal ou apresentou estratégias para mitigação dos efeitos do aquecimento global às suas populações.
As conclusões são do relatório mais recente de saúde e mudança climática Lancet Countdown, produzido pela mais prestigiada revista médica do mundo, que contou com a colaboração de 122 cientistas líderes de agências da ONU (Organização das Nações Unidas) e instituições acadêmicas de todo o mundo.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/10/exposicao-a-calor-extremo-de-menores-de-1-ano-aumentou-250-no-brasil-de-2014-a-2023.shtml. Excerto. Acesso em 30/10/2024