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Questões de Concurso Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 186.663 questões

Q3134787 Português
Identifique a alternativa em que o termo destacado é classificado como numeral:
Alternativas
Q3134729 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Governo desistiu de voltar com o horário de verão neste ano


A prática, que adianta os relógios em uma hora, era adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz natural.


O governo atual começou a avaliar a volta da prática extinta em 2019.


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que, após uma última reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia necessidade para decretar a medida para este verão.


"Nós temos a segurança energética garantida, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.


Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta do horário de verão, sob argumento de que a medida cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.


O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".


"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal", declarou.


O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas. 


"A prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial", dizia o texto do decreto assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro daquele ano.


A medida foi repetida em períodos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água —, o horário diferenciado foi adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.


Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.


Em abril de 2019, o governo da época, também por decreto, extinguiu a prática.


O horário de verão costumava ser implementado entre o período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse adotado, seria implementado somente a partir de novembro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.

O governo federal anunciou que o horário de verão não será retomado neste ano. Nos próximos meses, ele avaliará se a medida será adotada em 2025.

Com base no texto, qual alternativa sintetiza de forma mais ampla as informações sobre o histórico e o debate atual acerca do horário de verão no Brasil?
Alternativas
Q3134724 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão. 


Governo desistiu de voltar com o horário de verão neste ano


A prática, que adianta os relógios em uma hora, era adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz natural.


O governo atual começou a avaliar a volta da prática extinta em 2019.


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que, após uma última reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia necessidade para decretar a medida para este verão.


"Nós temos a segurança energética garantida, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.


Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta do horário de verão, sob argumento de que a medida cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.


O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".


"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal", declarou.


O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas. 


"A prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial", dizia o texto do decreto assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro daquele ano.


A medida foi repetida em períodos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água —, o horário diferenciado foi adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.


Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.


Em abril de 2019, o governo da época, também por decreto, extinguiu a prática.


O horário de verão costumava ser implementado entre o período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse adotado, seria implementado somente a partir de novembro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.

"Temos" condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.

O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3134664 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As Cidades Mais Fáceis para se Viver, Segundo Estudo


Nova ferramenta de pesquisa identifica lugares onde os residentes podem acessar serviços essenciais a pé ou de bicicleta em menos de 15 minutos


Cidades com a acessibilidade a serviços próximos ao local de residência é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida. Todos desejam poder acessar, em uma curta distância, serviços como médicos, escolas, academias, locais de trabalho, parques e supermercados — e, melhor ainda, se isso puder ser feito a pé ou de bicicleta.


Recentemente, foi publicada uma pesquisa sobre "cidades de 15 minutos" na revista Nature Cities, desenvolvida pelos Laboratórios de Ciência da Computação da Sony (Sony CSL) em Roma. O estudo identifica as melhores cidades que se enquadram nesse conceito, além de oferecer uma ferramenta para que os usuários possam verificar como suas cidades se posicionam globalmente. Essa ferramenta utiliza dados de código aberto e analisa 10.000 cidades ao redor do mundo.


Paris: Um Exemplo de Cidade de 15 Minutos 


O conceito de cidade de 15 minutos surgiu na década de 1960, mas ganhou notoriedade nas políticas urbanas a partir de 2016, impulsionado pelo trabalho do cientista francês-colombiano Carlos Moreno. Na França, essa abordagem é conhecida como "la ville du quart d'heure". A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, adotou esse conceito para implementar políticas públicas que vão desde a criação de ciclovias até a remoção de faixas exclusivas para veículos ao longo das margens do rio Sena. Hidalgo utilizou essa ideia como parte de sua campanha eleitoral em 2014, mas ela ganhou um novo impulso global durante os lockdowns da pandemia.


Matteo Bruno, autor principal do estudo, explica que essa pode ser uma das razões pelas quais Paris se destaca na nova pesquisa. Apesar de ser uma das maiores cidades do mundo, Paris se caracteriza por uma infraestrutura que facilita o deslocamento, com uma "porção considerável da cida Cidades Europeias em Destaque


O mapa apresentado no estudo mostra as áreas classificadas como "cidades de 15 minutos", coloridas em azul, enquanto aquelas que não se enquadram no conceito aparecem em vermelho. A densidade populacional desempenha um papel crucial: em áreas com alta concentração de habitantes, há uma maior disponibilidade de serviços acessíveis em distâncias menores. Nesse sentido, cidades como Milão e Barcelona se destacam por sua compactação.


Os pesquisadores observam que as cidades europeias tendem a se sair melhor nesse quesito, pois foram planejadas antes da popularização do uso de automóveis, obrigando a criação de uma infraestrutura que atendesse à proximidade dos serviços, especialmente em seus centros urbanos.


Por outro lado, o estudo revela que grandes cidades nos Estados Unidos, como Atlanta e Los Angeles, estão muito distantes do ideal de uma cidade de 15 minutos. Em contrapartida, diversas áreas de Nova York, São Francisco e Milwaukee se adequam a essa regra, com Manhattan se destacando como uma das partes mais densas do país, oferecendo fácil acesso a uma variedade de serviços.


É importante ressaltar que o conceito de cidade de 15 minutos não deve ser o único critério na escolha de um local para viver. Embora muitas cidades europeias possam oferecer uma ampla gama de amenidades, esses dados não consideram que muitos residentes vivem em apartamentos e não têm acesso a espaços ao ar livre, um fator que pode impactar significativamente a qualidade de vida.


Os planejadores urbanos e potenciais moradores devem levar em conta outros aspectos que contribuem para uma cidade ideal, como igualdade, qualidade do transporte público, tráfego reduzido e a eficácia dos serviços de saúde e educação.


(https://forbes.com.br/forbeslife/2024/10/as-cidades-mais-faceis-para-s e-viver-segundo-estudo/ adaptado)

As expressões destacadas abaixo pertencem a mesma categoria gramatical, EXCETO em:
Alternativas
Q3134568 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Governo desistiu de voltar com o horário de verão neste ano


A prática, que adianta os relógios em uma hora, era adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz natural.


O governo atual começou a avaliar a volta da prática extinta em 2019.


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que, após uma última reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia necessidade para decretar a medida para este verão.


"Nós temos a segurança energética garantida, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.


Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta do horário de verão, sob argumento de que a medida cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.


O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".


"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal", declarou.


O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.


"A prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial", dizia o texto do decreto assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro daquele ano.


A medida foi repetida em períodos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água —, o horário diferenciado foi adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.


Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.


Em abril de 2019, o governo da época, também por decreto, extinguiu a prática.


O horário de verão costumava ser implementado entre o período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse adotado, seria implementado somente a partir de novembro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.

O ministro de Minas e Energia disse que, após uma última reunião, foi concluído que não havia necessidade para decretar "a medida" neste verão.
Substituindo o termo destacado pelo pronome oblíquo adequado, tem-se:
Alternativas
Q3134563 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Governo desistiu de voltar com o horário de verão neste ano


A prática, que adianta os relógios em uma hora, era adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz natural.


O governo atual começou a avaliar a volta da prática extinta em 2019.


O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que, após uma última reunião com o Operador Nacional do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia necessidade para decretar a medida para este verão.


"Nós temos a segurança energética garantida, há o início de um processo de restabelecimento ainda muito modesto da nossa condição hídrica. Temos condições de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em 2025", afirmou.


Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta do horário de verão, sob argumento de que a medida cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.


O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".


"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do governo federal", declarou.


O horário de verão foi instituído pela primeira vez no Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.


"A prática dessa medida, já universal, traz grandes benefícios ao público, em consequência da natural economia de luz artificial", dizia o texto do decreto assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro daquele ano.


A medida foi repetida em períodos seguintes, sem regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma seca histórica, que resultou em blecautes e racionamento de água —, o horário diferenciado foi adotado anualmente, com duração e abrangência territorial definidas por decretos presidenciais.


Em 2008, um decreto tornou o horário de verão permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.


Em abril de 2019, o governo da época, também por decreto, extinguiu a prática.


O horário de verão costumava ser implementado entre o período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse adotado, seria implementado somente a partir de novembro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.

O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser considerado, alegando que ele não pode ser fruto de uma avaliação.

Assinale a opção em que todos os vocábulos pertençam à mesma classe gramatical. 
Alternativas
Q3134545 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As Cidades Mais Fáceis para se Viver, Segundo Estudo


Nova ferramenta de pesquisa identifica lugares onde os residentes podem acessar serviços essenciais a pé ou de bicicleta em menos de 15 minutos


Cidades com a acessibilidade a serviços próximos ao local de residência é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida. Todos desejam poder acessar, em uma curta distância, serviços como médicos, escolas, academias, locais de trabalho, parques e supermercados — e, melhor ainda, se isso puder ser feito a pé ou de bicicleta.


Recentemente, foi publicada uma pesquisa sobre "cidades de 15 minutos" na revista Nature Cities, desenvolvida pelos Laboratórios de Ciência da Computação da Sony (Sony CSL) em Roma. O estudo identifica as melhores cidades que se enquadram nesse conceito, além de oferecer uma ferramenta para que os usuários possam verificar como suas cidades se posicionam globalmente. Essa ferramenta utiliza dados de código aberto e analisa 10.000 cidades ao redor do mundo.


Paris: Um Exemplo de Cidade de 15 Minutos


 O conceito de cidade de 15 minutos surgiu na década de 1960, mas ganhou notoriedade nas políticas urbanas a partir de 2016, impulsionado pelo trabalho do cientista francês-colombiano Carlos Moreno. Na França, essa abordagem é conhecida como "la ville du quart d'heure". A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, adotou esse conceito para implementar políticas públicas que vão desde a criação de ciclovias até a remoção de faixas exclusivas para veículos ao longo das margens do rio Sena. Hidalgo utilizou essa ideia como parte de sua campanha eleitoral em 2014, mas ela ganhou um novo impulso global durante os lockdowns da pandemia.


Matteo Bruno, autor principal do estudo, explica que essa pode ser uma das razões pelas quais Paris se destaca na nova pesquisa. Apesar de ser uma das maiores cidades do mundo, Paris se caracteriza por uma infraestrutura que facilita o deslocamento, com uma "porção considerável da cida Cidades Europeias em Destaque


O mapa apresentado no estudo mostra as áreas classificadas como "cidades de 15 minutos", coloridas em azul, enquanto aquelas que não se enquadram no conceito aparecem em vermelho. A densidade populacional desempenha um papel crucial: em áreas com alta concentração de habitantes, há uma maior disponibilidade de serviços acessíveis em distâncias menores. Nesse sentido, cidades como Milão e Barcelona se destacam por sua compactação.


Os pesquisadores observam que as cidades europeias tendem a se sair melhor nesse quesito, pois foram planejadas antes da popularização do uso de automóveis, obrigando a criação de uma infraestrutura que atendesse à proximidade dos serviços, especialmente em seus centros urbanos.


Por outro lado, o estudo revela que grandes cidades nos Estados Unidos, como Atlanta e Los Angeles, estão muito distantes do ideal de uma cidade de 15 minutos. Em contrapartida, diversas áreas de Nova York, São Francisco e Milwaukee se adequam a essa regra, com Manhattan se destacando como uma das partes mais densas do país, oferecendo fácil acesso a uma variedade de serviços.


É importante ressaltar que o conceito de cidade de 15 minutos não deve ser o único critério na escolha de um local para viver. Embora muitas cidades europeias possam oferecer uma ampla gama de amenidades, esses dados não consideram que muitos residentes vivem em apartamentos e não têm acesso a espaços ao ar livre, um fator que pode impactar significativamente a qualidade de vida.


Os planejadores urbanos e potenciais moradores devem levar em conta outros aspectos que contribuem para uma cidade ideal, como igualdade, qualidade do transporte público, tráfego reduzido e a eficácia dos serviços de saúde e educação.


(https://forbes.com.br/forbeslife/2024/10/as-cidades-mais-faceis-para-s e-viver-segundo-estudo/ adaptado)

De acordo com o texto é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q3134543 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


As Cidades Mais Fáceis para se Viver, Segundo Estudo


Nova ferramenta de pesquisa identifica lugares onde os residentes podem acessar serviços essenciais a pé ou de bicicleta em menos de 15 minutos


Cidades com a acessibilidade a serviços próximos ao local de residência é fundamental para garantir uma boa qualidade de vida. Todos desejam poder acessar, em uma curta distância, serviços como médicos, escolas, academias, locais de trabalho, parques e supermercados — e, melhor ainda, se isso puder ser feito a pé ou de bicicleta.


Recentemente, foi publicada uma pesquisa sobre "cidades de 15 minutos" na revista Nature Cities, desenvolvida pelos Laboratórios de Ciência da Computação da Sony (Sony CSL) em Roma. O estudo identifica as melhores cidades que se enquadram nesse conceito, além de oferecer uma ferramenta para que os usuários possam verificar como suas cidades se posicionam globalmente. Essa ferramenta utiliza dados de código aberto e analisa 10.000 cidades ao redor do mundo.


Paris: Um Exemplo de Cidade de 15 Minutos


 O conceito de cidade de 15 minutos surgiu na década de 1960, mas ganhou notoriedade nas políticas urbanas a partir de 2016, impulsionado pelo trabalho do cientista francês-colombiano Carlos Moreno. Na França, essa abordagem é conhecida como "la ville du quart d'heure". A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, adotou esse conceito para implementar políticas públicas que vão desde a criação de ciclovias até a remoção de faixas exclusivas para veículos ao longo das margens do rio Sena. Hidalgo utilizou essa ideia como parte de sua campanha eleitoral em 2014, mas ela ganhou um novo impulso global durante os lockdowns da pandemia.


Matteo Bruno, autor principal do estudo, explica que essa pode ser uma das razões pelas quais Paris se destaca na nova pesquisa. Apesar de ser uma das maiores cidades do mundo, Paris se caracteriza por uma infraestrutura que facilita o deslocamento, com uma "porção considerável da cida Cidades Europeias em Destaque


O mapa apresentado no estudo mostra as áreas classificadas como "cidades de 15 minutos", coloridas em azul, enquanto aquelas que não se enquadram no conceito aparecem em vermelho. A densidade populacional desempenha um papel crucial: em áreas com alta concentração de habitantes, há uma maior disponibilidade de serviços acessíveis em distâncias menores. Nesse sentido, cidades como Milão e Barcelona se destacam por sua compactação.


Os pesquisadores observam que as cidades europeias tendem a se sair melhor nesse quesito, pois foram planejadas antes da popularização do uso de automóveis, obrigando a criação de uma infraestrutura que atendesse à proximidade dos serviços, especialmente em seus centros urbanos.


Por outro lado, o estudo revela que grandes cidades nos Estados Unidos, como Atlanta e Los Angeles, estão muito distantes do ideal de uma cidade de 15 minutos. Em contrapartida, diversas áreas de Nova York, São Francisco e Milwaukee se adequam a essa regra, com Manhattan se destacando como uma das partes mais densas do país, oferecendo fácil acesso a uma variedade de serviços.


É importante ressaltar que o conceito de cidade de 15 minutos não deve ser o único critério na escolha de um local para viver. Embora muitas cidades europeias possam oferecer uma ampla gama de amenidades, esses dados não consideram que muitos residentes vivem em apartamentos e não têm acesso a espaços ao ar livre, um fator que pode impactar significativamente a qualidade de vida.


Os planejadores urbanos e potenciais moradores devem levar em conta outros aspectos que contribuem para uma cidade ideal, como igualdade, qualidade do transporte público, tráfego reduzido e a eficácia dos serviços de saúde e educação.


(https://forbes.com.br/forbeslife/2024/10/as-cidades-mais-faceis-para-s e-viver-segundo-estudo/ adaptado)

"É importante ressaltar que o conceito de cidade de 15 minutos não deve ser o único critério na escolha de um local para viver."

O vocábulo destacado tem a mesma classe gramatical que o termo destacado em:
Alternativas
Q3134464 Português
Quanto ao gênero dos substantivos, analise as afirmativas seguintes:

I.Os substantivos 'artista' e 'jornalista' são comuns de dois gêneros.
II.Os substantivos ' pessoa' e 'jacaré' são sobrecomuns.
III.'Telefonema', 'gengibre' e 'dó' são substantivos considerados masculinos.
IV.O feminino de mestre' é 'mestra' e de 'maestro' é 'maestra'.
V.Os femininos de 'carneiro', 'bode' e 'frei' são, respectivamente, 'ovelha', 'cabra' e 'soror'.

Estão corretas:
Alternativas
Q3134371 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que mais brasileiros estão pedindo ajuda para retornar ao Brasil

Como muitos brasileiros, o maranhense Silas Silva Mello, de 32 anos, decidiu se mudar para Portugal em abril de 2022.

Formado em Marketing, ele planejava se estabelecer na Europa para enviar dinheiro ao Brasil, apostando na valorização do euro. Seu objetivo era ajudar suas duas irmãs e pagar as prestações de um apartamento na planta que havia comprado em São Paulo.

No entanto, após alguns meses, ele deixou Portugal e voltou ao Brasil endividado.

"Meu sonho virou um pesadelo. Logo me deparei com a falta de moradia, aluguéis exorbitantes, e pediam 3 mil euros [hoje mais de R$ 18 mil] de caução que eu não tinha. Ainda desligavam o telefone quando percebiam que eu era brasileiro", diz Silas.

Ele conta que morou em um albergue por um tempo. "Depois, consegui vaga em um quarto por indicação de amigos, mas eu já estava quase sem recursos financeiros", lembra.

Em Portugal, Silas trabalhou como supervisor em uma loja na cidade de Portimão, na região do Algarve, no sul do país.

Sem visto de trabalho, ele enfrentava uma jornada exaustiva, sem folgas nos finais de semana, e o salário de 850 euros (hoje cerca de R$ 5,2 mil) não era suficiente para se manter no país e honrar os pagamentos no Brasil. "Eu estava desesperado, já me alimentava de sopa no centro de acolhimento e tinha contas a pagar no Brasil."

Silas deixou Portugal oito meses depois, em dezembro do mesmo ano, e hoje trabalha como fotógrafo em São Paulo. "O que vivi lá eu não desejo a ninguém. Não guardo mágoas, mas meu sonho foi frustrado. Não quero voltar a morar na Europa".

O retorno de Silas ao Brasil foi realizado com ajuda do programa Retorno Voluntário, dirigido a imigrantes que desejam voltar ao seu país de origem, independentemente da situação em que se encontram no exterior: regulares ou não.

Programas similares de retorno voluntário de migrantes estão disponíveis em outros países. Em alguns deles, como Bélgica, Espanha e Irlanda, os governos têm parceria com a OIM, a Agência da ONU para as Migrações, que custeia passagens aéreas e emissão de documentos, oferece recursos financeiros para reintegração no país de origem, além de dar assistência psicossocial para as famílias.

As histórias de Silas e outros migrantes são exemplos de uma situação crescente entre brasileiros vivendo na Europa: a busca por ajuda para retornar ao país quando o sonho da imigração é frustrado.

Em 2023, a Agência da ONU para as Migrações apoiou o retorno de quase dois mil brasileiros em trinta e quatro países. Esse número é mais que o triplo do total de brasileiros auxiliados pelo programa em 2016.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gvqpvxq6eo.adaptado.
Depois, consegui vaga em um quarto por indicação de amigos.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q3134367 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Por que mais brasileiros estão pedindo ajuda para retornar ao Brasil

Como muitos brasileiros, o maranhense Silas Silva Mello, de 32 anos, decidiu se mudar para Portugal em abril de 2022.

Formado em Marketing, ele planejava se estabelecer na Europa para enviar dinheiro ao Brasil, apostando na valorização do euro. Seu objetivo era ajudar suas duas irmãs e pagar as prestações de um apartamento na planta que havia comprado em São Paulo.

No entanto, após alguns meses, ele deixou Portugal e voltou ao Brasil endividado.

"Meu sonho virou um pesadelo. Logo me deparei com a falta de moradia, aluguéis exorbitantes, e pediam 3 mil euros [hoje mais de R$ 18 mil] de caução que eu não tinha. Ainda desligavam o telefone quando percebiam que eu era brasileiro", diz Silas.

Ele conta que morou em um albergue por um tempo. "Depois, consegui vaga em um quarto por indicação de amigos, mas eu já estava quase sem recursos financeiros", lembra.

Em Portugal, Silas trabalhou como supervisor em uma loja na cidade de Portimão, na região do Algarve, no sul do país.

Sem visto de trabalho, ele enfrentava uma jornada exaustiva, sem folgas nos finais de semana, e o salário de 850 euros (hoje cerca de R$ 5,2 mil) não era suficiente para se manter no país e honrar os pagamentos no Brasil. "Eu estava desesperado, já me alimentava de sopa no centro de acolhimento e tinha contas a pagar no Brasil."

Silas deixou Portugal oito meses depois, em dezembro do mesmo ano, e hoje trabalha como fotógrafo em São Paulo. "O que vivi lá eu não desejo a ninguém. Não guardo mágoas, mas meu sonho foi frustrado. Não quero voltar a morar na Europa".

O retorno de Silas ao Brasil foi realizado com ajuda do programa Retorno Voluntário, dirigido a imigrantes que desejam voltar ao seu país de origem, independentemente da situação em que se encontram no exterior: regulares ou não.

Programas similares de retorno voluntário de migrantes estão disponíveis em outros países. Em alguns deles, como Bélgica, Espanha e Irlanda, os governos têm parceria com a OIM, a Agência da ONU para as Migrações, que custeia passagens aéreas e emissão de documentos, oferece recursos financeiros para reintegração no país de origem, além de dar assistência psicossocial para as famílias.

As histórias de Silas e outros migrantes são exemplos de uma situação crescente entre brasileiros vivendo na Europa: a busca por ajuda para retornar ao país quando o sonho da imigração é frustrado.

Em 2023, a Agência da ONU para as Migrações apoiou o retorno de quase dois mil brasileiros em trinta e quatro países. Esse número é mais que o triplo do total de brasileiros auxiliados pelo programa em 2016.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gvqpvxq6eo.adaptado.
O programa Retorno Voluntário ajuda imigrantes, regulares ou não, a voltar a seus países de origem. Silas decidiu retornar de Portugal: "O que vivi lá eu não desejo para ninguém. Não guardo mágoas, mas meu sonho foi frustrado. Não quero voltar a morar na Europa".
Com base no texto, analise as alternativas abaixo e assinale a correta: 
Alternativas
Q3134291 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Brasileiros que vivem em trailers na Inglaterra

Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.

"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."

  O espaço é apertado e roupas, sapatos e várias sacolas com objetos diversos ficam expostos no local onde é a sala, quarto e também a cozinha.

A comunidade é organizada e tem regras para manter a limpeza e a segurança, o que, segundo Célia, a deixa tranquila por ser uma mulher que mora sozinha.

Morar e trabalhar na Inglaterra, imaginava ela, daria oportunidades financeiras e de qualidade de vida que não poderia ter no Brasil. "Achei que, em questão de meses, estaria rica", lembra.

Na época, sua filha, casada com um britânico, trouxe Célia e outros familiares para morarem com ela. O parentesco permitiu que Célia conseguisse os documentos necessários para se tornar uma imigrante legal.

Olhando para trás, Célia diz que veio para o Reino Unido com uma "ilusão".

"Não existe esse negócio de ir para outro país e enriquecer, é uma ilusão. Existem dificuldades assim como no Brasil."

"A diferença da moeda é o que atrai as pessoas. São sete vezes mais o valor do real. Aqui, convertendo para o real, eu consigo ganhar R$10.000, o mesmo que o salário da minha patroa no Brasil. Mas a gente tem que ver que eu também gasto em libras, não é?"

 Desde que chegou no país, sem dominar a língua inglesa, Célia fez dois tipos de trabalhos informais para ter a renda necessária para suas despesas básicas: entrega de alimentos e serviços de limpeza em casas e estabelecimentos.

Depois de sair da casa da filha, procurando um lugar para morar, ela se deparou com o preço alto dos aluguéis na cidade, algo que afeta não só Bristol, mas todo o Reino Unido.

Nos primeiros anos, morou em casas e apartamentos que dividia com outras pessoas. Mas os ganhos com entregas e faxina não acompanhavam a velocidade com a qual os preços subiam no país.

O Reino Unido enfrenta os desdobramentos de uma crise econômica que teve o auge em 2022, quando a inflação chegou aos dois dígitos, e em 2023, quando o país ficou oficialmente em recessão.

A maior parte da população foi impactada com altas nos preços dos alimentos, de energia e, em especial, dos aluguéis.

Bristol, sobretudo, sentiu o impacto. Em fevereiro deste ano, o aluguel na cidade foi considerado o segundo mais caro do país, atrás apenas de Londres.

Eu trabalhava, praticamente, para comer e pagar aluguel. E também tenho dívida no Brasil. Não conseguia arcar com tudo."

"O que eu fiz? Eu abandonei o aluguel, comprei um trailer e fui morar nele, assim como muitos brasileiros aqui".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8l5enr0lno.adaptado.
Célia Campos, 45, decidiu morar em um trailer para economizar dinheiro frente ao alto custo de vida na Inglaterra.

Analise as alternativas e escolha a correta com base nas informações fornecidas pelo texto.
Alternativas
Q3134290 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Brasileiros que vivem em trailers na Inglaterra

Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.

"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."

  O espaço é apertado e roupas, sapatos e várias sacolas com objetos diversos ficam expostos no local onde é a sala, quarto e também a cozinha.

A comunidade é organizada e tem regras para manter a limpeza e a segurança, o que, segundo Célia, a deixa tranquila por ser uma mulher que mora sozinha.

Morar e trabalhar na Inglaterra, imaginava ela, daria oportunidades financeiras e de qualidade de vida que não poderia ter no Brasil. "Achei que, em questão de meses, estaria rica", lembra.

Na época, sua filha, casada com um britânico, trouxe Célia e outros familiares para morarem com ela. O parentesco permitiu que Célia conseguisse os documentos necessários para se tornar uma imigrante legal.

Olhando para trás, Célia diz que veio para o Reino Unido com uma "ilusão".

"Não existe esse negócio de ir para outro país e enriquecer, é uma ilusão. Existem dificuldades assim como no Brasil."

"A diferença da moeda é o que atrai as pessoas. São sete vezes mais o valor do real. Aqui, convertendo para o real, eu consigo ganhar R$10.000, o mesmo que o salário da minha patroa no Brasil. Mas a gente tem que ver que eu também gasto em libras, não é?"

 Desde que chegou no país, sem dominar a língua inglesa, Célia fez dois tipos de trabalhos informais para ter a renda necessária para suas despesas básicas: entrega de alimentos e serviços de limpeza em casas e estabelecimentos.

Depois de sair da casa da filha, procurando um lugar para morar, ela se deparou com o preço alto dos aluguéis na cidade, algo que afeta não só Bristol, mas todo o Reino Unido.

Nos primeiros anos, morou em casas e apartamentos que dividia com outras pessoas. Mas os ganhos com entregas e faxina não acompanhavam a velocidade com a qual os preços subiam no país.

O Reino Unido enfrenta os desdobramentos de uma crise econômica que teve o auge em 2022, quando a inflação chegou aos dois dígitos, e em 2023, quando o país ficou oficialmente em recessão.

A maior parte da população foi impactada com altas nos preços dos alimentos, de energia e, em especial, dos aluguéis.

Bristol, sobretudo, sentiu o impacto. Em fevereiro deste ano, o aluguel na cidade foi considerado o segundo mais caro do país, atrás apenas de Londres.

Eu trabalhava, praticamente, para comer e pagar aluguel. E também tenho dívida no Brasil. Não conseguia arcar com tudo."

"O que eu fiz? Eu abandonei o aluguel, comprei um trailer e fui morar nele, assim como muitos brasileiros aqui".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8l5enr0lno.adaptado.
Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.

"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."

Com base no texto, analise as alternativas a seguir e assinale a correta.
Alternativas
Q3134212 Português
Brasileiros que vivem em trailers na Inglaterra

Em um estacionamento a céu aberto com cerca de trinta trailers em Bristol, na Inglaterra, a brasileira Célia Costa, 45 anos, abre a porta da sua caravana e mostra os pontos positivos e negativos de ter o veículo como moradia permanente.

"Agora não pago mais aluguel, e sobra mais dinheiro. Mas aqui fica muito frio no inverno, vou ter que colocar carpete. E também não dá para tomar banho."

O espaço é apertado e roupas, sapatos e várias sacolas com objetos diversos ficam expostos no local onde é a sala, quarto e também a cozinha.

A comunidade é organizada e tem regras para manter a limpeza e a segurança, o que, segundo Célia, a deixa tranquila por ser uma mulher que mora sozinha.

Morar e trabalhar na Inglaterra, imaginava ela, daria oportunidades financeiras e de qualidade de vida que não poderia ter no Brasil. "Achei que, em questão de meses, estaria rica", lembra.

Na época, sua filha, casada com um britânico, trouxe Célia e outros familiares para morarem com ela. O parentesco permitiu que Célia conseguisse os documentos necessários para se tornar uma imigrante legal.

Olhando para trás, Célia diz que veio para o Reino Unido com uma "ilusão".

"Não existe esse negócio de ir para outro país e enriquecer, é uma ilusão. Existem dificuldades assim como no Brasil."

"A diferença da moeda é o que atrai as pessoas. São sete vezes mais o valor do real. Aqui, convertendo para o real, eu consigo ganhar R$10.000, o mesmo que o salário da minha patroa no Brasil. Mas a gente tem que ver que eu também gasto em libras, não é?"

Desde que chegou no país, sem dominar a língua inglesa, Célia fez dois tipos de trabalhos informais para ter a renda necessária para suas despesas básicas: entrega de alimentos e serviços de limpeza em casas e estabelecimentos.

Depois de sair da casa da filha, procurando um lugar para morar, ela se deparou com o preço alto dos aluguéis na cidade, algo que afeta não só Bristol, mas todo o Reino Unido.

Nos primeiros anos, morou em casas e apartamentos que dividia com outras pessoas. Mas os ganhos com entregas e faxina não acompanhavam a velocidade com a qual os preços subiam no país.

O Reino Unido enfrenta os desdobramentos de uma crise econômica que teve o auge em 2022, quando a inflação chegou aos dois dígitos, e em 2023, quando o país ficou oficialmente em recessão.

A maior parte da população foi impactada com altas nos preços dos alimentos, de energia e, em especial, dos aluguéis.

Bristol, sobretudo, sentiu o impacto. Em fevereiro deste ano, o aluguel na cidade foi considerado o segundo mais caro do país, atrás apenas de Londres.

Eu trabalhava, praticamente, para comer e pagar aluguel. E também tenho dívida no Brasil. Não conseguia arcar com tudo."

"O que eu fiz? Eu abandonei o aluguel, comprei um trailer e fui morar nele, assim como muitos brasileiros aqui".


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp8l5enr0lno.adaptado.

Desde que chegou no país, sem dominar a língua inglesa, Célia fez dois tipos de trabalhos informais para ter a renda necessária para suas despesas básicas. 


De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3134105 Português
Mais do que a expectativa de vida, você deveria se preocupar com a sua expectativa de saúde mental

Estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas conviva com os mais variados transtornos mentais e uso de substâncias


Minha mãe tem 94 anos. Certamente, ela já ultrapassou, em muito, o tempo de vida de seus pais e de seus avós. A cada ano que passa, lemos que o mundo está envelhecendo aceleradamente e os responsáveis por isso são o crescente corpo de pesquisas na área da longevidade, as novas tecnologias na área médica e o avanço constante do saneamento básico e das disciplinas da área da saúde.

Mas o que eu quero chamar a atenção é para algo que costuma ser relegado a segundo plano e afeta a nossa esperança de vida tanto quanto os males orgânicos: a saúde mental.

Será que, mais do que nos preocupar apenas com número médio de anos que esperamos viver, não deveríamos estar atentos à nossa expectativa de saúde mental? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que mais de 1 bilhão de pessoas conviva com os mais variados transtornos mentais e uso de substâncias (de álcool às drogas potentes).

E o que as evidências têm nos mostrado é que pessoas com transtornos mentais vivem menos. Ou seja, uma saúde mental comprometida pode nos tirar anos de vida. Mais do que isso, um transtorno mental não tratado transforma-se em um fardo e mesmo em sofrimento não só para aquela pessoa, mas para aqueles que vivem no entorno dela, o que também pode lhes roubar anos de vida.

Muitos problemas de saúde mental, como é o caso, por exemplo, de depressões graves, são altamente incapacitantes. Isso significa que, se não tratadas, essas condições não permitem àqueles que vivem com esses transtornos aproveitar a vida em toda a sua capacidade.

Por ser médico, lógico, pude acompanhar a saúde física da minha mãe muito de perto. Mas eu credito a sua longevidade à saúde mental dela. Ela faz a sua fisioterapia todos os dias, reserva um tempinho diário para cuidar de suas plantas, fiscaliza as minhas redes sociais, lê as suas revistas e jornais e está sempre cercada pelos filhos, netos e agora bisnetos. Penso que esses cuidados de minha mãe para com ela mesma são responsáveis por ela ter tido, ao longo dos anos, uma vida plena. Por isso, nesta semana em que se celebra o Dia Mundial da Saúde Mental, dia 10 de outubro, faço o convite para que, se você está se sentindo estranho, desanimado, sem energia, sem vontade de acordar, bebendo além do razoável, dormindo mal, fazendo uso de remédios para dormir ou de drogas psicoativas, que busque um profissional de saúde. Problemas de saúde mental, gosto sempre de reforçar, quando tratados, equivalem à boa saúde mental.

Faço também o convite para que cada um volte o olhar a si mesmo e busque descobrir que mudanças no seu estilo de vida o levariam a melhorar a sua saúde mental nem que seja um pouquinho. Cada um terá o seu termômetro. É sempre bom lembrar: qualquer mudança é um tijolo a mais na construção de uma saúde mental melhor.

(https://forbes.com.br/forbessaude/2024/10/arthur-guerra-mais-do-quea-expectativa-de-vida-voce-deveria-se-preocupar-com-a-sua-expectativ a-de-saude-mental/)
Em relação aos aspectos morfossintáticos, analise as afirmativas:
I.Em 'as novas tecnologias na área médica', o vocábulo 'médica' está como adjetivo.
II.Em 'E o que as evidências têm nos mostrado' o 'nos' é um pronome oblíquo com função de objeto direto.
III.'transtorno mental' = 'transtorno da mente', assim como 'nuvens plúmbeas' = 'nuvens de chumbo'
IV.O vocábulo 'incapacitantes' em 'são altamente incapacitantes' é um adjetivo com função de predicativo do sujeito.

Estão corretas:
Alternativas
Q3134022 Português
Em qual das frases abaixo há ERRO no emprego da crase?  
Alternativas
Q3134020 Português
Homônimos são palavras que apresentam significados diferentes, mas que são pronunciadas da mesma forma; parônimos são também palavras que apresentam significados diferentes, mas que são pronunciadas da forma parecida. Sabendo disso, qual das alternativas apresenta exemplos de homônimos?  
Alternativas
Q3134018 Português
No estudo da gramática, as vozes verbais são classificadas em três tipos: voz ativa, voz passiva e voz reflexiva. Analise as frases a seguir e assinale qual alternativa apresenta um exemplo da voz passiva.  
Alternativas
Q3134017 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Como é por dentro outra pessoa
Como é por dentro outra pessoa
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição de qualquer semelhança
No fundo.

(Poesias Inéditas. 1930-1935. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1955.) 

A respeito de aspectos morfológicos e de acentuação, analise as assertivas que seguem:
I. No trecho Quem é que o saberá sonhar, a palavra Quem consiste em um pronome.
II. No trecho Como é por dentro outra pessoa, a palavra por consiste em um verbo.
III. Considerando a acentuação, a palavra possível é classificada como proparoxítona.
Pode-se afirmar que:  
Alternativas
Q3134015 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:

Como é por dentro outra pessoa
Como é por dentro outra pessoa
Quem é que o saberá sonhar?
A alma de outrem é outro universo
Com que não há comunicação possível,
Com que não há verdadeiro entendimento.

Nada sabemos da alma
Senão da nossa;
As dos outros são olhares,
São gestos, são palavras,
Com a suposição de qualquer semelhança
No fundo.

(Poesias Inéditas. 1930-1935. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1955.) 

O que o eu lírico sugere sobre a comunicação entre as almas? 
Alternativas
Respostas
45501: D
45502: A
45503: B
45504: C
45505: C
45506: A
45507: E
45508: D
45509: E
45510: B
45511: C
45512: A
45513: B
45514: D
45515: D
45516: B
45517: C
45518: B
45519: B
45520: B