Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3953721 Português
Em relação à regência nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

(   ) João estava sempre alheio a tudo.

(  ) A menina é aplicada aos estudos.

(   ) Aquilo foi arquitetado contra ele.  
Alternativas
Q3953719 Português
Caso retirássemos todas as vírgulas das orações seguintes, acarretaria ERRO na alternativa:
Alternativas
Q3953718 Português
Assinalar a alternativa em que o uso dos “porquês” está CORRETO.  
Alternativas
Q3953717 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
A respeito da distinção entre conjunção integrante e pronome relativo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Conjunção integrante.
(2) Pronome relativo. 

(   ) “Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência [...]” (1º parágrafo). 
(  ) “[...] e que o cérebro era uma espécie de ‘radiador’ [...]” (1º parágrafo).
(   ) “‘[...] a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas’.” (2º parágrafo).  
(  ) “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles [...]” (6º parágrafo). 
Alternativas
Q3953716 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
“Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.” (4º parágrafo). Nesse segmento do texto, há um total de: 
Alternativas
Q3953715 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
No trecho, “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando [...] (6º parágrafo)”, para manter o sentido da frase, a palavra sublinhada poderia ser substituída por: 
Alternativas
Q3953714 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
As palavras “imediatamente”, “provavelmente” e “indiretamente”, presentes no texto, são classificadas como:
Alternativas
Q3953713 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.

I. Segundo os cientistas, o órgão que, de fato, controla nossas ações e pensamentos é o intestino.

II. As células nervosas do intestino estão sempre em contato direto com o cérebro.

III. O intestino pode interferir no funcionamento do cérebro e vice-versa.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3953702 Português
Os recursos expressivos da linguagem constituem estratégias empregadas pelo autor para intensificar sentidos, produzir efeitos estéticos e ampliar as possibilidades interpretativas do texto, explorando aspectos semânticos, sonoros e sintáticos da língua, sem se limitar ao uso literal das palavras (CANDIDO, 2011).

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3953701 Português
A intertextualidade refere-se às relações que um texto estabelece com outros textos previamente existentes, seja por citação explícita, alusão, paródia ou retomada implícita de temas, estilos e estruturas, ampliando os sentidos produzidos na leitura e exigindo do leitor repertório sociocultural para sua plena compreensão (KOCH, 2011).
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3953700 Português
O discurso direto, o discurso indireto e o discurso indireto livre configuram formas distintas de representação da fala ou do pensamento alheio no texto, variando quanto ao grau de mediação do narrador e aos recursos linguísticos empregados para integrar a voz das personagens à organização discursiva, o que influencia diretamente a expressividade e a progressão narrativa (CEREJA; MAGALHÃES, 2019).
Em relação ao discurso direto, indireto e indireto livre, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3953699 Português
A coerência e a coesão textual constituem princípios fundamentais da textualidade, garantindo a construção de sentidos globalmente compreensíveis e a articulação adequada entre as partes do texto por meio de mecanismos linguísticos explícitos e implícitos, como conectores, retomadas referenciais e progressão temática, sem que isso implique repetição excessiva ou rupturas argumentativas (KOCH, 2015).
Em relação à coerência e à coesão textual, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3953697 Português
Os vícios de linguagem são tradicionalmente definidos pela gramática normativa como usos que comprometem a clareza, a correção ou a precisão da expressão, sendo classificados em diferentes tipos conforme a natureza do desvio observado (CUNHA; CINTRA, 2017).
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3953696 Português
A textualização envolve o conjunto de operações linguísticas e discursivas responsáveis pela construção do texto, garantindo encadeamento de ideias, progressão temática e adequação ao contexto comunicativo. Esses processos articulam escolhas lexicais, mecanismos de coesão e estratégias de organização discursiva, permitindo que o texto se constitua como uma unidade de sentido interpretável pelo leitor (KOCH; TRAVAGLIA, 2018).
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3953695 Português
A tipologia textual diz respeito às formas básicas de organização da linguagem, definidas a partir de características linguísticas predominantes, como a intenção comunicativa, a estrutura sintática, o encadeamento lógico e os recursos expressivos empregados pelo enunciador (MARCUSCHI, 2008).
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3953692 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?

Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.

Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.

Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.

As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.

As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.

Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.

Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.

Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.

O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.

A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4grwvgdydvo.adaptado. 
O texto analisa a projeção de uma artista nos serviços de streaming ao mesmo tempo em que apresenta indícios que colocam em dúvida a autenticidade de sua identidade, em um cenário marcado pelo uso crescente de tecnologias digitais na produção musical.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que a repercussão em torno de Sienna Rose se constrói a partir:
Alternativas
Q3953691 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?

Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.

Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.

Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.

As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.

As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.

Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.

Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.

Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.

O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.

A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4grwvgdydvo.adaptado. 
Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista.
Assinale a alternativa CORRETA quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase:
Alternativas
Q3953690 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?

Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.

Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.

Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.

As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.

As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.

Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.

Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.

Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.

O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.

A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4grwvgdydvo.adaptado. 
As imagens associadas à cantora também "despertam" atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais "apresentam" iluminação homogênea e aspecto artificial.
Conjugando os verbos destacados na forma CORRETA do futuro do pretérito do indicativo e do pretérito perfeito do indicativo, respectivamente, tem-se:
Alternativas
Q3953689 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A misteriosa cantora com milhões de reproduções nos serviços de streaming − mas quem (ou o que) é ela?

Janeiro tem sido um período especialmente positivo para Sienna Rose. Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify. A mais popular, Into the Blue, ultrapassou a marca de cinco milhões de execuções. Mantido esse ritmo, Rose surge como uma das grandes revelações musicais do ano.

Há, contudo, um elemento inquietante: tudo indica que a cantora talvez não exista. O Deezer, serviço de streaming que desenvolve ferramentas para identificar músicas criadas por inteligência artificial, informou à BBC que muitos dos álbuns e canções atribuídos a Rose foram detectados e marcados como produções geradas por computador.

Outros indícios reforçam a suspeita. Sienna Rose não mantém presença ativa nas redes sociais, nunca realizou apresentações ao vivo, não possui videoclipes e lançou uma quantidade incomum de músicas em pouco tempo. Entre vinte e oito de setembro e cinco de dezembro de 2025, ao menos quarenta e cinco faixas foram disponibilizadas nos serviços de streaming, um volume difícil de ser alcançado mesmo por artistas notoriamente prolíficos.

As imagens associadas à cantora também despertam atenção. Fotografias divulgadas em redes sociais e plataformas musicais apresentam iluminação homogênea e aspecto artificial, frequentemente ligados a softwares de geração de imagens por IA. Em serviços como o Tidal, Rose aparece creditada em álbuns variados, todos lançados no ano anterior.

As próprias músicas alimentam o debate. Faixas como Into the Blue e Breathe Again remetem ao estilo de artistas consagradas do soul contemporâneo, mas ouvintes relatam a presença de artefatos de IA, como um silvo contínuo perceptível ao longo das gravações. Esse efeito é comum em músicas geradas por aplicativos que partem de ruído branco, posteriormente refinado até assumir forma musical.

Segundo Gabriel Meseguer-Brocal, esses processos introduzem erros imperceptíveis ao ouvido humano, mas identificáveis por análises matemáticas, funcionando como impressões digitais do software utilizado. Para o público em geral, surgem ainda outros sinais, como letras pouco elaboradas, padrões rítmicos irregulares e vocais excessivamente previsíveis, o que reforça a percepção de um som genérico.

Apesar disso, as canções de Rose conquistaram admiradores. A cantora Selena Gomez utilizou uma de suas faixas como trilha sonora de uma postagem sobre o Globo de Ouro, em janeiro de 2026, ampliando a visibilidade do caso. Quando surgiram dúvidas sobre a identidade da artista, muitos ouvintes reagiram com frustração, divididos entre a decepção e o reconhecimento de que as músicas não eram desagradáveis.

Há quem considere possível que Sienna Rose seja uma artista real que opta pelo anonimato. Ainda assim, o episódio expõe dilemas enfrentados pela indústria musical diante do avanço acelerado da inteligência artificial. Os custos de lançar uma artista virtual são praticamente nulos, enquanto os rendimentos podem chegar a cerca de duas mil libras por semana, contraste evidente com setores que investem valores elevados em artistas humanos.

O crescimento da música gerada por IA é expressivo. O Deezer afirma que mais de um terço das canções enviadas diariamente à plataforma é produzido por inteligência artificial, número muito superior ao registrado dezoito meses antes. Algumas empresas passaram a proibir esse tipo de conteúdo, enquanto outras manifestam preocupação em identificar material fraudulento.

A reação contrária à música produzida por algoritmos também se fortalece entre artistas consagrados, que defendem a primazia de canções capazes de expressar vivências humanas autênticas — algo que, ao menos por enquanto, permanece fora do alcance dos sistemas artificiais.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4grwvgdydvo.adaptado. 
Três de suas canções, que combinam soul e influências de jazz, figuram no Top Viral do Spotify.
Assinale a alternativa CORRETA que contenha apenas preposição simples. 
Alternativas
Respostas
4461: B
4462: A
4463: A
4464: D
4465: A
4466: B
4467: D
4468: C
4469: C
4470: C
4471: A
4472: D
4473: C
4474: B
4475: B
4476: D
4477: C
4478: D
4479: A
4480: B