Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3384036 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

No terceiro parágrafo, o sinal de dois-pontos é usado para
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Q3384035 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

Para convencer o leitor sobre o ponto de vista defendido no texto, o segundo parágrafo 
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Q3384034 Português

Jardinagem e Alzheimer


        A jardinagem tem uma característica incrível: torna-nos capazes de manter a atenção, sem esforço!

        Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a jardinagem reduz o estresse e ajuda a estabelecer vínculos emocionais entre a pessoa e o ambiente, e isso ajuda a evitar demências como o Alzheimer e Parkinson.

        A jardinagem promove o relaxamento, estimula a atividade e reduz a agitação. Ao mesmo tempo, cuidar do jardim trabalha a capacidade da realização de tarefas que requerem habilidades cognitivas e o controle de muitas variáveis: clima, terra, água, solo, iluminação, entre outros.

        Além disso, imagens, cores, cheiros e ruídos que existem na natureza contribuem para o relaxamento do doente.


ALZHEIMER360. Disponível em: https://alzheimer360.com/beneficiosjardinagem-alzheimer/. Acesso em: 13 dez. 2023. [Adaptado]. 

As informações contidas no texto reforçam a ideia de que a jardinagem 
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Q3384029 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

No quarto parágrafo, o verbo “furtara” e a locução verbal “via morrer”, respectivamente, foram empregados nos tempos 
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Q3384028 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

No trecho “Já murcha e com a cor particular da morte”, a função dos termos destacados é a de 
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Q3384027 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

No trecho “peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara”, as ações do narrador-personagem indicam que ele estava sentindo
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Q3384026 Português

Furto de flor


        Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor.

        Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

        Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.

        Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

        Já murcha e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

        - Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!


ANDRADE, Carlos Drummond. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 985. p.80.

O acontecimento que dá início à crônica é 
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Q3384025 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

No texto, a palavra “ofício” é sinônimo de
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Q3384024 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

No primeiro e no segundo parágrafos, a palavra “Casa” foi escrita com letra inicial maiúscula porque é um 
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Q3384023 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

De acordo com o texto, a Casa Porto Seguro é utilizada como 
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Q3384022 Português

        A Casa Porto Seguro seria mais um abrigo comum da capital paulista não fosse um diferencial: o local possui uma horta comunitária, que é cuidada pelas próprias pessoas em situação de rua.

        Lá, elas cultivam os mais variados tipos de legumes e verduras, além de ervas para chás, e tudo 100% livre de agrotóxicos. Depois de colhidos, os alimentos têm destino certo: a cozinha da Casa, onde são preparados, diariamente, mais de 130 almoços – além de café da manhã.

        Com os legumes e verduras cultivados na horta comunitária, a equipe do abrigo – ou centro de convivência, como gostam de chamá-lo – já garante cinco dias de salada, por mês para os frequentadores, o que rende uma economia de R$ 200,00 no orçamento.

        Já as pessoas em situação de rua ganham muito mais do que um prato de comida cultivada por elas mesmas. Ocupam-se, sentem-se úteis, aprendem um ofício e fazem, de graça, umas das mais eficazes terapias do mundo: mexer na terra.


Disponível em: https://super.abril.com.br/coluna/planeta/moradores-emsituacao-de-rua-cultivam-horta-comunitaria-em-abrigo. Acesso em: 12 dez. 2023. [Adaptado].

O objetivo principal do texto é
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Q3383844 Português
Senado aprova cota de exibição de filmes brasileiros nos cinemas; texto segue para sanção

        O Senado aprovou nesta terça-feira 19 um projeto de lei para recriar a cota de exibição para filmes brasileiros, com validade até 2033. A chamada “cota de tela” havia acabado em 2021, quando expirou o prazo de 20 anos previsto por uma medida provisória. “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica”, diz um trecho do relatório.

        A redação determina que salas, espaços e locais de exibição pública comercial fiquem obrigados a exibir obras brasileiras de longa-metragem, observados o número mínimo de sessões e a diversidade de títulos. Cabe à Agência Nacional de Cinema o controle de um decreto do governo federal. A Ancine e entidades representativas de produtores de cinema, de distribuidores e de exibidores deverão ser consultadas.


Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/politica/senado-aprova-cotade-exibicao-de-filmes-brasileiros-nos-cinemas-texto-segue-para-sancao/> . Acesso em: 15 jan. 2024. [Adaptado].
No texto, a função das aspas no enunciado “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica” indica
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Q3383843 Português
Senado aprova cota de exibição de filmes brasileiros nos cinemas; texto segue para sanção

        O Senado aprovou nesta terça-feira 19 um projeto de lei para recriar a cota de exibição para filmes brasileiros, com validade até 2033. A chamada “cota de tela” havia acabado em 2021, quando expirou o prazo de 20 anos previsto por uma medida provisória. “A cota de tela é um dos instrumentos pioneiros instituídos pelo Estado brasileiro com o intuito de fomentar a produção cinematográfica doméstica”, diz um trecho do relatório.

        A redação determina que salas, espaços e locais de exibição pública comercial fiquem obrigados a exibir obras brasileiras de longa-metragem, observados o número mínimo de sessões e a diversidade de títulos. Cabe à Agência Nacional de Cinema o controle de um decreto do governo federal. A Ancine e entidades representativas de produtores de cinema, de distribuidores e de exibidores deverão ser consultadas.


Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/politica/senado-aprova-cotade-exibicao-de-filmes-brasileiros-nos-cinemas-texto-segue-para-sancao/> . Acesso em: 15 jan. 2024. [Adaptado].
O título da notícia apresenta uma estrutura que foge ao padrão, segundo o qual não há pontuação num título. O propósito comunicativo do título “Senado aprova cota de exibição de filmes brasileiros nos cinemas; texto segue para sanção” revela uma escolha discursiva que indica 
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Q3383842 Português

Observe a imagem a seguir.

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <https://www.cartacapital.com.br/sociedade/angeli-e-laerteocupam-paulista-com-charges-sobre-direitos-humanos/>. Acesso em 16 dez. 2023.



A imagem apresenta uma cena que revela

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Q3383841 Português
Fogos de artifício

Roberto Célio Silva - Setor Pedro Ludovico, Goiânia

Para este final de ano, durante as festas de Natal e Réveillon, que tal deixarmos de lado foguetes, rojões, bombas, bombinhas e fogos de artifício? Já temos ciência de que estes trazem grandes incômodos e prejuízos à natureza, sobretudo para os animais. Perturbam tanto idosos, crianças e doentes. Assustam demais portadores de alguns espectros do tipo mental. Atrapalham o funcionamento de hospitais e podem causar danos físicos até mesmo em quem insiste nessas práticas que, sinceramente, além de antipáticas, já caíram de moda há tempos! Por favor! Pensemos nisso!


Disponível em:<https://opopular.com.br/opiniao/carta-dos-leitores/cartas1.3091263> . Acesso em: 16 dez. 2023.
A organização informacional da carta do leitor Roberto Silva se dá mediante a apresentação de
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Q3383840 Português
Fogos de artifício

Roberto Célio Silva - Setor Pedro Ludovico, Goiânia

Para este final de ano, durante as festas de Natal e Réveillon, que tal deixarmos de lado foguetes, rojões, bombas, bombinhas e fogos de artifício? Já temos ciência de que estes trazem grandes incômodos e prejuízos à natureza, sobretudo para os animais. Perturbam tanto idosos, crianças e doentes. Assustam demais portadores de alguns espectros do tipo mental. Atrapalham o funcionamento de hospitais e podem causar danos físicos até mesmo em quem insiste nessas práticas que, sinceramente, além de antipáticas, já caíram de moda há tempos! Por favor! Pensemos nisso!


Disponível em:<https://opopular.com.br/opiniao/carta-dos-leitores/cartas1.3091263> . Acesso em: 16 dez. 2023.
A publicação de cartas de leitor por um jornal encontra limitações quanto à estrutura e quantidade do conteúdo expresso na carta. No texto apresentado, quais são os elementos mais relevantes da carta de leitor?
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Q3383683 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.

Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:

Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.

As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.

As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.

Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.

Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.

Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.

A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.

(...)

Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.

É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.

A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.

Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
No período "Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor", a conjunção "MAS" expressa uma ideia de:
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Q3383680 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O valor do trabalho

Todos pedimos coisas para a vida. Cada um, a sua maneira, quer conquistar algo especial. Mas em nossa ingênua ignorância, consideramos que a vida nos deve de fato este favor. Que só pelo fato de existirmos já temos o direito de receber.

Suponhamos que a vida nos dê alguns presentes. Encontramo-nos com as seguintes consequências:

Um presente não nos custa nada. Por isso mesmo, sempre pediremos mais e mais.

As coisas que não nos custam nada não possuem valor. Quer dizer, tem algum valor, porém não o conhecemos e tampouco nos importa conhecê-lo.

As coisas que temos aumentam nossas fantasias e ilusões e nos dão uma falsa percepção de que as possuímos, como se determinado objeto, ou algo, fosse nosso.

Também há o aumento da vaidade, porque consideramos que merecemos isso e muito mais.

Os presentes que nos são dados não são obtidos por qualquer esforço, exceto − no melhor dos casos − o de agradecer o presente àquele que nos concede.

Os presentes que nos são dados tiram o sentido da generosidade. A pessoa que se acostuma a receber é lenta para dar algo de si.

A vida é uma corrente que flui, que está em movimento, e nós não podemos estar fora da Vida. Sendo assim, nos corresponde fluir, nos movermos a atuar e trabalhar.

(...)

Meu caro, aprenda com o erro. Trabalho não é apenas "ganhar a vida". O homem é um produto de suas ações no mundo, de seu trabalho constante. Quem trabalha desenvolve e expande suas aptidões que, na maioria das vezes, estão adormecidas e escondidas; o trabalho nos ajuda a ativar os nossos poderes latentes, nos ajuda a descobrir vocações ocultas e a obter realizações inesperadas. Fortalece nossa saúde mental, nossa vontade e nossa inteligência, nos ensina, sobretudo, a amar.

É imprescindível que reflitamos sobre a importância de nos entregarmos à vida com toda a nossa essência e dedicação.

A mim me parece que que cada indivíduo tem sua própria maneira de buscar realizações na vida. Quem não ama nada mais do que receber presentes sem esforço, perde a oportunidade de compreender a verdadeira generosidade e a gratificação que vem do presentear.

Em síntese, mais que uma maldição, o trabalho vem a ser nossa oportunidade de redenção. E, assim, tomamos contato com o que há de melhor em nós e com a vitalidade que circula todo o Universo.

Autor: Delia Steinberg Guzmán. TEXTO ADAPTADO. Acesso em https://www.acropole.org.br/filosofia/ o-valor-do-trabalho/
Considerando-se o contexto, traduz-se INADEQUADAMENTE o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q3383638 Português
Assinale a alternativa em que a regência do verbo é transitiva indireta.
Alternativas
Q3383635 Português
Assinale a alternativa em que se verifica o pronome átono colocado em mesóclise.
Alternativas
Respostas
44381: B
44382: C
44383: A
44384: A
44385: C
44386: D
44387: D
44388: E
44389: C
44390: A
44391: C
44392: E
44393: D
44394: A
44395: E
44396: C
44397: C
44398: C
44399: E
44400: D