Questões de Concurso Comentadas sobre português
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FRAGMENTO A – “Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado, mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali, espiando tranquilamente.”.
FRAGMENTO B – “Perguntaram-me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.”.
I- No fragmento A, o ladrão foi mencionado pela primeira vez, razão pela qual foi empregado o artigo definido.
II- No fragmento B, o ladrão foi mencionado pela segunda vez, razão pela qual se optou pelo uso do artigo definido.
III- No fragmento B, o termo “o” é um artigo indefinido.
IV- No fragmento A, o termo “um” foi empregado para designar um ser ainda não referido.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- O termo “baixinho” indica diminutivo.
II- O verbo “liguei” está conjugado na primeira pessoa do plural.
III- O verbo “informei” está conjugado no modo subjuntivo.
IV- Há apenas dois artigos definidos no fragmento.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
(O Estado de S.Paulo, 7 de outubro de 2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços.
Observe o seguinte trecho do parágrafo 3º:
O governador gaúcho frisou que as diferenças políticas precisam ser colocadas de lado no momento em que o estado enfrenta fortes chuvas. “Temos que estar à altura do que a história nos exige, como lideranças públicas, colocando de lado qualquer diferença neste momento”, afirmou.
As expressões citadas são exemplos de um fenômeno semântico conhecido como:
“Isso é possível porque as céluas anômalas têm mutações no DNA que tiram suas rédeas”
Considere o seguinte trecho do artigo em questão:
"Alguns grupos acreditam que seja suficiente silenciar três genes [grosso modo, regiões funcionais do DNA] dos porcos, o que tem sido a nossa proposta. Outros defendem que um só gene poderia ser suficiente ou que seja necessário introduzir genes humanos", diz a geneticista. "Somente com o seguimento dos pacientes a longo prazo será possível responder essa pergunta."
O cirurgião Silvano Raia, da Faculdade de Medicina da USP, coordena o trabalho ao lado de Zatz e diz que o objetivo inicial do trabalho é viabilizar um xenotransplante de rim, como já aconteceu nos EUA.
"Na hipótese de insucesso, podemos retirar o xenoenxerto não funcionante e fazer com que o paciente volte a fazer hemodiálise até que esteja em condições de receber um alotransplante [de um doador humano], para o qual terá uma prioridade que não tinha antes do xenotransplante", explica Raia.
Esse primeiro candidato a receptor precisará ter condições clínicas para receber o órgão do suíno geneticamente modificado e, ao mesmo tempo, não ter prioridade na lista de espera por um órgão humano. "Os xenotransplantes já realizados de coração e rim seguiram essa conduta."
Assinale a alternativa CORRETA: