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Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3271335 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


Seu Afredo


    Seu Afredo (ele sempre subtraía o “l” do nome, ao se apresentar com uma ligeira curvatura: “Afredo Paiva, um seu criado...”) tornou-se inesquecível à minha infância porque tratava-se muito mais de um linguista que de um encerador. Como encerador, não ia muito lá das pernas. Lembro-me que, sempre depois de seu trabalho, minha mãe ficava passeando pela sala com uma flanelinha debaixo de cada pé, para melhorar o lustro. Mas, como linguista, cultor do vernáculo e aplicador de sutilezas gramaticais, seu Alfredo estava sozinho.


    Tratava-se de um mulato quarentão, ultrarrespeitador, mas em quem a preocupação linguística perturbava às vezes a colocação pronominal. Um dia, numa fila de ônibus, minha mãe ficou ligeiramente ressabiada quando seu Afredo, casualmente de passagem, parou junto a ela e perguntou-lhe à queima-roupa, na segunda do singular:


    – Onde vais assim tão elegante?


    Nós lhe dávamos uma bruta corda. Ele falava horas a fio, no ritmo do trabalho, fazendo os mais deliciosos pedantismos que já me foi dado ouvir. Uma vez, minha mãe, em meio à lide caseira, queixou-se do fatigante ramerrão do trabalho doméstico. Seu Alfredo virou-se para ela e disse:


    – Dona Lídia, o que a senhora precisa fazer é ir a um médico e tomar a sua quilometragem. Diz que é muito bão.


    De outra feita, minha tia Graziela, recém-chegada de fora, cantarolava ao piano enquanto seu Afredo, acocorado perto dela, esfregava cera no soalho. Seu Alfredo nunca tinha visto minha tia mais gorda. Pois bem: chegou-se a ela e perguntou-lhe:


    – Cantas? Minha tia, meio surpresa, respondeu com um riso amarelo:


    – É, canto às vezes, de brincadeira…


    Mas, um tanto formalizada, foi queixar-se a minha mãe, que lhe explicou o temperamento do nosso encerador: –


    Não, ele é assim mesmo. Isso não é falta de respeito, não. É excesso de... gramática. Conta ela que seu Afredo, mal viu minha tia sair, chegou-se a ela com ar disfarçado e falou:


    – Olhe aqui, dona Lídia, não leve a mal, mas essa menina, sua irmã, se ela pensa que pode cantar no rádio com essa voz, tá redondamente enganada. Nem em programa de calouro!


    E, a seguir, ponderou:


    – Agora, piano é diferente. Pianista ela é!


    E acrescentou:


    – Eximinista pianista!


MORAES, V. Seu Afredo. In: Para uma menina com uma flor. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 65-66.

A respeito da palavra ‘eximinista’, empregada por Seu Afredo – “Eximinista pianista!” –, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3271148 Português
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil


O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.

O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.

Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.

Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.

Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.

Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.

Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.

Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
Qual é a principal razão apresentada no texto para a redução das mortes por doenças cardiovasculares no Brasil?
Alternativas
Q3271010 Português
Produção de texto é a capacidade de elaborar, por meio de palavras, concepções e ideias associadas a um determinado tema. A produção de um texto está associada ao seu contexto e aos objetivos que se pretende alcançar ao elaborá-lo.
(Fonte: https://l1nk.dev/CslK8.adaptado)

Quais são os elementos fundamentais para a elaboração de um bom texto? Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3271009 Português
A semântica é o ramo da linguística que estuda o significado das palavras. Considerando a evolução dos termos, a semântica pode ser sincrônica, ao analisar o significado das palavras na atualidade, ou diacrônica, ao estudar o significado das palavras em um determinado período de tempo.
(Fonte: https://acesse.dev/semantica.adaptado)

Assinale a opção correta em relação ao estudo da semântica.
Alternativas
Q3271007 Português
Ramo da Linguística que investiga o sistema sonoro de uma língua. Compete descrever as regras que determinam a atribuição do acento prosódico.
Tal conceito refere-se à:
Alternativas
Q3271003 Português
Considera-se a educação uma prática social, simbólica, técnica e política, que envolve a interação complexa de todos os fatores implicados na existência humana, englobando as pessoas e suas experiências em contexto. Para compreender o processo de integração das TIC na educação do Brasil, é relevante investigar se os professores usam as tecnologias no seu cotidiano e na prática pedagógica, assim como quais são os meios tecnológicos mais utilizados por eles. Desse modo, procura-se identificar convergências e especificidades relevantes sob o olhar dos professores, extraindo contribuições que possam subsidiar iniciativas públicas de integração das TIC na Educação e a definição de novas iniciativas de cooperação no que se refere às tecnologias e Educação.
(Fonte: https://periodicos.ufs.br/revtee/article /view/2269.adaptado)

De acordo com o texto, qual é a importância de investigar o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) pelos professores na educação do Brasil?
Alternativas
Q3271002 Português
Embora sejam vistas como 'tendências para o futuro', algumas práticas educacionais já transformam a realidade de centenas de escolas no Brasil e no mundo. Educação socioemocional, metodologias ativas, aprendizagem visível e a revalorização das relações presenciais são algumas dessas tendências.
É importante que o estudante desenvolva as suas habilidades desde a sua formação escolar, para garantir que esteja mais bem preparado para os desafios que estarão presentes na vida adulta. Compreender e estimular o desenvolvimento das competências individuais é ir além do ensinar a fazer, mas reconhecer que somos seres em transformação, em constante aprendizagem.
(Fonte: https://encr.pw/w91pO.adaptado)

Segundo o texto, quais práticas educacionais já transformam a realidade de muitas escolas no Brasil e no mundo? 
Alternativas
Q3270999 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Milhões de jovens sem ensino básico estão fora da escola

No Brasil, 9,8 milhões de jovens, de 15 a 29 anos − ou 19,9% da população dessa faixa etária − não concluíram a educação básica − formada pela educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio − e não frequentam escolas, segundo dados da pesquisa Juventudes Fora da Escola, do Itaú Educação e Trabalho e da Fundação Roberto Marinho, baseada em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022.

De acordo com o levantamento divulgado, a maioria desses jovens (78%) provém de famílias com renda per capita de até um salário-mínimo (R$ 1.412,00), e sete em cada dez (70%) são negros. A maioria (43%) não terminou o Ensino Fundamental; 22% completaram o Ensino Fundamental, mas não iniciaram o Médio; e 35% têm o Ensino Médio incompleto.

Oito a cada dez desses jovens estão fora da escola há mais de dois anos − a média, segundo a pesquisa, é de seis anos fora da escola. A maioria deles (84%) fazem parte da força de trabalho − 69% estão ocupados e, desses, 67% estão ocupados na informalidade. 

"Os dados revelam a questão do mundo do trabalho como central na decisão desses jovens que estão fora da escola, seja na tomada de decisão para interromper os estudos, seja para retomá-los. Temos o compromisso constitucional de, na escola, formarmos profissionalmente os jovens, para que eles tenham condições de garantir inserção produtiva digna e dar sequência na carreira que desejarem optar", destaca a superintendente do Itaú Educação e Trabalho, Ana Inoue.

A pesquisa mostra que 73% dos jovens disseram que pretendem concluir a educação básica. Entre as principais razões para terminar o ensino, os jovens apontam a perspectiva de melhora da condição profissional, seja para ter um emprego melhor (37%) ou arrumar um emprego (15%), seguido pelo desejo de cursar uma faculdade (28%).

Já os 27% que responderam não pretender concluir o ensino, indicaram como principais razões para isso a necessidade de trabalhar (32%), seguida por precisar cuidar da família (17%). Do total de jovens ouvidos, 92% concordam que concluir a educação básica ajudaria a ter melhores oportunidades de trabalho.

"Fortalecer a educação profissional e tecnológica é fundamental nesse sentido, para que os jovens tenham formação adequada e alinhada às tendências do mundo do trabalho, assim como é urgente criarmos condições para que essa parcela da população estude e tenha oportunidades profissionais", ressalta Inoue. 

Em nota, o Ministério da Educação disse que o governo federal instituiu em 2024 o programa Pé-de-Meia, destinado a promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público. "Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens do ensino médio, além de promover mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social".

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/.adaptado. 
A maioria dos jovens fora da escola vem de famílias com renda per capita de até um salário mínimo.
Com base no texto fornecido, analise as razões pelas quais os jovens fora da escola pretendem concluir a educação básica. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3270998 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Milhões de jovens sem ensino básico estão fora da escola

No Brasil, 9,8 milhões de jovens, de 15 a 29 anos − ou 19,9% da população dessa faixa etária − não concluíram a educação básica − formada pela educação infantil, o ensino fundamental e o ensino médio − e não frequentam escolas, segundo dados da pesquisa Juventudes Fora da Escola, do Itaú Educação e Trabalho e da Fundação Roberto Marinho, baseada em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022.

De acordo com o levantamento divulgado, a maioria desses jovens (78%) provém de famílias com renda per capita de até um salário-mínimo (R$ 1.412,00), e sete em cada dez (70%) são negros. A maioria (43%) não terminou o Ensino Fundamental; 22% completaram o Ensino Fundamental, mas não iniciaram o Médio; e 35% têm o Ensino Médio incompleto.

Oito a cada dez desses jovens estão fora da escola há mais de dois anos − a média, segundo a pesquisa, é de seis anos fora da escola. A maioria deles (84%) fazem parte da força de trabalho − 69% estão ocupados e, desses, 67% estão ocupados na informalidade. 

"Os dados revelam a questão do mundo do trabalho como central na decisão desses jovens que estão fora da escola, seja na tomada de decisão para interromper os estudos, seja para retomá-los. Temos o compromisso constitucional de, na escola, formarmos profissionalmente os jovens, para que eles tenham condições de garantir inserção produtiva digna e dar sequência na carreira que desejarem optar", destaca a superintendente do Itaú Educação e Trabalho, Ana Inoue.

A pesquisa mostra que 73% dos jovens disseram que pretendem concluir a educação básica. Entre as principais razões para terminar o ensino, os jovens apontam a perspectiva de melhora da condição profissional, seja para ter um emprego melhor (37%) ou arrumar um emprego (15%), seguido pelo desejo de cursar uma faculdade (28%).

Já os 27% que responderam não pretender concluir o ensino, indicaram como principais razões para isso a necessidade de trabalhar (32%), seguida por precisar cuidar da família (17%). Do total de jovens ouvidos, 92% concordam que concluir a educação básica ajudaria a ter melhores oportunidades de trabalho.

"Fortalecer a educação profissional e tecnológica é fundamental nesse sentido, para que os jovens tenham formação adequada e alinhada às tendências do mundo do trabalho, assim como é urgente criarmos condições para que essa parcela da população estude e tenha oportunidades profissionais", ressalta Inoue. 

Em nota, o Ministério da Educação disse que o governo federal instituiu em 2024 o programa Pé-de-Meia, destinado a promover a permanência e a conclusão escolar de pessoas matriculadas no ensino médio público. "Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens do ensino médio, além de promover mais inclusão social pela educação, estimulando a mobilidade social".

https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/.adaptado. 
Os dados revelam a questão do mundo do trabalho como central na decisão desses jovens que estão fora da escola, seja na tomada de decisão para interromper os estudos, seja para retomá-'los'.
O elemento destacado na frase refere-se ao termo:
Alternativas
Q3270816 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I. A equipe gaúcha somente usa meiões azul-marinho.
II. Isabela tem belos olhos azul-claros.
III. A seleção brasileira anunciou que na próxima copa vestirá camisas verde-bandeiras.
IV. As crianças gostam de pares azul-celeste.
V. As vegetações verdes-escuras da flora brasileira são belas.

Em quais das afirmativas acima a concordância nominal está correta?
Alternativas
Q3270812 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

49% dos brasileiros acreditam que educação reduz desigualdades sociais

A pesquisa Global Education Monitor 2024 aponta que 49% dos brasileiros acreditam que a educação tem um papel importante para reduzir as desigualdades sociais. O número é igual à média global.

O levantamento também mostra que 50% da população defende que o ensino superior prepara os estudantes para suas futuras carreiras. Neste caso, o Brasil está pouco abaixo da média global de 53%.

Apesar dos números positivos em relação à educação, apenas 26% dos brasileiros avaliam a qualidade sistema como bom, enquanto 47% consideram ruim.

O acesso desigual à educação foi o desafio mais citado pelos brasileiros, com 38% das respostas. Outros 35% apontaram a falta de financiamento público como obstáculo, e 33% mencionaram a infraestrutura inadequada das escolas.

A pesquisa ainda mostrou que parte da população brasileira é desconfiada em relação à tecnologia na educação, pois 28% acreditam que avanços tecnológicos, incluindo inteligência artificial, terão um impacto mais negativo do que positivo no futuro da educação.

Quanto ao ChatGPT, 30% apoiam a proibição nas escolas, enquanto 34% se opõem. 

Além disso, 60% dos brasileiros apoiam a proibição do uso de redes sociais por menores de 14 anos, tanto dentro quanto fora das escolas. Para a Ipsos, o número indica uma preocupação com as consequências negativas dessas plataformas no desenvolvimento infantil.

Esta é uma discussão que está em pauta no país. Recentemente, o Ministério da Educação anunciou que está elaborando um projeto de lei para proibir o uso de celulares nas salas de aula. O objetivo, segundo a pasta, é dar segurança jurídica aos estados e municípios que já discutem a proibição. No Rio de Janeiro, por exemplo, os aparelhos já são proibidos na rede municipal.

O Global Education Monitor 2024 da Ipsos ouviu 1.500 pessoas no Brasil entre 21 de junho e 5 de julho de 2024; a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/49-dos-brasileiros-acreditam-qu e-a-educacao-reduz-as-desigualdades-sociais/
Qual é o objetivo do projeto de lei que está sendo elaborado pelo Ministério da Educação sobre o uso de celulares nas salas de aula? 
Alternativas
Q3270810 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

49% dos brasileiros acreditam que educação reduz desigualdades sociais

A pesquisa Global Education Monitor 2024 aponta que 49% dos brasileiros acreditam que a educação tem um papel importante para reduzir as desigualdades sociais. O número é igual à média global.

O levantamento também mostra que 50% da população defende que o ensino superior prepara os estudantes para suas futuras carreiras. Neste caso, o Brasil está pouco abaixo da média global de 53%.

Apesar dos números positivos em relação à educação, apenas 26% dos brasileiros avaliam a qualidade sistema como bom, enquanto 47% consideram ruim.

O acesso desigual à educação foi o desafio mais citado pelos brasileiros, com 38% das respostas. Outros 35% apontaram a falta de financiamento público como obstáculo, e 33% mencionaram a infraestrutura inadequada das escolas.

A pesquisa ainda mostrou que parte da população brasileira é desconfiada em relação à tecnologia na educação, pois 28% acreditam que avanços tecnológicos, incluindo inteligência artificial, terão um impacto mais negativo do que positivo no futuro da educação.

Quanto ao ChatGPT, 30% apoiam a proibição nas escolas, enquanto 34% se opõem. 

Além disso, 60% dos brasileiros apoiam a proibição do uso de redes sociais por menores de 14 anos, tanto dentro quanto fora das escolas. Para a Ipsos, o número indica uma preocupação com as consequências negativas dessas plataformas no desenvolvimento infantil.

Esta é uma discussão que está em pauta no país. Recentemente, o Ministério da Educação anunciou que está elaborando um projeto de lei para proibir o uso de celulares nas salas de aula. O objetivo, segundo a pasta, é dar segurança jurídica aos estados e municípios que já discutem a proibição. No Rio de Janeiro, por exemplo, os aparelhos já são proibidos na rede municipal.

O Global Education Monitor 2024 da Ipsos ouviu 1.500 pessoas no Brasil entre 21 de junho e 5 de julho de 2024; a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/49-dos-brasileiros-acreditam-qu e-a-educacao-reduz-as-desigualdades-sociais/
Qual foi o principal desafio citado pelos brasileiros em relação à educação, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3270808 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

49% dos brasileiros acreditam que educação reduz desigualdades sociais

A pesquisa Global Education Monitor 2024 aponta que 49% dos brasileiros acreditam que a educação tem um papel importante para reduzir as desigualdades sociais. O número é igual à média global.

O levantamento também mostra que 50% da população defende que o ensino superior prepara os estudantes para suas futuras carreiras. Neste caso, o Brasil está pouco abaixo da média global de 53%.

Apesar dos números positivos em relação à educação, apenas 26% dos brasileiros avaliam a qualidade sistema como bom, enquanto 47% consideram ruim.

O acesso desigual à educação foi o desafio mais citado pelos brasileiros, com 38% das respostas. Outros 35% apontaram a falta de financiamento público como obstáculo, e 33% mencionaram a infraestrutura inadequada das escolas.

A pesquisa ainda mostrou que parte da população brasileira é desconfiada em relação à tecnologia na educação, pois 28% acreditam que avanços tecnológicos, incluindo inteligência artificial, terão um impacto mais negativo do que positivo no futuro da educação.

Quanto ao ChatGPT, 30% apoiam a proibição nas escolas, enquanto 34% se opõem. 

Além disso, 60% dos brasileiros apoiam a proibição do uso de redes sociais por menores de 14 anos, tanto dentro quanto fora das escolas. Para a Ipsos, o número indica uma preocupação com as consequências negativas dessas plataformas no desenvolvimento infantil.

Esta é uma discussão que está em pauta no país. Recentemente, o Ministério da Educação anunciou que está elaborando um projeto de lei para proibir o uso de celulares nas salas de aula. O objetivo, segundo a pasta, é dar segurança jurídica aos estados e municípios que já discutem a proibição. No Rio de Janeiro, por exemplo, os aparelhos já são proibidos na rede municipal.

O Global Education Monitor 2024 da Ipsos ouviu 1.500 pessoas no Brasil entre 21 de junho e 5 de julho de 2024; a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais.

https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/49-dos-brasileiros-acreditam-qu e-a-educacao-reduz-as-desigualdades-sociais/
De acordo com a pesquisa, qual é a percepção de uma parte da população brasileira em relação ao impacto da tecnologia, incluindo a inteligência artificial, na educação?
Alternativas
Q3270717 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Cientistas apresentaram uma nova teoria sobre a origem do universo.
II.A física quântica desafia muitas das nossas ideias sobre a realidade.
III.Uma pesquisa recente mostrou a importância da biodiversidade para a saúde do planeta.
IV.O experimento realizado na universidade revelou resultados surpreendentes.
V.Um aluno de biologia desenvolveu um projeto interessante sobre plantas medicinais.

Quais são as afirmativas em que há o emprego de ao menos um artigo indefinido?
Alternativas
Q3270716 Português
Assinale a alternativa com o emprego de um substantivo coletivo:
Alternativas
Q3270715 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Chocolate quente ou café, ambos são ótimas pedidas para dias frios.

O termo destacado é um exemplo de numeral:
Alternativas
Q3270714 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes

(Adaptado para fins didáticos.)


Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.

Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.

"O possível doador é submetido obrigatoriamente a alguns exames para detectar se há risco de transmissão de alguma doença através dos órgãos a serem doados", diz a infectologista Raquel Stucchi, membro da Comissão de Infecção em Transplantes, da Associação Brasileira Transplante Órgãos. "E a gente tem que ter esses resultados num tempo hábil para depois prosseguir a doação."

Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.

Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.

As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.

"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.

"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bateria-de-exames-em-doadores-e-garantia-de-seguranca-em-transplantes/ 
Qual é a principal preocupação expressa pela infectologista Raquel Stucchi em relação aos doadores de órgãos?
Alternativas
Q3270713 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes

(Adaptado para fins didáticos.)


Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.

Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.

"O possível doador é submetido obrigatoriamente a alguns exames para detectar se há risco de transmissão de alguma doença através dos órgãos a serem doados", diz a infectologista Raquel Stucchi, membro da Comissão de Infecção em Transplantes, da Associação Brasileira Transplante Órgãos. "E a gente tem que ter esses resultados num tempo hábil para depois prosseguir a doação."

Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.

Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.

As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.

"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.

"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bateria-de-exames-em-doadores-e-garantia-de-seguranca-em-transplantes/ 
Qual dos seguintes testes é mencionado no texto como obrigatório para doadores de órgãos no Brasil?
Alternativas
Q3270712 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes

(Adaptado para fins didáticos.)


Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.

Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.

"O possível doador é submetido obrigatoriamente a alguns exames para detectar se há risco de transmissão de alguma doença através dos órgãos a serem doados", diz a infectologista Raquel Stucchi, membro da Comissão de Infecção em Transplantes, da Associação Brasileira Transplante Órgãos. "E a gente tem que ter esses resultados num tempo hábil para depois prosseguir a doação."

Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.

Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.

As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.

"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.

"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bateria-de-exames-em-doadores-e-garantia-de-seguranca-em-transplantes/ 
Qual é o principal objetivo dos testes realizados em doadores de órgãos no Brasil, segundo o texto?
Alternativas
Q3270711 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes

(Adaptado para fins didáticos.)


Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.

Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.

"O possível doador é submetido obrigatoriamente a alguns exames para detectar se há risco de transmissão de alguma doença através dos órgãos a serem doados", diz a infectologista Raquel Stucchi, membro da Comissão de Infecção em Transplantes, da Associação Brasileira Transplante Órgãos. "E a gente tem que ter esses resultados num tempo hábil para depois prosseguir a doação."

Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.

Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.

As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.

"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.

"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."


https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bateria-de-exames-em-doadores-e-garantia-de-seguranca-em-transplantes/ 
De acordo com Raquel Stucchi, quais condições de saúde podem impedir a doação de órgãos no Brasil?
Alternativas
Respostas
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