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Questões de Concurso Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 186.727 questões

Q3298455 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Sono e envelhecimento


Com o aumento da expectativa de vida, o envelhecimento tem se tornado tema central no cotidiano de todo o mundo. Com isso, as preocupações ao redor das doenças neurodegenerativas estão cada vez mais frequentes nos debates de saúde pública e na população em geral. Isso porque essas doenças estão relacionadas ao aumento da incapacidade e dependência, além de mortalidade.


Com acelerado processo de envelhecimento populacional, em 2017 o Brasil contava com 30,2 milhões de idosos com 60 anos ou mais. Em 2022 esse número saltou para 32,1 milhões, o equivalente a 15,6% de sua população total. Assim, o envelhecimento populacional é uma preocupação constante, especialmente, por estar relacionado com o aumento das doenças crônicas em geral, com destaque para o declínio cognitivo, a demência e a incapacidade física.


Nesse contexto, destacam-se os estudos que se interessam por fatores associados e potencialmente modificáveis como os socioeconômicos, comportamentais e de saúde. Entre esses fatores está o sono, que tem sido relacionado com o desempenho cognitivo.


Tanto o sono quanto o desempenho cognitivo podem sofrer prejuízos com o processo de envelhecimento, caracterizados pela diminuição da duração e eficiência do sono, bem como a diminuição do desempenho cognitivo que faz parte do envelhecimento normal. Nesse sentido, pergunta-se se os possíveis efeitos prejudiciais do sono sobre o desempenho cognitivo podem variar entre adultos e idosos.


Nosso estudo


O objetivo da nossa pesquisa foi investigar a associação isolada e combinada entre distúrbios do sono (duração do sono, sintomas de insônia nas últimas 30 noites e cansaço diurno) e desempenho cognitivo de adultos e idosos em testes cognitivos.


Para isso, foi realizada análise transversal dos dados da visita 2 (2012−2014) do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), isto significa que os dados incluídos foram avaliados naquele único e determinado momento.


O ELSA-Brasil é uma coorte de servidores públicos ativos e aposentados de seis capitais brasileiras: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Vitória, que contou, no início do estudo, em 2008, com 15.105 participantes voluntários.


Foram incluídos um total de 7.248 participantes, entre 55 e 79 anos, com média etária de 62,7 anos, sendo 55,2% mulheres. Associações em forma de U invertido foram observados entre duração do sono e desempenho em todas as habilidades cognitivas, ou seja, durações menores ou maiores que sete horas estão associadas ao pior desempenho, independentemente da idade.


Além disso, o relato de insônia foi associado à pior função executiva, sendo a força das associações maiores para indivíduos com insônia em dois ou mais momentos ou, especialmente, insônia combinada com sono curto. Insônia em dois ou mais momentos também foi associada à menor memória e cognição global.


Esses resultados — que sugerem que durações maiores ou menores que cerca de sete horas do sono foram prejudiciais para todas as funções cognitivas investigadas — foram semelhantes tanto para adultos de meia idade quanto para idosos, embora as pontuações dos resultados tenham sido menores para idosos em comparação aos adultos. Além disso, a insônia pareceu afetar mais fortemente a função executiva, mas também prejudicou a memória e a cognição global.


Estudos como o nosso, que visa investigar fatores potencialmente modificáveis para o declínio cognitivo (como é o caso do sono), pode gerar evidências e contribuir para subsidiar intervenções em saúde que objetivem protelar o início do declínio cognitivo e promover o envelhecimento saudável


"https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdrjegj7n33o adaptado)
O vocábulo 'neurodegenerativas' não é hifenizado. Identifique a alternativa que apresenta o vocábulo grafado INCORRETAMENTE sem hífen.
Alternativas
Q3298449 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Sono e envelhecimento


Com o aumento da expectativa de vida, o envelhecimento tem se tornado tema central no cotidiano de todo o mundo. Com isso, as preocupações ao redor das doenças neurodegenerativas estão cada vez mais frequentes nos debates de saúde pública e na população em geral. Isso porque essas doenças estão relacionadas ao aumento da incapacidade e dependência, além de mortalidade.


Com acelerado processo de envelhecimento populacional, em 2017 o Brasil contava com 30,2 milhões de idosos com 60 anos ou mais. Em 2022 esse número saltou para 32,1 milhões, o equivalente a 15,6% de sua população total. Assim, o envelhecimento populacional é uma preocupação constante, especialmente, por estar relacionado com o aumento das doenças crônicas em geral, com destaque para o declínio cognitivo, a demência e a incapacidade física.


Nesse contexto, destacam-se os estudos que se interessam por fatores associados e potencialmente modificáveis como os socioeconômicos, comportamentais e de saúde. Entre esses fatores está o sono, que tem sido relacionado com o desempenho cognitivo.


Tanto o sono quanto o desempenho cognitivo podem sofrer prejuízos com o processo de envelhecimento, caracterizados pela diminuição da duração e eficiência do sono, bem como a diminuição do desempenho cognitivo que faz parte do envelhecimento normal. Nesse sentido, pergunta-se se os possíveis efeitos prejudiciais do sono sobre o desempenho cognitivo podem variar entre adultos e idosos.


Nosso estudo


O objetivo da nossa pesquisa foi investigar a associação isolada e combinada entre distúrbios do sono (duração do sono, sintomas de insônia nas últimas 30 noites e cansaço diurno) e desempenho cognitivo de adultos e idosos em testes cognitivos.


Para isso, foi realizada análise transversal dos dados da visita 2 (2012−2014) do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (ELSA-Brasil), isto significa que os dados incluídos foram avaliados naquele único e determinado momento.


O ELSA-Brasil é uma coorte de servidores públicos ativos e aposentados de seis capitais brasileiras: Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Vitória, que contou, no início do estudo, em 2008, com 15.105 participantes voluntários.


Foram incluídos um total de 7.248 participantes, entre 55 e 79 anos, com média etária de 62,7 anos, sendo 55,2% mulheres. Associações em forma de U invertido foram observados entre duração do sono e desempenho em todas as habilidades cognitivas, ou seja, durações menores ou maiores que sete horas estão associadas ao pior desempenho, independentemente da idade.


Além disso, o relato de insônia foi associado à pior função executiva, sendo a força das associações maiores para indivíduos com insônia em dois ou mais momentos ou, especialmente, insônia combinada com sono curto. Insônia em dois ou mais momentos também foi associada à menor memória e cognição global.


Esses resultados — que sugerem que durações maiores ou menores que cerca de sete horas do sono foram prejudiciais para todas as funções cognitivas investigadas — foram semelhantes tanto para adultos de meia idade quanto para idosos, embora as pontuações dos resultados tenham sido menores para idosos em comparação aos adultos. Além disso, a insônia pareceu afetar mais fortemente a função executiva, mas também prejudicou a memória e a cognição global.


Estudos como o nosso, que visa investigar fatores potencialmente modificáveis para o declínio cognitivo (como é o caso do sono), pode gerar evidências e contribuir para subsidiar intervenções em saúde que objetivem protelar o início do declínio cognitivo e promover o envelhecimento saudável


"https://www.bbc.com/portuguese/articles/cdrjegj7n33o adaptado)
Avalie as afirmativas a seguir e identifique aquela que apresenta uma afirmação correta quanto à acentuação.
Alternativas
Q3298140 Português
Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo) 
"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos."
Os vocábulos destacados são, respectivamente:
Alternativas
Q3298017 Português
Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo) 
De acordo com o texto, identifique a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3297352 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é 'desconto hiperbólico', o viés psicológico que te faz tomar más decisões - e como evitá-lo


O desconto hiperbólico é a nossa inclinação para escolher recompensas imediatas em vez de recompensas futuras, mesmo quando as de curto prazo são inferiores.

 É um viés cognitivo que pode levar as pessoas a tomar decisões erradas porque incentiva a impulsividade em vez da visão de futuro, explicam especialistas que há décadas estudam o tema no campo da Economia Comportamental ou da Psicologia.

"Isso distorce a nossa percepção de valor", diz Vincent Berthet, professor da Universidade de Lorraine e pesquisador do Centro de Economia da Sorbonne, ambos na França, à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC).

Se o mais importante na tomada de decisão é que o benefício seja imediato, mesmo que esse benefício seja menor, então o desconto (a redução do lucro) se torna hiperbólico, ou seja, exagerado.

Embora com nomes diferentes, o desconto hiperbólico tem sido estudado há séculos, quando os comerciantes (e até os filósofos) procuravam compreender a lógica do valor do dinheiro, do retorno do capital ou dos juros associados a um empréstimo conforme o custo e a oportunidade.

Tentando compreender estes fenômenos, nas últimas décadas, especialistas mergulharam em cálculos matemáticos complexos para compreender e prever as forças que movem as finanças e a economia.

Por outro lado, vários psicólogos também pesquisaram o funcionamento do cérebro humano e os vieses cognitivos que atuam na tomada de decisões.

Um deles é Daniel Kahneman, pesquisador que analisou como tomamos decisões e como elas influenciam a economia comportamental, investigação pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2002 (com Vernon Smith).

De forma simples, alguns autores explicam que o viés hiperbólico nos faz pensar que quanto mais próxima a recompensa estiver no tempo, mais atrativa ela parece.

São conhecidas as experiências feitas há décadas com crianças de 4 anos em que os pesquisadores ofereciam um marshmellow agora, ou dois marshmellows em 15 minutos. E, previsivelmente, menos crianças decidiam esperar porque seria muito difícil para elas adiar a gratificação.

Em qualquer caso, os resultados destas experiências variam substancialmente dependendo das características da amostra e da inclusão de variáveis como a origem socioeconômica dos sujeitos, a idade ou a capacidade cognitiva, entre muitas outras.

Mas, no final das contas, a impulsividade é uma força que pode trabalhar contra nós na infância ou na idade adulta.

Se eles lhe oferecessem R$ 100 agora ou R$ 120 em uma semana, o que você preferiria?

Quando a sua decisão opera sob viés cognitivo, é provável que você opte por ter menos dinheiro, mas mais cedo.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy78mm8440vo adaptado)
Analise as afirmativas pospostas ao enunciado, em relação às classes de palavras:

"Por outro lado, vários psicólogos também pesquisaram o funcionamento do cérebro humano e os vieses cognitivos que atuam na tomada de decisões."

I.O vocábulo 'humano' é um adjetivo concordando com 'cérebro'.
II. 'vieses' é o plural de 'viés', da mesma forma, 'lápises' é o plural de 'lápis'.
III.O vocábulo 'cognitivos' tem a mesma classificação gramatical que 'engraçado' em "O engraçado da história é que todos os personagens são crianças".
IV.A forma verbal 'pesquisaram' está no pretérito perfeito do indicativo.

Estão corretas:
Alternativas
Q3297047 Português
Identifique a frase em que o vocábulo destacado foi empregado INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q3296915 Português
Identifique a alternativa em que a concordância verbal NÃO foi estabelecida corretamente: 
Alternativas
Q3296914 Português
"Policiais federais cumpriram um......de prisão preventiva e dois de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF)."
"Nenhum médico, de qualquer especialidade, pode......dietas."
"O ex-policial permanece em......isolada depois de transferência para presídio de Tremembé."
"Uma empresa invisível na internet foi a primeira a ser multada no país por......a Lei Geral de Proteção de Dados."

A alternativa que apresenta os vocábulos que preenchem corretamente os espaços é:
Alternativas
Q3296912 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo)
De acordo com o texto, identifique a afirmativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3296911 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo)
"Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar."

O vocábulo 'bem-estar' está corretamente grafado com hífen, da mesma forma que os das alternativas abaixo, EXCETO:
Alternativas
Q3296908 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo)
"A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023."
"Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade."
Analise as afirmativas relacionada aos períodos acima:

I. 'suficiente' é predicativo do sujeito.
II. 'embora ' inicia uma oração subordinada adjetiva concessiva.
III. O substantivo 'demógrafos' tem a mesma função sintática do substantivo 'vida'.
IV. 'designado'(1º trecho) e 'identificado' (2º trecho) exercem a mesma função na oração.
V. Os vocábulos 'diferença' e 'país' exercem a função de sujeito do verbo 'ser', respectivamente.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3296907 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo)
Em relação à acentuação, analise as afirmativas:

I. O vocábulo 'alcoólicas' segue a mesma regra de 'amálgama'.
II. Os vocábulos 'país' e 'saúde' são acentuados pela mesma regra.
III. Caso haja a supressão do acento do vocábulo 'até', ele continuará a existir na língua portuguesa, porém mudará de classe gramatical.
IV. O vocábulo 'além' é classificado como oxítono, assim como o vocábulo 'ruim'.
V. O acento de 'há' simboliza marca de plural.

Estão corretas:
Alternativas
Q3296906 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Como Cingapura foi da pobreza a um dos países com maior expectativa de vida do mundo

Uma criança nascida em Cingapura, em 1960, provavelmente viveria (na época) até os 65 anos, mas uma criança nascida hoje, no país, pode ter uma expectativa de vida de mais de 86 anos, de acordo com as estimativas. Além disso, o número de centenários em Cingapura dobrou num período de 10 anos, de 2010 a 2020.

Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais. A diferença foi suficiente para que o país fosse designado a sexta "zona azul" do mundo em agosto de 2023.

Embora alguns demógrafos tenham questionado recentemente sua precisão, o termo "zonas azuis" foi cunhado pelo jornalista Dan Buettner, da National Geographic, que disse ter identificado regiões onde as pessoas tinham uma vida mais longa e saudável, em grande parte, devido a uma combinação de cultura, estilo de vida, alimentação e comunidade.

Cingapura é a mais nova região adicionada às "zonas azuis" (apelidada de "Zona Azul 2.0" por Buettner), e destaca-se das demais, em parte, porque a longevidade do seu povo se deve mais a políticas inovadoras do que a tradições culturais estabelecidas há muito tempo em outras comunidades da "zona azul", como Icaria, na Grécia, ou Nicoya, na Costa Rica.

Mas não se trata apenas da quantidade de vida, a qualidade de vida também é apreciada pelos moradores locais. Conversamos com alguns deles para entender que políticas e práticas tornam suas vidas mais saudáveis e felizes — e o que eles recomendam a outras pessoas que almejam viver aqui em busca de uma vida mais longa.

Uma transição saudável

Os moradores de Cingapura testemunharam as mudanças graduais nas políticas do governo que afetam sua saúde e bem-estar.

"Tendo crescido aqui, vi pessoalmente a transformação na conscientização em relação à saúde da comunidade", afirmou Firdaus Syazwani, que administra o blog de consultoria financeira Dollar Bureau.

"A forte tributação sobre o cigarro e as bebidas alcoólicas, aliada às rigorosas proibições de fumar em público, não só melhora a saúde individual, como também os espaços públicos, tornando-os mais acolhedores e limpos. Chega de fumo passivo!"

Mas ele ficou surpreso ao saber da designação de Cingapura como "zona azul", até pela grande quantidade de açúcar, sal e leite de coco usados nos pratos locais.

Mas isso também está mudando (embora lentamente) por causa das políticas públicas.

"Dada a tendência da nossa culinária local de usar ingredientes mais ricos, o Conselho de Promoção da Saúde tem iniciativas para incentivar escolhas alimentares mais saudáveis entre os residentes", explicou Syazwani.

"Medidas como a rotulagem nutricional obrigatória e a redução do teor de açúcar nas bebidas fizeram uma diferença notável nas escolhas e na conscientização sobre saúde pública. Embora ainda não se saiba exatamente quão eficaz é esta iniciativa, eu, pessoalmente, tendo a evitar bebidas açucaradas quando vejo esses rótulos."

O sistema de saúde de Cingapura também recebeu elogios a nível mundial pela qualidade do atendimento e pela capacidade de contenção dos custos.

O Índice de Prosperidade Legatum de 2023 classificou o país como o melhor do mundo no que se refere à saúde dos cidadãos e à sua capacidade de acesso à assistência médica.

O país oferece cobertura universal de saúde, mas também conta com uma combinação de serviços privados e fundos para ajudar a cobrir as despesas do próprio bolso.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgryrjr8qdeo)
"Este enorme salto na longevidade foi impulsionado, em grande parte, por políticas e investimentos públicos intencionais."

O termo destacado pode ser substituído sem perder o sentido, por:
Alternativas
Q3296560 Português

Analise os trechos em relação à concordância verbal e/ou nominal:



 I."Outro motivo que pode influenciar esse tipo de decisão é o hábito da procrastinação, entendido como o ato de adiar coisas que podem ser feita no presente."


II."Em termos práticos, Vincent Berthet propõe três ferramentas que podem ser eficazes na tentativa de superar o viés do desconto hiperbólico."


III."Para alguns especialistas, esse viés psicológico poderiam ser explicados como resultado do processo evolutivo, visto que o imediatismo nos impulsiona como se fosse um vestígio do nosso passado animal."



Os trechos que apresentam FALHA de concordância verbal e/ou nominal são:

Alternativas
Q3296553 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é 'desconto hiperbólico', o viés psicológico que te faz tomar más decisões - e como evitá-lo 


O desconto hiperbólico é a nossa inclinação para escolher recompensas imediatas em vez de recompensas futuras, mesmo quando as de curto prazo são inferiores.

É um viés cognitivo que pode levar as pessoas a tomar decisões erradas porque incentiva a impulsividade em vez da visão de futuro, explicam especialistas que há décadas estudam o tema no campo da Economia Comportamental ou da Psicologia.

"Isso distorce a nossa percepção de valor", diz Vincent Berthet, professor da Universidade de Lorraine e pesquisador do Centro de Economia da Sorbonne, ambos na França, à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC).

Se o mais importante na tomada de decisão é que o benefício seja imediato, mesmo que esse benefício seja menor, então o desconto (a redução do lucro) se torna hiperbólico, ou seja, exagerado.

Embora com nomes diferentes, o desconto hiperbólico tem sido estudado há séculos, quando os comerciantes (e até os filósofos) procuravam compreender a lógica do valor do dinheiro, do retorno do capital ou dos juros associados a um empréstimo conforme o custo e a oportunidade.

Tentando compreender estes fenômenos, nas últimas décadas, especialistas mergulharam em cálculos matemáticos complexos para compreender e prever as forças que movem as finanças e a economia.

Por outro lado, vários psicólogos também pesquisaram o funcionamento do cérebro humano e os vieses cognitivos que atuam na tomada de decisões.

Um deles é Daniel Kahneman, pesquisador que analisou como tomamos decisões e como elas influenciam a economia comportamental, investigação pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2002 (com Vernon Smith).

De forma simples, alguns autores explicam que o viés hiperbólico nos faz pensar que quanto mais próxima a recompensa estiver no tempo, mais atrativa ela parece.

São conhecidas as experiências feitas há décadas com crianças de 4 anos em que os pesquisadores ofereciam um marshmellow agora, ou dois marshmellows em 15 minutos. E, previsivelmente, menos crianças decidiam esperar porque seria muito difícil para elas adiar a gratificação.

Em qualquer caso, os resultados destas experiências variam substancialmente dependendo das características da amostra e da inclusão de variáveis como a origem socioeconômica dos sujeitos, a idade ou a capacidade cognitiva, entre muitas outras.

Mas, no final das contas, a impulsividade é uma força que pode trabalhar contra nós na infância ou na idade adulta.

Se eles lhe oferecessem R$ 100 agora ou R$ 120 em uma semana, o que você preferiria?

Quando a sua decisão opera sob viés cognitivo, é provável que você opte por ter menos dinheiro, mas mais cedo.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy78mm8440vo adaptado)
"O desconto hiperbólico é a nossa inclinação para escolher recompensas imediatas em vez de recompensas futuras, mesmo quando as de curto prazo são inferiores."
"Um deles é Daniel Kahneman, pesquisador que analisou como tomamos decisões e como elas influenciam a economia comportamental, investigação pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2002 (com Vernon Smith)."

Os vocábulos destacados no texto têm como referentes:
Alternativas
Q3296551 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que é 'desconto hiperbólico', o viés psicológico que te faz tomar más decisões - e como evitá-lo 


O desconto hiperbólico é a nossa inclinação para escolher recompensas imediatas em vez de recompensas futuras, mesmo quando as de curto prazo são inferiores.

É um viés cognitivo que pode levar as pessoas a tomar decisões erradas porque incentiva a impulsividade em vez da visão de futuro, explicam especialistas que há décadas estudam o tema no campo da Economia Comportamental ou da Psicologia.

"Isso distorce a nossa percepção de valor", diz Vincent Berthet, professor da Universidade de Lorraine e pesquisador do Centro de Economia da Sorbonne, ambos na França, à BBC News Mundo (o serviço em espanhol da BBC).

Se o mais importante na tomada de decisão é que o benefício seja imediato, mesmo que esse benefício seja menor, então o desconto (a redução do lucro) se torna hiperbólico, ou seja, exagerado.

Embora com nomes diferentes, o desconto hiperbólico tem sido estudado há séculos, quando os comerciantes (e até os filósofos) procuravam compreender a lógica do valor do dinheiro, do retorno do capital ou dos juros associados a um empréstimo conforme o custo e a oportunidade.

Tentando compreender estes fenômenos, nas últimas décadas, especialistas mergulharam em cálculos matemáticos complexos para compreender e prever as forças que movem as finanças e a economia.

Por outro lado, vários psicólogos também pesquisaram o funcionamento do cérebro humano e os vieses cognitivos que atuam na tomada de decisões.

Um deles é Daniel Kahneman, pesquisador que analisou como tomamos decisões e como elas influenciam a economia comportamental, investigação pela qual recebeu o Prêmio Nobel de Economia em 2002 (com Vernon Smith).

De forma simples, alguns autores explicam que o viés hiperbólico nos faz pensar que quanto mais próxima a recompensa estiver no tempo, mais atrativa ela parece.

São conhecidas as experiências feitas há décadas com crianças de 4 anos em que os pesquisadores ofereciam um marshmellow agora, ou dois marshmellows em 15 minutos. E, previsivelmente, menos crianças decidiam esperar porque seria muito difícil para elas adiar a gratificação.

Em qualquer caso, os resultados destas experiências variam substancialmente dependendo das características da amostra e da inclusão de variáveis como a origem socioeconômica dos sujeitos, a idade ou a capacidade cognitiva, entre muitas outras.

Mas, no final das contas, a impulsividade é uma força que pode trabalhar contra nós na infância ou na idade adulta.

Se eles lhe oferecessem R$ 100 agora ou R$ 120 em uma semana, o que você preferiria?

Quando a sua decisão opera sob viés cognitivo, é provável que você opte por ter menos dinheiro, mas mais cedo.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy78mm8440vo adaptado)
Em relação à acentuação, analise as afirmativas e identifique CORRETA:
Alternativas
Q3296474 Português
A alternativa que apresenta erro de regência em relação ao termo destacado é:
Alternativas
Q3296415 Português
Lençóis Maranheses
A areia branca e fina marca o paradisíaco caminho percorrido pelos viajantes em meio ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses. As lagoas de água doce entre as dunas formam um cenário único em todo o mundo e é impossível não se emocionar ao chegar no topo da paisagem e ver a imensidão dos Lençóis Maranhenses. Localizados no noroeste do Maranhão e distantes 250 km da capital São Luís, os Lençóis Maranhenses atraem turistas em busca do fenômeno único das lagoas interdunares à beira-mar. E o melhor dos Lençóis Maranhenses é que, a cada nova porção de água entre as dunas, a sensação de estar no paraíso se repete.

"https://guia.melhoresdestinos.com.br/lencoismaranhenses-220-c.html"

O texto apresentado pertence a tipologia textual referente ao gênero: 
Alternativas
Q3296414 Português
"Vi o acidente com os olhos bem abertos."
"Tenha pena de sua filha, perdoe-lhe pelo divino amor de Deus."
"A esperança do nordestino era que a água aguasse a terra, preparando o terreno para a plantação." 

Em todos os trechos há presença de uma mesma figura denominada: 
Alternativas
Q3296413 Português
A alternativa que apresenta falha de concordância verbal é identificada na alternativa.
Alternativas
Respostas
43381: C
43382: B
43383: D
43384: C
43385: C
43386: B
43387: B
43388: D
43389: D
43390: C
43391: C
43392: A
43393: C
43394: B
43395: B
43396: A
43397: A
43398: D
43399: A
43400: C