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Questões de Concurso Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 186.777 questões

Q3312534 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir, para responder à questão.

Texto 1

Tocando em frente


Composição: Almir Sater e Renato Teixeira


Ando devagar, porque já tive pressa.

Levo esse sorriso, porque já chorei demais.

Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe?

Só levo a certeza de que muito pouco eu sei,

Ou nada sei.


Conhecer as manhas e as manhãs,

O sabor das massas e das maçãs,

É preciso amor pra poder pulsar,

É preciso paz pra poder sorrir,

É preciso a chuva para florir.


Penso que cumprir a vida seja simplesmente

Compreender a marcha e ir tocando em frente,

Como um velho boiadeiro levando a boiada

Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,

Estrada eu sou.


Disponível em: https://www.vagalume.com.br/almir-sater/tocando-em-frente.html. Acesso em: 28 mai. 2024. Adaptado.

Considerando a linguagem empregada no texto 1, é CORRETO afirmar que, em sua estrutura, predomina a função  
Alternativas
Q3312533 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir, para responder à questão.

Texto 1

Tocando em frente


Composição: Almir Sater e Renato Teixeira


Ando devagar, porque já tive pressa.

Levo esse sorriso, porque já chorei demais.

Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe?

Só levo a certeza de que muito pouco eu sei,

Ou nada sei.


Conhecer as manhas e as manhãs,

O sabor das massas e das maçãs,

É preciso amor pra poder pulsar,

É preciso paz pra poder sorrir,

É preciso a chuva para florir.


Penso que cumprir a vida seja simplesmente

Compreender a marcha e ir tocando em frente,

Como um velho boiadeiro levando a boiada

Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,

Estrada eu sou.


Disponível em: https://www.vagalume.com.br/almir-sater/tocando-em-frente.html. Acesso em: 28 mai. 2024. Adaptado.

Uma das marcas essenciais para a construção dos sentidos do texto 1 é a escolha da pessoa gramatical. Sobre essa escolha, é CORRETO afirmar que, ao longo do texto, constitui uma marca predominante
Alternativas
Q3312532 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir, para responder à questão.

Texto 1

Tocando em frente


Composição: Almir Sater e Renato Teixeira


Ando devagar, porque já tive pressa.

Levo esse sorriso, porque já chorei demais.

Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe?

Só levo a certeza de que muito pouco eu sei,

Ou nada sei.


Conhecer as manhas e as manhãs,

O sabor das massas e das maçãs,

É preciso amor pra poder pulsar,

É preciso paz pra poder sorrir,

É preciso a chuva para florir.


Penso que cumprir a vida seja simplesmente

Compreender a marcha e ir tocando em frente,

Como um velho boiadeiro levando a boiada

Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,

Estrada eu sou.


Disponível em: https://www.vagalume.com.br/almir-sater/tocando-em-frente.html. Acesso em: 28 mai. 2024. Adaptado.

Nos versos “Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou / Estrada eu sou”, é CORRETO afirmar que se evidencia o emprego de uma 
Alternativas
Q3312531 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto a seguir, para responder à questão.

Texto 1

Tocando em frente


Composição: Almir Sater e Renato Teixeira


Ando devagar, porque já tive pressa.

Levo esse sorriso, porque já chorei demais.

Hoje me sinto mais forte, mais feliz, quem sabe?

Só levo a certeza de que muito pouco eu sei,

Ou nada sei.


Conhecer as manhas e as manhãs,

O sabor das massas e das maçãs,

É preciso amor pra poder pulsar,

É preciso paz pra poder sorrir,

É preciso a chuva para florir.


Penso que cumprir a vida seja simplesmente

Compreender a marcha e ir tocando em frente,

Como um velho boiadeiro levando a boiada

Eu vou tocando os dias pela longa estrada eu vou,

Estrada eu sou.


Disponível em: https://www.vagalume.com.br/almir-sater/tocando-em-frente.html. Acesso em: 28 mai. 2024. Adaptado.

A partir da leitura e análise do texto 1, pode-se afirmar que  
Alternativas
Q3312302 Português
O livro mais conhecido de Euclides da Cunha foi Os Sertões. A obra retrata o conflito havido no sertão da Bahia (Guerra de Canudos) entre 1897 e 1898. Euclides publica a 1ª edição em 1902.
Em edição crítica sobre a obra Os Sertões, de Euclides da Cunha, Walnice Nogueira Galvão fez análises comparativas das mudanças na linguagem entre as edições do livro, feitas por Euclides. Essas alterações tinham por objetivo corrigir as infrações à gramática, bem como fazer alguns ajustes de linguagem. No começo do século, já havia discussões em torno de escrever à brasileira ou à lusitana. Essa polêmica desaguaria no movimento modernista que se seguiria.

Sobre estas mudanças feitas por Euclides, destacam-se as duas seguintes, A e B:

A) Para logo conteirados os canhões da divisão Salomão, a metralha explodiu no matagal rasteiro, cujos arbustos dobraram acamando-se, como à passagem de ventanias ríspidas. (p. 324, 3ª ed.)
Para logo conteirados os canhões da divisão Salomão, a metralha explodiu no matagal rasteiro. Os arbustos dobraram acamando-se, como à passagem de ventanias ríspidas. (p. 324, edição corrigida pelo autor)
B) (…) se lhe não salvaria a alma. (p. 584 1ª ed)
(…) não se salvaria a sua alma. (p. 562 2ª ed)

Analise as afirmativas abaixo sobre estas alterações.

1. No caso A, houve a substituição do pronome relativo cujo, desdobrando a construção em dois períodos simples.
2. Em B, houve a substituição do pronome lhe, que exerce a função sintática de objeto indireto, pelo pronome possessivo sua.
3. As substituições feitas pelo autor, ou seja, eliminação dos pronomes lhe e cujo, também atendiam à necessidade de tornar a escrita mais próxima do português brasileiro, haja vista serem tais pronomes lusitanismos.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312300 Português
A Última Bola de Garrincha


Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.


Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,
20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Em relação ao trecho “…mas Garrincha também foi mais do que Pelé.”, retirado do texto 3, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3312299 Português
A Última Bola de Garrincha


Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.


Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,
20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Analise as afirmativas abaixo:

1. O acento gráfico da palavra destacada em “Pelé nunca pôde ser espontâneo…” é facultativo.
2. A palavra o, em “…sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar”, morfologicamente, é um pronome.
3. Em “… se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.”, poderíamos reescrever o trecho sublinhado, sem infração à norma culta e sem alteração semântica por “… por ser Pelé jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol…”.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312298 Português
A Última Bola de Garrincha


Garrincha não me pertence como cronista. Eu poderia ter orgulho de ter pensado muito em Garrincha, vendo-o jogar à minha frente. Mas pensar é uma atividade corriqueira, todos podem pensar, e alguns até podem pensar seriamente em Garrincha. Vale a pena pensar em Garrincha porque, se Pelé é jogador mais completo que já tivemos num campo de futebol, Garrincha é um pouco menos, não foi um jogador perfeito, tinha defeitos sérios até, mas Garrincha também foi mais do que Pelé.

Garrincha foi a mais completa espontaneidade num campo de futebol. Pelé nunca pôde ser espontâneo; sempre foi um jogador comprometido consigo próprio, com o que poderia representar, e muito cedo se pôde ver que ali, em Pelé, se formava um jogador rigorosamente extraclasse, e um homem bem-sucedido na vida. Garrincha não. O Botafogo explorou-o até a raiz em todos os contratos. Não estou dizendo isso porque seja contra os clubes. Sem os clubes, eu já disse, não existiria o futebol. Mas o Botafogo explorou Garrincha, chegou a repetir contratos e ofereceu-os ao melhor jogador que o Botafogo jamais terá na sua vida de clube.

(…)

Garrincha foi o primeiro jogador e também o último que jogou a mesma bola; a bola da pelada, a bola do treino no clube grande, a bola branca e oficial do Maracanã e a bola inesquecível de dois Campeonatos do Mundo.


Ruy Carlos Ostermann – Correio do Povo,
20 de dezembro de 1973 – texto editado.

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 3.
Alternativas
Q3312297 Português
Palavras têm origens diversas


Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.


THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Qual das palavras abaixo, retiradas do texto, também existe em nossa língua, porém sem acento gráfico?
Alternativas
Q3312296 Português
Palavras têm origens diversas


Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.


THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Analise a frase abaixo, retirada do texto 2.
“Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem.”
Se substituíssemos palavras na frase por palavra, quantas outras palavras também sofreriam obrigatoriamente alteração a fim de manter a concordância?
Alternativas
Q3312295 Português
Palavras têm origens diversas


Sempre há muita curiosidade em torno da origem das palavras ou dos processos pelos quais elas surgem. As ousadas criações de Guimarães Rosa, por exemplo, são apoiadas na vasta erudição do autor e nos legítimos processos de formação de palavras.

Mas, para que passe a integrar o léxico da língua, a palavra deve passar pelo crivo do uso. É este que define o que pertence e o que não pertencerá à língua. Não basta, portanto, inventá-la.

Como a tendência dos falantes é a simplificação – comunicar com o mínimo de esforço e de maneira rápida–, não é difícil compreender por que dizemos “pneu” em vez de “pneumático” ou “cinema” em vez de “cinematógrafo”. (…)

Pode ocorrer que uma marca, de tão popular, se torne um nome comum, o que, do ponto de vista comercial, é sinal da plena aceitação do produto, em geral, pioneiro em determinado segmento. É o caso, entre outros, de “gilete”, a lâmina do aparelho de barbear inventado por Gillette.

São bastante frequentes as situações em que o inventor empresta seu nome a sua criação. Foi o que aconteceu com o conde Zeppelin (1838-1917), cujo nome é associado ao seu invento. Segundo o dicionário “Aurélio”, o zepelim é um “aeróstato dirigível, já em desuso, formado por uma armação de duralumínio em feitio de grande charuto (…)”.


THAÍS NICOLETI DE CAMARGO
- especial para Folha de S.Paulo - 10/01/2002.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 2.

1. O mesmo processo de formação das palavras cinema e de pneu, referenciados no texto, sofreu a palavra você.
2. A palavra gilete, como sinônimo de lâmina de barbear, sofreu processo chamado de metonímia.
3. O processo de redução ou abreviação das palavras pneu e cinema também foi empregado em Belô, Sampa e Floripa, referindo-se às cidades de Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312294 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa na qual a palavra destacada foi empregada corretamente no significado conotativo.
Alternativas
Q3312293 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Identifique abaixo as construções (retiradas do texto 1) que podem ser passadas para a voz passiva como verdadeiras ( V ) e as que não podem como falsas ( F ).

( ) Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose …
( ) … já fiz um levantamento do papel …
( ) O restaurante inteiro parou …

Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q3312292 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Atente ao trecho retirado do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho em destaque.

1. Se retirássemos o artigo uma diante do substantivo reunião, estariam plasmadas as condições para o acento indicativo de crase.
2. Poderíamos substituir “… e desdenha do executivo…”, por “e o desdenha”, sem infração à gramática.
3. Poderíamos substituir “… que ele odeie o papel…” por “…que ele lhe odeie…”, sem infração à gramática.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312291 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Leia o trecho abaixo extraído do texto 1:

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

Analise as afirmativas abaixo sobre o trecho, do ponto de vista coesivo.

1. A palavra que na primeira ocorrência (sublinhada) retoma o substantivo almoço e é classificada morfologicamente de conjunção integrante.
2. A expressão dessa ferramenta funciona como hiperônimo de celulose ou de papel.
3. A palavra que, na última ocorrência (sublinhada), retoma o substantivo humanidade e é morfologicamente pronome relativo.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312290 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Observe o trecho abaixo extraído do texto 1.
“Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.”
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3312289 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Analise as afirmativas abaixo relacionadas ao texto 1:

1. O enunciador se vale de recurso dialógico classificado como citação.
2. Na expressão brado retumbante há recurso dialógico conhecido como alusão.
3. No último período do texto, encontramos figura de linguagem conhecida como comparação.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3312288 Português
O papel decadente do papel

“O papel não faz mais parte da minha vida”. A declaração é de Bill Gates, montado numa fortuna de 50 bilhões de dólares e tendo à sua disposição um computador com três monitores que fazem dele o maior agente e consumidor do mundo virtual. Além dos dólares e do computador que montou para uso próprio, ele usa um “tablet PC”, que substitui qualquer caderninho de notas, arquivo e provedor para outros e para si mesmo.

De papel mesmo, acho que só não substituiu ainda o papel higiênico por um papel virtual –mesmo assim, não sei não, os gênios são capazes de tudo. Quando tem uma nova ideia, escreve a anotação numa lousa e depois a embute num programa qualquer para ver no que vai dar.

Quando vai a uma reunião de trabalho, não leva papel nenhum e desdenha do executivo que puxa qualquer coisa parecida com uma agenda. Não quer dizer que ele odeie o papel, apenas não precisa mais dele.

Por obrigação profissional, já fiz um levantamento do papel, desde os papiros das margens do Nilo aos pergaminhos dos povos que usavam a pele das ovelhas para escrever qualquer coisa. Sem esquecer as civilizações mais antigas que usavam blocos de argila (tijolos) ou mesmo a parede das cavernas em que moravam para deixar recados: “Fui ali e volto já”.

Entrevistei há tempos, num almoço, importante empresário do setor de celulose, que, em certo momento, em meio a uma digressão sobre a beleza e a utilidade dessa ferramenta que levou a humanidade ao estágio de civilização que conhecemos, deu uma espécie de brado retumbante: “O papel nunca vai acabar!”.

O restaurante inteiro parou, os garçons pararam de servir, os clientes pararam de mastigar. Vermelho, o empresário repetiu “urbi et orbi”, para a cidade, para o mundo e para o restaurante em particular: “O papel nunca vai acabar!”.

Bill Gates não precisa gritar. Para ele, o papel é tão inútil como uma escarradeira para quem não tem catarro a expelir.


CARLOS HEITOR CONY – Folha de S. Paulo,
quinta-feira, 04 de maio de 2006.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto 1
Alternativas
Q3311991 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O surpreendente impacto do barulho na saúde do coração: 'Fator de risco mais subestimado'

Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano, sugerem pesquisadores dinamarqueses.

O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de pessoas são submetidas a níveis de barulho que ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para automóveis.

O surpreendente impacto do barulho na saúde do coração: 'Fator de risco mais subestimado'

Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano, sugerem pesquisadores dinamarqueses.

O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de pessoas são submetidas a níveis de barulho que ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para automóveis.

Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais como um fator que prejudica o corpo e a mente: a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os ruídos como o "fator de risco ambiental mais subestimado".

Essas foram algumas das informações apresentadas pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de Cardiologia (ESC 2024).

A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos diferentes.

Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o que acontece, por exemplo, no processo de perda auditiva.

Segundo, existe uma relação indireta entre as duas coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode, por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num bairro muito barulhento.

Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias que machucam o endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda mais graves e desembocar em infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).

Essas foram algumas das informações apresentadas pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de Cardiologia (ESC 2024).

A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos diferentes.

Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o que acontece, por exemplo, no processo de perda auditiva.

Segundo, existe uma relação indireta entre as duas coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode, por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num bairro muito barulhento.

Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias que machucam o endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda mais graves e desembocar em infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento adaptado
Em um dos trechos abaixo, retirados do texto, há um desvio em relação à norma-padrão da concordância verbal, identificado em:" 
Alternativas
Q3311844 Português

Leia o texto a seguir.


O fim se rende ao amor


    Era final de noite. Ela, sentada, pensando na bagagem que carregava consigo de decepções. O destino lhe surpreendera com algo bem maior que sua bagagem pudesse suportar.

    Não havia mais chão, nem sonhos. A dor e a angústia a estrangulava deixando-a sem forças.

    A felicidade parecia não existir mais.

    "Existiu algum dia?"

    A lua perdeu o serenar, o sol ofuscava-se; as flores, todas, sem perfumes, pétalas despedaçadas.

    Tudo se foi junto com sua mãe.

    Entretanto, o amor de mãe fez-lhe superar e buscar um novo sentido para a vida.

    Pensava:

    "Amor de mãe não se acaba, é infinito no coração, como válvula a impulsionar a continuidade do destino."


(Rizionara Monteiro dos Santos (aluno do 2º ano - EM - EJA)

"Amor de mãe não se acaba, é infinito como válvula a impulsionar a continuidade do destino." O não emprego do acento indicador da crase, na expressão destacada, não ocorreu pelo mesmo motivo que:
Alternativas
Respostas
43161: B
43162: A
43163: C
43164: B
43165: C
43166: A
43167: B
43168: D
43169: A
43170: C
43171: D
43172: E
43173: B
43174: A
43175: B
43176: C
43177: E
43178: D
43179: B
43180: D