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Questões de Concurso Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 186.777 questões

Q3313127 Português
Movimento Abril Verde ressalta a relevância da cultura  de segurança e saúde no trabalho 
Especialmente no mês de abril, o Movimento Abril Verde tem como objetivo disseminar e conscientizar os empregadores, os trabalhadores e toda a população acerca da implantação de ações de prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Desde a sua criação, estudos indicam que houve um avanço na compreensão dos direitos dos trabalhadores, com a adoção de técnicas de segurança no ambiente de trabalho e a supervisão e regulamentação por parte das autoridades competentes. 

Disponível em: <https://www.gov.br/fundacentro/pt-bticomunicacao/noticias/ noticias/2024/abril/movimento-abril-verde-ressalta-a-relevancia-da-cultura-deseguranca-e- saude-no-trabalho>. Acesso em: 3 ago. 2024, com adaptações.


Com base nas classes de palavras empregadas no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3313096 Português
Qual das palavras a seguir está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
Alternativas
Q3313095 Português
Assinalar a alternativa que apresenta tritongo.
Alternativas
Q3313093 Português
Sobre o plural, com base nas regras gramaticais do português, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Aviãos.
( ) Feijões.
( ) Hambúrgueres.
Alternativas
Q3313092 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:
Alternativas
Q3313091 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Na frase “Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta.”, o adjetivo sublinhado quer dizer que as dores podem ser:
Alternativas
Q3313090 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Metade dos jovens que participaram do estudo sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes.
( ) As costas, as pernas e o pescoço são as regiões do corpo mais afetadas.
( ) Não é necessário levar as queixas a sério, pois todas as dores somem com o tempo.
Alternativas
Q3313089 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
As aspas presentes no final do primeiro parágrafo foram utilizadas para:
Alternativas
Q3313088 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Com base nas ideias do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3313087 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3312899 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O surpreendente impacto do barulho na saúde do coração: 'Fator de risco mais subestimado'

Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano, sugerem pesquisadores dinamarqueses.

O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de pessoas são submetidas a níveis de barulho que ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para automóveis.

O surpreendente impacto do barulho na saúde do coração: 'Fator de risco mais subestimado'

Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano, sugerem pesquisadores dinamarqueses.

O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de pessoas são submetidas a níveis de barulho que ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para automóveis.

Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais como um fator que prejudica o corpo e a mente: a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os ruídos como o "fator de risco ambiental mais subestimado".

Essas foram algumas das informações apresentadas pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de Cardiologia (ESC 2024).

A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos diferentes.

Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o que acontece, por exemplo, no processo de perda auditiva.

Segundo, existe uma relação indireta entre as duas coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode, por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num bairro muito barulhento.

Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias que machucam o endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda mais graves e desembocar em infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).

Essas foram algumas das informações apresentadas pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de Cardiologia (ESC 2024).

A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos diferentes.

Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o que acontece, por exemplo, no processo de perda auditiva.

Segundo, existe uma relação indireta entre as duas coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode, por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num bairro muito barulhento.

Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias que machucam o endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda mais graves e desembocar em infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento adaptado
De acordo com o texto é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3312860 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Considere a passagem do texto “As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas.”


A conjunção “como” compõe, na passagem, uma

Alternativas
Q3312859 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do texto “A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma.”


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de construção da passagem apresentada.



I. A palavra “que”, em todos os usos, é um elemento de coesão, pois retoma, na passagem, substantivos expressos anteriormente.


II. As vírgulas têm a função de separar as orações que inserem, na passagem, ideias com valor de explicação.


III. A palavra “que”, em todos os seus usos, classifica-se como conjunção, que insere, na passagem, ideia de causa.


IV. A palavra “que”, em todos os seus usos, pode ser substituída por “a qual” sem alteração de sentido da passagem.


V. As vírgulas foram usadas facultativamente e inserem, na passagem, orações com ideia de contraste.



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3312858 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Em “No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais.”, o verbo “vêm” foi acentuado porque
Alternativas
Q3312857 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Em “Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.”, a conjunção “ora...ora” insere uma ideia de  
Alternativas
Q3312856 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Analise as passagens a seguir, tendo em vista o uso da linguagem conotativa no texto.



I. Em “O relógio da vida modela o corpo.”


II. “As estações da natureza desenham seus ciclos.”


III. “Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias.”


IV. “Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.”


V. “Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos.”



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3312855 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias defendidas pelo texto.



I. A sociedade valoriza os idosos, principalmente a sua sabedoria.


II. O idoso, por sua fragilidade, recebe o acolhimento da sociedade.


III. O processo de envelhecimento traz mudanças físicas e mentais.


IV. A solidão é uma das consequências negativas do envelhecimento.


V. A sabedoria da velhice impede considerar a fragilidade e a morte.



Estão CORRETAS as afirmativas

Alternativas
Q3312691 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O surpreendente impacto do barulho na saúde do coração: 'Fator de risco mais subestimado'

Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano, sugerem pesquisadores dinamarqueses.

O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de pessoas são submetidas a níveis de barulho que ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para automóveis.

O surpreendente impacto do barulho na saúde do coração: 'Fator de risco mais subestimado'

Manter o barulho de ruas, avenidas e estradas abaixo dos 55 decibéis poderia salvar 110 mil vidas por ano, sugerem pesquisadores dinamarqueses.

O problema é que, só na Europa, quase 150 milhões de pessoas são submetidas a níveis de barulho que ultrapassa esse limiar pelo fato de elas morarem nas proximidades de aeroportos, linhas de trem ou vias para automóveis.

Aliás, a poluição sonora é reconhecida cada vez mais como um fator que prejudica o corpo e a mente: a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) classifica os ruídos como o "fator de risco ambiental mais subestimado".

Essas foram algumas das informações apresentadas pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de Cardiologia (ESC 2024).

A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos diferentes.

Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o que acontece, por exemplo, no processo de perda auditiva.

Segundo, existe uma relação indireta entre as duas coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode, por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num bairro muito barulhento.

Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias

que machucam o endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda mais graves e desembocar em infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).

Essas foram algumas das informações apresentadas pelo pesquisador Thomas Münzel, da Universidade de Mainz, na Alemanha, durante uma sessão científica realizada na sexta-feira (30/8) no Congresso Europeu de Cardiologia (ESC 2024).

A edição deste ano do evento, que acontece em Londres, no Reino Unido, reúne mais de 30 mil médicos de várias partes do mundo e apresenta as principais novidades sobre a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.

Durante a palestra, Münzel explicou que o barulho pode prejudicar o sistema cardiovascular por dois caminhos diferentes.

Em primeiro lugar, há uma conexão direta entre a exposição contínua aos ruídos e prejuízos à saúde. É o que acontece, por exemplo, no processo de perda auditiva.

Segundo, existe uma relação indireta entre as duas coisas. Münzel destacou que a poluição sonora pode, por exemplo, dificultar a comunicação entre as pessoas e afetar diretamente o sono de um indivíduo que mora num bairro muito barulhento.

Esses dois fatores, por sua vez, geram estresse, irritação e raiva. Com o passar do tempo, essas sensações se tornam crônicas e promovem a liberação de substâncias que machucam o endotélio, a camada que reveste a parede interna dos vasos sanguíneos.

Essas lesões podem ser a origem de problemas ainda mais graves e desembocar em infarto agudo do miocárdio ou acidente vascular cerebral (AVC).


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3vx7ygkeqro fragmento adaptado
Em relação a acentuação gráfica, analise as afirmações a seguir a respeito de vocábulos extraídos do texto:

I. Os vocábulos "médicos" e "científica" são acentuados por serem proparoxítonas.
II. Os vocábulos "ruídos" e "reúne" são acentuados pela mesma regra.
III. Os vocábulos "decibéis" e "automóveis" se flexionados no singular permanecerão com os acentos.
IV. Os vocábulos "aliás" e "há" têm a mesma classificação quanto à posição do acento tônico.
V. De acordo com o novo acordo ortográfico, o uso do trema nas palavras da Língua Portuguesa deixará de existir, por isso," Münzel" está acentuado incorretamente.

Estão corretas: 
Alternativas
Q3312540 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto 3, para responder à questão.

Texto 3


“Ficara sentada à mesa a ler o Diário de Notícias, no seu roupão de manhã de fazenda preta, bordado a sutache, com largos botões de madrepérola; o cabelo louro um pouco desmanchado, com um tom seco do calor do travesseiro, enrolava-se, torcido no alto da cabeça pequenina, de perfil bonito; a sua pele tinha a brancura tenra e láctea das louras; com o cotovelo encostado à mesa acariciava a orelha, e, no movimento lento e suave dos seus dedos, dois anéis de rubis miudinhos davam cintilações escarlates” (O Primo Basílio, Eça de Queiroz).


Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5011253/mod_resource/content/1/O%20primo%20Bas%C3%ADlio.pdf. Acesso em: 28 maio 2024.

No fragmento “o cabelo louro um pouco desmanchado”, a palavra “pouco”  
Alternativas
Q3312539 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto 3, para responder à questão.

Texto 3


“Ficara sentada à mesa a ler o Diário de Notícias, no seu roupão de manhã de fazenda preta, bordado a sutache, com largos botões de madrepérola; o cabelo louro um pouco desmanchado, com um tom seco do calor do travesseiro, enrolava-se, torcido no alto da cabeça pequenina, de perfil bonito; a sua pele tinha a brancura tenra e láctea das louras; com o cotovelo encostado à mesa acariciava a orelha, e, no movimento lento e suave dos seus dedos, dois anéis de rubis miudinhos davam cintilações escarlates” (O Primo Basílio, Eça de Queiroz).


Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5011253/mod_resource/content/1/O%20primo%20Bas%C3%ADlio.pdf. Acesso em: 28 maio 2024.

No texto 3, evidencia-se um fragmento da obra O Primo Basílio, um romance escrito por Eça de Queirós, no contexto do Realismo Português. No trecho em análise, considerando os elementos linguísticos empregados, a tipologia textual predominante é a
Alternativas
Respostas
43141: C
43142: D
43143: B
43144: A
43145: C
43146: B
43147: A
43148: B
43149: D
43150: A
43151: D
43152: E
43153: A
43154: E
43155: C
43156: A
43157: D
43158: C
43159: C
43160: E