Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024).
Imigração: os voos da vergonha na Europa
Na semana passada, o Parlamento do Reino Unido aprovou uma lei controversa permitindo a deportação de refugiados e migrantes considerados ilegais para Ruanda, na África Central. O primeiro-ministro Rishi Sunak, do Partido Conservador, liderou o esforço pela aprovação da lei, que enfrentou resistência tanto da Câmara Baixa quanto da Câmara Alta, além de críticas de ONGs de direitos humanos.
A medida foi elogiada pelo ministro do Interior James Cleverly como uma forma de combater o influxo de refugiados via Canal da Mancha e reforçar a soberania britânica. Por outro lado, Denise Delic, do Comitê Internacional de Ajuda aos Refugiados no Reino Unido, considerou-a cruel e ineficaz, sugerindo que seria melhor melhorar as rotas legais e seguras para os refugiados.
Apesar das críticas, já há uma lista de 350 possíveis deportados, com o primeiro voo para Ruanda previsto para julho. A deportação de cada indivíduo pode custar cerca de 180 mil libras esterlinas aos cofres britânicos.
Os críticos da medida também levantam preocupações sobre a situação em Ruanda, lembrando o genocídio ocorrido nos anos 90, o que coloca questões sobre a segurança dos deportados. Essa medida faz parte de um contexto europeu mais amplo de discussão sobre políticas migratórias, com iniciativas recentes, como o Novo Pacto sobre Migração e Asilo aprovado pelo Parlamento Europeu.
Enquanto isso, no Reino Unido, há preocupações de que a nova lei de deportação leve os candidatos à clandestinidade, como sugerido pelo primeiro-ministro Rishi Sunak. No entanto, essa situação ressalta a necessidade de medidas estruturais para promover a paz e combater a pobreza e a violência contra grupos vulneráveis.
(Texto adaptado de “Imigração: os voos da vergonha na Europa”. Disponível em: https://outraspalavras.net/desigualdades-mundo/imigracao-os-voos-da-vergonha-na-europa/. Acesso em: 30 abr. 2024).
"Implorava por ajuda para fazer a tarefa que tinha sido passada por ela, __________ não estava entendendo nada. O que havia ali para ele estar tão reativo? Quando sentei para ajudá-lo, entendi o __________ do desgosto do menino. Aquela tarefa só podia ter sido elaborada por quem não gosta de poesia, ___________ era um intragável exercício de contar linhas, sílabas, versos, rimas, como se um poema fosse um pacote de regras e normas de versificação. Como se ligar a algo que é tão distante do prazer de 'afagar um cão'? Era preciso oferecer um antídoto urgente ao meu filho, mostrar que é possível gostar de poesia."
(Disponível em: https://revistacontinente.com.br/secoes/vespera/wislawa--porque-alguns-gostam-de-poesia. Acesso em 10 nov. 2024. Adaptado.)
Sobre o processo histórico que levou à formalização do 13º salário, assinale a opção correta.
Se eu obtiver as informações, farei todas as negociações.
A palavra destacada é:
A falsa vida no mundo virtual é um fenômeno contemporâneo digno de análise crítica. Com o avanço tecnológico e a integração das redes sociais em nossas vidas, muitos se veem presos em um ciclo de comparação e autopromoção.
Nas plataformas online, compartilhar apenas os aspectos positivos da vida cria uma ilusão de perfeição. No entanto, por trás dessa fachada, a realidade pode ser diferente. Estudos mostram que o uso excessivo das redes sociais está relacionado a sentimentos de solidão e ansiedade, devido à comparação constante com vidas aparentemente perfeitas.
Além disso, a cultura online pode levar à disseminação de informações falsas e discursos de ódio. Embora as redes sociais tenham o potencial de conectar pessoas e promover mudanças positivas, é crucial manter uma perspectiva crítica.
Cultivar autenticidade, empatia e pensamento crítico é essencial para combater essa falsa vida virtual. Reconhecer que todos enfrentam desafios na vida real e entender o impacto de nossas ações online na sociedade são passos importantes.
A falsa vida no mundo virtual reflete uma cultura obcecada pela imagem e pelo sucesso superficial. Ao buscarmos uma conexão autêntica conosco mesmos e com os outros, podemos criar uma cultura online mais saudável e significativa.
(Texto produzido por IA)
Pelas características da organização do discurso, a respeito do texto pode-se afirmar que se trata de uma:
Cinderela é uma jovem órfã que vive com sua madrasta malvada e suas duas filhas. Ela é forçada a realizar todas as tarefas domésticas enquanto as outras vivem luxuosamente. Um dia, o rei decide organizar um baile real para seu filho, o príncipe, na esperança de que ele encontre uma noiva adequada. Cinderela, que deseja ir ao baile, é proibida de fazê-lo por sua madrasta.
Com a ajuda de sua fada madrinha, Cinderela consegue um vestido deslumbrante, sapatos de cristal e uma carruagem mágica para ir ao baile. Lá, ela encanta o príncipe, mas precisa sair às pressas antes da meia-noite, pois o feitiço de sua fada madrinha acabará.
Na sua pressa, Cinderela perde um dos sapatos de cristal no castelo, que se torna a única pista do príncipe para encontrar a misteriosa donzela que o encantou. Ele decide então visitar todas as casas do reino em busca da dona do sapato.
Finalmente, o sapato se encaixa perfeitamente no pé de Cinderela, revelando sua identidade. O príncipe a reconhece como a mulher do baile e os dois se apaixonam. Eles se casam e Cinderela vive feliz para sempre, deixando para trás sua vida de servidão e mágoas.
(Adaptado de “Cinderela”, de Charles Perrault).
A mulher brasileira contemporânea
Maria, uma mulher brasileira do século XXI, acordava cedo todos os dias para cuidar da casa e preparar o café da manhã. Enquanto o sol nascia, ela arrumava os filhos para a escola e se despediam com carinho. No trabalho, enfrentava desafios, mostrando determinação e habilidade. À noite, após um dia inteiro, voltava para casa, ajudava os filhos com os deveres escolares e conversava com o marido sobre o dia. Maria representava a força, a garra e a sensibilidade da mulher brasileira moderna, enfrentando adversidades sem perder a esperança de construir um futuro melhor.
(Texto criado por IA)
O que o texto destaca sobre a rotina de Maria?
No texto 'Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa' a linguagem presente é denominada: