Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3145461 Português
Analise as palavras grifadas, todas exercem a função de substantivo, EXCETO: 
Alternativas
Q3145460 Português
Destaque a alternativa que as regras de regência nominal não foram seguidas. 
Alternativas
Q3145459 Português
Em relação às regras de concordância nominal, assinale a alternativa correta 
Alternativas
Q3145458 Português
Na sequência, foram destacados alguns antônimos. Assinale a alternativa que a relação estabelecida não corresponde a palavras antônimas. 
Alternativas
Q3145457 Português
Destaque a única alternativa correta, em relação ao emprego da vírgula. 
Alternativas
Q3145456 Português
Destaque a única alternativa correta, ou seja, que a crase realmente é empregada. 
Alternativas
Q3145455 Português
Em qual das alternativas a seguir não é correto usar a próclise (pronome antes do verbo)?
Alternativas
Q3145454 Português
Destaque a frase que traz um erro de regência verbal. 
Alternativas
Q3145453 Português

Analise a charge:  


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Qual o tipo de figura de linguagem que aparece na charge acima? 

Alternativas
Q3145452 Português
Analise a afirmativa: “A língua portuguesa é uma das línguas mais difíceis, pois possui muitas exceções gramaticais”. Assinale a alternativa que define a relação estabelecida pela conjunção em negrito. 
Alternativas
Q3145451 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


“As organizações são uma realidade do mundo contemporâneo e quase tudo o que acontece ao nosso redor depende delas. Elas estão presentes ao fornecer meios para o atendimento das necessidades humanas. No entanto, para alcançar seus objetivos, as organizações devem ser capazes de utilizar corretamente seus recursos e, para isso, precisam de administração.


Para enquadrar a administração no contexto nacional, é importante compreender os principais traços culturais do estilo brasileiro de administrar; além disso, algumas características comuns dos administradores do país precisam ser analisadas, em que se observa que a liderança é um conceito-chave para o sucesso organizacional. Eles são lobos ou cordeiros, dependendo do posicionamento assumido”.


Fonte: Adaptado de Sobral, F.; Peci, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Education, 2013. 

Retome o final do texto acima, qual a figura de linguagem que aparece nele? 
Alternativas
Q3145450 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


“As organizações são uma realidade do mundo contemporâneo e quase tudo o que acontece ao nosso redor depende delas. Elas estão presentes ao fornecer meios para o atendimento das necessidades humanas. No entanto, para alcançar seus objetivos, as organizações devem ser capazes de utilizar corretamente seus recursos e, para isso, precisam de administração.


Para enquadrar a administração no contexto nacional, é importante compreender os principais traços culturais do estilo brasileiro de administrar; além disso, algumas características comuns dos administradores do país precisam ser analisadas, em que se observa que a liderança é um conceito-chave para o sucesso organizacional. Eles são lobos ou cordeiros, dependendo do posicionamento assumido”.


Fonte: Adaptado de Sobral, F.; Peci, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Education, 2013. 

Observe o trecho retirado do texto acima: “[...] algumas características comuns dos administradores do país precisam ser analisadas [...]”.


Qual das expressões abaixo manteve o mesmo sentido do texto, após a substituição da palavra em negrito, por um de seus sinônimos.

Alternativas
Q3145449 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


“As organizações são uma realidade do mundo contemporâneo e quase tudo o que acontece ao nosso redor depende delas. Elas estão presentes ao fornecer meios para o atendimento das necessidades humanas. No entanto, para alcançar seus objetivos, as organizações devem ser capazes de utilizar corretamente seus recursos e, para isso, precisam de administração.


Para enquadrar a administração no contexto nacional, é importante compreender os principais traços culturais do estilo brasileiro de administrar; além disso, algumas características comuns dos administradores do país precisam ser analisadas, em que se observa que a liderança é um conceito-chave para o sucesso organizacional. Eles são lobos ou cordeiros, dependendo do posicionamento assumido”.


Fonte: Adaptado de Sobral, F.; Peci, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Education, 2013. 

A partir da última oração do texto, é possível concluir: 
Alternativas
Q3145448 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão.


“As organizações são uma realidade do mundo contemporâneo e quase tudo o que acontece ao nosso redor depende delas. Elas estão presentes ao fornecer meios para o atendimento das necessidades humanas. No entanto, para alcançar seus objetivos, as organizações devem ser capazes de utilizar corretamente seus recursos e, para isso, precisam de administração.


Para enquadrar a administração no contexto nacional, é importante compreender os principais traços culturais do estilo brasileiro de administrar; além disso, algumas características comuns dos administradores do país precisam ser analisadas, em que se observa que a liderança é um conceito-chave para o sucesso organizacional. Eles são lobos ou cordeiros, dependendo do posicionamento assumido”.


Fonte: Adaptado de Sobral, F.; Peci, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Education, 2013. 

Analise cada afirmativa abaixo e assinale a alternativa que corresponde aos ponderamentos apresentados pelos autores. 
Alternativas
Q3145407 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3145406 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
A micróglia protege nossos cérebros de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus. Quando a micróglia sente que há algo errado, ela entra em um estado super-reativo.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3145405 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Elas se tornam muito maiores, contraem 'seus' apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.
O vocábulo destacado na frase, morfologicamente, trata-se de:
Alternativas
Q3145404 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.
O número de artigos simples presentes na frase é de:
Alternativas
Q3145403 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente.
Assinale a opção correta quanto às classes de palavras dos vocábulos mencionados nesta frase. 
Alternativas
Q3145402 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro

O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.

O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações. "Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.

"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."

Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.

Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.

Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.

Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.

No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.

Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.

A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.

Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.

Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.

Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.
Assinale a opção em que todos os vocábulos sejam adjetivos.
Alternativas
Respostas
42861: E
42862: D
42863: B
42864: B
42865: D
42866: E
42867: E
42868: D
42869: A
42870: A
42871: B
42872: A
42873: D
42874: C
42875: D
42876: A
42877: A
42878: C
42879: C
42880: D