Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.Chamaram-no de chato. II.Marcos agrada o filho todas as noites.
III.Ele reparou a moça dançando a noite inteira.
IV.Marta precisa de companhia.
V.Assistimos o filme com muito ânimo.
Em quais das afirmativas lidas há erro na regência verbal?
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)Embora tenha estudado bastante, não conseguiu passar na prova.
(__)Se você chegar atrasado, perderá o início da apresentação.
(__)Ele correu tanto que acabou desmaiando ao chegar.
(__)Como estava chovendo muito, o evento foi cancelado.
(__)Agimos de acordo com as normas estabelecidas pelo regulamento.
Coluna 02:
I.Oração subordinada adverbial causal.
II.Oração subordinada adverbial concessiva.
III.Oração subordinada adverbial condicional.
IV.Oração subordinada adverbial conformativa. V.Oração subordinada adverbial consecutiva.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de oração subordinada adverbial empregada. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
A comunicação e o relacionamento interpessoal são duas ferramentas muito importantes, pois para realizar objetivos pessoais e profissionais precisa-se de pessoas. Necessita-se que pessoas acreditem no sonho de cada um e participem dele para que o mesmo possa ser concretizado. Assim, são necessárias palavras certas que sejam ditas de forma adequada. Quantas vezes presenciam-se problemas de relacionamento interpessoal por falta de comunicação __________.
Para dar sentido ao texto, usa-se a palavra:
Simultaneamente à transformação da sociedade, é perceptível uma mudança na educação, que se torna cada vez mais humanizada e humanizadora, sobretudo no que diz respeito à incorporação de conceitos como _________e cidadania no cotidiano escolar.
Marque a alternativa que completará o sentido do texto:
A história do remédio que revolucionou tratamento da dor e deu origem à indústria farmacêutica há 125 anos
Foi um marco científico. O ácido acetilsalicílico, popularmente conhecido pela marca comercial Aspirina, é considerado o medicamento que inaugurou a indústria farmacêutica.
Trata-se do primeiro fármaco a ser sintetizado em laboratório, ou seja, que não pode ser encontrado em sua forma final na natureza.
Seu registro de patente foi realizado pela empresa Bayer em 6 de março de 1899, em Berlim, na Alemanha. Era o começo de uma história de sucesso, que mudaria a maneira como a humanidade lida com a dor.
Mas antes de prosseguir com esta história, cabe um alerta sempre necessário quando o assunto é medicamento — e mais importante ainda no caso de um remédio barato e acessível como é a Aspirina, que pode ser comprada, no Brasil, sem a necessidade de receita médica: a automedicação é sempre um risco.
"[O ácido acetilsalicílico] é facilmente encontrado e vendido nas farmácias e, por conta dessa facilidade de acesso, esse medicamento acaba sendo usado de maneira inadequada, o que pode trazer efeitos adversos como problemas gastrointestinais, toxicidade renal e hepática", alerta à BBC News Brasil o farmacêutico Jean Leandro dos Santos, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
"É sempre muito importante que haja orientação de um profissional de saúde no momento da indicação de um medicamento, como é o caso da Aspirina. O uso incorreto desses fármacos tem potencial [de consequência] grave. É importante que a população seja sempre orientada, no momento da decisão de utilizar um medicamento, mesmo que seja de fácil aquisição, isento de prescrição e de acesso direto na farmácia" completa o especialista, que também é coordenador do grupo de pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos na Unesp e membro da American Chemical Society (ACS).
Mas se a Aspirina tem 125 anos, sua história é derivada de uma substância — esta, sim, encontrada na natureza — utilizada pelo ser humano há pelo menos 2,4 mil anos. Trata-se do ácido salicílico.
"[Ela] inibe de maneira irreversível uma enzima no organismo responsável pela formação de prostaglandinas, que são substâncias que causam dor, e tromboxano, substância que causa fenômenos trombóticos", explica à BBC News Brasil o médico Gilberto de Nucci, professor na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"Essa característica da inibição, irreversível, se deve à capacidade do acetilsalicílico de acetilar essa enzima, cujo nome é ciclo-oxigenase", completa Nucci, que é membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Nacional de Farmácia e da Academia Brasileira de Ciências.
Santos detalha que essa enzima "é responsável pela produção de mediadores que regulam o funcionamento e o equilíbrio de vários órgãos",
"Frente a uma inflamação ou quadro febril, esses mediadores são produzidos em excesso, e esse aumento de produção acaba aumentando o quadro inflamatório e sensibilizando os terminais receptivos responsáveis pela dor", explica o farmacêutico.
O "pulo do gato" de Hoffmann foi, de acordo com Santos, "uma estratégia bastante simples", na qual ele "fez uma reação química de acetilação do ácido salicílico, levando à formação do ácido acetilsalicílico".
"A introdução desse grupamento é responsável pela redução das propriedades indesejadas que o ácido salicílico tinha", completa.
Durante muito tempo, no entanto, esse mecanismo de ação do medicamento era desconhecido. Sabia-se que funcionava por conta da experiência prévia com o extrato do chorão. Mas não se entendia exatamente como o fármaco agia no organismo.
"Isso só foi descoberto depois. E rendeu um Nobel para o descobridor", destaca Herrmann.
Os méritos são do farmacêutico britânico John Vane (1927-2004), ganhador do prêmio Nobel em 1982, anos após demonstrar o mecanismo de ação do ácido acetilsalicílico.
A Aspirina começou a perder o posto de analgésico preferido depois que foram desenvolvidos outros fármacos destinados a aliviar a dor, como o paracetamol, em 1956, e o ibuprofeno, em 1962.
Segundo Herrmann, hoje o medicamento é mais utilizado na prevenção de doenças cardiovasculares do que para aliviar a dor.
"No Brasil, hoje, como analgésico se usa muito mais o paracetamol, a dipirona e outros, que têm menos efeitos danosos para o estômago", diz ela.
"O uso da Aspirina é principalmente na prevenção de eventos cardiovasculares e também na prevenção de alguns tipos de câncer."
Santos explica que essas outras indicações acabaram sendo descobertas apenas com o uso.
"Com a própria utilização, foram observados tais efeitos. Isso normalmente acontece com a pesquisa clínica, quando são percebidos efeitos adicionais do uso de um remédio", afirma.
No caso, constatou-se que, como a Aspirina inibe a ciclo-oxigenase, também previne ou inibe a formação de trombos.
Por isso, sua ingestão, em dosagens menores, passou a ser recomendada para alguns pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, como forma de prevenir infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Mais recentemente, algumas pesquisas indicaram que o medicamento pode ser eficaz na prevenção de alguns tumores cancerígenos, por conta de seu papel inibidor de mediadores fisiológicos.
Para o professor Santos, é importante lembrar que, "embora seja um fármaco conhecido há mais de 100 anos, ainda há muitas pesquisas buscando a compreensão de seus mecanismos".
"Ainda é uma fonte de inspiração para o desenvolvimento de novos compostos, novos fármacos. Embora centenário, [o ácido acetilsalicílico] ainda é capaz de prover novas ideias, desenvolvimento de novas formulações, medicamentos e associações em que ele é combinado a outras substâncias", acrescenta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c720903py31o
A história do remédio que revolucionou tratamento da dor e deu origem à indústria farmacêutica há 125 anos
Foi um marco científico. O ácido acetilsalicílico, popularmente conhecido pela marca comercial Aspirina, é considerado o medicamento que inaugurou a indústria farmacêutica.
Trata-se do primeiro fármaco a ser sintetizado em laboratório, ou seja, que não pode ser encontrado em sua forma final na natureza.
Seu registro de patente foi realizado pela empresa Bayer em 6 de março de 1899, em Berlim, na Alemanha. Era o começo de uma história de sucesso, que mudaria a maneira como a humanidade lida com a dor.
Mas antes de prosseguir com esta história, cabe um alerta sempre necessário quando o assunto é medicamento — e mais importante ainda no caso de um remédio barato e acessível como é a Aspirina, que pode ser comprada, no Brasil, sem a necessidade de receita médica: a automedicação é sempre um risco.
"[O ácido acetilsalicílico] é facilmente encontrado e vendido nas farmácias e, por conta dessa facilidade de acesso, esse medicamento acaba sendo usado de maneira inadequada, o que pode trazer efeitos adversos como problemas gastrointestinais, toxicidade renal e hepática", alerta à BBC News Brasil o farmacêutico Jean Leandro dos Santos, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
"É sempre muito importante que haja orientação de um profissional de saúde no momento da indicação de um medicamento, como é o caso da Aspirina. O uso incorreto desses fármacos tem potencial [de consequência] grave. É importante que a população seja sempre orientada, no momento da decisão de utilizar um medicamento, mesmo que seja de fácil aquisição, isento de prescrição e de acesso direto na farmácia" completa o especialista, que também é coordenador do grupo de pesquisa e desenvolvimento de novos fármacos na Unesp e membro da American Chemical Society (ACS).
Mas se a Aspirina tem 125 anos, sua história é derivada de uma substância — esta, sim, encontrada na natureza — utilizada pelo ser humano há pelo menos 2,4 mil anos. Trata-se do ácido salicílico.
"[Ela] inibe de maneira irreversível uma enzima no organismo responsável pela formação de prostaglandinas, que são substâncias que causam dor, e tromboxano, substância que causa fenômenos trombóticos", explica à BBC News Brasil o médico Gilberto de Nucci, professor na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
"Essa característica da inibição, irreversível, se deve à capacidade do acetilsalicílico de acetilar essa enzima, cujo nome é ciclo-oxigenase", completa Nucci, que é membro da Academia Nacional de Medicina, da Academia Nacional de Farmácia e da Academia Brasileira de Ciências.
Santos detalha que essa enzima "é responsável pela produção de mediadores que regulam o funcionamento e o equilíbrio de vários órgãos",
"Frente a uma inflamação ou quadro febril, esses mediadores são produzidos em excesso, e esse aumento de produção acaba aumentando o quadro inflamatório e sensibilizando os terminais receptivos responsáveis pela dor", explica o farmacêutico.
O "pulo do gato" de Hoffmann foi, de acordo com Santos, "uma estratégia bastante simples", na qual ele "fez uma reação química de acetilação do ácido salicílico, levando à formação do ácido acetilsalicílico".
"A introdução desse grupamento é responsável pela redução das propriedades indesejadas que o ácido salicílico tinha", completa.
Durante muito tempo, no entanto, esse mecanismo de ação do medicamento era desconhecido. Sabia-se que funcionava por conta da experiência prévia com o extrato do chorão. Mas não se entendia exatamente como o fármaco agia no organismo.
"Isso só foi descoberto depois. E rendeu um Nobel para o descobridor", destaca Herrmann.
Os méritos são do farmacêutico britânico John Vane (1927-2004), ganhador do prêmio Nobel em 1982, anos após demonstrar o mecanismo de ação do ácido acetilsalicílico.
A Aspirina começou a perder o posto de analgésico preferido depois que foram desenvolvidos outros fármacos destinados a aliviar a dor, como o paracetamol, em 1956, e o ibuprofeno, em 1962.
Segundo Herrmann, hoje o medicamento é mais utilizado na prevenção de doenças cardiovasculares do que para aliviar a dor.
"No Brasil, hoje, como analgésico se usa muito mais o paracetamol, a dipirona e outros, que têm menos efeitos danosos para o estômago", diz ela.
"O uso da Aspirina é principalmente na prevenção de eventos cardiovasculares e também na prevenção de alguns tipos de câncer."
Santos explica que essas outras indicações acabaram sendo descobertas apenas com o uso.
"Com a própria utilização, foram observados tais efeitos. Isso normalmente acontece com a pesquisa clínica, quando são percebidos efeitos adicionais do uso de um remédio", afirma.
No caso, constatou-se que, como a Aspirina inibe a ciclo-oxigenase, também previne ou inibe a formação de trombos.
Por isso, sua ingestão, em dosagens menores, passou a ser recomendada para alguns pacientes com histórico de doenças cardiovasculares, como forma de prevenir infarto e acidente vascular cerebral (AVC).
Mais recentemente, algumas pesquisas indicaram que o medicamento pode ser eficaz na prevenção de alguns tumores cancerígenos, por conta de seu papel inibidor de mediadores fisiológicos.
Para o professor Santos, é importante lembrar que, "embora seja um fármaco conhecido há mais de 100 anos, ainda há muitas pesquisas buscando a compreensão de seus mecanismos".
"Ainda é uma fonte de inspiração para o desenvolvimento de novos compostos, novos fármacos. Embora centenário, [o ácido acetilsalicílico] ainda é capaz de prover novas ideias, desenvolvimento de novas formulações, medicamentos e associações em que ele é combinado a outras substâncias", acrescenta.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c720903py31o
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Marcela se matou de estudar para ser aprovada na prova.
Qual é a figura de linguagem que empregada na afirmativa acima dá um sentido de exagero a oração?
O texto seguinte servirá de base para responder a questão
Os benefícios da corrida para a sua saúde mental
Não é preciso ser cientista nem médico para sentir os
benefícios da corrida no corpo, na cabeça e na vida. Se
você já corre, deve ter sentido uma sensação boa, de
quase euforia, e ao mesmo tempo de relaxamento
depois de um treino ou de uma prova. Já se sabe há um
bom tempo que esse estado, conhecido como o "barato
do corredor", se deve em parte à explosão de
endocanabinoides liberados durante o exercício.
Endocanabioides são moléculas produzidas pelo corpo
semelhantes aos canabinoides encontrados na
maconha. Não por acaso nos sentimos felizes,
relaxados.
Mas o que eu quero falar aqui é sobre os benefícios da
corrida para a nossa saúde mental. A primeira delas é
bem óbvia, mas muito importante especialmente em
grandes centros urbanos, em que existe mais dificuldade
de conhecermos pessoas e onde as taxas de solidão são
altas: a sociabilidade. Quase sempre, vemos pessoas
correndo em grupos, inclusive "batendo um papo" (se o
treino for leve, lógico). O esporte possibilita estarmos em
contato com desconhecidos que têm algo em comum
conosco. Eles rapidamente se tornam companheiros de
treino e até amigos.
A segunda diz respeito à construção de resiliência mental, algo que pode nos trazer boas repercussões no nosso dia a dia, especialmente para profissionais que passam longas horas fazendo trabalhos repetitivos, horas na frente de telas ou dedicam-se a funções que exigem foco por extensos períodos.
A corrida feita de forma consistente não só ajuda a termos menor resposta ao estresse (sinal de resiliência), mostrou um estudo, como contribui para que domemos os demônios que costumam povoar os nossos pensamentos quando estamos fazendo uma atividade monótona.
As passadas também nos ajudam a construir disciplina. Como especialista em saúde mental, posso dizer que poucas coisas são tão difíceis como construir e manter uma disciplina, porque esta não é uma competência inata, ou seja, não nascemos com ela.
Com os treinos regulares, vamos aprendendo que há dias melhores do que outros, que às vezes nosso desempenho pode ser frustrante, mas que, se queremos seguir em frente, temos de nos manter consistentes. Ninguém corre a sua primeira prova de 5 ou 10 k, ou a sua primeira maratona, sem ter se mantido disciplinado. Assim também é na vida.
Por fim, a corrida é uma ótima ferramenta para tratar problemas de saúde mental como depressão, dependências, TDAH, ansiedade, transtorno bipolar e até transtornos alimentares. Algo que vinha usando há mais de 20 anos com meus pacientes de forma empírica, e reunindo ótimos resultados, agora tem ganhado a comprovação da ciência. Nos últimos anos, cada vez mais estudos vêm comprovando isso: correr é um ótimo complemento para as terapias que buscam tratar essas condições, além de trazer a pessoas que convivem com esses transtornos e que muitas vezes são estigmatizadas algo essencial: autoestima e confiança.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/07/arthur-guerra-os-beneficios-da-corrida-para-a-sua-saude-mental/
O texto seguinte servirá de base para responder a questão
Os benefícios da corrida para a sua saúde mental
Não é preciso ser cientista nem médico para sentir os
benefícios da corrida no corpo, na cabeça e na vida. Se
você já corre, deve ter sentido uma sensação boa, de
quase euforia, e ao mesmo tempo de relaxamento
depois de um treino ou de uma prova. Já se sabe há um
bom tempo que esse estado, conhecido como o "barato
do corredor", se deve em parte à explosão de
endocanabinoides liberados durante o exercício.
Endocanabioides são moléculas produzidas pelo corpo
semelhantes aos canabinoides encontrados na
maconha. Não por acaso nos sentimos felizes,
relaxados.
Mas o que eu quero falar aqui é sobre os benefícios da
corrida para a nossa saúde mental. A primeira delas é
bem óbvia, mas muito importante especialmente em
grandes centros urbanos, em que existe mais dificuldade
de conhecermos pessoas e onde as taxas de solidão são
altas: a sociabilidade. Quase sempre, vemos pessoas
correndo em grupos, inclusive "batendo um papo" (se o
treino for leve, lógico). O esporte possibilita estarmos em
contato com desconhecidos que têm algo em comum
conosco. Eles rapidamente se tornam companheiros de
treino e até amigos.
A segunda diz respeito à construção de resiliência mental, algo que pode nos trazer boas repercussões no nosso dia a dia, especialmente para profissionais que passam longas horas fazendo trabalhos repetitivos, horas na frente de telas ou dedicam-se a funções que exigem foco por extensos períodos.
A corrida feita de forma consistente não só ajuda a termos menor resposta ao estresse (sinal de resiliência), mostrou um estudo, como contribui para que domemos os demônios que costumam povoar os nossos pensamentos quando estamos fazendo uma atividade monótona.
As passadas também nos ajudam a construir disciplina. Como especialista em saúde mental, posso dizer que poucas coisas são tão difíceis como construir e manter uma disciplina, porque esta não é uma competência inata, ou seja, não nascemos com ela.
Com os treinos regulares, vamos aprendendo que há dias melhores do que outros, que às vezes nosso desempenho pode ser frustrante, mas que, se queremos seguir em frente, temos de nos manter consistentes. Ninguém corre a sua primeira prova de 5 ou 10 k, ou a sua primeira maratona, sem ter se mantido disciplinado. Assim também é na vida.
Por fim, a corrida é uma ótima ferramenta para tratar problemas de saúde mental como depressão, dependências, TDAH, ansiedade, transtorno bipolar e até transtornos alimentares. Algo que vinha usando há mais de 20 anos com meus pacientes de forma empírica, e reunindo ótimos resultados, agora tem ganhado a comprovação da ciência. Nos últimos anos, cada vez mais estudos vêm comprovando isso: correr é um ótimo complemento para as terapias que buscam tratar essas condições, além de trazer a pessoas que convivem com esses transtornos e que muitas vezes são estigmatizadas algo essencial: autoestima e confiança.
https://forbes.com.br/forbessaude/2024/07/arthur-guerra-os-beneficios-da-corrida-para-a-sua-saude-mental/
I. Estudos de Bakhtin classificam os textos em diferentes gêneros (narrativo, descritivo, argumentativo, expositivo), cada um com suas próprias características e convenções.
II. Teóricos como Flower e Hayes propõem modelos que explicam a produção de textos como um processo cognitivo complexo que envolve a interação entre memória de longo prazo, memória de trabalho, e estratégias de planejamento, tradução e revisão.
III. Vygotsky destaca a importância da interação social e da mediação cultural no desenvolvimento das habilidades de escrita. A escrita é vista como uma atividade situada, influenciada pelo contexto social e cultural.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Leia com atenção a afirmativa abaixo:
A maquiadora da noiva já estava passando o batom na boca dela.
Qual é o vício de linguagem que pode ser observado na afirmativa lida?