Questões de Concurso Comentadas sobre português

Foram encontradas 182.674 questões

Q3228987 Português
É um gênero textual curto escrito em prosa, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc.
Além de ser um texto curto, possui uma "vida curta", ou seja, tratam de acontecimentos corriqueiros do cotidiano. E estão extremamente conectadas ao contexto em que são produzidas, por isso, com o passar do tempo, elas perdem sua "validade", ou seja, ficam fora do contexto. 
É comum apresentarem marcas claras de humor, usa linguagem coloquial e simples.
(https://brasilescola.uol.com.br/redacao/cronica.htm) ("https://www.todamateria.com.br/)

Com base nas características apresentadas acima, trata-se de um texto narrativo denominado:
Alternativas
Q3228986 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
De acordo com o texto é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q3228985 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
"Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido."

Em relação à concordância estabelecida no trecho acima, analise as afirmativas:

I.Substituindo-se "uma forma" por "formas" seriam necessárias mais 3 alterações.
II.O adjetivo "rápido" deverá ser flexionado no plural caso haja a substituição por "formas".
III.O verbo "envolver" tem como núcleo do sujeito "mudanças".
IV."seções de DNA " é o núcleo do sujeito do verbo "chegar".
Estão corretas: 
Alternativas
Q3228981 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Editar DNA é ético? O debate sobre tecnologia que promete revolucionar vidas

Não há nada de novo na engenharia genética. Com o cruzamento de plantas e animais, nossos ancestrais perceberam que poderiam aumentar a quantidade de alimentos que produziam.

A genética moderna permitiu que os cientistas fizessem muito mais: realizar alterações precisas e direcionadas no DNA de organismos em laboratório. E isso, segundo eles, vai levar a novos animais e culturas mais produtivas e resistentes a doenças.

A ciência ainda está em seus primórdios, mas alimentos geneticamente editados já estão nas prateleiras do Japão: tomates ricos em uma substância química que supostamente promove a calma ou peixes com crescimento mais rápido e carne mais saborosa.

Nos Estados Unidos, empresas estão desenvolvendo rebanhos resistentes ao calor, cerejas sem caroço e amoras sem sementes.

Eles também acreditam que ela poderia combater as mudanças climáticas ao diminuir as emissões do gás metano, que contribui para o efeito estufa e é produzido por animais como vacas, cabras e cervos quando seus estômagos estão decompondo fibras duras, como a grama, para digestão.

Mas os críticos dizem que a edição de genes ainda não é comprovadamente seguros — e que continuam preocupados com as implicações para o bem-estar dos animais.

Agora, uma lei que permite a venda de alimentos com edição genética no Reino Unido está suspensa, e alguns cientistas britânicos alertam que eles podem ficar para trás em relação a outros países.

O novo governo britânico trabalhista prometeu uma maior aproximação com a União Europeia (UE), principalmente em relação às regulamentações que possam afetar o comércio.

E, atualmente, o bloco europeu tem regras muito mais rígidas sobre a venda comercial de culturas geneticamente editadas e geneticamente modificadas.

A UE estabeleceu regulamentações rigorosas sobre culturas geneticamente modificadas décadas atrás, devido a preocupações com a segurança e à oposição da opinião pública à tecnologia.

As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações.

Mas, para os cientistas, os termos "geneticamente editados" e "geneticamente modificados" se referem a coisas diferentes.

A modificação genética, uma tecnologia muito mais antiga, envolve o acréscimo de novos genes a plantas e animais para torná-los mais produtivos ou resistentes a doenças.

Às vezes, estes novos genes são de espécies totalmente diferentes — por exemplo, uma planta de algodão com um gene de escorpião para tornar seu sabor desagradável para os insetos.

Em contrapartida, a edição de genes envolve fazer alterações mais precisas no DNA da planta ou do animal.

Estas mudanças geralmente são bem pequenas — e envolvem editar seções do DNA para chegar a uma forma que, segundo seus defensores, poderia ser produzida por meios naturais, como o cruzamento tradicional, só que muito mais rápido.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cql3lwgl3ldo adaptado)
"As plantações geneticamente editadas estão sujeitas às mesmas regulamentações".

Os vocábulos abaixo que estão grafados corretamente com J, assim como o destacado no trecho, são: 
Alternativas
Q3228952 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Um comportamento fascinante

Aprisionar o ar em bolhas para respirar debaixo d'água é um movimento praticado por alguns tipos de insetos e aracnídeos, como besouros aquáticos e aranhas-de-sino-mergulhadoras. Até agora, os anolis são os únicos animais com espinha dorsal conhecidos por respirar usando bolhas.

"Este é um comportamento fascinante em lagartos", disse o Dr. Earyn McGee, um herpetologista especializado em lagartos e coordenador de engajamento de conservação no Zoológico de Los Angeles. "Este tipo de pesquisa aumentará nossa compreensão de como esses lagartos e possivelmente outros animais desenvolveram suas técnicas de respiração subaquática."

Para dar uma olhada mais de perto no método de respiração de bolhas dos anolis, Swierk coletou animais da espécie Anolis aquaticus na Estação Biológica de Las Cruces, na Costa Rica. O destino deles era uma "arena" próxima — um tanque de plástico transparente contendo água de riacho e pedras.

Em um grupo de anolis, os pesquisadores cobriram os focinhos e cabeças dos répteis (evitando cobrir as narinas) com uma fina camada de emoliente hidratante para evitar que bolhas de ar aderissem às cabeças dos anolis. Os cientistas então submergiram os anolis e os filmaram na arena até que eles emergissem.

No grupo de controle sem hidratante, todos os anolis produziram grandes bolhas que eles repetidamente usavam para respirar, a uma taxa de cerca de seis por minuto. Alguns anolis no grupo tratado com emoliente também produziram bolhas, mas elas eram muito menores e não grudavam na pele dos lagartos, como as bolhas de ar que puderam ser inaladas.

Em ambos os grupos, os anolis realizaram uma ação de bombeamento na garganta chamada bombeamento gular, que muitos tipos de lagartos usam para suplementar seus pulmões com oxigênio.

Para anolis mergulhadores, o bombeamento gular também pode desempenhar um papel na circulação do oxigênio armazenado, afetando o tempo que os anolis podem permanecer debaixo d'água. Mas nos experimentos, anolis hidratados que não conseguiam produzir bolhas cheias de oxigênio emergiram 67 segundos antes do que aqueles que usaram bolhas para respirar.

No entanto, essa tática de mergulho tem uma desvantagem.

"Um dos custos do mergulho é que eles ficam muito frios", disse Swierk. Riachos de montanha geralmente são frios e, como ectotérmicos, os anolis regulam a temperatura corporal por meio de seu ambiente.

"Eles pagam um custo de temperatura quando mergulham", ela disse. Estar muito frio "poderia reduzir sua capacidade de correr rapidamente, defender seus territórios contra invasores, cortejar companheiros ou digerir sua comida".

Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee.

"Os lagartos só podem ficar submersos por um tempo", ela disse. "Como o lagarto sabe quando é seguro sair — ou eles apenas esgotam todo o ar e então emergem?"

O mecanismo da respiração de bolhas dos anolis é algo que Swierk espera entender por meio de colaborações com vários grupos de pesquisa. Uma parte do quebra-cabeça é se os formatos da cabeça dos anolis ou as estruturas microscópicas em suas escamas afetam o volume de ar que preenche suas bolhas. Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água.

"Até onde sabemos agora, o oxigênio que o lagarto está usando, ele leva para debaixo d'água com ele", disse Swierk. Esse oxigênio pode ser armazenado em seus pulmões, em outras partes do sistema respiratório ou em bolsas de ar aderidas à sua pele, que são então incorporadas à bolha da cabeça.

O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha a partir da água. "Mas não sabemos disso com certeza", Swierk acrescentou "Ainda estamos trabalhando nisso."


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/

(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/) 

"O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha".

Os vocábulos destacados acima possuem em sua forma dígrafo, fenômeno linguístico que consiste na união de duas letras que, juntas, representam um único fonema. A seguir, identifique a alternativa que apresenta todas as palavras grafadas corretamente com dígrafos:
Alternativas
Q3228948 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Um comportamento fascinante

Aprisionar o ar em bolhas para respirar debaixo d'água é um movimento praticado por alguns tipos de insetos e aracnídeos, como besouros aquáticos e aranhas-de-sino-mergulhadoras. Até agora, os anolis são os únicos animais com espinha dorsal conhecidos por respirar usando bolhas.

"Este é um comportamento fascinante em lagartos", disse o Dr. Earyn McGee, um herpetologista especializado em lagartos e coordenador de engajamento de conservação no Zoológico de Los Angeles. "Este tipo de pesquisa aumentará nossa compreensão de como esses lagartos e possivelmente outros animais desenvolveram suas técnicas de respiração subaquática."

Para dar uma olhada mais de perto no método de respiração de bolhas dos anolis, Swierk coletou animais da espécie Anolis aquaticus na Estação Biológica de Las Cruces, na Costa Rica. O destino deles era uma "arena" próxima — um tanque de plástico transparente contendo água de riacho e pedras.

Em um grupo de anolis, os pesquisadores cobriram os focinhos e cabeças dos répteis (evitando cobrir as narinas) com uma fina camada de emoliente hidratante para evitar que bolhas de ar aderissem às cabeças dos anolis. Os cientistas então submergiram os anolis e os filmaram na arena até que eles emergissem.

No grupo de controle sem hidratante, todos os anolis produziram grandes bolhas que eles repetidamente usavam para respirar, a uma taxa de cerca de seis por minuto. Alguns anolis no grupo tratado com emoliente também produziram bolhas, mas elas eram muito menores e não grudavam na pele dos lagartos, como as bolhas de ar que puderam ser inaladas.

Em ambos os grupos, os anolis realizaram uma ação de bombeamento na garganta chamada bombeamento gular, que muitos tipos de lagartos usam para suplementar seus pulmões com oxigênio.

Para anolis mergulhadores, o bombeamento gular também pode desempenhar um papel na circulação do oxigênio armazenado, afetando o tempo que os anolis podem permanecer debaixo d'água. Mas nos experimentos, anolis hidratados que não conseguiam produzir bolhas cheias de oxigênio emergiram 67 segundos antes do que aqueles que usaram bolhas para respirar.

No entanto, essa tática de mergulho tem uma desvantagem.

"Um dos custos do mergulho é que eles ficam muito frios", disse Swierk. Riachos de montanha geralmente são frios e, como ectotérmicos, os anolis regulam a temperatura corporal por meio de seu ambiente.

"Eles pagam um custo de temperatura quando mergulham", ela disse. Estar muito frio "poderia reduzir sua capacidade de correr rapidamente, defender seus territórios contra invasores, cortejar companheiros ou digerir sua comida".

Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee.

"Os lagartos só podem ficar submersos por um tempo", ela disse. "Como o lagarto sabe quando é seguro sair — ou eles apenas esgotam todo o ar e então emergem?"

O mecanismo da respiração de bolhas dos anolis é algo que Swierk espera entender por meio de colaborações com vários grupos de pesquisa. Uma parte do quebra-cabeça é se os formatos da cabeça dos anolis ou as estruturas microscópicas em suas escamas afetam o volume de ar que preenche suas bolhas. Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água.

"Até onde sabemos agora, o oxigênio que o lagarto está usando, ele leva para debaixo d'água com ele", disse Swierk. Esse oxigênio pode ser armazenado em seus pulmões, em outras partes do sistema respiratório ou em bolsas de ar aderidas à sua pele, que são então incorporadas à bolha da cabeça.

O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha a partir da água. "Mas não sabemos disso com certeza", Swierk acrescentou "Ainda estamos trabalhando nisso."


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/

(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/) 

"Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água."
O feminino de 'mergulhadores' é 'mergulhadoras'. Identifique a alternativa que apresenta o feminino INCORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3228945 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Um comportamento fascinante

Aprisionar o ar em bolhas para respirar debaixo d'água é um movimento praticado por alguns tipos de insetos e aracnídeos, como besouros aquáticos e aranhas-de-sino-mergulhadoras. Até agora, os anolis são os únicos animais com espinha dorsal conhecidos por respirar usando bolhas.

"Este é um comportamento fascinante em lagartos", disse o Dr. Earyn McGee, um herpetologista especializado em lagartos e coordenador de engajamento de conservação no Zoológico de Los Angeles. "Este tipo de pesquisa aumentará nossa compreensão de como esses lagartos e possivelmente outros animais desenvolveram suas técnicas de respiração subaquática."

Para dar uma olhada mais de perto no método de respiração de bolhas dos anolis, Swierk coletou animais da espécie Anolis aquaticus na Estação Biológica de Las Cruces, na Costa Rica. O destino deles era uma "arena" próxima — um tanque de plástico transparente contendo água de riacho e pedras.

Em um grupo de anolis, os pesquisadores cobriram os focinhos e cabeças dos répteis (evitando cobrir as narinas) com uma fina camada de emoliente hidratante para evitar que bolhas de ar aderissem às cabeças dos anolis. Os cientistas então submergiram os anolis e os filmaram na arena até que eles emergissem.

No grupo de controle sem hidratante, todos os anolis produziram grandes bolhas que eles repetidamente usavam para respirar, a uma taxa de cerca de seis por minuto. Alguns anolis no grupo tratado com emoliente também produziram bolhas, mas elas eram muito menores e não grudavam na pele dos lagartos, como as bolhas de ar que puderam ser inaladas.

Em ambos os grupos, os anolis realizaram uma ação de bombeamento na garganta chamada bombeamento gular, que muitos tipos de lagartos usam para suplementar seus pulmões com oxigênio.

Para anolis mergulhadores, o bombeamento gular também pode desempenhar um papel na circulação do oxigênio armazenado, afetando o tempo que os anolis podem permanecer debaixo d'água. Mas nos experimentos, anolis hidratados que não conseguiam produzir bolhas cheias de oxigênio emergiram 67 segundos antes do que aqueles que usaram bolhas para respirar.

No entanto, essa tática de mergulho tem uma desvantagem.

"Um dos custos do mergulho é que eles ficam muito frios", disse Swierk. Riachos de montanha geralmente são frios e, como ectotérmicos, os anolis regulam a temperatura corporal por meio de seu ambiente.

"Eles pagam um custo de temperatura quando mergulham", ela disse. Estar muito frio "poderia reduzir sua capacidade de correr rapidamente, defender seus territórios contra invasores, cortejar companheiros ou digerir sua comida".

Outra desvantagem pode ser que, se um lagarto submerso ainda estiver visível, um predador pode simplesmente esperar que ele ressurja, disse McGee.

"Os lagartos só podem ficar submersos por um tempo", ela disse. "Como o lagarto sabe quando é seguro sair — ou eles apenas esgotam todo o ar e então emergem?"

O mecanismo da respiração de bolhas dos anolis é algo que Swierk espera entender por meio de colaborações com vários grupos de pesquisa. Uma parte do quebra-cabeça é se os formatos da cabeça dos anolis ou as estruturas microscópicas em suas escamas afetam o volume de ar que preenche suas bolhas. Outra questão não resolvida é como os anolis mergulhadores armazenam e circulam oxigênio enquanto estão debaixo d'água.

"Até onde sabemos agora, o oxigênio que o lagarto está usando, ele leva para debaixo d'água com ele", disse Swierk. Esse oxigênio pode ser armazenado em seus pulmões, em outras partes do sistema respiratório ou em bolsas de ar aderidas à sua pele, que são então incorporadas à bolha da cabeça.

O oxigênio também poderia se difundir para dentro da bolha a partir da água. "Mas não sabemos disso com certeza", Swierk acrescentou "Ainda estamos trabalhando nisso."


https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/

(https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/lagarto-faz-seu-proprio-tanque-de-oxigenio-para-respirar-embaixo-dagua/) 

Em relação à separação de sílabas e à classificação quanto ao número de sílabas dos vocábulos retirados do texto, analise as afirmativas abaixo:

I.O vocábulo 'zoológico' é uma palavra trissílaba.
II.A separação silábica de ' experimentos' é 'ex-pe-rim en-tos'.
III.'Microscópicas' é uma palavra polissílaba.
IV.'submersos' e 'compreensão' têm o mesmo número de sílabas.
V.'até' e 'cheias' são palavras dissílabas.

Estão corretas:
Alternativas
Q3228678 Português
É uma história curta que contem uma moral e, na maioria das vezes, apresenta animais como personagens. Como todo texto narrativo, apresenta ações de personagens marcadas pelo espaço e tempo. Tem como características principais a narração alegórica, sem comprometimento com a realidade, e os seus ensinamentos. É utilizada ainda hoje como um dos instrumentos para transmitir conhecimentos relacionados à moral e aos bons costumes.

As características apresentadas acima referem-se a um texto narrativo denominado:
Alternativas
Q3228677 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
Identifique a oração em que o termo destacado é considerado termo essencial da oração.
Alternativas
Q3228676 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
Em relação às regras de acentuação gráfica, analise os vocábulos retirados do texto:

I.Os vocábulos "chimpanzés" é uma oxítona acentuada , assim como "uretér".
II.O vocábulo "líder" é paroxítona assim como "táctil".
III.Os vocábulos "além" é uma oxítona acentuada pela mesma regra de "ruím".
IV.Os vocábulos "específico" e "analgésicas" são acentuados pela mesma regra de "êxodo" e "anátema".
V.O acento de "específico" pode ser removido, porém isso alterará tanto a classe gramatical quanto o significado da palavra.

Estão corretas:
Alternativas
Q3228675 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
"O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes".

O verbo "voltar" de acordo com o sentido, pode ser intransitivo, transitivo direto e transitivo direto e indireto. Identifique a alternativa em que a regência dele está INCORRETA:
Alternativas
Q3228674 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
Leia o período e analise as afirmativas a seguir:

"Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasítica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias."

I."uma planta chamada christella parasítica" é um aposto.
II.O sujeito da forma verbal "analisaram" é indeterminado.
III."a samambaia " é objeto direto dos verbos "coletar" e "analisar."
IV."potentes" e "anti-inflamatórias" são adjuntos adnominais.
V.O verbo "coletar" está como intransitivo.
VI.Os verbos "coletar" e "analisar" possuem como sujeito "samambaia".
VII.O "que" tem como referente "samambaia".

Após analise, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3228673 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
"Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano."
Quando o núcleo é formado por número porcentual poderá haver mais de uma concordância. Identifique a alternativa que apresenta a concordância INCORRETA em relação à porcentagem.
Alternativas
Q3228672 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
"...uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias."

Assim como o termo destacado acima, as alternativas a seguir apresentam vocábulos grafados corretamente com hífen, EXCETO em:
Alternativas
Q3228671 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
A referenciação é um mecanismo indispensável para estabelecer a coesão textual.

Em um dos trechos abaixo, houve falha de concordância em relação à substituição do referente pela palavra destacada, identificado na alternativa:
Alternativas
Q3228670 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
"Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos."
O período acima é formado por:
Alternativas
Q3228669 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Chimpanzés se 'curam' com plantas medicinais, diz pesquisa

Chimpanzés selvagens comem plantas que têm propriedades analgésicas e antibacterianas para se curarem, de acordo com cientistas.

Eles observaram o comportamento de animais nas florestas de Uganda que pareciam feridos ou doentes para descobrir se estavam se automedicando com plantas.

Quando um animal ferido procurou algo específico da floresta para comer, os pesquisadores coletaram amostras dessa planta e a analisaram. A maioria das plantas testadas revelou ter propriedades antibacterianas.

Os cientistas, que publicaram suas descobertas na revista PLOS One, acham que os chimpanzés poderiam ajudar na busca por novos medicamentos.

"Não podemos testar todas as propriedades medicinais dessas florestas", disse a cientista líder da pesquisa, Elodie Freymann, da Universidade de Oxford. "Então, por que não testar as plantas sobre as quais temos essas informações - plantas que os chimpanzés estão procurando?" Nos últimos quatro anos, Freymann passou meses acompanhando e observando atentamente duas comunidades de chimpanzés selvagens na Reserva Florestal Central de Budongo.

Além de tentar identificar sinais de dor — um animal mancando ou segurando o corpo de uma forma incomum — ela e seus colegas coletaram amostras de fezes e urina para verificar se havia doenças e infecções.

Eles prestavam atenção especial quando um chimpanzé ferido ou doente procurava algo que normalmente não comia, como casca de árvore ou casca de fruta.

"Estávamos procurando essas pistas comportamentais de que as plantas poderiam ser medicinais", explicou Freymann.

Ela conta que observou um determinado chimpanzé - um macho - que tinha um grave ferimento em uma das mãos.

"Ele não estava usando a mão para andar, estava mancando", ela lembrou.

Enquanto o restante do grupo estava sentado comendo, o chimpanzé ferido saiu mancando em busca de samambaias. "Ele foi o único chimpanzé a procurar e comer essas samambaias."

Os pesquisadores coletaram e analisaram a samambaia — uma planta chamada Christella parasitica, que revelou ter potentes propriedades anti-inflamatórias.

No total, os pesquisadores coletaram 17 amostras de 13 espécies de plantas diferentes e as enviaram para serem testadas por Fabien Schultz, da Universidade de Ciências Aplicadas de Neubrandenburg, na Alemanha.

Os testes revelaram que quase 90% das amostras inibiram o crescimento bacteriano e um terço tinha propriedades anti-inflamatórias naturais, o que significa que as plantas poderiam reduzir a dor e desenvolver o processo de cura.

Todos os chimpanzés feridos e doentes relatados no estudo se recuperaram totalmente, informou Freymann. "O indivíduo que comeu samambaias voltou a usar a mão ferida nos dias seguintes", explicou ela.

"É claro que não podemos provar 100% que algum desses casos tenha sido resultado direto da ingestão desses elementos", disse ela à BBC News.

"Mas a pesquisa revela o conhecimento medicinal que pode ser obtido com a observação de outras espécies na natureza e ressalta a necessidade urgente de preservar essas 'farmácias florestais' para as gerações futuras."

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9ww94939pyo adaptado)
De acordo com o texto é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q3228135 Português
Itália tem fim de semana trágico para caçadores de cogumelos

Fim de semana trágico para os caçadores de cogumelos na Itália, que registrou duas mortes em Abruzzo e outras duas na Emilia-Romagna apenas nos últimos dias.

As chuvas recentes levaram muitos entusiastas aos bosques de montanha em busca de cogumelos porcini, ingrediente valorizado na gastronomia italiana. Segundo especialistas, somente em Abruzzo, no centro do país, centenas de pessoas aproveitaram o fim de semana para encher os cestos.

Mas os perigos da umidade na vegetação rasteira em trilhas mais escondidas se revelaram fatais em algumas situações.

Na sexta-feira (13), socorristas da Emilia-Romagna encontraram o corpo de um homem de 82 anos que estava desaparecido desde a tarde do dia anterior, quando o idoso saiu para caçar cogumelos em um bosque na província de Bologna.

Na mesma região, porém na província de Piacenza, o mesmo destino coube a uma italiana de 69 anos e que residia em Portugal. Seu corpo foi achado sem vida, com o auxílio de drones, em uma floresta perto de Ottone, na manhã de domingo (15).

Já em Abruzzo, um idoso de 82 anos residente em Corropoli, Giuseppe Di Luca, morreu após cair mais de 20 metros nos Monti della Laga, importante centro produtor de cogumelos na região, também no domingo.

Pouco depois, Aldino Ruggieri, 85, natural de Tortoreto, escorregou em uma falésia na mesma zona enquanto procurava porcini e faleceu. Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas.

A combinação das chuvas da última semana com o calor do fim de verão na Itália beneficiou a safra de cogumelos e atraiu muitos "caçadores" em busca do ingrediente. No entanto, é comum que essas pessoas não tenham preparo para realizar caminhadas na floresta, especialmente em condições de elevada umidade. .

(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/italia-tem-fim-de-semana-tragi co-para-cacadores-de-cogumelos,4742d1d8b1aa44c881fa948ad1bf42c fyl1wt15c.html?utm_source=clipboard)
"Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas."
Em relação às normas de concordância verbal e nominal, o período acima apresenta a concordância dos verbos corretamente. O mesmo acontece nos trechos abaixo, EXCETO em:
Alternativas
Q3228134 Português
Itália tem fim de semana trágico para caçadores de cogumelos

Fim de semana trágico para os caçadores de cogumelos na Itália, que registrou duas mortes em Abruzzo e outras duas na Emilia-Romagna apenas nos últimos dias.

As chuvas recentes levaram muitos entusiastas aos bosques de montanha em busca de cogumelos porcini, ingrediente valorizado na gastronomia italiana. Segundo especialistas, somente em Abruzzo, no centro do país, centenas de pessoas aproveitaram o fim de semana para encher os cestos.

Mas os perigos da umidade na vegetação rasteira em trilhas mais escondidas se revelaram fatais em algumas situações.

Na sexta-feira (13), socorristas da Emilia-Romagna encontraram o corpo de um homem de 82 anos que estava desaparecido desde a tarde do dia anterior, quando o idoso saiu para caçar cogumelos em um bosque na província de Bologna.

Na mesma região, porém na província de Piacenza, o mesmo destino coube a uma italiana de 69 anos e que residia em Portugal. Seu corpo foi achado sem vida, com o auxílio de drones, em uma floresta perto de Ottone, na manhã de domingo (15).

Já em Abruzzo, um idoso de 82 anos residente em Corropoli, Giuseppe Di Luca, morreu após cair mais de 20 metros nos Monti della Laga, importante centro produtor de cogumelos na região, também no domingo.

Pouco depois, Aldino Ruggieri, 85, natural de Tortoreto, escorregou em uma falésia na mesma zona enquanto procurava porcini e faleceu. Ambos os acidentes ocorreram na frente de outros caçadores, que chamaram o socorro, mas não puderam fazer nada para salvar as vítimas.

A combinação das chuvas da última semana com o calor do fim de verão na Itália beneficiou a safra de cogumelos e atraiu muitos "caçadores" em busca do ingrediente. No entanto, é comum que essas pessoas não tenham preparo para realizar caminhadas na floresta, especialmente em condições de elevada umidade. .

(https://www.terra.com.br/noticias/mundo/italia-tem-fim-de-semana-tragi co-para-cacadores-de-cogumelos,4742d1d8b1aa44c881fa948ad1bf42c fyl1wt15c.html?utm_source=clipboard)
Em relação às regras de acentuação gráfica, identifique a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3228126 Português
A análise linguística/semiótica é uma prática de linguagem prevista na BNCC. Com base nessa prática, analise as alternativas abaixo e assinale a correta.
Alternativas
Respostas
41901: D
41902: D
41903: B
41904: D
41905: D
41906: D
41907: C
41908: C
41909: C
41910: C
41911: C
41912: A
41913: A
41914: A
41915: A
41916: B
41917: D
41918: B
41919: D
41920: B