Questões de Concurso Comentadas sobre português
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A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
O texto cita uma fonte de água de uso coletivo, supondo que para a preservação do ambiente alguns avisos foram colocados para orientar os animais.
Nesse contexto, assinale a alternativa cujo aviso foi corretamente escrito:
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
Os substantivos podem ser classificados de várias formas, de acordo com diferentes critérios.
Nesse contexto, na frase "Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta para ver quem pulava mais", os substantivos "fonte, água e aposta" podem ser classificados como:
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
A onça e o gato
A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.
Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:
— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."
— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça.
O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.
A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."
O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".
Autor desconhecido.
Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/
Leia o texto para responder à questão
Fábrica de doenças
Cumpre à risca a pauta para a qual deve a razão de existir o veículo de comunicação quando ergue o escudo da justiça em proteção de comunidades sob ataque, por sobrecarga dos poderes ou omissão dos moradores.
É o caso de concordar com esta avaliação qualitativa, ao observar-se o padecer de várias gerações da localidade de Areias, em Arembepe, Camaçari, Região Metropolitana de Salvador.
São vidas rasuradas por incidências frequentes de d oenças gravíssimas, não apenas a mais temível delas, o câncer, mas também os problemas de respiração e de pele, em m édia muito acima dos registros das clínicas.
A hipótese falseável de maior probabilidade para explicar o trauma é a poluição emitida por fábrica de pigmentos, habituada a trocar de nome, como se o artifício pudesse livrar dos erros moral e técnico de espalhar enfermidades.
(Editorial. https://atarde.com.br/opiniao, 07.10.2023. Adaptado)
Considere as passagens:
A preposição “por” e o par correlato “não apenas … mas também” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de:
Leia o texto para responder à questão
O mal é da televisão
Camarada escritor:
Escrevo-lhe esta carta, conforme me pediu, para contar o que sei sobre o cão pastor-alemão. Agradeço que me corrija as faltas e a pontuação, para sair bem no livro. Aí vai…
O meu pai apareceu um dia com o cão em casa. Disse: “andou sempre a seguir-me, não quer largar mais.” Eu fiquei contente, um lindo cão e inteligente. Demos-lhe o nome de Jasão, foi o meu pai que escolheu o nome, pois gosta muito de lendas gregas. Jasão aprendeu logo o nome, era esperto.
Quando eu ia para o Instituto, onde estou a estudar Planificação, o cão queria ir comigo. Às vezes até foi. Ficava à espera de que eu saísse das aulas e acompanhava-me a casa. Sempre grande e calmo, um senhor. As garinas1 rodeavam-no logo, a fazer festas, ele deixava. Quem aproveitava da popularidade dele era eu. Por isso até que gostava da sua companhia. Mas o meu pai xingava-me sempre por o levar. Achava que não ficava bem o filho dum responsável, mesmo se pequeno, andar com um cão. Isso era prática de outros tempos que devíamos combater: os filhos dos governadores ou senhores coloniais é que andavam assim! Podíamos ter o cão, mas em casa, sem dar nas vistas, para que as massas não fizessem paralelos incômodos com os tempos antigos.
(Pepetela. O Cão e os Caluandas. Adaptado)
Considerando as regras de concordância verbal do português escrito padrão, o verbo “haver”
No período,
Considerando a pontuação do português escrito padrão, quanto ao emprego das vírgulas,
O termo “cujas” foi empregado para
Essa política deve não apenas estabelecer normas e regulamentações robustas para proteger os sistemas nacionais mas também garantir a construção de uma cultura nacional de proteção no ciberespaço e a rápida atualização das estratégias de defesa em resposta às ameaças emergentes.
No contexto em que foram empregados, os termos em destaque funcionam, em conjunto, como elementos linguísticos responsáveis
O Brasil, ao fortalecer sua infraestrutura cibernética e criar políticas eficazes, não apenas aumenta a própria resiliência, mas também contribui para a estabilidade e a busca da segurança global no combate aos cibercriminosos. Portanto, é imperativo que haja um compromisso contínuo e reforçado do governo e de toda a sociedade para enfrentar esses desafios com a seriedade e a urgência que eles requerem.
A função do termo destacado, no parágrafo, é interligar
Poesia e ciência
É comum se dizer que poucas atividades criativas são tão antagônicas quanto a poesia e a ciência. Enquanto uma expressa uma visão subjetiva e emocional do mundo, a outra expressa uma visão universal e racional. Enquanto uma é produto de inspiração e lirismo, a outra o é de dedução e análise. A obra de certos poetas, no entanto, além de extremamente técnica, mostra uma profunda apreciação da visão científica prevalecente na época.
Como exemplo, tenho em mente o poeta romano Lucrécio, que viveu aproximadamente 96 e 55 a.C.e Em um mundo completamente dominado por religiões politeístas, baseadas em ritos pagãos, a voz de Lucrécio soa como uma verdadeira luz nas trevas, uma proclamação contra o medo criado pela ignorância e pela obediência cega à autoridade O poeta convida seus leitores a olhar para o mundo e seus mistérios através da razão, argumentando que esse é o único caminho para a nossa liberação. Eis um exemplo, livremente parafraseado:
“Quando a vida humana, arrastando-se pela Terra, era esmagada pelas crendices, um homem grego pela primeira vez alçou bravamente seus olhos mortais contra esses tormentos |...) Sua força era a mente, que ele usou para explorar a vasta imensidão do espaço, trazendo-nos novas do que é ou não é possível, limites ou fronteiras forjadas para sempre. As crendices, assim, foram controladas e, desde então, nós podemos alcançar as estrelas”.
Dois mil anos após serem escritos, os versos de Lucrécio ecoam com incrível modernidade. Na passagem de mais um milênio*, quando muitos sentem-se vulneráveis perante as várias profecias apocalípticas, sugiro uma nova leitura de Lucrécio, posta da ciência e da lucidez apaixonada.
* Este texto foi publicado em 1988.
(Adaptado de GLEISER, Marcela. Retalhos cósmicos. São Paulo. Companhia das Letras, 1999, p. 21-22)