Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica
Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.
Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.
As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.
A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.
Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.
Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder a questão:
Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos.
Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto dado, verifica-se dígrafo apenas em:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica
Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.
Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.
As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.
A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.
Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.
Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>
Considere o excerto a seguir para responder a questão:
Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
No excerto apresentado, é (são) palavra(s) que atua(m) gramaticalmente como advérbio apenas:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica
Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.
Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.
As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.
A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.
Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.
Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>
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Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica
Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.
Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.
As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.
A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.
Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.
Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que as cores mudam durante o pôr do sol? Astrônoma explica
Pode parecer estranho, mas as cores do sol se põem com tempos diferentes. A luz solar, na verdade, é composta de todas as cores. Próximo ao meio-dia, vemos seus feixes na coloração branca, pois é como o cérebro interpreta essa mistura de cores. O ultravioleta, que tanto nos preocupa no verão, é também um dos tipos de luz que o sol emite, mas que nosso cérebro não consegue interpretar.
Uma das propriedades mais legais da luz é que ela muda de direção quando passa de um meio para o outro. Por exemplo, a água e o ar são meios diferentes. A luz que estava viajando pelo ar, quando adentra a água, muda de direção. O mesmo acontece quando ela sai da água para o ar. O efeito visual é que os objetos estão deslocados dentro da água.
As cores são desviadas por ângulos diferentes. Se pensarmos no arco-íris, as cores vermelhas são menos desviadas, ao passo que as cores mais próximas do azul e violeta são mais desviadas. Um prisma deixa isso muito claro: como elas sofrem deslocamentos diferentes, conseguimos separar um feixe branco de luz solar em diferentes cores.
A atmosfera funciona como um prisma. Quando os feixes de luz solar entram na atmosfera, suas cores mudam de direção. Portanto, podemos pensar que, na verdade, a imagem do Sol é formada por uma sobreposição de uma infinidade de sóis de diferentes cores. Da mesma maneira que um prisma, a atmosfera separa essas “imagens”.
Como a luz vermelha é menos desviada durante o pôr do sol, fenômeno que chamamos de refração, ela acaba se pondo antes do que as cores mais próximas do azul. Mas por que não conseguimos ver essa diferenciação? Bem, a diferença de tempo entre o sol vermelho e o sol violeta é de apenas dois segundos. O efeito é bastante sutil.
Só que, se for assim, faria sentido vermos um sol azul nos segundos finais de um dia, certo? Aí entra outro fenômeno físico: o espalhamento. A atmosfera é composta de uma infinidade de partículas que interagem com a luz do sol. Essas partículas são capazes de desviar também as cores, mas em direções aleatórias. As cores que são mais afetadas por isso são justamente violeta e azul. Isso significa que elas quase não chegam até nós, porque à medida que se deslocam pela atmosfera da Terra, elas são espalhadas para outras direções. Aliás, esse é o principal motivo pelo qual a cor do sol poente é mais avermelhada.
Esse fenômeno é chamado de “flash verde”. Nos últimos segundos do pôr do sol, na sua pontinha final, é como se você visse um raio verde, com uma duração muito rápida. Para isso, porém, a atmosfera precisa estar suficientemente limpa, pois partículas de poeira podem agravar esse espalhamento. Em uma atmosfera muito poluída, a luz verde é atenuada, e o efeito se perde. Em raríssimas exceções, numa atmosfera muito “limpa”, podemos até ver um flash azul. Mas cuidado: olhar para o sol durante muito tempo pode ser perigoso para seus olhos. Se quiser admirar esse fenômeno, use óculos escuros e abuse da sua câmera.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/colunistas/mulheres-das-estrelas/coluna/2024/03/por-que-as-cores-mudam-o-por-do-sol-astronoma-explica.ghtml>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”
Dentre as palavras a seguir, que ocorrem no excerto indicado, aquela que pertence à classe gramatical de advérbio é:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
“Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais.”
A relação que se estabelece entre a primeira oração do período e as demais orações que nele ocorrem, no excerto indicado, é de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”
No excerto apresentado, o emprego proclítico do pronome oblíquo átono de terceira pessoa decorre do uso:
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Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
““Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy.”
No excerto apresentado, o emprego da expressão “essas tendências” é uma estratégia de coesão que retoma, textualmente:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
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Com aquecimento global, espécies não nativas podem invadir a Antártica
Em estudo publicado nesta segunda-feira (4) na revista Proceedings of the National Academy of Science, pesquisadores investigam a possibilidade de espécies costeiras se instalarem no continente antártico, alterando o ecossistema local no futuro. De acordo com os especialistas, isso ocorreria devido ao aumento das polínias.
Polínias são áreas (ou “bolsões”) de águas abertas que se formam em meio ao gelo. Elas são essenciais para fornecer habitats livres de gelo para ecossistemas próximos da costa da Antártica. A hipótese dos cientistas é que o crescimento das polínias pode fazer com que, em algum momento, novos animais e plantas se estabeleçam na região.
“Sabemos que muitos animais e plantas não nativos podem chegar à Antártica, viajando, por exemplo, em algas flutuantes”, diz, em comunicado, a pesquisadora Ceridwen Fraser. “No momento, a maioria não consegue se estabelecer por causa da erosão do gelo costeiro”, explica. Uma menor quantidade de gelo, portanto, seria capaz de fornecer melhores oportunidades para esses animais e plantas – o que teria impacto sobre os ecossistemas costeiros nativos da Antártica.
Conforme aponta o estudo, as áreas de polínia estão aumentando significativamente – influenciadas, inclusive, pelo aumento das temperaturas globais. Os pesquisadores identificaram ainda um padrão intrigante: trata se de um ciclo de crescimento e diminuição, aproximadamente a cada 16 anos.
“Essas tendências são fascinantes – e não as havíamos notado antes”, comenta o pesquisador Grant Duffy. “Não estamos completamente certos do que está impulsionando o padrão cíclico, mas as implicações ecológicas podem ser enormes”, afirma.
Revista Galileu. Adaptado. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/um-so-planeta/noticia/2024/03/com-aquecimento-global-espécies-não-nativas-podem-invadir-a-antártica3ghtml>
Dentre os tipos de gêneros textuais orais, assinale aquele que se caracteriza por possuir discussões formais que envolvem diferentes pontos de vista sobre um tópico específico, geralmente realizadas em um formato de confronto de argumentos.