Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/caso-marielle-relacao-com-agentes-publicos-e-alarmante-diz-anistia
"Este grave crime foi preparado minuciosamente.”
Sobre o trecho, estão corretas as alternativas, EXCETO:
Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/caso-marielle-relacao-com-agentes-publicos-e-alarmante-diz-anistia
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra destacada, considerando o contexto em que ela se insere.
Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
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Analise o trecho: A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", [...].
Julgue as assertivas a seguir.
()Em “paramilitares”, o elemento “para” é do verbo “parar”, por isso deve ser escrito sem hífen, a exemplo de “parachoque”.
()Em “paramilitares”, o elemento “para” é um sufixo, por isso deve ser escrito sem hífen.
()Em “paramilitares”, o elemento “para” tem sentido de “semelhante, próximo”, por isso deve ser escrito sem hífen.
()Em “Interamericana” o elemento “inter” é um sufixo que se anexa diretamente à palavra “americana”, por isso não há uso de hífen, a exemplo de “interhumano”.
A sequência CORRETA é:
Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
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“Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, [...].”
Sobre a regência do verbo “assistimos” no fragmento, assinale a alternativa CORRETA.
Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
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“Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade [...]”
O termo destacado é responsável pelo mecanismo de
Leia o texto II e responda à questão.
Caso Marielle: relação com agentes públicos é alarmante, diz Anistia
A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça. Essas foram as considerações da Anistia Internacional Brasil sobre a operação que prendeu acusados de serem os mandantes do assassinato, cometido há seis anos, e de terem obstruído suas investigações.
"Informações já apuradas pelas autoridades sugerem que o crime poderia estar ligado aos interesses de expansão das milícias no Rio. Nesse sentido, é preciso lembrar que o surgimento e expansão de grupos paramilitares, resultam, entre outros fatores, da impunidade e da falha das autoridades do Estado em oferecerem respostas contundentes a desvios em suas estruturas", diz a organização, que acompanha o crime e dá suporte às famílias de Marielle e Anderson desde os primeiros momentos após o assassinato.
Na manhã deste domingo (24), a operação Murder Inc. cumpriu três mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), todos na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com fontes ligadas à investigação, foram presos Domingos Brazão, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, Chiquinho Brazão, deputado federal do Rio, e Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do Rio.
A Anistia lembra que a responsabilidade do Estado sobre o surgimento e a expansão de grupos paramilitares "tem sido objeto de condenações emblemáticas na Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH)", que estabelece responsabilidades como o dever de prevenir violações de direitos, investigar de forma diligente, responsabilizar por violações e reparar as vítimas.
"As autoridades brasileiras têm falhado em todos esses deveres frente aos assassinatos de Marielle e Anderson", avalia a organização, que considera inaceitável a demora de seis anos para elucidação do crime.
"Este grave crime foi preparado minuciosamente. Diversos atores estiveram envolvidos nesse processo e, após os assassinatos, assistimos, durante os últimos 6 anos, a inúmeras falhas e tentativas de obstrução das investigações, muitas delas protagonizadas por agentes públicos. Todos devem ser responsabilizados".
A Anistia Internacional conclui afirmando que renova sua cobrança pública por justiça e instando as autoridades brasileiras a garantir que todos os responsáveis pelo planejamento e execução do crime, bem como todos os responsáveis por eventuais desvios e obstruções das investigações, sejam levados à justiça em julgamentos justos que atendam aos padrões internacionais.
"O legado de Marielle só poderá florescer se o Brasil se tornar um espaço seguro para todas e todos que defendem direitos humanos".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-03/caso-marielle-relacao-com-agentes-publicos-e-alarmante-diz-anistia
“A participação de ex-agentes de segurança pública e agentes públicos no assassinato da vereadora Marielle Franco é alarmante, e as prisões deste domingo (24), apesar de representarem um avanço, ainda não significam justiça.”
Julgue as assertivas a seguir.
()O isolamento de “apesar de representarem um avanço” por vírgulas é admissível, pois é oração subordinada adjetiva restritiva e deve ser separada por vírgulas.
()A relação semântica estabelecida por “apesar de” é de concessão.
()O uso da primeira vírgula é obrigatório porque isola duas orações intercaladas.
()A relação semântica estabelecida pela conjunção “ainda” é de finalidade.
A sequência CORRETA é:
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
Marque a opção em que a ortografia da palavra no plural acontece tal a que está em destaque:
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
Marque a opção em que todas as palavras são grafadas corretamente:
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.
O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.
A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.
E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.
(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)
Observe cada um dos elementos formativos do trecho supracitado e destaque a classe gramatical que foi construída de forma errônea.