Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3400336 Português
Na sentença: “Paulo tem 15 minutos para merendar.”, o verbo ‘ter’ sublinhado, nesse contexto, significa:
Alternativas
Q3400335 Português
Cometeu-se ERRO no emprego da expressão sublinhada em:
Alternativas
Q3400334 Português
A concordância nominal foi realizada de maneira CORRETA na alternativa:
Alternativas
Q3400333 Português
Assinalar a alternativa que contém uma proparoxítona:
Alternativas
Q3400332 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma frase na qual as conjunções ou locuções conjuntivas e as preposições sublinhadas correspondem ao sentido indicado entre parênteses:
Alternativas
Q3400331 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Considerando-se o uso do acento indicativo da crase, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Em “ Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado.” (2º parágrafo), utiliza-se o acento indicativo da crase por se tratar de uma locução adverbial formada de substantivo feminino.
( ) Em “[...] a foto tem que obedecer a um padrão estético [...].” (2º parágrafo), caso o termo sublinhado fosse substituído por “estética”, seria necessário que o “a” imediatamente anterior recebesse o acento indicativo da crase.
( ) Em “[...] mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto [...].” (3º parágrafo), seria possível substituir o termo sublinhado por “àqueles”.
( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.” (4º parágrafo), caso o termo sublinhado fosse substituído por “compreensão humana”, seria necessário que o “a” imediatamente anterior recebesse o acento indicativo da crase.
Alternativas
Q3400330 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos destacados, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Em “[...] regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública.”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “os quais”.
( ) Em “[...] ou fazer pose na frente de um espelho [...]”, não há prejuízo em se substituir o termo sublinhado por “pousar”.
( ) Em “Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente [...]”, não há prejuízo em se substituir a palavra sublinhada por “constante”. 
Alternativas
Q3400329 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
Nas seguintes passagens: “Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013 [...].” (1º parágrafo) e “Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem [...].” (3º parágrafo), as vírgulas são empregadas, CORRETA e respectivamente, com a finalidade de separar:
Alternativas
Q3400328 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
No trecho “Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.” (1º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400327 Português
A alma e o espelho

Quando “selfie” foi escolhida a palavra do ano, em 2013, a ideia de tirar uma foto de mim mesma nunca havia me ocorrido antes. Sorrir para um celular erguido no ar pelo meu próprio braço ou fazer pose na frente de um espelho ainda me parecia um troço esquisito, para dizer o mínimo. Dez anos mais tarde, ninguém vai ficar surpreso se eu contar que tenho mais retratos no celular do que em todos os meus álbuns de fotografias das décadas anteriores.

Por algum motivo, a maior parte dessas imagens desperta em mim a sensação de que a pessoa que aparece na foto não é a mesma que eu vejo no espelho. Às vezes, mais por acaso do que por técnica, parece haver uma rara coincidência entre o eu captado e o eu imaginado. Nesses casos, o setor de Gerenciamento de Imagem Pública e Autocrítica Estética colocado em operação, sem que eu me desse conta, em algum momento dos últimos 10 anos, aprova a foto para postagem — desde que em ocasiões pontuais, para não passar a impressão de que estou enamorada de mim mesma ou desesperada por likes. Ou seja: para ser compartilhada, a foto tem que obedecer a um padrão estético (não assustar ninguém) e a outro, digamos, moral. É quase um milagre que eu ainda poste selfies de vez em quando.

Na última década, aprendemos que a carga emocional envolvida na administração da própria imagem pode ser opressiva e até mesmo dolorosa. “O espelho adoece a alma”, anotou o teólogo belga Lawrence Beyerlinck, quatro séculos antes de os consultórios ficarem lotados de jovens com dificuldade para lidar com a aparência que veem refletida no poço sem fundo das redes sociais. Muita gente vem pensando e escrevendo sobre o peso da comparação permanente, mas nem sempre o resultado é acessível para aqueles que mais poderiam se beneficiar de uma reflexão mais profunda sobre o assunto: os próprios adolescentes.

Em retrospecto, a evolução da prática da “selfie” ao longo dessa década revela uma transformação complexa na relação que temos com nossa própria imagem. O ato aparentemente simples de capturar momentos pessoais tornou-se uma jornada pela autoaceitação, regulada por padrões estéticos e morais que moldam a percepção pública. A discrepância entre a imagem projetada e a identidade real destaca a delicada dança entre autenticidade e conformidade.

(Fonte: Claudia Laitano. GZH — adaptado.)
A respeito das ideias expressas no texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) A autora considera estranho o hábito de fazer selfies, de modo que até hoje não aderiu a essa prática.
( ) Conforme a autora, para os adolescentes, é muito difícil e, por vezes, doloroso lidar com a autoimagem, motivo pelo qual esse grupo em muito seria favorecido se tivesse acesso a algumas reflexões contemporâneas sobre esse tema.
( ) Segundo reflete a autora, as selfies colocam em jogo a busca pela autoaceitação, questão que mobiliza, entre outros aspectos, os padrões de beleza socialmente estabelecidos.
Alternativas
Q3400275 Português
Leia com atenção.

“O DIA EM QUE BOB MARLEY JOGOU FUTEBOL COM CHICO BUARQUE E MORAES MOREIRA NO RIO DE JANEIRO

     Bob Marley estava em estúdio gravando Uprising — aquele que viria a ser seu último álbum lançado em vida — quando recebeu um convite para lá de irrecusável de Ramón Segura, diretor geral da Ariola: participar da festa de lançamento da gravadora alemã no Brasil.
      Torcedor apaixonado da seleção à época tricampeã do mundo1 , o cantor jamaicano2 , então com 34 anos, nem pensou em recusar o convite. ‘Rivelino, Jairzinho, Pelé... A Jamaica gosta de futebol por causa do Brasil’, explicaria, dias depois, já em solo brasileiro.
    Convite aceito, um dos maiores nomes do reggae de todos os tempos3 embarcou em Port of Spain, em Trinidad e Tobago, rumo ao país do futebol. Marley4 não veio sozinho. A bordo de um jato particular fretado pela Island Records, gravadora jamaicana fundada em 1959 que, hoje, pertence ao acervo da Universal Music, vieram, também, o guitarrista Junior Marvin, da banda The Wailers; o cantor Jacob Miller (1952-1980), do grupo Inner Circle; o executivo Chris Blackwell, fundador da Island Records, e sua mulher, a atriz e modelo Nathalie Delon (1941-2021). [...]”

(Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cyr4jg3dj82o. Adaptado.)

Dentre as quatro expressões nominais referentes a Bob Marley que estão sinalizadas no excerto apresentado, aquela empregada especificamente com o objetivo de evocar a temática do texto está identificada com qual número? 
Alternativas
Q3400271 Português

Leia os textos: 


TEXTO I


   “Oppenheimer é um filme histórico de drama dirigido por Christopher Nolan e baseado no livro biográfico vencedor do Prêmio Pulitzer, Prometeu Americano: O Triunfo e a Tragédia de J. Robert Oppenheimer, escrito por Kai Bird e Martin J. Sherwin. Ambientado na Segunda Guerra Mundial, o longa acompanha a vida de J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy), físico teórico da Universidade da Califórnia e diretor do Laboratório de Los Alamos durante o Projeto Manhattan - que tinha a missão de projetar e construir as primeiras bombas atômicas. A trama acompanha o físico e um grupo formado por outros cientistas ao longo do processo de desenvolvimento da arma nuclear que foi responsável pelas tragédias nas cidades de Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 1945. Além de Cillian, o elenco também traz nomes como Emily Blunt, Matt Damon, Robert Downey Jr., Florence Pugh, Gary Oldman, Jack Quaid, Gustaf Skarsgård, Rami Malek e Kenneth Branagh.”


(Fonte: https://www.adorocinema.com/filmes/filme-296168/)


TEXTO II:


    “Julius Robert Oppenheimer (Nova Iorque, 22 de abril de 1904 – Princeton, 18 de fevereiro de 1967) foi um físico teórico americano e diretor do Laboratório Nacional Los Alamos durante a Segunda Guerra Mundial. Geralmente, é creditado como o ‘pai da bomba atômica’ por seu papel no Projeto Manhattan, o empreendimento de pesquisa e desenvolvimento que criou as primeiras armas nucleares.


    Oppenheimer estudou na Universidade Harvard, onde concluiu um bacharelado em química em 1925. Posteriormente estudou física na Universidade de Cambridge e na Universidade de Göttingen, onde obteve seu doutorado (PhD) em 1927 sob a orientação de Max Born. Ocupou cargos acadêmicos na Universidade da Califórnia em Berkeley e no Instituto de Tecnologia da Califórnia, fazendo contribuições significativas no campo da física teórica, incluindo mecânica quântica e física nuclear. Durante a Segunda Guerra Mundial, foi recrutado para trabalhar no Projeto Manhattan e, em 1943, foi nomeado diretor do Laboratório Nacional Los Alamos no Novo México, encarregado de desenvolver as armas nucleares. A liderança e a experiência científica de Oppenheimer foram fundamentais para o êxito do projeto. Ele estava entre aqueles que observaram o teste Trinity, em 16 de julho de 1945, em que a primeira bomba atômica foi detonada com sucesso. Mais tarde, comentou que a explosão trouxe à sua mente palavras da escritura hindu Bagavadeguitá: ‘Agora eu me tornei a Morte, a destruidora de mundos’. Em agosto de 1945, as bombas atômicas foram usadas nas cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, o único uso de armas nucleares em um conflito.”


(Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Robert_Oppenheimer)


Assinale a alternativa que faz uma afirmação correta sobre os textos apresentados.


Alternativas
Q3400270 Português
“‘Vaidade, vaidade, tudo é vaidade’, está escrito no livro de Eclesiastes, capítulo 1, na Bíblia. E a vaidade leva as pessoas a fazerem de tudo na busca pela beleza e juventude. [E] se paga caro por isso. São oferecidos todos os tipos de serviços para atender a essa demanda.”

(Fonte: https://www.em.com.br/colunistas/anna-marina/2024/02/6802342-perigos-da-vaidade-o-que-e-o-pmma-e-quais-sao-os-riscos-na-estetica.html)

Além do de adição, qual outro sentido a conjunção E indicada entre colchetes no excerto acima suscita no enunciado? 
Alternativas
Q3400267 Português
“A confiança na ciência não se resume apenas a reconhecer a veracidade das descobertas científicas, mas também a compreender a complexidade de sua aplicação na sociedade. Por isso, é essencial que cientistas, governos e sociedade estreitem laços, superando o reducionismo e a simplificação da realidade, para juntos construírem um futuro ________ a ciência seja verdadeiramente uma força catalisadora para o bem-estar global.”

(Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/02/6801504-percepcoes-globais-sobre-ciencia-e-sociedade.html. Adaptado.)

A fim de estabelecer uma coesão adequada à norma padrão para a escrita em língua portuguesa, qual das expressões a seguir deve preencher a lacuna inserida no trecho acima?
Alternativas
Q3400265 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Nesse texto, é possível identificar marcas de intertextualidade explícita. Assinale a alternativa que apresenta corretamente esse tipo de referência entre textos. 
Alternativas
Q3400264 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Considerando-se seus aspectos de construção, é possível afirmar que o tipo textual que fundamenta o texto apresentado é o: 
Alternativas
Q3400263 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Levando-se em consideração a teoria clássica de funções da linguagem, qual é a função predominante nesse texto?  
Alternativas
Q3400262 Português
Texto para a questão


   O dia 2 de abril de 1832 já findava quando o HMS (His Majesty’s Ship) Beagle aproximou-se da baía de Guanabara. O comandante britânico Robert FitzRoy (1805-1865) não quis aportar, preferiu esperar o amanhecer. “Permanecemos fundeados a noite passada, pois o capitão determinou que deveríamos ver o porto do Rio e sermos vistos em plena luz do dia. A vista é magnífica”, contou o tripulante Charles Robert Darwin (1809-1882) em carta à irmã Caroline.

  O jovem inglês de 23 anos, convidado a participar da expedição por seu interesse em história natural, ficou fascinado pela paisagem tropical que FitzRoy queria desfrutar na claridade da manhã – e à qual planejava se integrar. O chefe da expedição já sabia o quão impactante poderiam ser os cenários do país então recentemente emancipado de Portugal. Ele havia aportado em Salvador em 1832, primeira parada do Beagle no Brasil após a longa travessia do oceano, onde admirou “cada variação de verde potencializada pelo nascer do Sol e pelas sombras: todo esse charme aumentado por todas as torres das igrejas, pelos conventos e pelas paredes brancas sob as folhas de palmeiras”, como escreveu em sua narrativa da viagem.

   FitzRoy não pretendia guardar esses cenários apenas na memória e nos relatos de viagem. Para integrar a expedição de circum-navegação realizada entre 1831 e 1836, contratou um artista: o experiente viajante e talentoso pintor inglês Augustus Earle (1793-1838). Mas Earle ficou doente durante a passagem do Beagle pelo Uruguai, em 1833. Segundo anotações do diário de Darwin, ele sofria de reumatismo (faleceria cinco anos mais tarde, na Inglaterra, vítima de asma). Em novembro de 1833, o também inglês Conrad Martens (1801-1878) subiria a bordo do Beagle, em substituição a Earle. [...]


(Fonte: https://revistapesquisa.fapesp.br/deslumbre-e-horror-no-rio-do-seculo-xix/. Adaptado.)
Qual é a finalidade do texto apresentado?
Alternativas
Q3400176 Português

Leia com atenção as colunas abaixo:


Coluna 01:


(__)O gato pequeno brincava com uma bola de lã pela sala.


(__)Ela sempre foi uma amável vizinha, pronta para ajudar quando precisávamos.


(__)Ele é um amador na fotografia, mas suas fotos têm um charme único.


(__)O detetive foi sagaz ao perceber as pistas que todos haviam ignorado.


Coluna 02:


I.Adjetivo biforme.

II.Adjetivo uniforme.


Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de adjetivo destacado nas afirmativas da Coluna 01. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:

Alternativas
Q3400175 Português
Assinale a alternativa com o emprego de um substantivo coletivo:
Alternativas
Respostas
41261: B
41262: C
41263: D
41264: A
41265: B
41266: D
41267: C
41268: B
41269: A
41270: D
41271: A
41272: D
41273: A
41274: B
41275: D
41276: B
41277: A
41278: C
41279: C
41280: B