Questões de Concurso Comentadas sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 187.680 questões

Q3400561 Português

Em relação à classificação da sílaba tônica, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 


(1) Oxítona.

(2) Paroxítona.

(3) Proparoxítona. 



( ) Órbita.

( ) Café.

( ) Galáxia.

( ) Pêssego.

( ) Meteorito. 

Alternativas
Q3400560 Português

Tendo em vista a estrutura gramatical desse segmento do texto abaixo, assinalar a alternativa INCORRETA: 



“[...] O palpite do Coronel Hayter é que os mesmos criminosos que mataram William foram os mesmos que saquearam a casa do Sr. Acton na última segunda-feira. [...]

Alternativas
Q3400559 Português
Assinalar a alternativa que faz o uso CORRETO dos porquês:
Alternativas
Q3400558 Português

Considerando-se o conceito e os respectivos exemplos de palavras homófonas, entre os diferentes tipos de homonímia existentes na Língua Portuguesa, analisar os itens abaixo:



I. As palavras sublinhadas em “Eu acordo cedo.” e “Não chegamos a um acordo.” são homófonas.


II. As palavras sublinhadas em “Eles são parentes.” e “Esteve muito doente, mas agora está são.” são homófonas.


III. As palavras sublinhadas em “Hoje iremos a um concerto no Teatro Municipal” e “Ainda não terminaram o conserto, por isso estou sem carro.” são homófonas.



Está(ão) CORRETO(S): 

Alternativas
Q3400557 Português

Sobre o emprego da pontuação, analisar os itens abaixo: 


I. Pedro, embora você já tenha realizado todas as atividades da escola, desligue o computador e vá dormir! 


II. Quanto mais nossos adolescentes ficam diante de uma tela, menos eles desenvolvem duas habilidades básicas de socialização: a capacidade de trabalhar em grupo e a empatia.


III. As mídias sociais e demais dispositivos dessa natureza, provocam a sensação de prazer e bem-estar, mas escondem perigos relacionados à superexposição e ao cyberbullying.


IV. Para que nossas crianças cresçam em segurança é primordial que os pais fiquem atentos ao uso que seus filhos fazem das redes, visto que se trata de uma epidemia midiática, isto é, o uso exacerbado se alastra cada vez mais.



Estão CORRETOS:

Alternativas
Q3400556 Português

Qual a origem do carnaval? 



        Apesar de o carnaval estar muito relacionado com o Brasil, a festividade também ocorre em muitos países que têm influência católica, como Espanha, Portugal e França.



        Isso porque, segundo a Encyclopedia Britannica, a origem da festa vem das festividades finais realizadas pelos romanos católicos nos dias que antecediam a Quaresma, período que acontece antes da Páscoa cristã e em que os devotos se abstinham de comer carne, entre outras práticas religiosas. Também, a fonte indica que a própria palavra “carnaval” vem do latim carnelevarium, que significa tirar ou remover a carne. Atualmente, a data do carnaval ainda depende dos 40 dias antes da Páscoa e, por isso, ocorre em dias diferentes todos os anos, mas sempre entre os meses de fevereiro e março.



        O carnaval moderno __________ muito da sua origem católica, mas as festas dos antigos romanos podem ter evoluído de festivais primitivos que eram amplamente celebrados antes do cristianismo ser a religião oficial do Império Romano, o que aconteceu em 380 d.C.


        Já na Itália, mais especificamente, a origem das celebrações também pode estar ligada aos festivais pagãos Saturnália e Lupercália. O primeiro era realizado em honra ao deus Saturno e ocorria no solstício de inverno, em dezembro. O segundo __________ em fevereiro, no mês das divindades infernais e das purificações para os romanos. Ambas as festas _________ dias e eram abastecidas com muita comida, bebida e danças.


(Fonte: National Geographic — adaptado.)

Considerando-se a concordância verbal, assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto: 
Alternativas
Q3400555 Português

Qual a origem do carnaval? 



        Apesar de o carnaval estar muito relacionado com o Brasil, a festividade também ocorre em muitos países que têm influência católica, como Espanha, Portugal e França.



        Isso porque, segundo a Encyclopedia Britannica, a origem da festa vem das festividades finais realizadas pelos romanos católicos nos dias que antecediam a Quaresma, período que acontece antes da Páscoa cristã e em que os devotos se abstinham de comer carne, entre outras práticas religiosas. Também, a fonte indica que a própria palavra “carnaval” vem do latim carnelevarium, que significa tirar ou remover a carne. Atualmente, a data do carnaval ainda depende dos 40 dias antes da Páscoa e, por isso, ocorre em dias diferentes todos os anos, mas sempre entre os meses de fevereiro e março.



        O carnaval moderno __________ muito da sua origem católica, mas as festas dos antigos romanos podem ter evoluído de festivais primitivos que eram amplamente celebrados antes do cristianismo ser a religião oficial do Império Romano, o que aconteceu em 380 d.C.


        Já na Itália, mais especificamente, a origem das celebrações também pode estar ligada aos festivais pagãos Saturnália e Lupercália. O primeiro era realizado em honra ao deus Saturno e ocorria no solstício de inverno, em dezembro. O segundo __________ em fevereiro, no mês das divindades infernais e das purificações para os romanos. Ambas as festas _________ dias e eram abastecidas com muita comida, bebida e danças.


(Fonte: National Geographic — adaptado.)

 A palavra sublinhada no 2º parágrafo do texto é: 
Alternativas
Q3400554 Português

Qual a origem do carnaval? 



        Apesar de o carnaval estar muito relacionado com o Brasil, a festividade também ocorre em muitos países que têm influência católica, como Espanha, Portugal e França.



        Isso porque, segundo a Encyclopedia Britannica, a origem da festa vem das festividades finais realizadas pelos romanos católicos nos dias que antecediam a Quaresma, período que acontece antes da Páscoa cristã e em que os devotos se abstinham de comer carne, entre outras práticas religiosas. Também, a fonte indica que a própria palavra “carnaval” vem do latim carnelevarium, que significa tirar ou remover a carne. Atualmente, a data do carnaval ainda depende dos 40 dias antes da Páscoa e, por isso, ocorre em dias diferentes todos os anos, mas sempre entre os meses de fevereiro e março.



        O carnaval moderno __________ muito da sua origem católica, mas as festas dos antigos romanos podem ter evoluído de festivais primitivos que eram amplamente celebrados antes do cristianismo ser a religião oficial do Império Romano, o que aconteceu em 380 d.C.


        Já na Itália, mais especificamente, a origem das celebrações também pode estar ligada aos festivais pagãos Saturnália e Lupercália. O primeiro era realizado em honra ao deus Saturno e ocorria no solstício de inverno, em dezembro. O segundo __________ em fevereiro, no mês das divindades infernais e das purificações para os romanos. Ambas as festas _________ dias e eram abastecidas com muita comida, bebida e danças.


(Fonte: National Geographic — adaptado.)

De acordo com as informações do texto, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3400496 Português
A respeito dos numerais, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Na frase "Neste semestre, estudarei 5 matérias na faculdade.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 6 meses.
( ) Na frase "Morei naquela casa por um biênio.”, o termo sublinhado corresponde ao período de 3 anos.
( ) Na frase "Este saco tem duas centenas de bolas.”, os termos sublinhados correspondem a um conjunto de 300 unidades.
Alternativas
Q3400495 Português
Adjetivos são palavras que se relacionam, normalmente, a um substantivo, qualificando-o, isto é, atribuindo características. No contexto das alternativas abaixo, assinalar aquela em que os termos sublinhados pertencem a essa classe gramatical:
Alternativas
Q3400494 Português
Em relação às normas de concordância verbal, assinalar a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3400493 Português

Assinalar a alternativa que apresenta a figura de linguagem contida na tirinha abaixo:



Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3400492 Português

Considerando-se as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa, analisar os itens abaixo:



I. Palavras que têm duas vogais juntas em sílabas diferentes continuam sendo acentuadas, como nas palavras: crêem, dêem e lêem.


II. O acento diferencial só é obrigatório no verbo “pôr” (colocar) e na forma verbal “pôde” (passado do verbo “poder”).


III. As paroxítonas com “i” e o “u” tônicos são acentuadas, como nas palavras: baiúca, bocaiúva e feiúra.



Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q3400491 Português

Da leitura do trecho abaixo, é CORRETO afirmarmos que:



“De madrugada começava pela missa da Lapa; apenas acabava ia (a/à) das 8 na Sé, e daí saindo pilhava ainda (a/à) das 9 em Santo Antônio.” (Memórias de um Sargento de Milícias, de Manuel Antônio de Almeida). 

Alternativas
Q3400490 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Nos trechos “[...] revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento.” (2º parágrafo) e “[...] mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele.” (5º parágrafo), os elementos linguísticos destacados expressam, CORRETA e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3400489 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Na passagem do 3º parágrafo — “Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso.” — o sinal de dois-pontos é empregado, CORRETAMENTE, com a finalidade de indicar:
Alternativas
Q3400488 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)

Considerar as passagens do texto: 


 “[...] e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.” (1º parágrafo) 

“Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro.” (3º parágrafo) 

Tampouco deixarei o celular em cima da mesa.” (5º parágrafo)




Os termos sublinhados significam, CORRETA e respectivamente:

Alternativas
Q3400487 Português
O vício no celular atrapalha as relações

            É comum no Réveillon o congestionamento do sinal telefônico. Todo mundo inventa de ligar para alguém por chamada de vídeo e mostrar onde está e os fogos de artifício espocando no céu.


            Em vez de abraçar e comemorar com quem está ao lado, preocupamo-nos com os ausentes. Começamos o ano com a cabeça baixa, debruçada no celular, revelando-nos mais interessados em mandar mensagens do que ser a própria mensagem viva e atenta de um momento. 


            Tomei uma decisão: ao me encontrar, daqui por diante, com um amigo ou familiar, porei o meu celular no bolso. Lá ele ficará até a despedida, até o tchau, até o cumprimento derradeiro. 


            É o único antídoto contra a amnésia coletiva e o esvaziamento dos nossos sentidos. Pois a prisão visual leva embora junto o paladar, o olfato, a audição, o toque da pele.


            Tampouco deixarei o celular em cima da mesa. Mesmo quando ele não toca, mesmo quando ele não tem nenhuma chamada, você vai se ver obrigado a mexer nele. Ou porque espera uma resposta, ou porque está acostumado a esperar um evento extraordinário não esperando nada.


            Ninguém aguenta a coceira da imobilidade. É o silvo das sereias para o fundo do oceano da indiferença. 


            Colocar a tela para baixo não aquietará a sua ansiedade. Já percebi que não funciona. Os dedos se movimentam sozinhos para espiar o WhatsApp, para conferir os e-mails e as redes sociais.


            Não menospreze o poder da influência da manada. Não tente lutar — será uma batalha em vão, cercada de exemplos que banalizam a atitude. 


            É só a sua companhia usar o aparelho que se achará no direito de fazer o mesmo. E os dois estarão incomunicáveis, arremessados para suas ilhas privadas, náufragos da sensibilidade social. 


            No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo arrastando o dedo de página em página. 


            Manterei o celular no bolso. Sua luz não irá me guiar. Ele termina com o andamento de qualquer conversa, quebra o ritmo de qualquer encontro. Eu estou calmo e ele me traz preocupações, eu estou esperançoso e ele me traz angústias, eu estou em paz e ele me traz conflitos.


            Com o celular por perto, dou a entender que meu maior interesse está fora do lugar, escondendo-me perigosamente da pessoa à minha frente.

(Fonte: Fabrício Carpinejar. GZH — adaptado.)
Como já explicitado no título, o autor trata do uso do celular como um vício, que atrapalha as relações interpessoais. Segundo o texto, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q3400432 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
Em: IA está proporcionando um enorme salto em frente tanto em potência quanto em precisão.
O vocábulo destacado tem vários significados, de acordo com o dicionário Michaelis. Identifique qual é o mais apropriado de acordo com o contexto inserido:
Alternativas
Q3400431 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?


Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.


(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
Em: Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.
A palavra destacada pode ser substituída sem alteração de sentido por:
Alternativas
Respostas
41241: D
41242: B
41243: A
41244: B
41245: A
41246: C
41247: B
41248: D
41249: C
41250: D
41251: A
41252: B
41253: B
41254: C
41255: B
41256: A
41257: B
41258: D
41259: B
41260: D