Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3310443 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
O texto apresentado pode ser classificado como:
Alternativas
Q3310442 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
De acordo com o texto, quem é valorizado na nossa sociedade?
Alternativas
Q3310441 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Etarismo


     Etarismo é a discriminação devido à idade. Geralmente é direcionada a pessoas idosas, mas pode ser qualquer tipo de preconceito baseado na faixa etária, seja para crianças, jovens ou pessoas mais velhas.

    O etarismo prejudica a autoestima e o bem-estar emocional das vítimas, pode inclusive impedir que tenham acesso a oportunidades de trabalho, estudo, lazer, entre outros.

     Dizer que uma pessoa não tem idade para fazer determinada atividade ou mesmo dizer que alguém está muito bem para sua a idade são exemplos de etarismo.

    Excluir jovens ou pessoas mais velhas de ofertas de trabalho devido a sua idade também é um exemplo da discriminação. No Brasil, o etarismo é crime, segundo o artigo 96 do Estatuto do Idoso.

    O etarismo pode se manifestar de diferentes formas no Brasil e no mundo, porém, trata-se de um problema principalmente cultural. Os estereótipos relacionados com determinadas faixas etárias ajudam a construir e intensificar o problema.

    De modo geral, o chamado mundo ocidental valoriza a juventude e a vitalidade, diferente de outras sociedades que colocam os mais velhos em um lugar de sabedoria e valor.

     Na nossa sociedade se valoriza quem produz mais, quem aparenta estar saudável e belo. A juventude é fortemente ligada a ideia de beleza, o que faz com que a velhice seja associada a falta de saúde, fraqueza e feiura.

   Isso cria uma pressão social contra a ideia do envelhecimento, ao mesmo tempo que exclui pessoas mais velhas. O etarismo revela o medo geral do envelhecimento, a insegurança com relação às mudanças da vida e com a possível concorrência que pessoas idosas ativas e empoderadas poderiam gerar.


(“Etarismo”, Enciclopédia Significados. Texto adaptado. Disponível em: https://www.significados.com.br/etarismo/)
Segundo o texto, o etarismo:
Alternativas
Q3310347 Português
Uma das convenções estabelecidas na linguagem escrita é apresentar ideias similares em uma forma gramatical idêntica, o que se chama de paralelismo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos paralelos. Desse modo, assinalar a alternativa em que o paralelismo foi empregado de forma INCORRETA. 
Alternativas
Q3310344 Português
A palavra “pertencer” se originou do latim pertinescere, derivado sufixal de pertinere. Esta forma não sobreviveu em português. Assim, proíbe-se empregar formas inexistentes como “no que pertine ao projeto”. Nesse contexto, em substituição, é recomendável que se utilize todas as expressões a seguir, EXCETO:
Alternativas
Q3310321 Português
Pesquisadora norte-americana fala sobre como a vulnerabilidade é o berço da inovação, da criatividade e da mudança. Para atingirmos isso no trabalho, é preciso ser vulnerável e saber pedir ajuda quando necessário. Qual fala melhor demonstra a vontade de ser ajudado?
Alternativas
Q3310312 Português
Em 2024, a bicicleta superou o carro como meio de transporte mais utilizado em Paris. Apesar de não alcançar as mesmas velocidades, a bicicleta é muito vantajosa no que diz respeito ao impacto ambiental, uma vez que: 
Alternativas
Q3310298 Português
Assinalar a alternativa em que há palavra(s) com ERRO de ortografia. 
Alternativas
Q3310297 Português
Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa que apresenta ERRO.
Alternativas
Q3310296 Português
Em “Compreender e aceitar que não tenho controle nenhum sobre as emoções dos outros”, caso o verbo “aceitar” fosse substituído por “certificar-se”, a redação CORRETA do trecho, mantendo coesão e coerência, seria:
Alternativas
Q3310295 Português
Assinalar a alternativa que apresenta uma oração subordinada adverbial proporcional seguida pela oração principal. 
Alternativas
Q3310235 Português
Analisar o texto abaixo:

A tartaruga e a lebre Uma tartaruga e uma lebre discutiam para saber quem era a mais veloz. Por isso, combinaram uma data para uma corrida e um local aonde deveriam chegar. No dia certo, partiram. A lebre, que contava com sua rapidez natural, não se preocupou com a corrida. Caiu à beira de uma estrada e adormeceu. Já a tartaruga, que sabia quão lenta era, não perdeu tempo e, deixando a lebre dorminhoca para trás, venceu a aposta.
(Fonte: Esopo — adaptado.)

De acordo com os gêneros textuais, esse texto é uma: 
Alternativas
Q3310136 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Ela é uma leoa quando defende seus filhos.
II.Ele é forte como um touro.
III.O vento sussurrava segredos ao passar pelas árvores.
IV.A vida é um jogo de xadrez, onde cada movimento conta.

Em quais das afirmativas lidas há o emprego de uma metáfora?
Alternativas
Q3309906 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
Assinale a alternativa que classifica CORRETAMENTE a figura de linguagem presente na frase a seguir.

“Os trabalhadores esperaram uma eternidade por seus direitos”. 
Alternativas
Q3309905 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
Assinale a alternativa em que a(s) vírgula(s) está(ão) empregada(s) de forma CORRETA. 
Alternativas
Q3309904 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
Assinale a alternativa que cita uma palavra presente na afirmação a seguir e a classifica da forma CORRETA de acordo com o contexto da frase.

“A oficialização do Dia do Trabalhador foi uma estratégia importante”. 
Alternativas
Q3309903 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
“A __________ destacou a importância dos __________ para a compreensão da história trabalhista”.

Assinale a alternativa que completa a frase acima com as palavras que se adequam CORRETAMENTE ao contexto e ao gênero.
Alternativas
Q3309902 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta uma frase em que o sinal de acentuação foi empregado CORRETAMENTE.
Alternativas
Q3309901 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos


    O dia 1º de maio virou feriado no Brasil em 1924, por força de uma lei aprovada pelo Senado e pela Câmara e assinada pelo presidente Arthur Bernardes. A data entrou no calendário oficial para celebrar a “confraternidade universal das classes operárias” e os “mártires do trabalho”.

    Documentos da época guardados no Arquivo do Senado, em Brasília, revelam que, ao oficializar o Dia do Trabalhador há cem anos, Bernardes teve como objetivo domesticar a data. 

    Até então, muitos sindicatos usavam o 1º de maio para organizar comícios e protestos contra a exploração no trabalho. Era uma época em que praticamente inexistiam direitos trabalhistas no Brasil.

    Para o governo, a data não deveria ser de reivindicação, mas de festa. Na mensagem presidencial que enviou ao Congresso Nacional no início de 1925, Bernardes agradeceu a aprovação da lei do Dia do Trabalhador e disse que a substituição da luta pelos festejos já era uma salutar tendência: “A significação que essa data passou a ter nestes últimos tempos, consagrando-se não mais a protestos subversivos, mas à glorificação do trabalho ordeiro e útil, justifica plenamente o vosso ato”.

    A lei foi sancionada em setembro de 1924. Embora o Brasil fosse majoritariamente agrário, as maiores cidades do país já tinham um número considerável de fábricas, principalmente de tecidos, móveis e alimentos.

    Os trabalhadores do começo do século 20, contudo, não se resignavam. As paralisações eram frequentes. A mais célebre delas foi a grande greve de 1917, que envolveu 50 mil operários da cidade de São Paulo e se estendeu por uma semana. O movimento foi violentamente sufocado pela polícia, teve 200 mortos, incluindo operários e policiais.

    A historiadora Isabel Bilhão acredita que a criminalização do movimento operário como política de Estado nas primeiras décadas da República tem reflexos ainda hoje no Brasil, o que explicaria o fato de uma parte da sociedade não ver com bons olhos o movimento sindical e as greves. A imagem negativa foi reforçada nas ditaduras do Estado Novo e militar, quando o sindicalismo esteve amordaçado e as tentativas de politizá-lo foram reprimidas.

    Na visão dela, é importante que o Brasil de hoje conheça a história do trabalho no país — incluindo a oficialização, há cem anos, do Dia do Trabalhador: “Quando conhecemos essa história, entendemos que, ao contrário do que diz o discurso oficial, os direitos trabalhistas não caíram do céu, não foram uma dádiva de Vargas. Vieram depois de uma longa luta, de muito esforço, à custa da prisão e da morte de muitas pessoas. São fruto de uma construção. Da mesma forma que foram construídos, podem também ser descontruídos. Quando ignoramos a história, não valorizamos os direitos trabalhistas e corremos o risco de perdê-los. Podemos acabar acreditando naquele velho discurso de que há direitos em excesso impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil”.


(“Brasil oficializou Dia do Trabalhador para incentivar festas e conter protestos”, de Ricardo Westin. Senado Federal, 3 maio 2024. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/brasil-oficializou-dia-dotrabalhador-para-incentivar-festas-e-conter-protestos. Texto adaptado)
Marque a alternativa que classifica CORRETAMENTE o predicado da frase a seguir.

“A oficialização do Dia do Trabalhador foi uma estratégia importante”.
Alternativas
Respostas
40861: C
40862: A
40863: B
40864: B
40865: A
40866: B
40867: D
40868: B
40869: B
40870: D
40871: A
40872: B
40873: A
40874: C
40875: C
40876: D
40877: B
40878: D
40879: A
40880: D