Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3313181 Português

Dia Mundial de Segurança e Saúde do Trabalho


    A Organização Internacional do Trabalho (OIT) instituiu, em 2003, o dia 28 de abril como o Dia Mundial de Segurança e Saúde do Trabalho. A data foi escolhida por marcar a promulgação da primeira lei que representou avanços para a saúde e a segurança no trabalho, em 1919, em Ontário, no Canadá. A data também é uma referência à memória de 78 mineiros mortos numa explosão em uma mina no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, em 1969.


Disponível em: <https://www.novanews.com br/noticias/brasil/abril-verde-reforca-importancia-da-prevencao-e-da-notificacao-de-doencas-relacionadas-ao-trabalho>. Acesso em: 2 ago. 2024, com adaptações. 



Com base na leitura compreensiva do texto, assinale a alternativa correta.



Alternativas
Q3313134 Português
Compliance

    Os Correios adotam o Sistema de Gestão de Compliance, que consiste na infraestrutura necessária para adoção de mecanismos e boas práticas de conformidade, integridade, fortalecimento da conduta ética, bem como de prevenção, detecção e resposta comportamentos indesejáveis, mediante a implementação de políticas, processos e procedimentos e ações que visam ao fortalecimento institucional por meio de um ambiente de negócios íntegro que se torne um diferencial competitivo no mercado.

Disponível em: <https://www.correios.com.br/acesso-ainformacao/ transparencia-e-governanca/compliance#>. Acesso em 3 ago. 2024, com adaptações.

Assinale a alternativa correspondente à nova redação para o trecho "Os Correios adotam o Sistema de Gestão de Compliance, que consiste na infraestrutura necessária para adoção de mecanismos e boas práticas", a qual reproduz a mensagem original e apresenta uma linguagem compatível com o nível de formalidade que deve ser adotado na elaboração de um relatório de segurança do trabalho. 
Alternativas
Q3313132 Português
Em entrevista, Drauzio Varella fala a respeito da saúde do trabalhador

     Drauzio Varella - O trabalho virou estressante. Antigamente, quando se tinha a função braçal, tinha um limite e um ritmo. Acabava o trabalho, a pessoa ia para casa, tinha o convívio com família, comunidade, vizinhos. Isso acabou. Primeiro, você trabalha sentado, não está fazendo um esforço físico. E, como é uma função predominantemente intelectual, no computador, esse trabalho não tem limite. A sua produção fica dispersa e tem de atender a uma quantidade de expectativas absurdas. Tudo isso com o celular o tempo todo chamando, mensagens de WhatsApp chegando ... 

M A RTINS, Thays. Disponível em: <1ittps://www.con-eiobraziliense.com.br/app/noticia/eu-estudante/trabalho-e-fonnacao/2018/10/28/interna-trabalhoefonnacao-2019,715 781 /en-entrevista-drauzio-varella-fala-sobre-a-saude-do-trabalhador. shtml>. Acesso em: 3 ago. 2024, com adaptações

Quanto à tipologia, o texto deve ser classificado como, predominantemente, 
Alternativas
Q3313131 Português
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) adiciona segurança e saúde aos direitos fundamentais no trabalho

   O direito a um ambiente de trabalho seguro e saudável foi acrescentado aos Princípios e Direitos Fundamentais da OIT. A decisão significa que todos os Estados-membros da OIT se comprometem a respeitar e a promover tal direito, tenham ou não ratificado as convenções relevantes. 
Disponível em <https://brasiLun.orglpt-bt·/186004-oit-adiciona-seguran%C3%A7a-e-sa%C3%BAde-aos-direitos-fundamentais-no-trabalho>. Acesso em 3 ago. 2024, com adaptações.

 Acerca do significado que assume no contexto, o vocábulo
Alternativas
Q3313130 Português
Brasil registra um acidente de trabalho a cada 51 segundos

    Um acidente de trabalho é registrado a cada 51 segundos no Brasil, de acordo com dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Esse número coloca o Brasil no topo da lista de países mais perigosos para os trabalhadores, ficando atrás apenas de China, Índia e Indonésia. Só em 2022, o País registrou 612,9 mil acidentes, que causaram 2.538 mortes, um aumento de 22% em relação a 2021. 

Disponível em: <https://congressoemfoco.uol.com.br/area/pais/brasil-regístra-um-acídente-de-trabalho-a-cada-51-segundo s/ampl>. Acesso em: 3 ago. 2024, com adaptações.

 Segundo as informações do texto e as relações entre elas, o Brasil
Alternativas
Q3313129 Português
Como prevenir as doenças do trabalho

    Para proteger a saúde dos trabalhadores e prevenir as doenças do trabalho, as empresas devem adotar estratégias eficazes, tais como: avaliação e controle de riscos, respeito à jornada de trabalho; treinamento e conscientização; saúde mental; monitoramento da saúde ocupacional e canais de denúncia e envolvimento dos trabalhadores.

 SEGUIN, Laís. Disponível em: <https://revistaanamaria.com.bt·/noticias/carreira/doencas-do-trabalho-entenda-o-que-sao-e-enfemidades.phtml>. Acesso em: 3 ago. 2024, com adaptações.

De acordo com a norma-padrão, o emprego do sinal indicativo de crase 
Alternativas
Q3313128 Português
Organização Internacional do Trabalho (OIT) defende a adoção de sistemas de segurança e saúde ocupacional resilientes para lidar com futuras emergências 

Segundo um relatório da OIT, publicado para o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho (28 de abril), é necessário que os países implementem sistemas de segurança e saúde no trabalho (SST) robustos e resilientes, a fim de mitigar os riscos enfrentados por todas as pessoas no mundo do trabalho em futuras emergências de saúde. Isso requer investimentos em infraestruturas de SST e a sua integração aos planos gerais de preparação e de resposta a crises nacionais, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores e a facilitar a continuidade dos negócios das empresas.

Disponível em: <11ttps://www.ilo.org/pt-pt/resource/news/oit-defende-docao-de-sistemas-de-seguranca- e-saude-ocupacional- resilientes>.  Acesso em: 3 ago. 2024, com adaptações.

Considerando os recursos utilizados pelo autor para garantir a coesão textual assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3313127 Português
Movimento Abril Verde ressalta a relevância da cultura  de segurança e saúde no trabalho 
Especialmente no mês de abril, o Movimento Abril Verde tem como objetivo disseminar e conscientizar os empregadores, os trabalhadores e toda a população acerca da implantação de ações de prevenção de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho. Desde a sua criação, estudos indicam que houve um avanço na compreensão dos direitos dos trabalhadores, com a adoção de técnicas de segurança no ambiente de trabalho e a supervisão e regulamentação por parte das autoridades competentes. 

Disponível em: <https://www.gov.br/fundacentro/pt-bticomunicacao/noticias/ noticias/2024/abril/movimento-abril-verde-ressalta-a-relevancia-da-cultura-deseguranca-e- saude-no-trabalho>. Acesso em: 3 ago. 2024, com adaptações.


Com base nas classes de palavras empregadas no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3313096 Português
Qual das palavras a seguir está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa?
Alternativas
Q3313095 Português
Assinalar a alternativa que apresenta tritongo.
Alternativas
Q3313093 Português
Sobre o plural, com base nas regras gramaticais do português, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Aviãos.
( ) Feijões.
( ) Hambúrgueres.
Alternativas
Q3313092 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:
Alternativas
Q3313091 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Na frase “Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta.”, o adjetivo sublinhado quer dizer que as dores podem ser:
Alternativas
Q3313090 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
De acordo com o exposto no texto, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Metade dos jovens que participaram do estudo sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes.
( ) As costas, as pernas e o pescoço são as regiões do corpo mais afetadas.
( ) Não é necessário levar as queixas a sério, pois todas as dores somem com o tempo.
Alternativas
Q3313089 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
As aspas presentes no final do primeiro parágrafo foram utilizadas para:
Alternativas
Q3313088 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Com base nas ideias do texto, assinalar a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3313087 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3312860 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Considere a passagem do texto “As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas.”


A conjunção “como” compõe, na passagem, uma

Alternativas
Q3312859 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Considere a seguinte passagem do texto “A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma.”


Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura de construção da passagem apresentada.



I. A palavra “que”, em todos os usos, é um elemento de coesão, pois retoma, na passagem, substantivos expressos anteriormente.


II. As vírgulas têm a função de separar as orações que inserem, na passagem, ideias com valor de explicação.


III. A palavra “que”, em todos os seus usos, classifica-se como conjunção, que insere, na passagem, ideia de causa.


IV. A palavra “que”, em todos os seus usos, pode ser substituída por “a qual” sem alteração de sentido da passagem.


V. As vírgulas foram usadas facultativamente e inserem, na passagem, orações com ideia de contraste.



Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q3312858 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01


A sabedoria e a fragilidade do envelhecimento


    O relógio da vida modela o corpo. As estações da natureza desenham seus ciclos. Com isso, nutrem-se de dias, semanas, meses e anos. E, quando menos esperamos, o envelhecimento se instala na pele, na altura, no peso, podendo influenciar a disposição do ser. Caminhar pela rua se confunde com perambular pelas memórias. Os passos ora pisam em nostalgias, ora em passados adormecidos.

    O envelhecimento traz consigo um misto de sabedoria e fragilidade. As linhas no rosto são como marcas de batalhas vencidas, histórias contadas e vivências acumuladas. No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais. A artrite, que dificulta o movimento, a memória, que falha em momentos cruciais, a visão, que já não é a mesma. E sobretudo o isolamento, que abate, numa sociedade que relega os velhos para segundo plano. Tudo isso nos lembra que, apesar de termos vivido tanto, o corpo humano é finito e frágil. [...]


Disponível em: https://vidasimples.co/longevidade/. Acesso em: 15 set. 2024. Adaptado.

Em “No entanto, junto com a experiência, vêm os problemas físicos e emocionais.”, o verbo “vêm” foi acentuado porque
Alternativas
Respostas
40781: A
40782: E
40783: B
40784: C
40785: D
40786: B
40787: A
40788: C
40789: D
40790: B
40791: A
40792: C
40793: B
40794: A
40795: B
40796: D
40797: A
40798: E
40799: A
40800: E