Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3351279 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o próximo item, referente ao emprego dos sinais de pontuação no texto CB1A1.


A eliminação da vírgula empregada após ‘tal monta’ (último período do segundo parágrafo) preservaria a correção e a coesão textuais.

Alternativas
Q3351273 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


O último período do texto consiste em uma conclusão acerca do fato expresso no período imediatamente anterior, por isso seu início poderia ser reescrito da seguinte forma, sem alteração da correção e dos sentidos do texto: Portanto, o processo (...).

Alternativas
Q3351272 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativo a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


O trecho “e, sobretudo, a aproximação desses dois setores” (último período do texto) poderia ser reescrito, mantendo-se a correção e os sentidos do texto, da seguinte forma: que, sobretudo, aproximaram esses dois setores.

Alternativas
Q3351269 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos caso se substituísse a expressão “em busca do desenvolvimento” (terceiro período do primeiro parágrafo) por visando ao desenvolvimento.

Alternativas
Q3351265 Português
Texto CB1A1

   Embora as instituições nacionais ligadas à soberania venham atuando nas últimas décadas em suporte às políticas ambientais brasileiras, a relação entre as duas esferas nem sempre se deu em bases cooperativas. Partindo-se de uma compreensão estreita da segurança, a preservação do meio ambiente foi vista, durante certo tempo, não como uma precondição para se garantir a segurança nacional e humana, mas como uma ameaça à integridade territorial e aos interesses nacionais brasileiros. Temia-se, nesse sentido, que as inestimáveis riquezas naturais do Brasil despertassem a cobiça internacional, de forma a representar riscos às fronteiras nacionais e ao direito soberano do país de gerenciar seus recursos naturais de maneira autônoma, em busca do desenvolvimento.
   Vigorava, portanto, a compreensão de que assumir compromissos de cooperação na arena ambiental implicaria o decréscimo da soberania nacional. O posicionamento defendido pela delegação brasileira durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente Humano (CNUMAH), realizada em Estocolmo em 1972, seria sintomático desse entendimento: “Na área do aproveitamento de recursos naturais, os interesses nacionais, em termos econômicos e de segurança, são de tal monta, que qualquer fórmula que, sob o pretexto ecológico, impusesse uma sistemática de consulta para projetos de desenvolvimento seria simplesmente inaceitável para o Brasil.”
   Nas décadas posteriores, as interpretações relativas às preocupações ambientais foram gradualmente transformadas, tanto no âmbito da sociedade quanto em meio às instituições de defesa. O processo de redemocratização, o fortalecimento de organizações da sociedade civil, o avanço dos estudos científicos e a consolidação de uma estrutura federal de governança ambiental favoreceram essas novas percepções e, sobretudo, a aproximação desses dois setores. 

Internet: <soberaniaeclima.org.br> (com adaptações).

Julgue o item seguinte, relativos a aspectos linguísticos do texto CB1A1.


Os “dois setores” citados ao final do texto correspondem ao mesmo referente da expressão “as duas esferas” no primeiro período do texto: soberania estatal e políticas ambientais.

Alternativas
Q3350236 Português
Um Oscar para a coragem

        Já conquistamos cinco Copas do Mundo, mas nunca tivemos um Prêmio Nobel e até anteontem jamais havíamos levado um Oscar. De certa forma, isto nos resumia: um país bom de bola, mas ruim do resto. Não mais: o Brasil finalmente entrou para o time dos laureados com o principal prêmio do cinema mundial, ganhando como melhor filme de língua não inglesa com a produção Ainda Estou Aqui.

        Isso não significa, é claro, que de uma hora para outra o cinema brasileiro tenha se tornado uma potência capaz de ombrear com a indústria de países com muito mais tradição nessa arte. No entanto, o prêmio para Ainda Estou Aqui aponta o amadurecimento dos artistas e profissionais brasileiros nessa arte que comove e diverte o mundo há mais de um século. É muito provável que essa vitória atraia mais curiosidade no exterior sobre o cinema brasileiro e acalente os sonhos dos jovens diretores daqui.

        Dito isso, mesmo que não tivesse sido o primeiro filme brasileiro a conquistar um Oscar, Ainda Estou Aqui tem um significado extraordinário para o País, como poucas obras de arte tiveram em nossa história. À medida que o filme passou a ganhar visibilidade, críticas positivas e prêmios no exterior, instalou-se no País um sentimento que só costumamos ver em época de Copas do Mundo.

        Quando a atriz espanhola Penélope Cruz anunciou o Oscar para o longa dirigido por Walter Salles, o Brasil explodiu em celebração. Tanto entusiasmo não é exagero. Como destacou Fernanda Torres, atriz principal do filme, o fato de uma produção falada em português ter recebido três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor atriz e melhor filme estrangeiro – já era um feito.

        Ancorado na atuação impecável de Fernanda Torres, agora um talento internacionalmente reconhecido, o filme conseguiu, com sutileza e sobriedade, retratar a vida de inúmeras famílias. Com isso, a produção transformou um tema local em algo universal.

        Ao decidir narrar a história dos Paiva na atual conjuntura, portanto, o diretor Walter Salles foi particularmente corajoso, sobretudo porque deu visibilidade à aguerrida Eunice, que lutou para preservar sua família e perseverou em busca de justiça. Só isso já é digno de aplausos. Nem precisava de Oscar.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.03.2025. Adaptado)
O uso do acento indicativo da crase e o emprego de pronome estão em conformidade com a norma-padrão em:
Alternativas
Q3350235 Português
Um Oscar para a coragem

        Já conquistamos cinco Copas do Mundo, mas nunca tivemos um Prêmio Nobel e até anteontem jamais havíamos levado um Oscar. De certa forma, isto nos resumia: um país bom de bola, mas ruim do resto. Não mais: o Brasil finalmente entrou para o time dos laureados com o principal prêmio do cinema mundial, ganhando como melhor filme de língua não inglesa com a produção Ainda Estou Aqui.

        Isso não significa, é claro, que de uma hora para outra o cinema brasileiro tenha se tornado uma potência capaz de ombrear com a indústria de países com muito mais tradição nessa arte. No entanto, o prêmio para Ainda Estou Aqui aponta o amadurecimento dos artistas e profissionais brasileiros nessa arte que comove e diverte o mundo há mais de um século. É muito provável que essa vitória atraia mais curiosidade no exterior sobre o cinema brasileiro e acalente os sonhos dos jovens diretores daqui.

        Dito isso, mesmo que não tivesse sido o primeiro filme brasileiro a conquistar um Oscar, Ainda Estou Aqui tem um significado extraordinário para o País, como poucas obras de arte tiveram em nossa história. À medida que o filme passou a ganhar visibilidade, críticas positivas e prêmios no exterior, instalou-se no País um sentimento que só costumamos ver em época de Copas do Mundo.

        Quando a atriz espanhola Penélope Cruz anunciou o Oscar para o longa dirigido por Walter Salles, o Brasil explodiu em celebração. Tanto entusiasmo não é exagero. Como destacou Fernanda Torres, atriz principal do filme, o fato de uma produção falada em português ter recebido três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor atriz e melhor filme estrangeiro – já era um feito.

        Ancorado na atuação impecável de Fernanda Torres, agora um talento internacionalmente reconhecido, o filme conseguiu, com sutileza e sobriedade, retratar a vida de inúmeras famílias. Com isso, a produção transformou um tema local em algo universal.

        Ao decidir narrar a história dos Paiva na atual conjuntura, portanto, o diretor Walter Salles foi particularmente corajoso, sobretudo porque deu visibilidade à aguerrida Eunice, que lutou para preservar sua família e perseverou em busca de justiça. Só isso já é digno de aplausos. Nem precisava de Oscar.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.03.2025. Adaptado)
A concordância atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q3350234 Português
Um Oscar para a coragem

        Já conquistamos cinco Copas do Mundo, mas nunca tivemos um Prêmio Nobel e até anteontem jamais havíamos levado um Oscar. De certa forma, isto nos resumia: um país bom de bola, mas ruim do resto. Não mais: o Brasil finalmente entrou para o time dos laureados com o principal prêmio do cinema mundial, ganhando como melhor filme de língua não inglesa com a produção Ainda Estou Aqui.

        Isso não significa, é claro, que de uma hora para outra o cinema brasileiro tenha se tornado uma potência capaz de ombrear com a indústria de países com muito mais tradição nessa arte. No entanto, o prêmio para Ainda Estou Aqui aponta o amadurecimento dos artistas e profissionais brasileiros nessa arte que comove e diverte o mundo há mais de um século. É muito provável que essa vitória atraia mais curiosidade no exterior sobre o cinema brasileiro e acalente os sonhos dos jovens diretores daqui.

        Dito isso, mesmo que não tivesse sido o primeiro filme brasileiro a conquistar um Oscar, Ainda Estou Aqui tem um significado extraordinário para o País, como poucas obras de arte tiveram em nossa história. À medida que o filme passou a ganhar visibilidade, críticas positivas e prêmios no exterior, instalou-se no País um sentimento que só costumamos ver em época de Copas do Mundo.

        Quando a atriz espanhola Penélope Cruz anunciou o Oscar para o longa dirigido por Walter Salles, o Brasil explodiu em celebração. Tanto entusiasmo não é exagero. Como destacou Fernanda Torres, atriz principal do filme, o fato de uma produção falada em português ter recebido três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor atriz e melhor filme estrangeiro – já era um feito.

        Ancorado na atuação impecável de Fernanda Torres, agora um talento internacionalmente reconhecido, o filme conseguiu, com sutileza e sobriedade, retratar a vida de inúmeras famílias. Com isso, a produção transformou um tema local em algo universal.

        Ao decidir narrar a história dos Paiva na atual conjuntura, portanto, o diretor Walter Salles foi particularmente corajoso, sobretudo porque deu visibilidade à aguerrida Eunice, que lutou para preservar sua família e perseverou em busca de justiça. Só isso já é digno de aplausos. Nem precisava de Oscar.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.03.2025. Adaptado)
A modalização discursiva no espectro da possibilidade ocorre em:
Alternativas
Q3350233 Português
Um Oscar para a coragem

        Já conquistamos cinco Copas do Mundo, mas nunca tivemos um Prêmio Nobel e até anteontem jamais havíamos levado um Oscar. De certa forma, isto nos resumia: um país bom de bola, mas ruim do resto. Não mais: o Brasil finalmente entrou para o time dos laureados com o principal prêmio do cinema mundial, ganhando como melhor filme de língua não inglesa com a produção Ainda Estou Aqui.

        Isso não significa, é claro, que de uma hora para outra o cinema brasileiro tenha se tornado uma potência capaz de ombrear com a indústria de países com muito mais tradição nessa arte. No entanto, o prêmio para Ainda Estou Aqui aponta o amadurecimento dos artistas e profissionais brasileiros nessa arte que comove e diverte o mundo há mais de um século. É muito provável que essa vitória atraia mais curiosidade no exterior sobre o cinema brasileiro e acalente os sonhos dos jovens diretores daqui.

        Dito isso, mesmo que não tivesse sido o primeiro filme brasileiro a conquistar um Oscar, Ainda Estou Aqui tem um significado extraordinário para o País, como poucas obras de arte tiveram em nossa história. À medida que o filme passou a ganhar visibilidade, críticas positivas e prêmios no exterior, instalou-se no País um sentimento que só costumamos ver em época de Copas do Mundo.

        Quando a atriz espanhola Penélope Cruz anunciou o Oscar para o longa dirigido por Walter Salles, o Brasil explodiu em celebração. Tanto entusiasmo não é exagero. Como destacou Fernanda Torres, atriz principal do filme, o fato de uma produção falada em português ter recebido três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor atriz e melhor filme estrangeiro – já era um feito.

        Ancorado na atuação impecável de Fernanda Torres, agora um talento internacionalmente reconhecido, o filme conseguiu, com sutileza e sobriedade, retratar a vida de inúmeras famílias. Com isso, a produção transformou um tema local em algo universal.

        Ao decidir narrar a história dos Paiva na atual conjuntura, portanto, o diretor Walter Salles foi particularmente corajoso, sobretudo porque deu visibilidade à aguerrida Eunice, que lutou para preservar sua família e perseverou em busca de justiça. Só isso já é digno de aplausos. Nem precisava de Oscar.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.03.2025. Adaptado)
A referência à fala de Fernanda Torres em – Como destacou Fernanda Torres, atriz principal do filme, o fato de uma produção falada em português ter recebido três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor atriz e melhor filme estrangeiro – já era um feito. (4º parágrafo) – tem como objetivo
Alternativas
Q3350232 Português
Um Oscar para a coragem

        Já conquistamos cinco Copas do Mundo, mas nunca tivemos um Prêmio Nobel e até anteontem jamais havíamos levado um Oscar. De certa forma, isto nos resumia: um país bom de bola, mas ruim do resto. Não mais: o Brasil finalmente entrou para o time dos laureados com o principal prêmio do cinema mundial, ganhando como melhor filme de língua não inglesa com a produção Ainda Estou Aqui.

        Isso não significa, é claro, que de uma hora para outra o cinema brasileiro tenha se tornado uma potência capaz de ombrear com a indústria de países com muito mais tradição nessa arte. No entanto, o prêmio para Ainda Estou Aqui aponta o amadurecimento dos artistas e profissionais brasileiros nessa arte que comove e diverte o mundo há mais de um século. É muito provável que essa vitória atraia mais curiosidade no exterior sobre o cinema brasileiro e acalente os sonhos dos jovens diretores daqui.

        Dito isso, mesmo que não tivesse sido o primeiro filme brasileiro a conquistar um Oscar, Ainda Estou Aqui tem um significado extraordinário para o País, como poucas obras de arte tiveram em nossa história. À medida que o filme passou a ganhar visibilidade, críticas positivas e prêmios no exterior, instalou-se no País um sentimento que só costumamos ver em época de Copas do Mundo.

        Quando a atriz espanhola Penélope Cruz anunciou o Oscar para o longa dirigido por Walter Salles, o Brasil explodiu em celebração. Tanto entusiasmo não é exagero. Como destacou Fernanda Torres, atriz principal do filme, o fato de uma produção falada em português ter recebido três indicações ao Oscar – melhor filme, melhor atriz e melhor filme estrangeiro – já era um feito.

        Ancorado na atuação impecável de Fernanda Torres, agora um talento internacionalmente reconhecido, o filme conseguiu, com sutileza e sobriedade, retratar a vida de inúmeras famílias. Com isso, a produção transformou um tema local em algo universal.

        Ao decidir narrar a história dos Paiva na atual conjuntura, portanto, o diretor Walter Salles foi particularmente corajoso, sobretudo porque deu visibilidade à aguerrida Eunice, que lutou para preservar sua família e perseverou em busca de justiça. Só isso já é digno de aplausos. Nem precisava de Oscar.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 04.03.2025. Adaptado)
O editorial considera o filme Ainda Estou Aqui como uma obra
Alternativas
Q3350231 Português
De como Itaguaí ganhou uma casa de Orates1

        As crônicas da Vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo dos negócios da monarquia.

        – A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único, Itaguaí é o meu universo.

        Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência, alternando as curas com as leituras e demonstrando os teoremas com cataplasmas2 . Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.

        D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade3 ; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. Ao cabo desse tempo fez um estudo profundo da matéria, releu todos os escritores árabes e outros, que trouxera para Itaguaí, enviou consultas às universidades italianas e alemãs, e acabou por aconselhar à mulher um regime alimentício especial. A ilustre dama, nutrida exclusivamente com a bela carne de porco de Itaguaí, não atendeu às admoestações do esposo; e à sua resistência, – explicável, mas inqualificável –, devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.

(Machado de Assis. O Alienista)

1Casa de Orates: casa de loucos, manicômio.
2Cataplasmas: massas medicamentosas.
3 Longanimidade: firmeza de ânimo.
Há relação de antonímia entre termos em:
Alternativas
Q3350230 Português
De como Itaguaí ganhou uma casa de Orates1

        As crônicas da Vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo dos negócios da monarquia.

        – A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único, Itaguaí é o meu universo.

        Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência, alternando as curas com as leituras e demonstrando os teoremas com cataplasmas2 . Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.

        D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade3 ; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. Ao cabo desse tempo fez um estudo profundo da matéria, releu todos os escritores árabes e outros, que trouxera para Itaguaí, enviou consultas às universidades italianas e alemãs, e acabou por aconselhar à mulher um regime alimentício especial. A ilustre dama, nutrida exclusivamente com a bela carne de porco de Itaguaí, não atendeu às admoestações do esposo; e à sua resistência, – explicável, mas inqualificável –, devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.

(Machado de Assis. O Alienista)

1Casa de Orates: casa de loucos, manicômio.
2Cataplasmas: massas medicamentosas.
3 Longanimidade: firmeza de ânimo.
Sem prejuízo de sentido ao texto e em conformidade com a norma-padrão, a passagem do 3o parágrafo – Se além dessas prendas, […] D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte. – está devidamente reescrita em:
Alternativas
Q3350229 Português
De como Itaguaí ganhou uma casa de Orates1

        As crônicas da Vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo dos negócios da monarquia.

        – A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único, Itaguaí é o meu universo.

        Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência, alternando as curas com as leituras e demonstrando os teoremas com cataplasmas2 . Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.

        D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade3 ; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. Ao cabo desse tempo fez um estudo profundo da matéria, releu todos os escritores árabes e outros, que trouxera para Itaguaí, enviou consultas às universidades italianas e alemãs, e acabou por aconselhar à mulher um regime alimentício especial. A ilustre dama, nutrida exclusivamente com a bela carne de porco de Itaguaí, não atendeu às admoestações do esposo; e à sua resistência, – explicável, mas inqualificável –, devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.

(Machado de Assis. O Alienista)

1Casa de Orates: casa de loucos, manicômio.
2Cataplasmas: massas medicamentosas.
3 Longanimidade: firmeza de ânimo.
Considere as passagens:
•  … e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência… (3o parágrafo)
•  … D. Evarista era mal composta de feições… (3o parágrafo)
•  D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte… (4o parágrafo)

As informações apresentadas permitem, correta e respectivamente, as seguintes interpretações:
Alternativas
Q3350228 Português
De como Itaguaí ganhou uma casa de Orates1

        As crônicas da Vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo dos negócios da monarquia.

        – A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único, Itaguaí é o meu universo.

        Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência, alternando as curas com as leituras e demonstrando os teoremas com cataplasmas2 . Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.

        D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade3 ; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. Ao cabo desse tempo fez um estudo profundo da matéria, releu todos os escritores árabes e outros, que trouxera para Itaguaí, enviou consultas às universidades italianas e alemãs, e acabou por aconselhar à mulher um regime alimentício especial. A ilustre dama, nutrida exclusivamente com a bela carne de porco de Itaguaí, não atendeu às admoestações do esposo; e à sua resistência, – explicável, mas inqualificável –, devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.

(Machado de Assis. O Alienista)

1Casa de Orates: casa de loucos, manicômio.
2Cataplasmas: massas medicamentosas.
3 Longanimidade: firmeza de ânimo.
Conforme exposto no texto, a escolha de D. Evarista da Costa e Mascarenhas como esposa por Dr. Simão Bacamarte seguiu critérios
Alternativas
Q3350227 Português
De como Itaguaí ganhou uma casa de Orates1

        As crônicas da Vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil, de Portugal e das Espanhas. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil, não podendo el-rei alcançar dele que ficasse em Coimbra, regendo a universidade, ou em Lisboa, expedindo dos negócios da monarquia.

        – A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único, Itaguaí é o meu universo.

        Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência, alternando as curas com as leituras e demonstrando os teoremas com cataplasmas2 . Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. Um dos tios dele, caçador de pacas perante o Eterno, e não menos franco, admirou-se de semelhante escolha e disse-lho. Simão Bacamarte explicou-lhe que D. Evarista reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade, dormia regularmente, tinha bom pulso e excelente vista; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.

        D. Evarista mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade3 ; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. Ao cabo desse tempo fez um estudo profundo da matéria, releu todos os escritores árabes e outros, que trouxera para Itaguaí, enviou consultas às universidades italianas e alemãs, e acabou por aconselhar à mulher um regime alimentício especial. A ilustre dama, nutrida exclusivamente com a bela carne de porco de Itaguaí, não atendeu às admoestações do esposo; e à sua resistência, – explicável, mas inqualificável –, devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.

(Machado de Assis. O Alienista)

1Casa de Orates: casa de loucos, manicômio.
2Cataplasmas: massas medicamentosas.
3 Longanimidade: firmeza de ânimo.
De acordo com o texto, o regresso do Dr. Simão Bacamarte ao Brasil foi decorrência de 
Alternativas
Q3349789 Português
Leia o trecho a seguir do Relatório de Monitoramento Global da Educação da Unesco de 2023.

Existem poucas evidências robustas do valor agregado da tecnologia digital na educação. A tecnologia evolui mais rápido do que é possível avaliá-la: produtos de tecnologia educacional mudam a cada 36 meses, em média. A maioria das evidências é produzida pelos países mais ricos. Uma pesquisa entre professores e gestores em 17 estados dos Estados Unidos demonstrou que somente 11% haviam solicitado evidências revisadas por pares antes de adotar tecnologia educacional. A Pearson financiou seus próprios estudos e contestou uma análise independente que demonstrava que seus produtos não tinham impacto algum.
https://unesdoc.unesco.org/ark:/48223/pf0000386147_por

Com base no trecho, é correto afirmar que 
Alternativas
Q3349786 Português
ATENÇÃO: O TEXTO 4 refere-se à questão

TEXTO 4 - HISTÓRIA RESUMIDA

“Sergipe foi ocupado pelos Países Baixos em 1637, mas os portugueses conseguiram novamente o controle do território em 1645. Em 1823, com a independência do Brasil, Sergipe se tornou uma província do império. Com a Proclamação da República em 1889, Sergipe passou a ser um estado brasileiro. No início do século 16, o território do atual Estado de Sergipe era habitado principalmente por tribos tupinambás. Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas.”
“Sergipe foi ocupado pelos Países Baixos em 1637, mas os portugueses conseguiram novamente o controle do território em 1645. Em 1823, com a independência do Brasil, Sergipe se tornou uma província do império. Com a Proclamação da República em 1889, Sergipe passou a ser um estado brasileiro. No início do século 16, o território do atual Estado de Sergipe era habitado principalmente por tribos tupinambás. Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas.”

Os dois termos sublinhados que exercem a mesma função textual são:
Alternativas
Q3349785 Português
ATENÇÃO: O TEXTO 4 refere-se à questão

TEXTO 4 - HISTÓRIA RESUMIDA

“Sergipe foi ocupado pelos Países Baixos em 1637, mas os portugueses conseguiram novamente o controle do território em 1645. Em 1823, com a independência do Brasil, Sergipe se tornou uma província do império. Com a Proclamação da República em 1889, Sergipe passou a ser um estado brasileiro. No início do século 16, o território do atual Estado de Sergipe era habitado principalmente por tribos tupinambás. Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas.”
Assinale o segmento do TEXTO 4 em que o termo precedido pela preposição DE é um complemento, um termo exigido por alguma palavra anterior.
Alternativas
Q3349784 Português
ATENÇÃO: O TEXTO 4 refere-se à questão

TEXTO 4 - HISTÓRIA RESUMIDA

“Sergipe foi ocupado pelos Países Baixos em 1637, mas os portugueses conseguiram novamente o controle do território em 1645. Em 1823, com a independência do Brasil, Sergipe se tornou uma província do império. Com a Proclamação da República em 1889, Sergipe passou a ser um estado brasileiro. No início do século 16, o território do atual Estado de Sergipe era habitado principalmente por tribos tupinambás. Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas.”
“Com a Proclamação da República em 1889, Sergipe passou a ser um estado brasileiro. No início do século 16, o território do atual Estado de Sergipe era habitado principalmente por tribos tupinambás. Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas”.

Nesse segmento do TEXTO 4, a palavra empregada em sentido figurado é:
Alternativas
Q3349783 Português
ATENÇÃO: O TEXTO 4 refere-se à questão

TEXTO 4 - HISTÓRIA RESUMIDA

“Sergipe foi ocupado pelos Países Baixos em 1637, mas os portugueses conseguiram novamente o controle do território em 1645. Em 1823, com a independência do Brasil, Sergipe se tornou uma província do império. Com a Proclamação da República em 1889, Sergipe passou a ser um estado brasileiro. No início do século 16, o território do atual Estado de Sergipe era habitado principalmente por tribos tupinambás. Sergipe também foi palco de diversos movimentos republicanos e abolicionistas.”
A seguinte frase do TEXTO 4 exemplifica a voz passiva:
Alternativas
Respostas
40421: C
40422: E
40423: E
40424: C
40425: E
40426: E
40427: B
40428: D
40429: B
40430: B
40431: A
40432: E
40433: C
40434: C
40435: E
40436: A
40437: E
40438: A
40439: E
40440: D