Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3327079 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra cuja acentuação difere das outras de acordo com as regras da norma‑padrão da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3327078 Português
As conjunções adversativas estabelecem relação de oposição ou contraste entre orações.
Acerca do emprego das conjunções “mas”, “porém”, “contudo” e “todavia”, analise as orações a seguir:

I. Gostava muito de romance policial, mas admirava o estilo de escrita dos autores.
II. O homem criou a máquina para facilitar sua vida, contudo ela passou a controlá‑lo.
III. Tentei chegar cedo ao encontro, todavia cheguei atrasado.
IV. Ele foi à padaria, porém comprou leite e pão.

O uso da(s) conjunção(ões) em destaque está(ão) incorreto(s) na(s) oração(ões)
Alternativas
Q3327077 Português
Analise a frase a seguir:

“Os sabores que percebemos ao experimentar alimentos processados não vêm de ingredientes naturais.”

Assinale a alternativa que apresenta o verbo que, na 3ª pessoa do plural, termina com “êm”, conforme destacado na frase.
Alternativas
Q3327076 Português
Analise o uso do “que” no trecho da música “Minha Alma”, do grupo O Rappa, apresentado a seguir:

Mas não me deixe sentar na poltrona no dia
de domingo, domingo
Procurando novas drogas de aluguel
Nesse vídeo coagido
É pela paz que eu não quero seguir admitindo

O termo em destaque introduz uma ideia de 
Alternativas
Q3327075 Português
Leia um dos poemas de Paulo Leminski publicado no livro “Distraídos Venceremos”:

Aí vem, aí vem, os alquimistas do riso,
da paródia, da anarquia,
os alquimistas da química,
que vão purificar o mercúrio
e transformar em ouro o que é ouro
e vice‑versa

Assinale a alternativa que melhor expressa o significado da metáfora “alquimistas do riso” em relação ao trecho apresentado.
Alternativas
Q3327074 Português
Leia os trechos de música a seguir e complete as lacunas, utilizando adequadamente: “porque”, “porquê”, “por que” ou “por quê”: 

“Pra que tornar as coisas
Tão sombrias
Na hora de partir
_________ não se abrir?”
(“Pedacinhos”, Guilherme Arantes)

“Então, me diga
Se você ainda gosta de mim,
_________ de você eu gosto,
E isso não deve ser assim tão ruim.”
(“Me Diga”, Nando Reis)

“Hoje estou feliz e canto
Só por causa de você
Hoje estou feliz, feliz, e canto
Só _________ amo, amor, você.”
(“Beleza Rara”, Ed Grandão e Nego John)

“Te devoraria a qualquer preço
_________ te ignoro ou te conheço,
Quando chove ou quando faz frio.”
(“Eu te devoro”, Djavan)
“Meu coração, não sei _________,
Bate feliz quando te vê.”
(“Carinhoso”, Pixinguinha e João de Barro)

“Não sei _________ insisto
Tanto em te querer
Se você sempre faz
De mim o que bem quer.”
(“Deslizes”, Michael Sullivan e Paulo Massadas)

“Vem me fazer feliz
_________ eu te amo.
Você deságua em mim
E eu, oceano,
Esqueço que amar
É quase uma dor.”
(“Oceano”, Djavan)

A alternativa que apresenta os usos corretos das formas por que, porque, porquê e por quê nos trechos de música é, respectivamente:
Alternativas
Q3327018 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Henry Ford nasceu há 161 anos e a indústria automóvel nunca mais viria a ser a mesma

    No último dia 30 de julho, celebrou-se o 161º aniversário do nascimento de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, um dos nomes mais importantes na história mundial do automóvel e reconhecido pelas suas ideias revolucionárias para a época, que viriam a dar um contributo importante para o desenvolvimento dos automóveis tal como os conhecemos hoje.
    Henry Ford nasceu numa quinta em Dearborn, nos EUA, em 1863, sendo o mais velho de seis irmãos. Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica e construiu o seu primeiro motor a vapor aos 15 anos. A carreira de Ford como construtor de automóveis iniciou-se em 1893 quando desenvolveu um grande interesse pelos motores de combustão interna que o levaram a construir um pequeno modelo monocilíndrico a gasolina. Uma versão posterior do motor viria a equipar o seu primeiro automóvel, que ficou completo em 1896.
    Após algumas atribulações, Henry Ford fundou em 1903 a Ford Motor Company em Detroit, cidade que a partir daí ficou conhecida como o “berço da indústria automóvel”. Mas foi apenas o 20º projeto da marca que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automóvel – o Ford Model T foi produzido durante 19 anos entre 1908 e 1927, tendo sido vendidas mais de 15 milhões de unidades nesse período.
Em 1913, a Ford criou uma linha de montagens para automóveis, que reduzia o custo de produção e elevava a produtividade: o sistema não demorou a mostrar suas vantagens – no ano seguinte, a Ford contava com 13 mil funcionários e produziu cerca de 300 mil automóveis, enquanto outras 299 fabricantes que somavam 66.350 empregados produziram cerca de 280 mil unidades.
    A ideia era simples – e, por isso mesmo, genial. Em vez de um funcionário acompanhar o carro e montá-lo por inteiro, passou a ser responsável por apenas uma etapa da construção. Com isso, o veículo passou a ser montado por diversos empregados, cada um respondendo por um procedimento. Dizse que Henry Ford adotou o sistema baseado em processos similares usados pela fabricante de revólveres Colt e pela Singer, que produzia máquinas de costura.
    O principal destaque do Model T, além do processo de fabrico, foi o preço acessível. Para se ter ideia, na época do seu lançamento, o carro custava 850 dólares, mas o preço caía todos os anos e em 1927, quando deixou de ser produzido, o T custava 290 dólares! O carro tornou-se tão popular que não é exagerado afirmar-se que na década de 1920 a maioria dos condutores americanos aprendeu a conduzir num Model T.
    Em 1919, Henry aposentou-se pela primeira vez e colocou o filho Edsel no seu lugar. No entanto, o herdeiro morreu de cancro aos 49 anos e o pai voltou à presidência. Ocupou o cargo até 1945, aos 82 anos, quando renunciou e indicou o neto mais velho para o posto. Henry Ford faleceu em 7 de abril de 1947. 

Fonte: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/henry-fordnasceu-ha-161-anos-e-a-industria-automovel-nunca-maisviria-a-ser-a-mesma/ (adaptado).
No trecho "Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica", a palavra "pela" é uma:
Alternativas
Q3327017 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Henry Ford nasceu há 161 anos e a indústria automóvel nunca mais viria a ser a mesma

    No último dia 30 de julho, celebrou-se o 161º aniversário do nascimento de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, um dos nomes mais importantes na história mundial do automóvel e reconhecido pelas suas ideias revolucionárias para a época, que viriam a dar um contributo importante para o desenvolvimento dos automóveis tal como os conhecemos hoje.
    Henry Ford nasceu numa quinta em Dearborn, nos EUA, em 1863, sendo o mais velho de seis irmãos. Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica e construiu o seu primeiro motor a vapor aos 15 anos. A carreira de Ford como construtor de automóveis iniciou-se em 1893 quando desenvolveu um grande interesse pelos motores de combustão interna que o levaram a construir um pequeno modelo monocilíndrico a gasolina. Uma versão posterior do motor viria a equipar o seu primeiro automóvel, que ficou completo em 1896.
    Após algumas atribulações, Henry Ford fundou em 1903 a Ford Motor Company em Detroit, cidade que a partir daí ficou conhecida como o “berço da indústria automóvel”. Mas foi apenas o 20º projeto da marca que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automóvel – o Ford Model T foi produzido durante 19 anos entre 1908 e 1927, tendo sido vendidas mais de 15 milhões de unidades nesse período.
Em 1913, a Ford criou uma linha de montagens para automóveis, que reduzia o custo de produção e elevava a produtividade: o sistema não demorou a mostrar suas vantagens – no ano seguinte, a Ford contava com 13 mil funcionários e produziu cerca de 300 mil automóveis, enquanto outras 299 fabricantes que somavam 66.350 empregados produziram cerca de 280 mil unidades.
    A ideia era simples – e, por isso mesmo, genial. Em vez de um funcionário acompanhar o carro e montá-lo por inteiro, passou a ser responsável por apenas uma etapa da construção. Com isso, o veículo passou a ser montado por diversos empregados, cada um respondendo por um procedimento. Dizse que Henry Ford adotou o sistema baseado em processos similares usados pela fabricante de revólveres Colt e pela Singer, que produzia máquinas de costura.
    O principal destaque do Model T, além do processo de fabrico, foi o preço acessível. Para se ter ideia, na época do seu lançamento, o carro custava 850 dólares, mas o preço caía todos os anos e em 1927, quando deixou de ser produzido, o T custava 290 dólares! O carro tornou-se tão popular que não é exagerado afirmar-se que na década de 1920 a maioria dos condutores americanos aprendeu a conduzir num Model T.
    Em 1919, Henry aposentou-se pela primeira vez e colocou o filho Edsel no seu lugar. No entanto, o herdeiro morreu de cancro aos 49 anos e o pai voltou à presidência. Ocupou o cargo até 1945, aos 82 anos, quando renunciou e indicou o neto mais velho para o posto. Henry Ford faleceu em 7 de abril de 1947. 

Fonte: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/henry-fordnasceu-ha-161-anos-e-a-industria-automovel-nunca-maisviria-a-ser-a-mesma/ (adaptado).
Em "Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica", o verbo "mostrou" está conjugado no tempo:
Alternativas
Q3327016 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Henry Ford nasceu há 161 anos e a indústria automóvel nunca mais viria a ser a mesma

    No último dia 30 de julho, celebrou-se o 161º aniversário do nascimento de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, um dos nomes mais importantes na história mundial do automóvel e reconhecido pelas suas ideias revolucionárias para a época, que viriam a dar um contributo importante para o desenvolvimento dos automóveis tal como os conhecemos hoje.
    Henry Ford nasceu numa quinta em Dearborn, nos EUA, em 1863, sendo o mais velho de seis irmãos. Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica e construiu o seu primeiro motor a vapor aos 15 anos. A carreira de Ford como construtor de automóveis iniciou-se em 1893 quando desenvolveu um grande interesse pelos motores de combustão interna que o levaram a construir um pequeno modelo monocilíndrico a gasolina. Uma versão posterior do motor viria a equipar o seu primeiro automóvel, que ficou completo em 1896.
    Após algumas atribulações, Henry Ford fundou em 1903 a Ford Motor Company em Detroit, cidade que a partir daí ficou conhecida como o “berço da indústria automóvel”. Mas foi apenas o 20º projeto da marca que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automóvel – o Ford Model T foi produzido durante 19 anos entre 1908 e 1927, tendo sido vendidas mais de 15 milhões de unidades nesse período.
Em 1913, a Ford criou uma linha de montagens para automóveis, que reduzia o custo de produção e elevava a produtividade: o sistema não demorou a mostrar suas vantagens – no ano seguinte, a Ford contava com 13 mil funcionários e produziu cerca de 300 mil automóveis, enquanto outras 299 fabricantes que somavam 66.350 empregados produziram cerca de 280 mil unidades.
    A ideia era simples – e, por isso mesmo, genial. Em vez de um funcionário acompanhar o carro e montá-lo por inteiro, passou a ser responsável por apenas uma etapa da construção. Com isso, o veículo passou a ser montado por diversos empregados, cada um respondendo por um procedimento. Dizse que Henry Ford adotou o sistema baseado em processos similares usados pela fabricante de revólveres Colt e pela Singer, que produzia máquinas de costura.
    O principal destaque do Model T, além do processo de fabrico, foi o preço acessível. Para se ter ideia, na época do seu lançamento, o carro custava 850 dólares, mas o preço caía todos os anos e em 1927, quando deixou de ser produzido, o T custava 290 dólares! O carro tornou-se tão popular que não é exagerado afirmar-se que na década de 1920 a maioria dos condutores americanos aprendeu a conduzir num Model T.
    Em 1919, Henry aposentou-se pela primeira vez e colocou o filho Edsel no seu lugar. No entanto, o herdeiro morreu de cancro aos 49 anos e o pai voltou à presidência. Ocupou o cargo até 1945, aos 82 anos, quando renunciou e indicou o neto mais velho para o posto. Henry Ford faleceu em 7 de abril de 1947. 

Fonte: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/henry-fordnasceu-ha-161-anos-e-a-industria-automovel-nunca-maisviria-a-ser-a-mesma/ (adaptado).
Considerando a evolução da carreira de Henry Ford e a história da Ford Motor Company, analise as seguintes assertivas:

I. Henry Ford aposentou-se pela primeira vez em 1919.
II. O Ford Model T foi produzido por um período de 19 anos.
III. Após a morte de seu filho Edsel, Henry Ford não retornou à presidência da empresa, passando-a para seu neto mais velho.

Quais assertivas estão corretas?
Alternativas
Q3327015 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO.

Henry Ford nasceu há 161 anos e a indústria automóvel nunca mais viria a ser a mesma

    No último dia 30 de julho, celebrou-se o 161º aniversário do nascimento de Henry Ford, fundador da Ford Motor Company, um dos nomes mais importantes na história mundial do automóvel e reconhecido pelas suas ideias revolucionárias para a época, que viriam a dar um contributo importante para o desenvolvimento dos automóveis tal como os conhecemos hoje.
    Henry Ford nasceu numa quinta em Dearborn, nos EUA, em 1863, sendo o mais velho de seis irmãos. Desde cedo mostrou um grande interesse pela mecânica e construiu o seu primeiro motor a vapor aos 15 anos. A carreira de Ford como construtor de automóveis iniciou-se em 1893 quando desenvolveu um grande interesse pelos motores de combustão interna que o levaram a construir um pequeno modelo monocilíndrico a gasolina. Uma versão posterior do motor viria a equipar o seu primeiro automóvel, que ficou completo em 1896.
    Após algumas atribulações, Henry Ford fundou em 1903 a Ford Motor Company em Detroit, cidade que a partir daí ficou conhecida como o “berço da indústria automóvel”. Mas foi apenas o 20º projeto da marca que popularizou o automóvel e revolucionou a indústria automóvel – o Ford Model T foi produzido durante 19 anos entre 1908 e 1927, tendo sido vendidas mais de 15 milhões de unidades nesse período.
Em 1913, a Ford criou uma linha de montagens para automóveis, que reduzia o custo de produção e elevava a produtividade: o sistema não demorou a mostrar suas vantagens – no ano seguinte, a Ford contava com 13 mil funcionários e produziu cerca de 300 mil automóveis, enquanto outras 299 fabricantes que somavam 66.350 empregados produziram cerca de 280 mil unidades.
    A ideia era simples – e, por isso mesmo, genial. Em vez de um funcionário acompanhar o carro e montá-lo por inteiro, passou a ser responsável por apenas uma etapa da construção. Com isso, o veículo passou a ser montado por diversos empregados, cada um respondendo por um procedimento. Dizse que Henry Ford adotou o sistema baseado em processos similares usados pela fabricante de revólveres Colt e pela Singer, que produzia máquinas de costura.
    O principal destaque do Model T, além do processo de fabrico, foi o preço acessível. Para se ter ideia, na época do seu lançamento, o carro custava 850 dólares, mas o preço caía todos os anos e em 1927, quando deixou de ser produzido, o T custava 290 dólares! O carro tornou-se tão popular que não é exagerado afirmar-se que na década de 1920 a maioria dos condutores americanos aprendeu a conduzir num Model T.
    Em 1919, Henry aposentou-se pela primeira vez e colocou o filho Edsel no seu lugar. No entanto, o herdeiro morreu de cancro aos 49 anos e o pai voltou à presidência. Ocupou o cargo até 1945, aos 82 anos, quando renunciou e indicou o neto mais velho para o posto. Henry Ford faleceu em 7 de abril de 1947. 

Fonte: https://executivedigest.sapo.pt/noticias/henry-fordnasceu-ha-161-anos-e-a-industria-automovel-nunca-maisviria-a-ser-a-mesma/ (adaptado).
A Ford Motor Company, fundada por Henry Ford, teve um impacto significativo na indústria automóvel e na sociedade em geral. O Ford Model T, um dos carros mais famosos da marca, foi produzido em grande escala. Qual foi o efeito do processo de fabricação do Ford Model T no preço do veículo ao longo dos anos?
Alternativas
Q3326988 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
No título, que adjetivo mostra ao leitor de qual tipo de brincadeira a reportagem fala?
Alternativas
Q3326987 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
De acordo com essa reportagem, quem brinca de “queimada”, “esconde-esconde” , “roda”, “cotia”: 
Alternativas
Q3326986 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Complete as palavras a seguir com c, ç, ss:
Crian—a; crian---ada; crian---ice; crian---ola.

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q3326985 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Releia este trecho: “Mas e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam?”
Nessa frase, o adjetivo “sofisticados” é o mesmo que:
Alternativas
Q3326984 Português
TEXTO II

As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento?

   É pouco provável que pais e avós da atualidade não se lembrem de ter brincado de [...] queimada, esconde-esconde ou de ter cantado “Ciranda Cirandinha” ou “Roda, cotia”. Mas as crianças e as crianças de hoje, tempo das bonecas que parecem ganhar vida, dos carrinhos sofisticados, robôs e dinossauros que se movimentam? Isso sem falar na televisão e no computador. Com tudo isso, será que criança ainda brinca como antigamente?

    [...]

(Jorge Olavo. As brincadeiras tradicionais estão caminhando para o esquecimento? Gazeta do Povo. Disponível em: www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/as-brincadeiras-tradicionais-estao-caminhando-para-o-esquecimento. Acesso em : 12 set. 2024. Texto adaptado.)
Algo que “caminha para o esquecimento” é algo que:
Alternativas
Q3326983 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Analise o trecho: “Por fim o corvo abriu o bico...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical do vocábulo “bico”, nesse contexto:
Alternativas
Q3326982 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Analise o trecho: “Um corvo roubou um belo pedaço de carne...” Marque a alternativa que apresenta a classe gramatical do vocábulo “belo” nesse contexto:
Alternativas
Q3326981 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Considere o trecho: “A raposa suspirou e acabou dizendo...” Marque a alternativa que apresenta o modo e o tempo nos quais está flexionado o verbo “dizendo” 
Alternativas
Q3326980 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
Considere a frase: “Por fim o corvo abriu o bico e crocitou”. O vocábulo crocitou pode ser substituído, nesse contexto, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q3326979 Português
TEXTO I

A RAPOSA E O CORVO

    Um corvo roubou um belo pedaço de carne e, segurando-o no bico, foi pousar no galho mais alto de uma árvore.
    Uma raposa que ia passando viu o magnífico pedaço de carne vermelha. Postou-se embaixo da árvore e disse:
    — Como você é bonito, corvo! Suas penas são negras como a noite e brilhantes como folhas molhadas! E que linda cauda! Uma verdadeira flor azul! E as asas? Quem diz que as asas da águia são bonitas nunca viu as suas, caro corvo. Você poderia ser o rei dos pássaros... mais que isso, o rei dos animais. Só lhe falta... E a raposa se calou.
    O corvo inclinou a cabeça e olhou para baixo com ar impaciente. Queria perguntar o que lhe faltava, mas não podia abrir o bico.
    A raposa suspirou e acabou dizendo:
    — Só lhe falta a voz , meu caro!
    Lá em cima da árvore, o corvo se angustiava, muito nervoso. Embaixo, a raposa continuava a suspirar, alisando a relva com a cauda.
    Por fim o corvo abriu o bico e crocitou:
    — Crás! Crás! Quem disse que não tenho voz? Crás! Crás! Crás!
    Na mesma hora a raposa abocanhou a carne que o corvo deixou cair e se afastou, gritando: — Voz você tem, meu caro corvo. Mas para se tornar o rei dos animais precisa de outra coisa: de cérebro!

(Fábulas de Esopo. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2014. P. 20.)
O texto em estudo é predominantemente:
Alternativas
Respostas
40401: D
40402: A
40403: C
40404: A
40405: C
40406: A
40407: C
40408: B
40409: A
40410: D
40411: D
40412: C
40413: B
40414: C
40415: B
40416: B
40417: A
40418: D
40419: C
40420: B