Questões de Concurso Comentadas sobre português
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O horário dos jantares para os trabalhadores que estavam no turno final mudou 'e passou' a conflitar com o último transporte.
A expressão destacada trata-se de uma oração:
Aqueles que permanecem no setor de tecnologia relatam desencanto.
Qual é um dos sinais mencionados no texto base que indica uma mudança no ambiente de trabalho nas gigantes da tecnologia?
Em comparação aos meus empregadores anteriores, era uma maravilha: tinha comida gratuita, verba de bem-estar e seguro de saúde. E as pessoas eram incríveis; um ambiente de trabalho agradável, embora, às vezes, parecesse uma seita.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias ________ que chegaram __________ meia-idade e resolveram dedicar-se _________ atividades físicas.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo
Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.
De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.
O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.
Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.
“Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.
Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.
Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.
(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)
Leia o texto a seguir.
A Lei Maria da Penha, de 2006, e a lei do feminicídio, de 2015, são instrumentos fundamentais para o enfrentamento da violência doméstica e de outras formas de agressão __________ mulheres motivadas pela discriminação de gênero e pela misoginia, o ódio ao feminino. Esses instrumentos ajudaram _________ reconhecer melhor o problema, aumentando a conscientização social. Ofereceram também meios de coibir o agressor e proteger _________ vítima em situação de vulnerabilidade.
(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/2024/05/05/a-importancia-do-controle-de-armaspela-vida-das-mulheres. Acesso em 12.07.2024. Adaptado)
As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por:
Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma- -padrão de regência verbal e colocação pronominal.
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente para explorar o universo, expandindo nosso conhecimento, é por natureza uma prática colaborativa e mundial. Por isso, é importante para o bom cientista ter experiência internacional durante sua formação. Trabalhar em projetos científicos no exterior permite que o jovem cientista aprenda novas técnicas e novos modos de pensar. Trabalhar no exterior, e junto a diferentes grupos, também permite estabelecer amplas redes de contatos e colaborações, que propiciarão maior criatividade e avanço do conhecimento quando esses cientistas estabelecerem suas próprias linhas de pesquisa.
Por esses motivos, e pela importância que trabalhar fora do Brasil teve em minha formação, sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais. Sair do ninho faz com que amadureçam, juntamente com a ciência que produzem. E até recentemente não havia perda de cientistas com isso. Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país. Essa situação mudou bastante nos últimos anos, em que vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. Ocorre em todo o país uma diáspora científica.
(Alicia Kowaltowski. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ para-repatriar-cerebros-respeite-os-cientistas-nacionais. Acesso em 09.07.2024. Adaptado)
Considere as seguintes passagens do texto.
• Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente... (1º parágrafo)
• ... vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. (2º parágrafo)
Os vocábulos destacados podem ser, correta e respectivamente, substituídos por:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente para explorar o universo, expandindo nosso conhecimento, é por natureza uma prática colaborativa e mundial. Por isso, é importante para o bom cientista ter experiência internacional durante sua formação. Trabalhar em projetos científicos no exterior permite que o jovem cientista aprenda novas técnicas e novos modos de pensar. Trabalhar no exterior, e junto a diferentes grupos, também permite estabelecer amplas redes de contatos e colaborações, que propiciarão maior criatividade e avanço do conhecimento quando esses cientistas estabelecerem suas próprias linhas de pesquisa.
Por esses motivos, e pela importância que trabalhar fora do Brasil teve em minha formação, sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais. Sair do ninho faz com que amadureçam, juntamente com a ciência que produzem. E até recentemente não havia perda de cientistas com isso. Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país. Essa situação mudou bastante nos últimos anos, em que vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. Ocorre em todo o país uma diáspora científica.
(Alicia Kowaltowski. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ para-repatriar-cerebros-respeite-os-cientistas-nacionais. Acesso em 09.07.2024. Adaptado)
Considere as seguintes passagens do 2º parágrafo do texto.
• ... sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais.
• Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país.
Os vocábulos destacados apresentam, respectivamente, circunstâncias de
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente para explorar o universo, expandindo nosso conhecimento, é por natureza uma prática colaborativa e mundial. Por isso, é importante para o bom cientista ter experiência internacional durante sua formação. Trabalhar em projetos científicos no exterior permite que o jovem cientista aprenda novas técnicas e novos modos de pensar. Trabalhar no exterior, e junto a diferentes grupos, também permite estabelecer amplas redes de contatos e colaborações, que propiciarão maior criatividade e avanço do conhecimento quando esses cientistas estabelecerem suas próprias linhas de pesquisa.
Por esses motivos, e pela importância que trabalhar fora do Brasil teve em minha formação, sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais. Sair do ninho faz com que amadureçam, juntamente com a ciência que produzem. E até recentemente não havia perda de cientistas com isso. Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país. Essa situação mudou bastante nos últimos anos, em que vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. Ocorre em todo o país uma diáspora científica.
(Alicia Kowaltowski. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ para-repatriar-cerebros-respeite-os-cientistas-nacionais. Acesso em 09.07.2024. Adaptado)
É correto afirmar que a autora do texto