Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3344742 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
No quinto parágrafo, a associação entre as ideias de Montesquieu acerca da felicidade e a referência do autor ao Instagram consiste em
Alternativas
Q3344741 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que uma possibilidade de viver em um estado de consciência plenamente satisfeita consiste em
Alternativas
Q3344740 Português
Leia o texto I, para responder à questão.


A natureza humana imutável


     Mudam os modismos, mudam os costumes, mas certas coisas nunca mudam. Quando se trata do ser humano, há certas características um tanto rígidas, paixões imutáveis. É o que nos permite ler as tragédias gregas ou shakespearianas e compreender exatamente os sentimentos expressados ali, apesar dos séculos que nos separam e criam contextos um tanto distintos.

   Compreender o que não muda nunca quando se trata do bicho-homem é importante para não cair em tentações revolucionárias de criar o “novo-homem” e um “novo mundo”. Os conservadores são mais realistas nesse aspecto do que os progressistas. Eles sabem que “é aquilo que é”, ou seja, precisamos trabalhar com a matéria-prima que temos, imperfeita, sujeita a certas inclinações inalteráveis, independentemente da época.

    Prever como será o mundo daqui a 50 anos é impossível. Mas prever que as pessoas ainda responderão à ganância, ao medo, à oportunidade, à exploração, ao risco, à incerteza, às aflições tribais e à persuasão social da mesma forma é uma aposta mais segura.

    Os que procuram olhar o copo meio cheio e aceitar as contingências do destino com alguma resignação parecem viver mais felizes. Sua felicidade depende mais de suas expectativas do que de qualquer outra coisa. Portanto, em um mundo que tende a melhorar para a maioria das pessoas na maior parte do tempo, uma habilidade importante para a vida é fazer com que a trave pare de se mover. Também é uma das mais difíceis. A grama do vizinho é sempre mais verde, e a inveja é uma daquelas paixões mesquinhas que nunca desaparecem por completo…

    Montesquieu escreveu, há 275 anos: “Se você apenas desejasse ser feliz, isso seria facilmente conseguido; mas desejamos ser mais felizes do que as outras pessoas, e isso sempre é difícil, pois acreditamos que os outros são mais felizes do que são.” Isso, na era do Instagram, piorou bastante. A economia de hoje é boa em gerar três coisas: a riqueza, a capacidade de exibir riqueza e uma grande inveja pela riqueza dos outros.

   O homem odeia as incertezas e almeja uma falsa sensação de segurança. O filósofo conclui: “A ideia de que o que está à nossa frente é um buraco negro de incerteza pode ser tão intimidante que é mais fácil acreditar no oposto – que podemos ver o futuro e que seu caminho é lógico e previsível. Nenhuma crença na história é tão comum e nenhuma crença é tão consistentemente errada.”


(Rodrigo Constantino, Revista Oeste, 02.02.2024. Adaptado)
Do ponto de vista do autor, no conjunto das mutações ao longo dos tempos,
Alternativas
Q3344703 Português

O horário dos jantares para os trabalhadores que estavam no turno final mudou 'e passou' a conflitar com o último transporte.


A expressão destacada trata-se de uma oração:

Alternativas
Q3344701 Português

Aqueles que permanecem no setor de tecnologia relatam desencanto.


Qual é um dos sinais mencionados no texto base que indica uma mudança no ambiente de trabalho nas gigantes da tecnologia?

Alternativas
Q3344700 Português
As pessoas 'reclamaram', especialmente os mais jovens. O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3344698 Português

Em comparação aos meus empregadores anteriores, era uma maravilha: tinha comida gratuita, verba de bem-estar e seguro de saúde. E as pessoas eram incríveis; um ambiente de trabalho agradável, embora, às vezes, parecesse uma seita.


De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:

Alternativas
Q3344404 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

A reescrita de informações do texto está em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal em:
Alternativas
Q3344403 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

Com base no sentido e na norma-padrão de pontuação, a frase final do texto – O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória. – admite a seguinte reescrita:
Alternativas
Q3344402 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias ________ que chegaram __________ meia-idade e resolveram dedicar-se _________ atividades físicas.


Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q3344401 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

Sem prejuízo de sentido ao texto, na passagem do 2º parágrafo – De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida... –, as expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por:
Alternativas
Q3344400 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

Na passagem – ... que tinham esse hábito de saúde consolidado antes... (4º parágrafo) –, o termo “antes” pertence à mesma classe de palavra e estabelece a mesma relação de sentido que o termo destacado em:
Alternativas
Q3344399 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

Está empregado em sentido figurado o termo destacado em:
Alternativas
Q3344398 Português

Leia o texto para responder à questão.


Praticar exercícios na meia-idade pode “reverter” anos de sedentarismo


    Um estudo de larga escala realizado por pesquisadores australianos trouxe boas notícias para aqueles que engrenaram nos exercícios físicos apenas na meia-idade.


    De acordo com o trabalho publicado na revista Plos Medicine (02/05/2024), mesmo que o engajamento nas atividades esportivas ocorra durante uma etapa mais tardia da vida, é possível reverter os efeitos do sedentarismo e obter ganhos para a saúde física e mental, garantindo um envelhecimento com mais qualidade de vida.


    O trabalho acompanhou, por mais de duas décadas, a saúde de 11 mil mulheres na faixa etária entre os 47 e os 52 anos. A linha de corte entre as sedentárias e as que praticavam atividades físicas foram os 150 minutos recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Durante o período no qual o estudo foi realizado, as voluntárias passavam por exames e entrevistas periódicas.


    Os pesquisadores concluíram que as mulheres que começaram a se exercitar regularmente na meia-idade conseguiram resultados comparáveis aos das voluntárias que tinham esse hábito de saúde consolidado antes – em média, os dois grupos tinham três pontos percentuais à frente das que nunca ou raramente se exercitavam.


    “Nossas descobertas sugerem que, para manter uma boa qualidade de vida relacionada à saúde física por volta dos 70 anos, é possível ‘compensar’ o fato de não ter sido regular mais cedo, tornando-se ativo por volta dos 50 anos”, escreveram os cientistas da Universidade de Sydney, no texto de divulgação dos resultados.


    Os pesquisadores afirmam que estudos específicos precisam ser feitos analisando dados de voluntários homens, mas eles afirmam que há motivos para acreditar que os resultados serão parecidos.


    Entre os benefícios da atividade física regular, estão a diminuição do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares, hipertensão e diabetes tipo 2. O exercício também atua positivamente na manutenção da saúde mental, cognitiva, melhora o sono e a memória.



(Érica Montenegro. https://www.metropoles.com/saude, 05.05.2024. Adaptado)

A leitura do texto permite concluir corretamente que a prática de exercícios na meia-idade
Alternativas
Q3344364 Português

Leia o texto a seguir.



A Lei Maria da Penha, de 2006, e a lei do feminicídio, de 2015, são instrumentos fundamentais para o enfrentamento da violência doméstica e de outras formas de agressão __________ mulheres motivadas pela discriminação de gênero e pela misoginia, o ódio ao feminino. Esses instrumentos ajudaram _________ reconhecer melhor o problema, aumentando a conscientização social. Ofereceram também meios de coibir o agressor e proteger _________ vítima em situação de vulnerabilidade.


(Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ ensaio/2024/05/05/a-importancia-do-controle-de-armaspela-vida-das-mulheres. Acesso em 12.07.2024. Adaptado)



As lacunas são preenchidas, correta e respectivamente, por:

Alternativas
Q3344363 Português

Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma- -padrão de regência verbal e colocação pronominal.

Alternativas
Q3344362 Português

Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.

Alternativas
Q3344361 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente para explorar o universo, expandindo nosso conhecimento, é por natureza uma prática colaborativa e mundial. Por isso, é importante para o bom cientista ter experiência internacional durante sua formação. Trabalhar em projetos científicos no exterior permite que o jovem cientista aprenda novas técnicas e novos modos de pensar. Trabalhar no exterior, e junto a diferentes grupos, também permite estabelecer amplas redes de contatos e colaborações, que propiciarão maior criatividade e avanço do conhecimento quando esses cientistas estabelecerem suas próprias linhas de pesquisa.

    Por esses motivos, e pela importância que trabalhar fora do Brasil teve em minha formação, sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais. Sair do ninho faz com que amadureçam, juntamente com a ciência que produzem. E até recentemente não havia perda de cientistas com isso. Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país. Essa situação mudou bastante nos últimos anos, em que vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. Ocorre em todo o país uma diáspora científica.



(Alicia Kowaltowski. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ para-repatriar-cerebros-respeite-os-cientistas-nacionais. Acesso em 09.07.2024. Adaptado)

Considere as seguintes passagens do texto.



•  Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente... (1º parágrafo)


•  ... vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. (2º parágrafo)



Os vocábulos destacados podem ser, correta e respectivamente, substituídos por:

Alternativas
Q3344360 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente para explorar o universo, expandindo nosso conhecimento, é por natureza uma prática colaborativa e mundial. Por isso, é importante para o bom cientista ter experiência internacional durante sua formação. Trabalhar em projetos científicos no exterior permite que o jovem cientista aprenda novas técnicas e novos modos de pensar. Trabalhar no exterior, e junto a diferentes grupos, também permite estabelecer amplas redes de contatos e colaborações, que propiciarão maior criatividade e avanço do conhecimento quando esses cientistas estabelecerem suas próprias linhas de pesquisa.

    Por esses motivos, e pela importância que trabalhar fora do Brasil teve em minha formação, sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais. Sair do ninho faz com que amadureçam, juntamente com a ciência que produzem. E até recentemente não havia perda de cientistas com isso. Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país. Essa situação mudou bastante nos últimos anos, em que vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. Ocorre em todo o país uma diáspora científica.



(Alicia Kowaltowski. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ para-repatriar-cerebros-respeite-os-cientistas-nacionais. Acesso em 09.07.2024. Adaptado)

Considere as seguintes passagens do 2º parágrafo do texto.



•  ... sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais.


•  Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país.



Os vocábulos destacados apresentam, respectivamente, circunstâncias de

Alternativas
Q3344359 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



    Ciência, um processo em que trabalhamos coletivamente para explorar o universo, expandindo nosso conhecimento, é por natureza uma prática colaborativa e mundial. Por isso, é importante para o bom cientista ter experiência internacional durante sua formação. Trabalhar em projetos científicos no exterior permite que o jovem cientista aprenda novas técnicas e novos modos de pensar. Trabalhar no exterior, e junto a diferentes grupos, também permite estabelecer amplas redes de contatos e colaborações, que propiciarão maior criatividade e avanço do conhecimento quando esses cientistas estabelecerem suas próprias linhas de pesquisa.

    Por esses motivos, e pela importância que trabalhar fora do Brasil teve em minha formação, sempre incentivei os jovens cientistas a realizarem estágios internacionais. Sair do ninho faz com que amadureçam, juntamente com a ciência que produzem. E até recentemente não havia perda de cientistas com isso. Os números indicavam claramente que a grande maioria voltava ao país. Essa situação mudou bastante nos últimos anos, em que vi crescer o número de pesquisadores que decidiram ficar no exterior. Ocorre em todo o país uma diáspora científica.



(Alicia Kowaltowski. Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ para-repatriar-cerebros-respeite-os-cientistas-nacionais. Acesso em 09.07.2024. Adaptado)

É correto afirmar que a autora do texto

Alternativas
Respostas
40141: D
40142: A
40143: C
40144: B
40145: A
40146: B
40147: A
40148: E
40149: A
40150: C
40151: D
40152: E
40153: A
40154: B
40155: B
40156: C
40157: D
40158: E
40159: E
40160: D