Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3962343 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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 Na frase “No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível,”, a concordância do verbo pode ocorrer tanto com a palavra “impacto”, com a forma verbal no singular (como aparece no texto), quanto com a expressão “mudanças climáticas”, com a forma verbal no plural, conforme apresentado a seguir: No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já são visíveis.
Alternativas
Q3962340 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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No período “O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática.”, o sintagma “O aumento dos custos de seguros” poderia ser substituído por O alto valor dos custos de seguros, cujo sentido é equivalente.
Alternativas
Q3962339 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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É facultativo o emprego da preposição “a” no trecho “o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir”.
Alternativas
Q3962338 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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Na frase “Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização.”, a expressão iniciada por “Com” introduz fato que ocorre de forma simultânea aos fatos mencionados no trecho “o valor... valorização”. 
Alternativas
Q3962337 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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No trecho “Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos”, a correção gramatical seria mantida caso se substituísse a expressão “em razão dos” por devido os.
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Q3962336 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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No excerto “Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055”, a oração “que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055” exerce a função sintática de objeto direto.
Alternativas
Q3962335 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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A correção gramatical da frase “O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações” seria mantida caso se empregasse acento grave no “a”, da seguinte forma: não está imune à essas transformações.
Alternativas
Q3962334 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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O sentido da palavra “imune” na frase “O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações” é o mesmo de “indiferente”.
Alternativas
Q3962333 Português

As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global. O mercado imobiliário, historicamente considerado uma aposta segura, não está imune a essas transformações. Pesquisas de 2025 indicam que o setor pode enfrentar perdas de até US$ 1,4 trilhão até 2055 em razão dos crescentes riscos climáticos, como enchentes, furacões, incêndios florestais e aumento do nível do mar.


Com a intensificação dos fenômenos climáticos extremos, o valor de imóveis localizados em áreas vulneráveis tende a diminuir, enquanto as regiões consideradas mais seguras ganham valorização. O aumento dos custos de seguros é um dos primeiros reflexos da crise climática. À medida que os riscos climáticos crescem, as seguradoras começam a repassar os custos mais altos para os consumidores, o que impacta diretamente o valor dos imóveis e a acessibilidade para os compradores. As projeções indicam que os prêmios de seguros podem subir 29,4% até 2055.


No Brasil, o impacto das mudanças climáticas já é visível. Porto Alegre foi severamente afetada pelas enchentes de 2024, que atingiram mais de 10.000 imóveis e causaram R$ 500 milhões em prejuízos. Esse evento resultou em uma mudança significativa no comportamento do mercado imobiliário da cidade. A demanda por imóveis em áreas mais seguras, longe de zonas propensas a alagamentos, aumentou consideravelmente. Estima‑se que 65% dos compradores agora priorizam essas regiões, e 45% estão dispostos a pagar um valor mais alto por imóveis em locais mais seguros.


A migração para áreas menos vulneráveis é um fenômeno crescente, e a tendência é que se intensifique à medida que os desastres climáticos se tornem mais frequentes e severos. O comportamento dos consumidores e investidores está mudando, com uma preferência cada vez maior por regiões mais resilientes aos efeitos das mudanças climáticas. Isso está moldando uma nova dinâmica no mercado imobiliário, com uma clara divisão entre as áreas mais expostas aos riscos climáticos e aquelas que oferecem maior segurança, tanto física quanto financeira.


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Na frase “As mudanças climáticas estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar uma força transformadora em todos os aspectos da economia global.”, a coerência entre as ideias do texto e a correção gramatical seriam mantidos caso o trecho “estão deixando de ser um desafio ambiental isolado para se tornar” fosse, assim, reescrito: deixaram de ser um desafio ambiental e estão se tornando.
Alternativas
Q3962247 Português
Texto 2


Captura_de tela 2026-03-30 170710.png (314×734)

https://eduardojunior.wordpress.com/2011/08/15/ garfield-melhores-tirinhas-de-junho-atrasadinho/
No segundo quadrinho tirinha (Texto 2), o conectivo “ou” exerce qual papel? 
Alternativas
Q3962246 Português
Texto 2


Captura_de tela 2026-03-30 170710.png (314×734)

https://eduardojunior.wordpress.com/2011/08/15/ garfield-melhores-tirinhas-de-junho-atrasadinho/
No Texto 2, encontramos a seguinte frase:

“Eu não entendo por que você não gosta de mim, Garfield.”

Assinale a alternativa correta quanto ao uso da forma “por que” nesse enunciado.
Alternativas
Q3962244 Português
Leia o trecho a seguir:

“Não fui à festa .............................. estava cansado das solenidades vazias. Todos me perguntavam o ............................ da minha ausência. Respondi simplesmente: “E ........................... preciso um motivo? Às vezes a vontade basta.” Alguns insistiam: “Mas ............................. não avisou antes?”

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3962243 Português
No enunciado:

“Já sabemos que viajar é maravilhoso.”

Assinale a alternativa que identifica corretamente o sujeito do verbo “sabemos”.
Alternativas
Q3962242 Português
Analise as frases abaixo:

O tribunal decidiu ...................... os direitos políticos do réu.
O motorista agiu com muita ............................. ao evitar o acidente.
Precisamos ............................ o vazamento na tubulação do banheiro.

Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as lacunas do texto.
Alternativas
Q3962241 Português
Texto 1

Ciência comprova: viajar faz bem!

Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um novo estudo comprovou os benefícios para a saúde de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais longe, melhor!

A pesquisa da University College de Londres (UCL), no Reino Unido, foi publicada na revista científica Transport & Health e reforça que pessoas que viajam frequentemente para locais mais distantes de 24 km de onde moram se declaram mais saudáveis de modo geral.

Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas e a diversidade de contatos sociais que as viagens proporcionam.

O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais problemas relacionados com a sensação de solidão e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a importância de mais acesso e programas de viagens para essa faixa etária.

Viajar: quase uma terapia!

Se você ainda está procurando motivos para fechar as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase uma terapia, especialmente se no destino houver uma praia.

Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de forma sensorial, com consequências positivas ao órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre os benefícios constatados, há a melhoria no sono e vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.

https://blog.luggio.com.br/ciencia-comprova-viajar-faz-bem/ 
Considerando o Texto 1 em sua totalidade, assinale a alternativa que identifica corretamente a pessoa do discurso predominante: 
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Q3962240 Português
Texto 1

Ciência comprova: viajar faz bem!

Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um novo estudo comprovou os benefícios para a saúde de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais longe, melhor!

A pesquisa da University College de Londres (UCL), no Reino Unido, foi publicada na revista científica Transport & Health e reforça que pessoas que viajam frequentemente para locais mais distantes de 24 km de onde moram se declaram mais saudáveis de modo geral.

Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas e a diversidade de contatos sociais que as viagens proporcionam.

O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais problemas relacionados com a sensação de solidão e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a importância de mais acesso e programas de viagens para essa faixa etária.

Viajar: quase uma terapia!

Se você ainda está procurando motivos para fechar as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase uma terapia, especialmente se no destino houver uma praia.

Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de forma sensorial, com consequências positivas ao órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre os benefícios constatados, há a melhoria no sono e vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.

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Analise o período do Texto 1 a seguir:

“O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais problemas relacionados com a sensação de solidão e baixa sociabilidade.”

Segundo a Norma Culta Padrão, o principal problema desse período é:
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Q3962239 Português
Texto 1

Ciência comprova: viajar faz bem!

Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um novo estudo comprovou os benefícios para a saúde de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais longe, melhor!

A pesquisa da University College de Londres (UCL), no Reino Unido, foi publicada na revista científica Transport & Health e reforça que pessoas que viajam frequentemente para locais mais distantes de 24 km de onde moram se declaram mais saudáveis de modo geral.

Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas e a diversidade de contatos sociais que as viagens proporcionam.

O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais problemas relacionados com a sensação de solidão e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a importância de mais acesso e programas de viagens para essa faixa etária.

Viajar: quase uma terapia!

Se você ainda está procurando motivos para fechar as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase uma terapia, especialmente se no destino houver uma praia.

Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de forma sensorial, com consequências positivas ao órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre os benefícios constatados, há a melhoria no sono e vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.

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Com base no Texto 1, é correto afirmar que a pesquisa realizada pela University College de Londres (UCL) baseou-se metodologicamente em:
Alternativas
Q3962238 Português
Texto 1

Ciência comprova: viajar faz bem!

Já sabemos que viajar é maravilhoso, mas agora um novo estudo comprovou os benefícios para a saúde de preparar as malas. E a melhor notícia: quanto mais longe, melhor!

A pesquisa da University College de Londres (UCL), no Reino Unido, foi publicada na revista científica Transport & Health e reforça que pessoas que viajam frequentemente para locais mais distantes de 24 km de onde moram se declaram mais saudáveis de modo geral.

Eles entrevistaram 3.014 participantes e acreditam que os benefícios envolvem conhecer novas pessoas e a diversidade de contatos sociais que as viagens proporcionam.

O grupo acima dos 55 anos, principalmente, pelas limitações nas viagens, foi a faixa etária com mais problemas relacionados com a sensação de solidão e baixa sociabilidade. O estudo, inclusive, reforça a importância de mais acesso e programas de viagens para essa faixa etária.

Viajar: quase uma terapia!

Se você ainda está procurando motivos para fechar as malas e realizar o desejo de conhecer o mundo, o colunista de saúde, médico Michael Mosley, do portal Daily Mail, indica que sair de férias pode ser quase uma terapia, especialmente se no destino houver uma praia.

Sair da rotina diária e viajar estimula o cérebro de forma sensorial, com consequências positivas ao órgão e à saúde mental, como indicam os pesquisadores da Universidade Edith Cowan, na Austrália. Entre os benefícios constatados, há a melhoria no sono e vantagens cardíacas, com queda no risco de doenças.

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Considerando a articulação entre dados científicos, exemplos e comentários avaliativos presentes no texto Ciência comprova: viajar faz bem!, assinale a alternativa que expressa corretamente a tese defendida pelo Texto 1, levando em conta não apenas as informações explícitas, mas também o encaminhamento argumentativo global.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Caxambu do Sul - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Advogado - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Agente de Contratação - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Agente de Controle Interno - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Analista Fiscal - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Analista Jurídico - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Assistente Social - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Contador - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Enfermeiro - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Engenheiro Agrônomo - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Farmacêutico - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Fisioterapeuta - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Médico ESF - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Médico Veterinário - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Nutricionista - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Odontólogo - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Psicólogo - Edital nº 2 |
Q3962174 Português
Segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa atualmente em vigor, o uso do trema ( ¨ ) é permitido apenas:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Caxambu do Sul - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Advogado - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Agente de Contratação - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Agente de Controle Interno - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Analista Fiscal - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Analista Jurídico - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Assistente Social - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Contador - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Enfermeiro - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Engenheiro Agrônomo - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Farmacêutico - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Fisioterapeuta - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Médico ESF - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Médico Veterinário - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Nutricionista - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Odontólogo - Edital nº 2 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Caxambu do Sul - SC - Psicólogo - Edital nº 2 |
Q3962173 Português
Considerando as normas do Acordo Ortográfico vigente, assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente quanto ao uso ou não do hífen.
Alternativas
Respostas
3861: E
3862: E
3863: E
3864: C
3865: E
3866: C
3867: E
3868: C
3869: C
3870: B
3871: E
3872: A
3873: B
3874: E
3875: E
3876: D
3877: A
3878: D
3879: A
3880: E