Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3393499 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Memória muscular realmente existe?

Você se lembra do seu último programa de treinamento na academia, no clube ou na escola há muitos anos? Talvez você não se lembre, mas sabia que os nossos músculos esqueléticos sim? Esse tipo de músculo está ligado ao esqueleto e é responsável pelo movimento do corpo, dentre várias outras funções.
Você já deve ter percebido em seu corpo ou deve ter ouvido falar que o condicionamento físico (força muscular ou resistência à fadiga) melhora muito mais rápido quando você retorna ao treinamento (retreinamento) após um período afastado (destreinamento) comparado à condição em que você começa a treinar pela primeira vez, sem ter praticado aquele tipo de exercício antes − exemplo: musculação ou corrida. Sim, isso é verdade!
Estudos têm sugerido que esse efeito pode ser explicado por adaptações neurais, tanto no cérebro como nos nervos periféricos, mas principalmente por adaptações "exclusivamente" musculares relacionadas a duas teorias: i) "Memória" muscular celular e ii) "Memória" muscular molecular (ou epigenética). Mas o que seria a "memória" celular? Essa memória se refere às adaptações que ocorrem na estrutura e organização de compartimentos das células musculares, por exemplo, o aumento da quantidade de novos núcleos. Esse tipo de adaptação é importante para o aumento do DNA, uma molécula que contém todas as informações genéticas do organismo. E a "memória" molecular? Ela se refere a modificações no DNA do músculo, como a metilação, mas sem alterações na sequência ou quantidade do DNA.
Ambos os tipos de memórias poderiam levar a mudanças na expressão de genes relacionados ao crescimento (hipertrofia), força ou resistência à fadiga da musculatura e essas alterações seriam retidas no destreinamento, acelerando a adaptação muscular no retreinamento.
A compreensão da "memória muscular" pode ajudar não somente no desenvolvimento de intervenções mais eficazes para o condicionamento físico após um período de inatividade física, mas também na compreensão dos mecanismos de "reconfiguração molecular" estimulados pelo exercício físico em músculos de indivíduos idosos ou doentes.

Retirado e adaptado de: PESSOA, Pedro William Martins.; GONÇALVES, Dawit Albieiro Pinheiro. Memória muscular realmente existe? Nosso músculo se lembra do treinamento e se adapta mais rapidamente após um período "parado"? Ciência Hoje. Disponível em: https://cienciahoje.org.br Acesso em: 11 mar., 2024.

A partir da leitura do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__) Estudos sugerem que nosso corpo tem memória de movimentos, o que acelera a adaptação muscular de um músculo que já treinou antes.
(__) Esses estudos apresentados no texto podem ajudar no desenvolvimento de intervenções mais eficazes no que diz respeito ao treinamento físico.
(__) O condicionamento físico de quem nunca treinou é igual ao de quem já treinou, mas teve que ficar algum tempo afastado, visto que perdemos o condicionamento ao longo do tempo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3393385 Português
Na Língua Portuguesa, alguns nomes podem reger as mesmas preposições que outros. Nesse sentido, assinalar a alternativa em que, na troca do nome sublinhado pelo dos parênteses, NÃO haverá mudança de preposição (não levar em conta alterações de significado): 
Alternativas
Q3393384 Português
Sobre a estruturação do pensamento abaixo, assinalar a alternativa INCORRETA:

“Se você não pode amar ao próximo, pelo menos não o prejudique.” (Jorge Kajuru)
Alternativas
Q3393383 Português
“[...] A festa tomou um caráter assustador: o pianista não tinha tempo para fumar um cigarro; os convidados eram constrangidos a beber nos intervalos da dança e a dançar nos intervalos das libações. [...]” (Casa de Pensão, de Aluísio Azevedo)

A palavra sublinhada significa, dentro do contexto em que está inserida: 
Alternativas
Q3393382 Português
Para evitar a repetição, pode-se, por exemplo, substituir elementos de um texto por pronomes. Assinalar a alternativa em que há a CORRETA indicação sobre a qual palavra ou expressão faz referência ao pronome sublinhado:

“No primeiro silêncio dos outros, na primeira distração dos outros, terá um ataque de curiosidade. Você entra nele sem procurar nada em específico, e perde de vez a noção do tempo.” 
Alternativas
Q3393381 Português
Com relação à concordância verbal, analisar os itens abaixo:

I. Mesmo que a multidão vocifere impropérios, a regra do concurso é clara: Mariana ou Alice será a vencedora.
II. Naquela cidade, três quartos da população vivia da venda de produtos coloniais e não havia novas perspectivas de trabalho.
III. A noite foi muito tumultuada: ouviam-se gritos intensos, de modo que nem eu nem ele saímos para ver o que estava acontecendo.
IV. Vossa Excelência certamente não lembra, mas naquele tempo, para ir de Florianópolis a Porto Alegre, levavam-se mais de nove horas.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3393380 Português
Considerando-se o último acordo ortográfico para o uso de hífen, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) É usado quando o prefixo ou falso prefixo, terminado em “m” ou “n”, une-se às vogais ou consoantes “h”, “m” ou “n”, como em: circum-hospitalar e pan-americano.
( ) Quando o prefixo de uma palavra termina em vogal e o segundo elemento começa com a mesma vogal, não se utiliza hífen, como em: microondas, microônibus, antiinflamatório.
( ) É usado quando os prefixos são, entre outros: “ex”, “vice”, “além” e “recém”. Alguns exemplos são: expresidente, vice-almirante, além-mar e recém-nascido.
Alternativas
Q3393379 Português
Pinturas corporais indígenas são marcas de identidade cultural

    Provavelmente, você já deve ter visto que os indígenas possuem pinturas corporais características, mas já se perguntou o que elas significam? Os indígenas carregam no corpo e no rosto a identidade cultural de seu povo. As pinturas são as marcas de muitas etnias e são diferentes para cada ocasião. As tintas são feitas de elementos naturais, como urucum e jenipapo, e podem manter-se na pele por um período de 15 a 20 dias.
    Segundo a mestranda em Antropologia Eliene Putira, que também é presidente da Associação dos Povos Indígenas Estudantes na UFPA, cada traço tem um significado. A pesquisadora ressalta que o significado das pinturas depende de cada etnia, ou seja, uma mesma pintura pode ter significados diferentes dependendo da etnia que a faz. Existem desenhos que demonstram sentimentos, desde os mais felizes até os de revolta e indignação pelos problemas enfrentados pelos povos.
    “Muitas pessoas fazem pinturas, porque acham bonitas, mas nem sempre as pinturas bonitas significam alegria. Muitas vezes significam luto, tristeza e passagem”, alega Eliene Putira. A professora comenta que as pinturas são, ainda, a identidade dos povos e, por meio delas, podem identificar também à qual etnia pertencem.
    Pintura e ancestralidade — As pinturas feitas pelos indígenas carregam uma história com uma ancestralidade muito grande por trás de cada uma delas. Essa arte indígena está muito além do valor estético, ela obedece a preceitos mágicos simbólicos e cosmológicos da sociedade que a representa.
    “Lembro que pintei minha perna com a pintura indígena de outro povo e senti minha perna pesando muito. Comentei com a pessoa que estava fazendo a arte, e ela me disse que aquela pintura era forte, pois eu iria precisar de força”, relembra Putira. Isso ocorre, porque os grafismos indígenas são mais do que simples pinturas corporais, eles carregam consigo uma força extraordinária e honrosa.
    Marca étnica — A professora e antropóloga Jane Beltrão explica que, para os indígenas, pintar-se ritualmente também é uma forma de expressar os mais delicados valores de sua cultura. Uma cultura rica que possui múltiplas formas de decorar corpos e artefatos, usando criativamente os mais diversos suportes — corpos, pedras, cerâmica entre tantos outros — para sua arte. “A arte indígena é uma sofisticada meio de comunicação estética, que informa aos demais sobre a diferença da qual emana força, autenticidade e valores das nações indígenas”, afirma a antropóloga.

(Fonte: UFPA — adaptado.)
“Os indígenas carregam no corpo e no rosto a identidade cultural de seu povo. As pinturas são as marcas de muitas etnias e são diferentes para cada ocasião. As tintas são feitas de elementos naturais, como urucum e jenipapo, e podem manter-se na pele por um período de 15 a 20 dias.” (1º parágrafo)

Considerando o segmento textual acima, assinalar a alternativa na qual o termo sublinhado exerce função sintática diferente dos demais: 
Alternativas
Q3393378 Português
Pinturas corporais indígenas são marcas de identidade cultural

    Provavelmente, você já deve ter visto que os indígenas possuem pinturas corporais características, mas já se perguntou o que elas significam? Os indígenas carregam no corpo e no rosto a identidade cultural de seu povo. As pinturas são as marcas de muitas etnias e são diferentes para cada ocasião. As tintas são feitas de elementos naturais, como urucum e jenipapo, e podem manter-se na pele por um período de 15 a 20 dias.
    Segundo a mestranda em Antropologia Eliene Putira, que também é presidente da Associação dos Povos Indígenas Estudantes na UFPA, cada traço tem um significado. A pesquisadora ressalta que o significado das pinturas depende de cada etnia, ou seja, uma mesma pintura pode ter significados diferentes dependendo da etnia que a faz. Existem desenhos que demonstram sentimentos, desde os mais felizes até os de revolta e indignação pelos problemas enfrentados pelos povos.
    “Muitas pessoas fazem pinturas, porque acham bonitas, mas nem sempre as pinturas bonitas significam alegria. Muitas vezes significam luto, tristeza e passagem”, alega Eliene Putira. A professora comenta que as pinturas são, ainda, a identidade dos povos e, por meio delas, podem identificar também à qual etnia pertencem.
    Pintura e ancestralidade — As pinturas feitas pelos indígenas carregam uma história com uma ancestralidade muito grande por trás de cada uma delas. Essa arte indígena está muito além do valor estético, ela obedece a preceitos mágicos simbólicos e cosmológicos da sociedade que a representa.
    “Lembro que pintei minha perna com a pintura indígena de outro povo e senti minha perna pesando muito. Comentei com a pessoa que estava fazendo a arte, e ela me disse que aquela pintura era forte, pois eu iria precisar de força”, relembra Putira. Isso ocorre, porque os grafismos indígenas são mais do que simples pinturas corporais, eles carregam consigo uma força extraordinária e honrosa.
    Marca étnica — A professora e antropóloga Jane Beltrão explica que, para os indígenas, pintar-se ritualmente também é uma forma de expressar os mais delicados valores de sua cultura. Uma cultura rica que possui múltiplas formas de decorar corpos e artefatos, usando criativamente os mais diversos suportes — corpos, pedras, cerâmica entre tantos outros — para sua arte. “A arte indígena é uma sofisticada meio de comunicação estética, que informa aos demais sobre a diferença da qual emana força, autenticidade e valores das nações indígenas”, afirma a antropóloga.

(Fonte: UFPA — adaptado.)
Tendo em vista as normas de concordância verbal e nominal, assinalar a alternativa cujo trecho apresenta ERRO:
Alternativas
Q3393377 Português
Pinturas corporais indígenas são marcas de identidade cultural

    Provavelmente, você já deve ter visto que os indígenas possuem pinturas corporais características, mas já se perguntou o que elas significam? Os indígenas carregam no corpo e no rosto a identidade cultural de seu povo. As pinturas são as marcas de muitas etnias e são diferentes para cada ocasião. As tintas são feitas de elementos naturais, como urucum e jenipapo, e podem manter-se na pele por um período de 15 a 20 dias.
    Segundo a mestranda em Antropologia Eliene Putira, que também é presidente da Associação dos Povos Indígenas Estudantes na UFPA, cada traço tem um significado. A pesquisadora ressalta que o significado das pinturas depende de cada etnia, ou seja, uma mesma pintura pode ter significados diferentes dependendo da etnia que a faz. Existem desenhos que demonstram sentimentos, desde os mais felizes até os de revolta e indignação pelos problemas enfrentados pelos povos.
    “Muitas pessoas fazem pinturas, porque acham bonitas, mas nem sempre as pinturas bonitas significam alegria. Muitas vezes significam luto, tristeza e passagem”, alega Eliene Putira. A professora comenta que as pinturas são, ainda, a identidade dos povos e, por meio delas, podem identificar também à qual etnia pertencem.
    Pintura e ancestralidade — As pinturas feitas pelos indígenas carregam uma história com uma ancestralidade muito grande por trás de cada uma delas. Essa arte indígena está muito além do valor estético, ela obedece a preceitos mágicos simbólicos e cosmológicos da sociedade que a representa.
    “Lembro que pintei minha perna com a pintura indígena de outro povo e senti minha perna pesando muito. Comentei com a pessoa que estava fazendo a arte, e ela me disse que aquela pintura era forte, pois eu iria precisar de força”, relembra Putira. Isso ocorre, porque os grafismos indígenas são mais do que simples pinturas corporais, eles carregam consigo uma força extraordinária e honrosa.
    Marca étnica — A professora e antropóloga Jane Beltrão explica que, para os indígenas, pintar-se ritualmente também é uma forma de expressar os mais delicados valores de sua cultura. Uma cultura rica que possui múltiplas formas de decorar corpos e artefatos, usando criativamente os mais diversos suportes — corpos, pedras, cerâmica entre tantos outros — para sua arte. “A arte indígena é uma sofisticada meio de comunicação estética, que informa aos demais sobre a diferença da qual emana força, autenticidade e valores das nações indígenas”, afirma a antropóloga.

(Fonte: UFPA — adaptado.)
Considerando os elementos coesivos do texto, assinalar a alternativa em que se apontou CORRETAMENTE o referente dos termos sublinhados: 
Alternativas
Q3393376 Português
Pinturas corporais indígenas são marcas de identidade cultural

    Provavelmente, você já deve ter visto que os indígenas possuem pinturas corporais características, mas já se perguntou o que elas significam? Os indígenas carregam no corpo e no rosto a identidade cultural de seu povo. As pinturas são as marcas de muitas etnias e são diferentes para cada ocasião. As tintas são feitas de elementos naturais, como urucum e jenipapo, e podem manter-se na pele por um período de 15 a 20 dias.
    Segundo a mestranda em Antropologia Eliene Putira, que também é presidente da Associação dos Povos Indígenas Estudantes na UFPA, cada traço tem um significado. A pesquisadora ressalta que o significado das pinturas depende de cada etnia, ou seja, uma mesma pintura pode ter significados diferentes dependendo da etnia que a faz. Existem desenhos que demonstram sentimentos, desde os mais felizes até os de revolta e indignação pelos problemas enfrentados pelos povos.
    “Muitas pessoas fazem pinturas, porque acham bonitas, mas nem sempre as pinturas bonitas significam alegria. Muitas vezes significam luto, tristeza e passagem”, alega Eliene Putira. A professora comenta que as pinturas são, ainda, a identidade dos povos e, por meio delas, podem identificar também à qual etnia pertencem.
    Pintura e ancestralidade — As pinturas feitas pelos indígenas carregam uma história com uma ancestralidade muito grande por trás de cada uma delas. Essa arte indígena está muito além do valor estético, ela obedece a preceitos mágicos simbólicos e cosmológicos da sociedade que a representa.
    “Lembro que pintei minha perna com a pintura indígena de outro povo e senti minha perna pesando muito. Comentei com a pessoa que estava fazendo a arte, e ela me disse que aquela pintura era forte, pois eu iria precisar de força”, relembra Putira. Isso ocorre, porque os grafismos indígenas são mais do que simples pinturas corporais, eles carregam consigo uma força extraordinária e honrosa.
    Marca étnica — A professora e antropóloga Jane Beltrão explica que, para os indígenas, pintar-se ritualmente também é uma forma de expressar os mais delicados valores de sua cultura. Uma cultura rica que possui múltiplas formas de decorar corpos e artefatos, usando criativamente os mais diversos suportes — corpos, pedras, cerâmica entre tantos outros — para sua arte. “A arte indígena é uma sofisticada meio de comunicação estética, que informa aos demais sobre a diferença da qual emana força, autenticidade e valores das nações indígenas”, afirma a antropóloga.

(Fonte: UFPA — adaptado.)
Sobre os aspectos gerais do texto, analisar os itens:

I. As pinturas corporais feitas pelos indígenas podem demarcar, além de sentimentos, a etnia dos povos.
II. As pinturas corporais são feitas à base da força, por isso não são todas as pessoas que podem fazê-las.
III. Para muitos indígenas, uma mesma pintura pode denotar alegria ou tristeza.

Estão CORRETOS:
Alternativas
Q3393247 Português
Leia o texto a seguir.
Nos últimos anos houve um avanço na oferta de alimentos ditos cerratenses. A busca pelos frutos nativos do Cerrado cresceu, principalmente, em prol da construção e manutenção de novos cardápios assinados por famigerados chef’s de cozinha em seus renomados restaurantes. Insumos nativos do bioma Cerrado, iguarias exóticas dão vida nova aos clássicos preparos de origem estrangeira.
ANDRADE, T. C. O Patrimônio alimentar dos povos tradicionais do cerrado: Ensaios sobre instrumentos, insumos, sabores e saberes da cozinha cerratense. Cenário: Revista Interdisciplinar em Turismo e Território, v. 10, n. 2, p. 172–190, 2023.

Conforme o texto, atualmente, o Cerrado é um bioma procurado pela gastronomia por quê? 
Alternativas
Q3393237 Português
Leia o versículo a seguir.

Ensinar-vos-ei acerca da mão de Deus, e não vos encobrirei o que está com o Todo-Poderoso (Jó 13:9, 27:10,11).
BÍBLIA. Português. Bíblia sagrada. Tradução de Padre Antônio Pereira de Figueredo. Rio de Janeiro: Encyclopaedia Britannica, 1980. Edição Ecumênica.

Em relação às normas de colocação pronominal, a mesóclise não é feita, na segunda oração, em decorrência 
Alternativas
Q3393236 Português
Leia o texto a seguir.
A educação no país do futebol
O acesso ao ensino fundamental é quase universal, mas defasagens curriculares e regionais impedem uma melhoria a longo prazo
Maria Alice Setubal
Um primeiro olhar aos dados educacionais dos últimos dez anos nos permite comemorar o acesso ao ensino fundamental de 98% das crianças e adolescentes de 7 a 14 anos. Sem dúvida, os dados mostram um enorme salto para uma educação de acesso quase universal. No entanto, um olhar mais atento revela que ainda estamos longe de oferecer uma educação de qualidade. Apesar do investimento no programa de alfabetização na idade certa, ainda não resolvemos questões básicas para que nossa população esteja preparada para exercer sua cidadania. De um lado, temos um maior acesso à educação básica – Ensino Fundamental, Médio e Superior. Isso faz com que seja possível enxergar que a maioria dos jovens que ingressaram na faculdade nos últimos anos consiste na primeira geração da família a estudar um curso superior, evidenciando um avanço em relação à escolarização da população. Por outro lado, as novas gerações querem protagonizar suas vidas, buscam mais autoria, diálogo e participação direta nos rumos da sociedade. Os jovens demandam novas estratégias, tanto de poder de decisão quanto metodologia de ensino. O país do futebol ouviu milhares de cidadãos, na ocasião da Copa do Mundo de Futebol no Brasil, clamando nas ruas por uma “educação padrão Fifa”. Assim, escutar o clamor das ruas por melhores condições de educação significa descortinar os vários entraves educacionais no Brasil, de modo que se possa superar o desafio de atender demandas de curto prazo, sem perder o contexto histórico e estrutural do país.
Disponível em: <https://fundacaotidesetubal.org.br/midia/artigo_560.pdf>. Acesso em: 03 dez. 2023.

Considerando as regras que norteiam a concordância entre sujeito e verbo, o trecho “a maioria dos jovens que ingressaram na faculdade” está correto porque 
Alternativas
Q3393235 Português
Dentre os tipos de argumentos usados em textos argumentativos, há 
Alternativas
Q3393234 Português
Leia a tirinha a seguir. 
7.png (448×153)
Disponível em: <https://slideplayer.com.br/slide/1766750/7/images/15/Dispon%C3%ADvel+em %3A+Ricardo+Feltre%2C+volume+3.jpg>. Acesso em: 03 dez. 2023. 

No primeiro quadrinho da tirinha, há um período composto. Analisando-o sintaticamente, tem-se um período composto 
Alternativas
Q3393233 Português
Leia a tirinha a seguir.
6.png (420×257)
Disponível em: <http://moderada.flogbrasil.terra.com.br/fotos/6/e/5/moderada/1096124973.jpg>. Acesso em: 03 dez. 2023.

As conjunções coordenativas presentes no balão de pensamento são classificadas, respectivamente, como
Alternativas
Q3393232 Português
Observe o anúncio a seguir.
5.png (427×322)
Disponível em: <https://bicicletanarua.wordpress.com/2012/01/26/bicicletada-floripa-sera-dia-27-de-janeiro/>. Acesso em: 25 jan. 2024.

Em relação à palavra “bicicletada”, ela foi formada 
Alternativas
Q3393231 Português
Leia o texto a seguir.

Fotografias que marcam a nossa história
Nájia Furlán
Magia. Mistério. Lembranças. Alegria. O dia 17 de julho de 1975 ficou na memória dos curitibanos e visitantes. Até hoje, passados mais de 30 anos, o dia da neve, ou seja, o dia em que nevou pela última vez, é lembrado por motivos diversos e bem pessoais. No dia que nevou na capital paranaense, Cláudio Seto, de 60 anos, estava de passagem a caminho do Rio Grande do Sul, quando resolveu passar a noite em Curitiba. “Meu avô e os irmãos vieram na primeira leva de imigrantes ao Brasil. Um dos meus tios-avôs trazia uma espada de família e desapareceu em 1909, em Curitiba. A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado. Quando eu vim de São Paulo para cá, fui buscar a espada que um senhor tinha guardado por 30 anos. Quando ele me entregou, disse que eu não sacasse a espada, pois se eu o fizesse ou eu teria de matar alguém ou algo aconteceria, de bom ou ruim. Cheguei aqui no dia 16 de julho, em 75, e, na manhã seguinte, levantei, não resisti e puxei a espada, quando eu olhei pela janela, enxerguei a Praça Rui Barbosa toda branca, estava nevando por aqui”, conta Seto.
Disponível em: <https://www.tribunapr.com.br/noticias/parana/ha-30-anos-curitiba-ficou-branca-de-neve/>. Acesso em: 25 jan. 2024.

No trecho “A espada ficou desaparecida por anos, até que durante a guerra acharam a espada no interior do Estado”, o termo que se repete deve ser substituído, respeitando as regras gramaticais, pelo pronome ou pela junção “preposição + pronome”
Alternativas
Q3393230 Português
Leia o texto a seguir.
Uma vez, um amigo estava saindo de um carro da garagem do seu prédio. Num momento de distração (olhando no celular), não percebeu alguém atravessando a porta.
Disponível em: <https://instagram.com/chicofelitti?igshid=OGQ5ZDc2ODk2ZA==>. Acesso em: 03 dez. 2023.

Na mensagem direcionada a um jornalista, uma ambiguidade está presente 
Alternativas
Respostas
38721: C
38722: D
38723: D
38724: A
38725: C
38726: B
38727: A
38728: C
38729: B
38730: C
38731: B
38732: A
38733: D
38734: C
38735: A
38736: C
38737: C
38738: B
38739: B
38740: D