Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3149256 Português
Sobre o uso de classes gramaticais, uma habilidade importante no ensino de Língua Portuguesa é identificar a função de palavras polissêmicas em diferentes contextos. Analise o trecho "O aluno desenvolveu uma visão crítica do conteúdo" e escolha a alternativa que classifica corretamente o termo "visão" em relação a seu uso no contexto.
Alternativas
Q3149181 Português
Em relação à interpretação de textos em Língua Portuguesa, qual das opções a seguir representa a estratégia mais eficaz para identificar a ideia central de um texto argumentativo?
Alternativas
Q3149177 Português
Leia o trecho a seguir:

"Após longos dias de viagem, ele finalmente chegou à cidade antiga, carregando no rosto o cansaço e a satisfação da missão cumprida."

Com base na análise morfológica do trecho, qual das alternativas classifica corretamente a função de cada termo destacado?
Alternativas
Q3149174 Português
Leia a frase: "Ele agiu de forma cautelosa, escolhendo cuidadosamente cada palavra." Sobre a função dos advérbios no contexto dado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3149146 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Carlos sempre possuiu virtude e compaixão louvável.
II.Cristina trajava chapéu e saia amarelos.
III.Roberto comprou brinquedos e roupas novos.
IV.Conheci belos moças e rapazes.
V.Me deparei com as janelas e o chão sujo.

Em quais das afirmativas lidas acima há erro na concordância nominal?
Alternativas
Q3149144 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo:

I.Usa-se para iniciar uma enumeração.
II.Usa-se no final de frase exclamativa.
III.Usa-se para demarcar abreviações.
IV.Usa-se em frase imperativa.
V.Usa-se em substituição à vírgula em vocativo enfático.

Quais das regras de pontuação acima se aplicam ao emprego do ponto de exclamação?
Alternativas
Q3149141 Português
Leia atenciosamente as alternativas abaixo e assinale aquela que possui o emprego de ênclise: 
Alternativas
Q3149137 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
O que o texto indica sobre a relação entre os gladiadores e o público romano?
Alternativas
Q3149136 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
O que o cabo de faca descoberto na Muralha de Adriano revela sobre a cultura romana?
Alternativas
Q3149135 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
O que o texto informa sobre o uso da mão esquerda por gladiadores romanos?
Alternativas
Q3149134 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
 O que torna a descoberta do cabo de faca mencionada no texto especialmente significativa? 
Alternativas
Q3149133 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Raro cabo de faca em forma de gladiador dá detalhes sobre "celebridades" romanas

Um raro cabo de faca em forma de gladiador foi descoberto na Muralha de Adriano, no norte da Inglaterra, lançando uma nova luz sobre o status de celebridade dos antigos combatentes romanos. O cabo de faca de liga de cobre retrata uma classe de gladiador conhecida como secutor, segundo a instituição de conservação English Heritage, que cuida do sítio histórico onde o artefato foi encontrado.

Os secutors (do latim: perseguidores) eram totalmente armados e lutavam contra um retiarius (homem da rede), que, por sua vez, vestia apenas uma túnica curta ou avental e tentava usar uma rede para prender o seu perseguidor. O gladiador secutor retratado no cabo da faca usa um capacete, segura um grande escudo e tem sua mão esquerda estendida, que provavelmente já esteve segurado uma espada.

Isso sugere que ele era canhoto — uma característica considerada de má sorte no mundo romano −, e, portanto, pode significar que a figura seja o retrato de um gladiador específico, disse a English Heritage em um comunicado à imprensa na sexta-feira (15). Apesar de serem, em grande parte, escravizados e criminosos, os gladiadores bem-sucedidos desfrutavam do status de celebridade.

"Os gladiadores tinham fãs individuais que os seguiam e lhes davam presentes", disse Frances McIntosh, curadora de coleções da Muralha de Adriano e do Nordeste na English Heritage, em um vídeo sobre a descoberta.

"Pode ser que esta pessoa [o dono da faca] realmente gostasse deste gladiador e tenha mandado fazer o cabo de sua faca especificamente para representá-lo".

Alguns gladiadores aprenderam a lutar com a mão esquerda para tentar obter vantagem sobre seus oponentes, segundo a English Heritage.

O cabo de faca de 2.000 anos foi encontrado no Rio Tyne, na cidade romana de Corbridge, na Muralha de Adriano, uma barreira defensiva construída pelos romanos ocupantes no nordeste da Inglaterra. A cidade tinha uma comunidade movimentada e vibrante e era uma base de suprimentos onde os romanos obtinham comida e provisões, de acordo com o site da organização.

"É raro encontrar uma peça de gladiador na Grã-Bretanha e encontrar uma peça tão bem preservada e interessante é particularmente notável", disse McIntosh no comunicado.

"Este cabo de faca belamente feito é um testemunho de quão difundida era essa cultura de celebridades, alcançando até a Muralha de Adriano na extremidade do Império Romano", acrescentou.

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/raro-cabo-de-faca-em-forma-de-gladiador-da-detalhes-sobre-celebridades-romanas/ 
De acordo com o texto, qual característica do gladiador secutor retratado no cabo da faca é considerada incomum no contexto romano?
Alternativas
Q3149008 Português
Leia com atenção as alternativas abaixo e assinale aquela que possui um termo com erro de acentuação: 
Alternativas
Q3149007 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

"Cofre do apocalipse": banco de sementes na Noruega pode salvar a humanidade 

Mais de 30 mil sementes de espécies de plantas vindas de 21 países chegaram em uma pequena ilha norueguesa banhada pelo oceano Glacial Ártico no fim de outubro. O novo lote deve se juntar às mais de 1,3 milhão de sementes distintas armazenadas em um cofre debaixo de uma montanha coberta de neve: o Banco Mundial de Sementes.

Também conhecido como "cofre do apocalipse" ou "cofre do juízo final", o Svalbard Global Seed Vault (Silo Global de Sementes de Svalbard, em português) é o local onde amostras de sementes de quase todos os países do mundo estão armazenadas em segurança. A iniciativa faz parte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de preservar sementes de plantas importantes para a humanidade − especialmente as que são vitais para nossa alimentação.

Embora existam milhares de bancos de sementes espalhados por outros países, o banco em Svalbard consegue estocar essas espécies em um território a salvo de conflitos, guerras, catástrofes naturais, mudanças políticas ou simplesmente má gestão.

O Banco Mundial de Sementes tem, atualmente, 1,3 milhão de espécies originárias de todos os continentes − desde grãos básicos como milho, arroz, trigo, feijão, até variedades de legumes e vegetais, como alface, cevada e batata.

Sua capacidade máxima, no entanto, é bem maior: o cofre tem espaço para guardar 4,5 milhões de espécies. Como cada pacote de sementes consiste em cerca de 500 unidades, o Banco Mundial de Sementes pode armazenar até 2,5 bilhões de sementes. 

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cofre-do-apocalipse-banco-desementes-na-noruega-pode-salvar-a-humanidade/ 
Quais tipos de sementes estão armazenadas no Banco Mundial de Sementes, de acordo com o texto? 
Alternativas
Q3149006 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

"Cofre do apocalipse": banco de sementes na Noruega pode salvar a humanidade 

Mais de 30 mil sementes de espécies de plantas vindas de 21 países chegaram em uma pequena ilha norueguesa banhada pelo oceano Glacial Ártico no fim de outubro. O novo lote deve se juntar às mais de 1,3 milhão de sementes distintas armazenadas em um cofre debaixo de uma montanha coberta de neve: o Banco Mundial de Sementes.

Também conhecido como "cofre do apocalipse" ou "cofre do juízo final", o Svalbard Global Seed Vault (Silo Global de Sementes de Svalbard, em português) é o local onde amostras de sementes de quase todos os países do mundo estão armazenadas em segurança. A iniciativa faz parte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de preservar sementes de plantas importantes para a humanidade − especialmente as que são vitais para nossa alimentação.

Embora existam milhares de bancos de sementes espalhados por outros países, o banco em Svalbard consegue estocar essas espécies em um território a salvo de conflitos, guerras, catástrofes naturais, mudanças políticas ou simplesmente má gestão.

O Banco Mundial de Sementes tem, atualmente, 1,3 milhão de espécies originárias de todos os continentes − desde grãos básicos como milho, arroz, trigo, feijão, até variedades de legumes e vegetais, como alface, cevada e batata.

Sua capacidade máxima, no entanto, é bem maior: o cofre tem espaço para guardar 4,5 milhões de espécies. Como cada pacote de sementes consiste em cerca de 500 unidades, o Banco Mundial de Sementes pode armazenar até 2,5 bilhões de sementes. 

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cofre-do-apocalipse-banco-desementes-na-noruega-pode-salvar-a-humanidade/ 
Por que o banco de sementes de Svalbard é considerado mais seguro que outros bancos de sementes ao redor do mundo?
Alternativas
Q3149003 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

"Cofre do apocalipse": banco de sementes na Noruega pode salvar a humanidade 

Mais de 30 mil sementes de espécies de plantas vindas de 21 países chegaram em uma pequena ilha norueguesa banhada pelo oceano Glacial Ártico no fim de outubro. O novo lote deve se juntar às mais de 1,3 milhão de sementes distintas armazenadas em um cofre debaixo de uma montanha coberta de neve: o Banco Mundial de Sementes.

Também conhecido como "cofre do apocalipse" ou "cofre do juízo final", o Svalbard Global Seed Vault (Silo Global de Sementes de Svalbard, em português) é o local onde amostras de sementes de quase todos os países do mundo estão armazenadas em segurança. A iniciativa faz parte da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com o objetivo de preservar sementes de plantas importantes para a humanidade − especialmente as que são vitais para nossa alimentação.

Embora existam milhares de bancos de sementes espalhados por outros países, o banco em Svalbard consegue estocar essas espécies em um território a salvo de conflitos, guerras, catástrofes naturais, mudanças políticas ou simplesmente má gestão.

O Banco Mundial de Sementes tem, atualmente, 1,3 milhão de espécies originárias de todos os continentes − desde grãos básicos como milho, arroz, trigo, feijão, até variedades de legumes e vegetais, como alface, cevada e batata.

Sua capacidade máxima, no entanto, é bem maior: o cofre tem espaço para guardar 4,5 milhões de espécies. Como cada pacote de sementes consiste em cerca de 500 unidades, o Banco Mundial de Sementes pode armazenar até 2,5 bilhões de sementes. 

https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/cofre-do-apocalipse-banco-desementes-na-noruega-pode-salvar-a-humanidade/ 
Qual é o principal objetivo do Svalbard Global Seed Vault, segundo o texto?
Alternativas
Q3148960 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão,


A fila do mineiro



Um comportamento é digno de atenção aqui. Mineiro não forma fila. Ele faz um semicírculo. Um paredão que avança lentamente, ocupando a extensão inteira da calçada. Jamais vi uma fila indiana em Minas, um atrás do outro, como no padrão internacional.


O conjunto irradia espontaneamente para os cantos e laterais. Não se dispõe de maneira uniformizada, em linha reta, como acontece nos demais Estados do país.


Rompe-se com aquele sentimento de rebanho, conduzido pelo vaqueiro em fileira devido às trilhas estreitas e obstáculos das pastagens. É uma fila livre da fila. Todos sabem quando é a sua vez, não há desrespeito ao espaço alheio, à preferência do antecessor.


De modo nenhum, esse movimento de se espalhar é um jeito criativo de furar fila. Existe em cada um a consciência do momento em que se chegou ali e a fixação mental de seu lugar.


A fila se distribui horizontalmente em qualquer ambiente. Pode ser numa unidade de saúde, numa entrevista de emprego, numa balada, na entrada de um restaurante, para realizar algum concurso, para ingressar na escola, para colher autógrafos de um autor, para entrar num estádio ou teatro.


Todo mineiro dá um passo à frente antes da hora, transgredindo a delimitação prévia. Pensei primeiramente que era um recurso para ampliar o campo de visão e espiar o quanto faltava para o final. Até que reparei que tem mais a ver com o afeto: ele reencontra amigos e colegas na fila e puxa assunto lado a lado. Arruma um grupo. Arruma uma panelinha. Arruma um bando. Arruma um clube da esquina.


Tanto que é o único povo no Brasil que conversa no elevador. Fila, então, é sua chance de começar um comício.


 É impressionante a sua capacidade de criar raízes nas casualidades. Mesmo quando não conhece ninguém, resgata algum parentesco ou afinidade perguntando onde a pessoa mora, onde nasceu, onde estudou, com o que trabalha. O sobrenome desperta uma família que desemboca num laço remoto, ou uma cidade lembra um parente que resulta numa observação espirituosa, e se estabelece a magia. O mineiro vai questionando exaustivamente, rodeando, numa investigação da intimidade sem precedentes. Sempre acaba achando um ponto em cruz para tricotar coincidências, para firmar convergências.


É o que batizo de "visita de rua". Mineiro não realiza visitas unicamente em casa, mas também efetua abordagens no meio de seu trajeto, pescando colóquios e audiências.


Assim o tempo passa mais rapidamente, o desconforto se transforma em prazer, e nem parece que você estava aguardando algo. Fica, inclusive, com o gosto amargo de ter que se despedir das amizades. É comum se mostrar contrariado ao ser chamado para o guichê ou balcão. Só em Minas, a fila é melhor do que o atendimento.


Fabrício Carpinejar


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/9/27/a-fila-do-mineiro

O texto "A fila do mineiro", de Fabrício Carpinejar, apresenta características específicas de organização textual e se insere em determinado gênero textual. Considerando a tipologia textual predominante no texto e os elementos que definem o gênero textual ao qual pertence, analise as afirmativas a seguir e identifique a alternativa correta:
Alternativas
Q3148959 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão,


A fila do mineiro



Um comportamento é digno de atenção aqui. Mineiro não forma fila. Ele faz um semicírculo. Um paredão que avança lentamente, ocupando a extensão inteira da calçada. Jamais vi uma fila indiana em Minas, um atrás do outro, como no padrão internacional.


O conjunto irradia espontaneamente para os cantos e laterais. Não se dispõe de maneira uniformizada, em linha reta, como acontece nos demais Estados do país.


Rompe-se com aquele sentimento de rebanho, conduzido pelo vaqueiro em fileira devido às trilhas estreitas e obstáculos das pastagens. É uma fila livre da fila. Todos sabem quando é a sua vez, não há desrespeito ao espaço alheio, à preferência do antecessor.


De modo nenhum, esse movimento de se espalhar é um jeito criativo de furar fila. Existe em cada um a consciência do momento em que se chegou ali e a fixação mental de seu lugar.


A fila se distribui horizontalmente em qualquer ambiente. Pode ser numa unidade de saúde, numa entrevista de emprego, numa balada, na entrada de um restaurante, para realizar algum concurso, para ingressar na escola, para colher autógrafos de um autor, para entrar num estádio ou teatro.


Todo mineiro dá um passo à frente antes da hora, transgredindo a delimitação prévia. Pensei primeiramente que era um recurso para ampliar o campo de visão e espiar o quanto faltava para o final. Até que reparei que tem mais a ver com o afeto: ele reencontra amigos e colegas na fila e puxa assunto lado a lado. Arruma um grupo. Arruma uma panelinha. Arruma um bando. Arruma um clube da esquina.


Tanto que é o único povo no Brasil que conversa no elevador. Fila, então, é sua chance de começar um comício.


 É impressionante a sua capacidade de criar raízes nas casualidades. Mesmo quando não conhece ninguém, resgata algum parentesco ou afinidade perguntando onde a pessoa mora, onde nasceu, onde estudou, com o que trabalha. O sobrenome desperta uma família que desemboca num laço remoto, ou uma cidade lembra um parente que resulta numa observação espirituosa, e se estabelece a magia. O mineiro vai questionando exaustivamente, rodeando, numa investigação da intimidade sem precedentes. Sempre acaba achando um ponto em cruz para tricotar coincidências, para firmar convergências.


É o que batizo de "visita de rua". Mineiro não realiza visitas unicamente em casa, mas também efetua abordagens no meio de seu trajeto, pescando colóquios e audiências.


Assim o tempo passa mais rapidamente, o desconforto se transforma em prazer, e nem parece que você estava aguardando algo. Fica, inclusive, com o gosto amargo de ter que se despedir das amizades. É comum se mostrar contrariado ao ser chamado para o guichê ou balcão. Só em Minas, a fila é melhor do que o atendimento.


Fabrício Carpinejar


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/9/27/a-fila-do-mineiro

Com base no texto "A fila do mineiro", de Fabrício Carpinejar, analise as orações abaixo e assinale a alternativa que classifica corretamente a relação sintática entre elas.

"Pensei primeiramente que era um recurso para ampliar o campo de visão e espiar o quanto faltava para o final." 
Alternativas
Q3148958 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão,


A fila do mineiro



Um comportamento é digno de atenção aqui. Mineiro não forma fila. Ele faz um semicírculo. Um paredão que avança lentamente, ocupando a extensão inteira da calçada. Jamais vi uma fila indiana em Minas, um atrás do outro, como no padrão internacional.


O conjunto irradia espontaneamente para os cantos e laterais. Não se dispõe de maneira uniformizada, em linha reta, como acontece nos demais Estados do país.


Rompe-se com aquele sentimento de rebanho, conduzido pelo vaqueiro em fileira devido às trilhas estreitas e obstáculos das pastagens. É uma fila livre da fila. Todos sabem quando é a sua vez, não há desrespeito ao espaço alheio, à preferência do antecessor.


De modo nenhum, esse movimento de se espalhar é um jeito criativo de furar fila. Existe em cada um a consciência do momento em que se chegou ali e a fixação mental de seu lugar.


A fila se distribui horizontalmente em qualquer ambiente. Pode ser numa unidade de saúde, numa entrevista de emprego, numa balada, na entrada de um restaurante, para realizar algum concurso, para ingressar na escola, para colher autógrafos de um autor, para entrar num estádio ou teatro.


Todo mineiro dá um passo à frente antes da hora, transgredindo a delimitação prévia. Pensei primeiramente que era um recurso para ampliar o campo de visão e espiar o quanto faltava para o final. Até que reparei que tem mais a ver com o afeto: ele reencontra amigos e colegas na fila e puxa assunto lado a lado. Arruma um grupo. Arruma uma panelinha. Arruma um bando. Arruma um clube da esquina.


Tanto que é o único povo no Brasil que conversa no elevador. Fila, então, é sua chance de começar um comício.


 É impressionante a sua capacidade de criar raízes nas casualidades. Mesmo quando não conhece ninguém, resgata algum parentesco ou afinidade perguntando onde a pessoa mora, onde nasceu, onde estudou, com o que trabalha. O sobrenome desperta uma família que desemboca num laço remoto, ou uma cidade lembra um parente que resulta numa observação espirituosa, e se estabelece a magia. O mineiro vai questionando exaustivamente, rodeando, numa investigação da intimidade sem precedentes. Sempre acaba achando um ponto em cruz para tricotar coincidências, para firmar convergências.


É o que batizo de "visita de rua". Mineiro não realiza visitas unicamente em casa, mas também efetua abordagens no meio de seu trajeto, pescando colóquios e audiências.


Assim o tempo passa mais rapidamente, o desconforto se transforma em prazer, e nem parece que você estava aguardando algo. Fica, inclusive, com o gosto amargo de ter que se despedir das amizades. É comum se mostrar contrariado ao ser chamado para o guichê ou balcão. Só em Minas, a fila é melhor do que o atendimento.


Fabrício Carpinejar


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/9/27/a-fila-do-mineiro

No texto "A fila do mineiro", de Fabrício Carpinejar, observa-se a riqueza de recursos semânticos utilizados para descrever o comportamento cultural dos mineiros em filas. Com base nos conceitos de sinonímia, antonímia, homonímia, paronímia, polissemia e ambiguidade, analise as afirmativas e escolha a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3148956 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão,


A fila do mineiro



Um comportamento é digno de atenção aqui. Mineiro não forma fila. Ele faz um semicírculo. Um paredão que avança lentamente, ocupando a extensão inteira da calçada. Jamais vi uma fila indiana em Minas, um atrás do outro, como no padrão internacional.


O conjunto irradia espontaneamente para os cantos e laterais. Não se dispõe de maneira uniformizada, em linha reta, como acontece nos demais Estados do país.


Rompe-se com aquele sentimento de rebanho, conduzido pelo vaqueiro em fileira devido às trilhas estreitas e obstáculos das pastagens. É uma fila livre da fila. Todos sabem quando é a sua vez, não há desrespeito ao espaço alheio, à preferência do antecessor.


De modo nenhum, esse movimento de se espalhar é um jeito criativo de furar fila. Existe em cada um a consciência do momento em que se chegou ali e a fixação mental de seu lugar.


A fila se distribui horizontalmente em qualquer ambiente. Pode ser numa unidade de saúde, numa entrevista de emprego, numa balada, na entrada de um restaurante, para realizar algum concurso, para ingressar na escola, para colher autógrafos de um autor, para entrar num estádio ou teatro.


Todo mineiro dá um passo à frente antes da hora, transgredindo a delimitação prévia. Pensei primeiramente que era um recurso para ampliar o campo de visão e espiar o quanto faltava para o final. Até que reparei que tem mais a ver com o afeto: ele reencontra amigos e colegas na fila e puxa assunto lado a lado. Arruma um grupo. Arruma uma panelinha. Arruma um bando. Arruma um clube da esquina.


Tanto que é o único povo no Brasil que conversa no elevador. Fila, então, é sua chance de começar um comício.


 É impressionante a sua capacidade de criar raízes nas casualidades. Mesmo quando não conhece ninguém, resgata algum parentesco ou afinidade perguntando onde a pessoa mora, onde nasceu, onde estudou, com o que trabalha. O sobrenome desperta uma família que desemboca num laço remoto, ou uma cidade lembra um parente que resulta numa observação espirituosa, e se estabelece a magia. O mineiro vai questionando exaustivamente, rodeando, numa investigação da intimidade sem precedentes. Sempre acaba achando um ponto em cruz para tricotar coincidências, para firmar convergências.


É o que batizo de "visita de rua". Mineiro não realiza visitas unicamente em casa, mas também efetua abordagens no meio de seu trajeto, pescando colóquios e audiências.


Assim o tempo passa mais rapidamente, o desconforto se transforma em prazer, e nem parece que você estava aguardando algo. Fica, inclusive, com o gosto amargo de ter que se despedir das amizades. É comum se mostrar contrariado ao ser chamado para o guichê ou balcão. Só em Minas, a fila é melhor do que o atendimento.


Fabrício Carpinejar


https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2024/9/27/a-fila-do-mineiro

Com base no texto "A fila do mineiro", de Fabrício Carpinejar, analise a construção textual em termos de coesão e coerência e responda à seguinte questão:

Qual das alternativas abaixo melhor exemplifica o uso de um recurso coesivo que contribui para a coerência do texto?
Alternativas
Respostas
38661: A
38662: C
38663: D
38664: A
38665: A
38666: C
38667: B
38668: C
38669: C
38670: C
38671: A
38672: C
38673: A
38674: A
38675: D
38676: D
38677: D
38678: B
38679: D
38680: C