Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Ó Davi ! Que alegria pela sua conquista.
O termo destacado é:
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.Sempre me surpreendo com o governo e a burocracia alemãs.
II.Quando cheguei em casa vi que os quartos e a sala estavam bagunçados.
III.Nos deparamos com escandalosas mulheres e homens na cerimônia.
IV.Todo turista sempre se surpreende com o humor e a alegria brasileiros.
V.Pinturas e livros francesas marcaram a história moderna da Europa.
Quais das afirmativas lidas possui a concordância nominal correta?
Leia com atenção as colunas abaixo:
Coluna 01:
(__)Marcela tem a necessidade de que a elogiem sempre.
(__)Eu torço que o Flamengo vença sempre.
(__)É incerto que ele venha te parabenizar.
(__)Espero somente uma coisa: que tu tenhas estudado muito.
(__)Meu maior sonho era que reconhecessem meus esforços.
(__)Quando estou sozinho me lembro de que tu choravas à noite.
Coluna 02:
I.Oração subordinada substantiva apositiva.
II.Oração subordinada substantiva completiva nominal.
III.Oração subordinada substantiva objetiva direta.
IV.Oração subordinada substantiva objetiva indireta.
V.Oração subordinada substantiva predicativa.
VI.Oração subordinada substantiva subjetiva.
Correlacione ambas as colunas de acordo com o tipo de oração subordinada substantiva empregada. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória
Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.
No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.
"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."
Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.
Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.
Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.
Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.
A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.
De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.
Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.
"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."
De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.
Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.
Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória
Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.
No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.
"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."
Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.
Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.
Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.
Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.
A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.
De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.
Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.
"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."
De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.
Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.
Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória
Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.
No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.
"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."
Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.
Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.
Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.
Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.
A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.
De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.
Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.
"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."
De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.
Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.
Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dieta rica em açúcar e gordura na adolescência prejudica a memória
Um novo estudo liderado por pesquisadores da USC (University of Southern California) mostrou que uma dieta rica em "junk food" — um termo em inglês para se referir a comidas ricas em calorias e de baixa qualidade nutritiva, como ultraprocessados e alimentos com alto teor de açúcar — durante a adolescência pode prejudicar a memória longo do tempo.
No estudo, os pesquisadores alimentaram camundongos adolescentes com uma dieta rica em gordura e açúcar e descobriram que a capacidade de memória desses modelos foi prejudicada a longo prazo. A descoberta foi publicada na edição de maio da revista Brain, Behavior, and Immunity.
"O que vemos não apenas neste artigo, mas em algu.ns de nossos outros trabalhos recentes, é que se esses ratos cresceram com essa dieta de junk food, então eles têm problemas de memória que não desaparecem", diz Scott Kanoski, professor de ciências biológicas na Faculdade de Letras, Artes e Ciências da USC Dornsife, em comunicado. "Se você simplesmente colocá-los em uma dieta saudável, esses efeitos infelizmente duram até a idade adulta."
Para realizar o estudo, os pesquisadores levaram em consideração que pesquisas anteriores já haviam mostrado uma relação entre a má alimentação e a doença de Alzheimer, que leva à perda progressiva da memória e capacidades cognitivas.
Pessoas com Alzheimer tendem a ter níveis mais baixos de um neurotransmissor chamado acetilcolina no cérebro. Ele é essencial para a memória e funções como aprendizagem, atenção e movimentos musculares involuntários.
Diante disso, a equipe de pesquisadores se questionou se isso poderia trazer prejuízos a longo prazo para jovens que estão seguindo uma dieta rica em gordura e açúcar, especialmente durante a adolescência, fase em que o cérebro ainda está em desenvolvimento significativo.
Portanto, os pesquisadores decidiram rastrear os níveis de acetilcolina em um grupo de ratos que estavam recebendo uma alimentação gordurosa e açucarada e em um segundo grupo controle de ratos — que não receberam a mesma alimentação.
A equipe analisou as respostas cerebrais a certas tarefas destinadas a testar a memória dos roedores. Os testes incluíam a exploração de objetos em um determinado cenário. Dias depois, os ratos eram reintroduzidos na mesma cena, mas com a adição de um novo objeto.
De acordo com o estudo, os ratos que seguiam uma dieta com "junk food" mostraram sinais de que não conseguiam lembrar qual objeto haviam visto anteriormente e em qual lugar. Já os ratos do grupo controle mostraram familiaridade na tarefa.
Os cérebros dos ratos também foram examinados após a morte deles, em busca de sinais de alterações nos níveis de acetilcolina.
"A sinalização de acetilcolina é um mecanismo para ajudá-los a codificar e lembrar esses eventos, análogo à 'memória episódica' em humanos, que nos permite lembrar eventos do nosso passado", explicou a autora principal do estudo, Anna Hayes. "Esse sinal parece não estar acontecendo nos animais que cresceram comendo uma dieta gordurosa e açucarada."
De acordo com os pesquisadores, a adolescência é um período muito sensível para o cérebro, pois nela ocorrem mudanças importantes no desenvolvimento. "Infelizmente, algumas coisas que podem ser mais facilmente reversíveis durante a idade adulta são menos reversíveis quando ocorrem durante a infância", afirma Kanoski.
Porém, ainda existe uma esperança de intervenção. O pesquisador conta que, em outro estudo, a equipe examinou se os danos à memória em ratos que foram criados com a dieta com junk food poderiam ser revertidos com o uso de medicamentos que induzem a liberação de acetilcolina.
Para isso, foram utilizados dois medicamentos, PNU-282987 e carbacol. Quando administrados diretamente no hipocampo, região do cérebro que controla a memória, a capacidade de reminiscência foi restaurada. No entanto, sem essa intervenção médica, os pesquisadores acreditam que outros estudos são necessários para saber como reverter problemas de memória causados por uma má alimentação.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/dieta-rica-em-acucar-e-gordura-naadolescencia-prejudica-a-memoria-diz-estudo/
Instrução: O excerto a seguir deve ser lido para responder à questão.
Chicó
“[...] Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados [...].”
SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. 36. ed. p. 114.
Instrução: O excerto a seguir deve ser lido para responder à questão.
Chicó
“[...] Acabou-se o Grilo mais inteligente do mundo. Cumpriu sua sentença e encontrou-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados [...].”
SUASSUNA, Ariano. Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2014. 36. ed. p. 114.
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Avançar na leitura e na cidadania
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede
Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10
Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).
O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.
Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.
Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.
O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.
Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.
Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.
O Tempo. Disponível em:
Leia:
“Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder...”
Marque a opção em que a palavra sublinhada pertence à mesma classe gramatical daquela em destaque no trecho apresentado:
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Avançar na leitura e na cidadania
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede
Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10
Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).
O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.
Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.
Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.
O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.
Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.
Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.
O Tempo. Disponível em:
Assinale a opção em que as palavras foram acentuadas, respectivamente, pelo mesmo motivo que os termos destacados em:
I. ... faixas etárias usadas.
II. ... diversos fatores pedagógicos ...
III.... na cultura e na economia do país...
IV. ... nem tempo hábil...
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Avançar na leitura e na cidadania
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede
Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10
Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).
O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.
Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.
Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.
O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.
Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.
Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.
O Tempo. Disponível em:
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Avançar na leitura e na cidadania
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede
Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10
Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).
O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.
Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.
Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.
O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.
Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.
Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.
O Tempo. Disponível em:
Para estruturar sua argumentação, o texto lançou mão de alguns recursos. Analise-os:
I. contextualização
II. citação
III. fatos históricos
IV. comparação
Quais recursos fazem parte da construção do texto “Avançar na leitura e na cidadania”?
Instrução: Leia o texto a seguir para responder à questão.
Avançar na leitura e na cidadania
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas – índice bem abaixo do de outros países do continente – segundo pesquisa do Iede
Publicado em 1 de dezembro de 2023 | 07h10
Se é verdade que “nada está no intelecto sem antes ter passado pelos sentidos” (Aristóteles), a maioria dos alunos brasileiros está deixando de absorver conhecimento por meio da leitura.
No Brasil, 66% dos estudantes de 15 e 16 anos não leem textos com mais de dez páginas, segundo levantamento do Centro de Pesquisas em Educação, Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede).
O baixo índice está ligado a diversos fatores pedagógicos e socioeconômicos, que não propiciam ambiente nem tempo hábil para se dedicar aos livros. Falta ainda estímulo por parte das famílias e das escolas, o que é reforçado pelo sucateamento das bibliotecas em instituições públicas de ensino.
Enquanto a máxima aristotélica que abre este texto se concentra no conhecimento individual, uma frase de Monteiro Lobato coloca a leitura no contexto da coletividade: “Uma nação se faz com homens e livros”. Nesse sentido, o Brasil tem muito a avançar. O mesmo levantamento do Iede aponta que, no Chile, o normal é os alunos lerem mais de cem páginas por ano, em média.
Tais ideias do filósofo grego e do escritor brasileiro merecem ser reacendidas para enfrentarmos o desafio de estimular o hábito da leitura mais densa em um mundo conectado. As faixas etárias usadas como base para a pesquisa do Iede correspondem à dos nativos digitais, que praticamente nasceram com um dispositivo que tem acesso à internet nas mãos.
O estímulo ____ (A / À) leitura só pode ser feito por meio de políticas consistentes de acesso nas escolas e comunidades, incentivo ____ (A / À) bibliotecas e promoção de eventos literários. ____ (A / À) própria internet pode ser usada como ferramenta para despertar o interesse pelos livros.
Ler é ampliar o vocabulário, a fluência verbal e a cultura geral, aproximando o indivíduo das possibilidades do mundo acadêmico e do mercado de trabalho.
Mas o mais nobre benefício está na promoção da cidadania, a partir do momento em que o leitor conhece seus direitos. Tudo aquilo que estruturas rígidas de poder querem manter sob as sombras, em códigos que poucos podem decifrar.
O Tempo. Disponível em:
Instrução: Considere o excerto da música a seguir para responder à questão.
Óculos
Os Paralamas do Sucesso
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de ____ (MAU / MAL).
Por que você não olha pra mim?
Por ______ (TRÁS / TRAZ) dessa lente tem um cara legal.
Vianna, HERBERT. Óculos. Disponível em: < https://www.letras.mus.br/osparalamas-do-sucesso/47956/>. Acesso em: 09 fev. 2024. 09)
Instrução: O texto a seguir se refere à questão.
Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
Instrução: Considere o excerto da música a seguir para responder à questão.
Óculos
Os Paralamas do Sucesso
Por que você não olha pra mim?
Me diz o que é que eu tenho de ____ (MAU / MAL).
Por que você não olha pra mim? Por ______ (TRÁS / TRAZ) dessa lente tem um cara legal.
Vianna, HERBERT. Óculos. Disponível em: < https://www.letras.mus.br/osparalamas-do-sucesso/47956/>. Acesso em: 09 fev. 2024.
Instrução:O texto a seguir se refere à questão:
Proteger o futebol da violência
O esporte assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país
Publicado em 8 de dezembro de 2023 | 07h40
A temporada no futebol brasileiro terminou nessa quarta-feira (6) marcada pela mesma violência que se fez presente em diversos momentos do ano. Revoltados com o rebaixamento do Santos para a Série B do Brasileirão, torcedores do time provocaram uma confusão que resultou em carros queimados e policiais feridos ao redor do estádio Vila Belmiro.
Ao longo do ano, ameaças a jogadores e seus familiares também foram registradas por parte de torcedores insatisfeitos com os resultados dentro de campo. Trata-se de uma hostilidade que não se justifica sob nenhum aspecto. A derrota é inerente à disputa desportiva, e só não entende isso quem tem falha de caráter e educação.
Não raro, a violência resulta em mortes. Só em 2023 foram pelo menos oito vidas perdidas no futebol brasileiro. Um dos casos de maior repercussão foi o da jovem palmeirense, que não resistiu após ter sido atingida por uma garrafa de vidro no pescoço.
A Lei Pelé define o esporte como um direito individual que tem como base a garantia à segurança. Por sua vez, o Estatuto do Torcedor aumentou a pena de criminosos para três a cinco anos de afastamento dos estádios. E o Código Brasileiro de Justiça Desportiva também responsabiliza os clubes e entidades esportivas na proteção do esporte. Além dessas normas específicas, toda a legislação criminal se aplica ao esporte. O descumprimento desse conjunto de leis contribui para a impunidade e a reincidência de atos de violência no meio do esporte.
A suspensão de torcidas organizadas e as multas aplicadas aos clubes não têm se mostrado punições capazes de coibir a violência, logo, é preciso tratar os crimes no futebol como tal, aplicando penas devidas e responsabilizando individualmente seus autores. As penas devem ser aplicadas tanto na esfera do futebol em si, com a proibição de acesso ao estádio, e na esfera da Justiça comum, quando for o caso.
O futebol assumiu um papel fundamental na cultura e na economia do país. Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. – não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.
Leia o trecho a seguir extraído do último parágrafo do texto.
“Seus agentes – clubes, imprensa, federações, torcida, etc. - não podem permitir que esse patrimônio seja manchado de sangue.”
Se o verbo destacado for passado para pretérito perfeito, ele será grafado como: