Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3180597 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


- Você é escritora?
- Sou sim.
- Então fala: "Comi um miojo"
- Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela
fumegante. A noite estava fria, nada cairia melhor do que
aquela saborosa massa com ervas e especiarias.
Dei a primeira garfada. Senti meu corpo ir ao céu com aquele
maravilhoso carnaval de sabores em minha boca.
- Você é o Drummond?
- Sou sim
- Então fala: "comi um miojo"
- No meio da cozinha tinha um miojo
Tinha um miojo no meio da cozinha
Tinha um miojo
No meio da cozinha tinha um miojo
Nunca me esquecerei desse
acontecimento
Na vida de minha barriga tão esvaziada
Nunca me esquecerei que no meio da
cozinha
Tinha um miojo
Tinha um miojo no meio da cozinha
No meio da cozinha tinha um miojo
Tinha um miojo no meio do caminho

@sebastiao.salgados
Observe a frase abaixo retirada dos textos acima e assinale a alternativa que apresente explicação INCORRETA levando em consideração as estruturas sintáticas e morfológicas que compõem o excerto:
Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela fumegante.
Alternativas: 
Alternativas
Q3180596 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


- Você é escritora?
- Sou sim.
- Então fala: "Comi um miojo"
- Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela
fumegante. A noite estava fria, nada cairia melhor do que
aquela saborosa massa com ervas e especiarias.
Dei a primeira garfada. Senti meu corpo ir ao céu com aquele
maravilhoso carnaval de sabores em minha boca.
- Você é o Drummond?
- Sou sim
- Então fala: "comi um miojo"
- No meio da cozinha tinha um miojo
Tinha um miojo no meio da cozinha
Tinha um miojo
No meio da cozinha tinha um miojo
Nunca me esquecerei desse
acontecimento
Na vida de minha barriga tão esvaziada
Nunca me esquecerei que no meio da
cozinha
Tinha um miojo
Tinha um miojo no meio da cozinha
No meio da cozinha tinha um miojo
Tinha um miojo no meio do caminho

@sebastiao.salgados
Tanto no poema original do célebre poeta Carlos Drummond de Andrade quanto na paródia aqui apresentada há a repetição de uma estrutura (tinha um miojo) no início de vários versos. Esse recurso, que busca a ênfase de alguma ideia específica recebe, no estudo das figuras de linguagem, o nome de: 
Alternativas
Q3180595 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão.


- Você é escritora?
- Sou sim.
- Então fala: "Comi um miojo"
- Aproximei meu corpo à mesa para ficar mais perto da tigela
fumegante. A noite estava fria, nada cairia melhor do que
aquela saborosa massa com ervas e especiarias.
Dei a primeira garfada. Senti meu corpo ir ao céu com aquele
maravilhoso carnaval de sabores em minha boca.
- Você é o Drummond?
- Sou sim
- Então fala: "comi um miojo"
- No meio da cozinha tinha um miojo
Tinha um miojo no meio da cozinha
Tinha um miojo
No meio da cozinha tinha um miojo
Nunca me esquecerei desse
acontecimento
Na vida de minha barriga tão esvaziada
Nunca me esquecerei que no meio da
cozinha
Tinha um miojo
Tinha um miojo no meio da cozinha
No meio da cozinha tinha um miojo
Tinha um miojo no meio do caminho

@sebastiao.salgados
Os dois textos acima fazem parte de uma brincadeira realizada por “Sebastião Salgados”, perfil na rede social Instagram. Essa brincadeira, feita de maneira colaborativa com os seguidores, trata-se de uma alusão ao dia do escritor, celebrado dia 25 de julho. Nesta brincadeira, foi imaginado como um escritor descreveria o simples ato de comer um miojo, logo após, como vários escritores brasileiros ou não também exporiam o mesmo ato. No excerto acima, apresenta-se especificamente o texto que emula o estilo do escrito Carlos Drummond de Andrade.
O texto acima relaciona-se ao famoso poema “No meio do caminho” por meio de um(a):
Alternativas
Q3180544 Português
Assinale a alternativa abaixo em que o uso de letras maiúsculas e minúsculas está totalmente CORRETO, de acordo com as normas da língua portuguesa.
Alternativas
Q3180543 Português
Leia o texto abaixo.

A Fuga da Tartaruga

A tartaruga, cansada de carregar o peso da sua casa nas costas, resolveu sair em busca de um novo lar. "Quero um lugar", pensava ela, "onde eu possa me sentir livre e leve!".
Caminhou por dias, atravessando campos floridos, rios caudalosos e montanhas imponentes. Encontrou diversos animais pelo caminho: a águia que voava alto, o coelho que corria rápido e a borboleta que dançava entre as flores.
Finalmente, a tartaruga encontrou o lugar perfeito: um lago tranquilo, cercado por árvores frondosas e com uma praia de areia macia. Ali, ela poderia nadar, tomar sol e descansar à vontade, sem ter que carregar sua casa nas costas.
Feliz da vida, a tartaruga mergulhou na água cristalina e exclamou: "Encontrei meu paraíso!".

No trecho "Ali, ela poderia nadar, tomar sol e descansar à vontade, sem ter que carregar sua casa nas costas", a alternativa que descreve o uso CORRETO das vírgulas é:
Alternativas
Q3180542 Português
Leia as assertivas a seguir sobre regência verbal e o uso da crase, e em seguida aponte a alternativa CORRETA.

I. O uso da crase é obrigatório antes de palavras femininas que exigem a preposição "a" e aceitam o artigo definido feminino.
II. O verbo "chegar" exige a preposição "a" quando se refere a um lugar e, por isso, em "Cheguei à escola", ocorre o uso da crase.
III. Não ocorre crase antes de pronomes de tratamento, exceto nos casos de "senhora" e "senhorita".
IV. O verbo "assistir" no sentido de "ver" ou "presenciar" rege a preposição "a", e, por isso, em "Assistimos à peça teatral", ocorre o uso da crase.
Alternativas
Q3180541 Português
Leia a frase abaixo e assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as lacunas da frase.

"A menina e seu cachorro _________ pela rua, observando as casas _________ e os jardins floridos." 
Alternativas
Q3180540 Português
Na língua portuguesa, as palavras podem ser flexionadas para indicar quantidade, tamanho ou intensidade. O plural indica mais de um elemento, e o aumentativo expressa um tamanho maior ou uma intensidade mais forte.

Com base nisso, assinale a alternativa CORRETA em que todas as palavras estão no plural e a última expressa a ideia de aumentativo.
Alternativas
Q3180539 Português
Leia o trecho abaixo, do texto de autor desconhecido.

"Uau! Que dia lindo! O sol brilha forte no céu azul. As crianças brincam alegremente no parque. Elas correm, pulam e riem sem parar. De repente, um cachorrinho sapeca aparece e se junta à brincadeira. Todos ficam felizes com a chegada do novo amigo."

No texto acima, a alternativa CORRETA que apresenta a palavra que indica uma ação é:
Alternativas
Q3180537 Português

Leia o texto “O guardião da floresta” e responda a questão a seguir.


O Guardião da Floresta


No silêncio da mata, surge uma criatura lendária: o Curupira. Com os pés virados para trás, ele engana caçadores e protege os animais. Pequeno e ágil, possui cabelos vermelhos e um sorriso travesso. Domina a floresta e seus mistérios, atraindo os incautos para o fundo da mata com sua flauta mágica. Quem ousa desrespeitar a natureza sente sua ira. O Curupira é a lenda viva da proteção da floresta, um guardião que garante o equilíbrio da natureza.

De acordo com o texto "O Guardião da Floresta", é CORRETO afirmar que o título se relaciona com o conteúdo apresentado na alternativa.
Alternativas
Q3180536 Português

Leia o texto “O guardião da floresta” e responda a questão a seguir.


O Guardião da Floresta


No silêncio da mata, surge uma criatura lendária: o Curupira. Com os pés virados para trás, ele engana caçadores e protege os animais. Pequeno e ágil, possui cabelos vermelhos e um sorriso travesso. Domina a floresta e seus mistérios, atraindo os incautos para o fundo da mata com sua flauta mágica. Quem ousa desrespeitar a natureza sente sua ira. O Curupira é a lenda viva da proteção da floresta, um guardião que garante o equilíbrio da natureza.

Com base no texto "O Guardião da Floresta", analise as assertivas abaixo e em seguida aponte a alternativa CORRETA.

I. O Curupira é uma criatura lendária que protege a floresta.
II. Ele usa sua flauta mágica para atrair caçadores para o fundo da mata.
III. Os cabelos vermelhos e o sorriso travesso são características marcantes do Curupira.
IV. O Curupira castiga aqueles que desrespeitam a natureza, causando-lhes doenças incuráveis.
Alternativas
Q3180535 Português

Leia o texto “O guardião da floresta” e responda a questão a seguir.


O Guardião da Floresta


No silêncio da mata, surge uma criatura lendária: o Curupira. Com os pés virados para trás, ele engana caçadores e protege os animais. Pequeno e ágil, possui cabelos vermelhos e um sorriso travesso. Domina a floresta e seus mistérios, atraindo os incautos para o fundo da mata com sua flauta mágica. Quem ousa desrespeitar a natureza sente sua ira. O Curupira é a lenda viva da proteção da floresta, um guardião que garante o equilíbrio da natureza.

Sobre o tema central do texto "O Guardião da Floresta" e a principal característica do Curupira que o auxilia em sua missão, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3179788 Português
As palavras a seguir foram agrupadas e classificadas gramaticalmente. Analise-as e assinale a alternativa em que a classe gramatical proposta não representa todas as palavras do conjunto dado.
Alternativas
Q3179787 Português
Analise o excerto a seguir e assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente suas lacunas.

A data da festa estava se aproximando, __ não haviam começado a cuidar dos preparativos. Sempre pensavam em deixá-los para __ tarde. No fundo, sabiam que precisariam de __ dois ou três dias.
Alternativas
Q3179786 Português
Analise os pares de palavras a seguir e assinale a alternativa em que as palavras dadas não são sinônimas.
Alternativas
Q3179785 Português
A palavra destacada exprime uma circunstância de modo apenas em:
Alternativas
Q3179784 Português
A oração em destaque exprime uma condição apenas em:
Alternativas
Q3179783 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
Em “leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias [...]”, o verbo “levar” ocorre: 
Alternativas
Q3179782 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
No excerto “Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito”, pertence(m) à classe gramatical de adjetivo apenas a(s) palavra(s):
Alternativas
Q3179781 Português
Primeira paixão


      O amor, nas crianças, é um estado de alma absorvente, pastoso e imenso que, embora não seja uma coisa muito definida, leva o menino apaixonado a uma série de sonhos, de medos, de renúncias, de tramas secretas e, principalmente, de ânsia heroica – quando a gente tem vontade que a amada comece a morrer afogada para a gente salvar.

       Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade. Apaixonei-me perdidamente por uma moça de 30, por quem me cortaria, me queimaria, me desonraria e morreria, se preciso fosse. Só eu e eu sabíamos daquele caso de bem-querer, embora todo mundo houvesse descoberto nos meus olhos e na minha carinha de crime secreto. Ela era linda – achava eu que a amava – e tudo era perfeito. E só muitos anos mais tarde fui ver que aquilo que os outros diziam era verdade: ela era horrível.

       Hoje ela vive ainda, vejo-a de vez em quando, velhinha gasta em tudo, muito mais feia do que quando era horrível; mas sinto pela sua fealdade uma especial ternura, uma imensa gratidão. Foi ela – e isto é importante – a chave que abriu meu coração para o amor e, pelos caminhos do amor, andei o mais que pude, sem queixas e sem arrependimentos.

      Hoje, minha filha entrou na sala onde escrevo e veio andando de olhos baixos. Quis pedir que me deixasse em paz, mas seu jeito era tão solene e, ao mesmo tempo, tão humilde, tão vitorioso e tão vencido, que senti solidariedade. Abracei-a antes que começasse a falar. Abraçamo-nos. E ela começou a dizer: “Meu pai, estou noiva”. Perguntei de quem e ela disse o nome de um dos meninos da vizinhança.

     Olhei para sua carinha de oito anos, deu vontade de rir, mas seria estragar a festa, quebrar a alegria de um dia de noivado. E falei, com o jeito mais sério que pude: “Meus parabéns, minha filha, espero que vocês sejam muito felizes... E, em 1965, quero entrar com você, de braços dados, na Candelária ou no Outeiro da Glória”. Olhei bem para ela e, em seus olhos da cor de abacate maduro, havia acordes da “Marcha nupcial”, do alemão Felix Mendelssohn.



MARIA, A. Primeira paixão. In: TAUIL, G. (Org.) Vento vadio: as crônicas de Antônio Maria, 2021, p. 277- 278. (Adaptado).
As expressões “primeiro” e “seis”, que ocorrem no excerto “Eu me lembro de que o meu primeiro e grande amor aconteceu aos seis anos de idade”, correspondem, respectivamente, aos numerais de tipo: 
Alternativas
Respostas
37481: A
37482: C
37483: D
37484: D
37485: A
37486: E
37487: B
37488: E
37489: D
37490: D
37491: C
37492: B
37493: B
37494: C
37495: D
37496: D
37497: C
37498: D
37499: D
37500: B