Questões de Concurso Comentadas sobre português
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A cozinheira
As panelas se alinham sem zangas, sem fazer zoada, desejando temperos. Das mãos da cozinheira vai saindo um mundo de cheiros, que se cruzam com veloz transformação, como se pela cozinheira passassem dez, onze, doze, treze fadas-rainhas, com seus mistérios e varinhas.
A cozinheira traz, por sua vez, fartos pedaços de magia, prazeres, florestas de luz, cores e segredos entre frutas, legumes e azeites.
E depois de tudo pronto e servido.
Que paz...
Vai guardando, feliz, os elogios no bolso, como alguém que ganhasse zelosamente peixinhos azuis num aquário.
(Roseana Murray. Disponível em: https://sosprofessoratividades.com/ wp-content/uploads/2020/08/. Adaptado)
Os antônimos (palavras com sentido contrário) das palavras em destaque no texto – fartos (2o parágrafo) e zelosamente (5o parágrafo) – são, em ordem:

Placas antigas são levadas para a oficina onde _____________ a restauração da chapa para que possam ser ______________.
(Portal Prudentino. Disponível em: https://portalprudentino.com. br/noticia/noticias/presidente-prudente-noticias/placas-de-transito -antigas-passam-por-trabalho-de-recuperacao-em-pp. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa as lacunas, corretamente, na ordem em que aparecem.

Colocando-se a frase – Placas de trânsito antigas passam por trabalho de recuperação em PP – no singular, tem-se, de acordo com a norma-padrão:
Leia a tira.

(O Estado de S.Paulo, 29 de maio de 2024)
Assinale a alternativa que classifica, corretamente e em ordem, as frases dos três primeiros balões.
Leia a tira para responder à questão.

(O Estado de S.Paulo, 20 de julho de 2024)
Observe o último quadro da tira.

No trecho – ... eu disse pra ele que a gente não precisa de dinheiro tanto assim. –, substituindo-se a expressão “a gente” por “nós”, a frase está de acordo com a norma-padrão em:
Leia o texto para responder à questão.
Pizza, só de massa
Nós, brasileiros, criamos um hábito, nos 50 anos mais recentes, de dizer que um fato que teve um desdobramento indecente “acabou em pizza”. A expressão se popularizou, em grande parte, por causa de episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta. Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade ─ não só, mas especialmente na vida pública ─, dizemos “ah, isso vai acabar em pizza”. Nós precisamos recusar essa ideia como algo normal em nosso cotidiano.
Muita gente imagina que a palavra “pizza” tenha origem no italiano, mas curiosamente ela vem do germânico antigo, que depois veio gerar o idioma alemão. No germânico antigo, bizzo significa “pedaço de pão”. Depois, houve a migração da palavra bizzo para a Itália, onde se transformou em “pizza” e daí foi para o mundo todo.
Migrou para nós, também, para a área da política, mas é preciso dar um basta e parar de dizer e admitir que tudo “vai acabar em pizza”. A pizza, que ganha aqui sentido figurado, significando malfeitoria, nós não devemos admitir em nosso cardápio.
(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Pizza, só de massa
Nós, brasileiros, criamos um hábito, nos 50 anos mais recentes, de dizer que um fato que teve um desdobramento indecente “acabou em pizza”. A expressão se popularizou, em grande parte, por causa de episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta. Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade ─ não só, mas especialmente na vida pública ─, dizemos “ah, isso vai acabar em pizza”. Nós precisamos recusar essa ideia como algo normal em nosso cotidiano.
Muita gente imagina que a palavra “pizza” tenha origem no italiano, mas curiosamente ela vem do germânico antigo, que depois veio gerar o idioma alemão. No germânico antigo, bizzo significa “pedaço de pão”. Depois, houve a migração da palavra bizzo para a Itália, onde se transformou em “pizza” e daí foi para o mundo todo.
Migrou para nós, também, para a área da política, mas é preciso dar um basta e parar de dizer e admitir que tudo “vai acabar em pizza”. A pizza, que ganha aqui sentido figurado, significando malfeitoria, nós não devemos admitir em nosso cardápio.
(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Pizza, só de massa
Nós, brasileiros, criamos um hábito, nos 50 anos mais recentes, de dizer que um fato que teve um desdobramento indecente “acabou em pizza”. A expressão se popularizou, em grande parte, por causa de episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta. Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade ─ não só, mas especialmente na vida pública ─, dizemos “ah, isso vai acabar em pizza”. Nós precisamos recusar essa ideia como algo normal em nosso cotidiano.
Muita gente imagina que a palavra “pizza” tenha origem no italiano, mas curiosamente ela vem do germânico antigo, que depois veio gerar o idioma alemão. No germânico antigo, bizzo significa “pedaço de pão”. Depois, houve a migração da palavra bizzo para a Itália, onde se transformou em “pizza” e daí foi para o mundo todo.
Migrou para nós, também, para a área da política, mas é preciso dar um basta e parar de dizer e admitir que tudo “vai acabar em pizza”. A pizza, que ganha aqui sentido figurado, significando malfeitoria, nós não devemos admitir em nosso cardápio.
(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Pizza, só de massa
Nós, brasileiros, criamos um hábito, nos 50 anos mais recentes, de dizer que um fato que teve um desdobramento indecente “acabou em pizza”. A expressão se popularizou, em grande parte, por causa de episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta. Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade ─ não só, mas especialmente na vida pública ─, dizemos “ah, isso vai acabar em pizza”. Nós precisamos recusar essa ideia como algo normal em nosso cotidiano.
Muita gente imagina que a palavra “pizza” tenha origem no italiano, mas curiosamente ela vem do germânico antigo, que depois veio gerar o idioma alemão. No germânico antigo, bizzo significa “pedaço de pão”. Depois, houve a migração da palavra bizzo para a Itália, onde se transformou em “pizza” e daí foi para o mundo todo.
Migrou para nós, também, para a área da política, mas é preciso dar um basta e parar de dizer e admitir que tudo “vai acabar em pizza”. A pizza, que ganha aqui sentido figurado, significando malfeitoria, nós não devemos admitir em nosso cardápio.
(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Pizza, só de massa
Nós, brasileiros, criamos um hábito, nos 50 anos mais recentes, de dizer que um fato que teve um desdobramento indecente “acabou em pizza”. A expressão se popularizou, em grande parte, por causa de episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta. Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade ─ não só, mas especialmente na vida pública ─, dizemos “ah, isso vai acabar em pizza”. Nós precisamos recusar essa ideia como algo normal em nosso cotidiano.
Muita gente imagina que a palavra “pizza” tenha origem no italiano, mas curiosamente ela vem do germânico antigo, que depois veio gerar o idioma alemão. No germânico antigo, bizzo significa “pedaço de pão”. Depois, houve a migração da palavra bizzo para a Itália, onde se transformou em “pizza” e daí foi para o mundo todo.
Migrou para nós, também, para a área da política, mas é preciso dar um basta e parar de dizer e admitir que tudo “vai acabar em pizza”. A pizza, que ganha aqui sentido figurado, significando malfeitoria, nós não devemos admitir em nosso cardápio.
(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Pizza, só de massa
Nós, brasileiros, criamos um hábito, nos 50 anos mais recentes, de dizer que um fato que teve um desdobramento indecente “acabou em pizza”. A expressão se popularizou, em grande parte, por causa de episódios envolvendo corrupção e desvio de conduta. Para tudo aquilo que nos causa a percepção de impunidade ─ não só, mas especialmente na vida pública ─, dizemos “ah, isso vai acabar em pizza”. Nós precisamos recusar essa ideia como algo normal em nosso cotidiano.
Muita gente imagina que a palavra “pizza” tenha origem no italiano, mas curiosamente ela vem do germânico antigo, que depois veio gerar o idioma alemão. No germânico antigo, bizzo significa “pedaço de pão”. Depois, houve a migração da palavra bizzo para a Itália, onde se transformou em “pizza” e daí foi para o mundo todo.
Migrou para nós, também, para a área da política, mas é preciso dar um basta e parar de dizer e admitir que tudo “vai acabar em pizza”. A pizza, que ganha aqui sentido figurado, significando malfeitoria, nós não devemos admitir em nosso cardápio.
(Mário Sérgio Cortella. Vamos pensar um pouco? São Paulo: Cortez, 2017. Adaptado)
Qual é a classificação do sujeito do verbo grifado no período abaixo?
“Samambaias e licófitas são duas linhagens de plantas que não produzem flores, frutos ou sementes.”
Disponível em: https://chc.org.br/artigo/terra-das-samambaias-gigantes/. Acesso em: 24 jan. 2025.
O tempo é vital para o funcionamento da nossa vida cotidiana: desde os relógios digitais 1 nos nossos pulsos até os sistemas GPS dos nossos celulares. Os sistemas de comunicação e navegação, as redes elétricas2 e as transações financeiras3 dependem da precisão do tempo. E os segundos4 são as unidades vitais para medir o tempo.
AITA, Vittorio. A busca pelo relógio mais preciso para medir o tempo (e por que ele é tão importante). BBC Brasil, 04 de janeiro de 2025. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cy9q24n50qpo. Acesso em: 24 jan. 2025.
Leia o trecho a seguir.
“Uma equipe de especialistas egípcios e espanhóis descobriu cerca de 12 múmias egípcias adornadas com línguas e unhas de ouro. Os artefatos foram encontrados no sítio arqueológico de Al-Bahnasa, na província de Minya, Egito, durante uma série de escavações.
A maioria dos restos mortais datam da era ptolomaica, a última e mais longa dinastia do antigo Egito. Os acessórios de ouro eram marca registrada dos rituais pós-morte da antiga sociedade. Outros artefatos banhados a ouro também foram descobertos nas tumbas. Os pesquisadores principais do caso acreditam que as revelações podem lançar nova luz sobre os costumes religiosos da época. [...]”
MÚMIAS antigas com língua e unhas douradas são encontradas no Egito. Planeta, 08 de janeiro de 2025. Disponível em: https://revistaplaneta.com.br/mumias-antigas-com-lingua-e-unhas-douradas-sao-encontradas-no-egito/. Acesso em: 26 jan. 2025. Adaptado.
Nesse trecho, a expressão grifada significa