Questões de Concurso Comentadas sobre português

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Q3218009 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Qual das seguintes alternativas apresenta a correta conversão da frase, retirada do texto, da voz ativa para a passiva, “O mestre de cerimônias saudou a plateia avisando que aquela noite fria e chuvosa seria histórica”, mantendo o sentido original? 
Alternativas
Q3218008 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




O referente do pronome “deles” (linha 16) é:
Alternativas
Q3218007 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas, relativamente aos termos do período simples.

( ) Na linha 03, o sujeito do verbo “Estavam” é indeterminado.
( ) Na linha 11, a lacuna deve ser preenchida pelo verbo “soar”, cuja flexão, visando à correção da oração, seria “sua”.
( ) Na linha 15, o sujeito das formas verbais “refletiram” e “interpretaram” é indeterminado.
( ) Na linha 22, “Austerlitz” é sujeito da forma verbal “assinala”.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q3218005 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Assinale a alternativa cujas ocorrências da palavra “a(s)”, hachuradas no texto, representam apenas preposições.
Alternativas
Q3218004 Português

Cabeceira Imaginária


Por Claudia Laitano




Considerando a grafia das palavras, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas nas linhas 04, 07, 22 e 24. 
Alternativas
Q3217958 Português
    A acentuação gráfica se baseia na ideia de desambiguizar a pronúncia das palavras, sendo ela uma convenção aceita por seus pares e pautada em regras estabelecidas por gramáticos, não sendo as mesmas em todos os idiomas. Assinale a alternativa que apresente explicação INCORRETA a respeito da palavra acentuada que recebe destaque nos excertos abaixo:
Alternativas
Q3217957 Português

A respeito das estruturas sintáticas do texto abaixo, assinale a alternativa que apresente explicação CORRETA:


Dei uma risada e segui meu rumo também.


Alternativas:

Alternativas
Q3217956 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão: 


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven. 

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.



Martha Medeiros

    Mesmo que a crônica seja por natureza um gênero textual que apresente linguagem de natureza coloquial, por mesclar a linguagem literária à jornalística, existe a busca por um vocabulário levemente mais elevado, para dar um tom artístico ao texto. Assinale a alternativa que apresente o mesmo valor semântico que o vocábulo destacado na oração abaixo:


São coagidos a tal.


Alternativas:

Alternativas
Q3217955 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão: 


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven. 

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.



Martha Medeiros

    A variedade linguística é um fenômeno inerente a todos os idiomas e ainda mais perceptível a idiomas como o português, falado em vários países, sendo um deles de grandes dimensões como o Brasil. Na primeira linha, a cronista usa a palavra “sinal” para referir-se ao vocábulo semáforo. Esse uso faz com que a palavra “sinal” adquira:
Alternativas
Q3217954 Português

Leia o texto abaixo para responder à próxima questão: 


A perca


Da série “só acontece comigo”: estava parada num sinal da Avenida Ipiranga quando um carro encostou ao lado do meu. A motorista abriu a janela e pediu para eu abrir a minha. Era uma moça simpática que me perguntou: “Martha, o certo é dizer perda ou perca?” “Hãn?” “É perda de tempo ou perca de tempo? Como se diz?”

A pergunta era tão inusitada para a hora e o local, tão surpreendente, vinda de alguém que eu não conhecia, que me deu um branco: por um milésimo de segundo eu não soube o que responder. Perca de tempo, isso existe? Então o sinal abriu, os carros da frente começaram a engatar a primeira, eu olhei para ela e disse: “É perda de tempo”.

Ela sorriu em agradecimento e foi em frente. Meu carro ainda ficou um tempo parado. Eu parada no tempo. Perca de tempo.

Dei uma risada e segui meu rumo também.

Se alguém te diz “não perca tempo”, e todos te dizem isso o tempo todo, como não confundir? Tantos confundem. São coagidos a tal.

E, cá entre nós, a “perca” parece mais amena do que a perda.

A perca de um amor é quase tão corriqueira como a perca do capítulo da novela. A perca é feira livre. A perca é festiva. A perca é música popular.

Já a perda é sinfonia de Beethoven. 

A perca acontece no verão. A perca de uma cadeirinha de praia, a perca de um palito premiado de picolé.

As perdas acontecem no inverno.

A perca é simplória, a perca é distraída, a perca é provisória, logo, logo reencontrarão o que está faltando.

A perda é para sempre.

As percas reinventam o vocabulário e seu sentido, não são graves, as percas são imperfeições perdoáveis, as percas são inocentes.

As perdas são catastróficas, nada têm de folclóricas.

A perca é um erro gramatical, e apenas esse erro ela contém. De resto, não faz mal a ninguém.

A perda é um acerto gramatical, mas só esse acerto ela contém. De resto, é brutal.

Se eu pudesse voltar no tempo, reconstituiria a cena de outra forma:

“Martha, é perda de tempo ou perca de tempo? Como é que se diz?”

“O correto é dizer perda, mas é muito solene. Perca dói menos por ser mais trivial”.



Martha Medeiros

A crônica de Martha Medeiros é motivada por uma trivial inadequação gramatical e a partir disso promove uma reflexão ao:
Alternativas
Q3217655 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa correta, com todas as adequações necessárias, se passarmos o termo em destaque no período para o singular: “As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas”. 
Alternativas
Q3217654 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona: 
Alternativas
Q3217653 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa que apresente o tempo verbal da forma em destaque no período: “O sargento Tiago Lara participou da ocorrência”.
Alternativas
Q3217652 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA: 
Alternativas
Q3217651 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa que apresente palavra com mais de quatro sílabas: 
Alternativas
Q3217650 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa que apresente um sinônimo adequado para o termo em destaque no período: “A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma”.
Alternativas
Q3217649 Português
Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES

        Duas crianças de 2 e 4 anos foram encontradas abandonadas em uma casa em Piúma, no Sul do Espírito Santo, na manhã desta quarta-feira (1º). Segundo a Polícia Militar, os policiais receberam uma denúncia anônima de que o padrasto dos meninos deixou os dois sozinhos em casa na terça-feira (31), noite de ano novo.

         As crianças foram levadas para a casa de passagem do município, onde foram acolhidas. O suspeito não foi localizado até a última atualização desta reportagem. O major Cavatti explicou que a mãe da criança foi presa há aproximadamente um mês e o pai também está preso por tráfico. Com isso, o cuidado dos meninos teria ficado com o padrasto.

        Após receberem a denúncia, os militares chegaram na casa no bairro Lagoa Azul e encontraram as crianças sozinhas na calçada na frente da residência. "A informação que nós temos é que parece que o padrasto tentou deixar as crianças com a avó materna e ela se recusou e com isso ele cometeu o crime de abandono de incapaz e largou as crianças em casa, sozinhas. Nós salvamos as crianças, dois bebês, de uma tragédia. Eles abandonados dentro de casa é uma coisa que para nós é impensável", destacou o major.

        O sargento Tiago Lara participou da ocorrência. Ele contou que assim que eles chegaram no local, as crianças ficaram muito assustadas com a presença dos policiais. "Quando chegamos vimos os dois sujos na frente da casa. Eles entraram em prantos quando viram a guarnição. Mas a gente de forma lúdica foi tentando se aproximar deles, perguntamos se eles estavam com fome, eles disseram que sim. Também conseguimos o apoio de uma técnica de enfermagem do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que estava passando pelo local para acalmar as crianças até a chegada do conselho tutelar", comentou o sargento.

        A PM destacou ainda que vai investigar todos os indícios do crime de abandono de incapaz para saber quem deveria estar cuidando das crianças. A Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação da Delegacia de Polícia (DP) de Piúma.

Fonte: Crianças de 2 e 4 anos são abandonadas na noite de ano novo no ES | Sul do ES | G1
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto: 
Alternativas
Q3217615 Português
Você sabia que o Ano Novo já foi em março?

        Se você voltasse alguns séculos no tempo para o mês de janeiro, o Ano Novo ainda estaria um pouco distante. O motivo é que a celebração acontecia no mês de março. Tudo mudou com a criação de um novo calendário pelos romanos e pelos católicos.

        Em entrevista ao G1, Francisco Thiago Silva, historiador e professor da Universidade de Brasília (UnB), explica que a origem do réveillon é anterior ao cristianismo. Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano.

        A celebração em 1° de janeiro só foi criada pelos romanos em 46 a.C., e reforçada no século 16 pela Igreja Católica. Antes, a festa acontecia em março porque o mês marca o início da primavera no hemisfério norte.

        O professor Francisco Thiago Silva destaca que o mês de janeiro foi criado pelos romanos, no século 8 a.C., para homenagear Jano – deus da mitologia romana que representa começos e mudanças. Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte.

        No século 2 a.C., devido a conflitos com o povo Celtiberos, e questões que envolviam o exército romano, foi defendida a mudança da data para janeiro. Apenas em 153 a.C., o senado romano aprovou a alteração, mas mesmo assim, muitos continuaram seguindo com a tradição no mês de março.

        Em 46 a.C., o calendário romano foi substituído pelo calendário juliano - feito em homenagem ao imperador Júlio César. O novo calendário instituiu o início do ano em 1° de janeiro. O Ano Novo em 1° de janeiro também foi oficializado pelo Papa Gregório 13, através da criação do calendário gregoriano no século 16.

        Esse calendário, que ajustava o ano civil ao período em que a Terra completa sua volta ao redor do Sol, é utilizado até os dias atuais por muitos países. O historiador Francisco Thiago Silva explica que mesmo com a cristianização da Europa, em certos lugares a nova data não foi bem aceita. Ela soava como "afronta", porque janeiro faz homenagem a um deus pagão. "Não foi um processo tão simples, isso demorou. Houve uma resistência muito grande", diz o professor. Britânicos seguidores da Igreja Anglicana, por exemplo, só oficializaram a data em 1752.

        O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos. Chineses, judeus e mulçumanos, por exemplo, não celebram a data em 1° de janeiro. "O que é comum na maioria das culturas é de fato o balanço do que se passou e as projeções das boas energias, dos planejamentos. Isso marca muitos povos do ocidente e do oriente, independentemente da data em que se comemora", diz o historiador.

Fonte: Você sabia que o Ano Novo já foi em março? Veja curiosidades sobre data | Distrito Federal | G1
Assinale a alternativa que apresente a classe morfológica do termo em destaque no período: “O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos”.
Alternativas
Q3217614 Português
Você sabia que o Ano Novo já foi em março?

        Se você voltasse alguns séculos no tempo para o mês de janeiro, o Ano Novo ainda estaria um pouco distante. O motivo é que a celebração acontecia no mês de março. Tudo mudou com a criação de um novo calendário pelos romanos e pelos católicos.

        Em entrevista ao G1, Francisco Thiago Silva, historiador e professor da Universidade de Brasília (UnB), explica que a origem do réveillon é anterior ao cristianismo. Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano.

        A celebração em 1° de janeiro só foi criada pelos romanos em 46 a.C., e reforçada no século 16 pela Igreja Católica. Antes, a festa acontecia em março porque o mês marca o início da primavera no hemisfério norte.

        O professor Francisco Thiago Silva destaca que o mês de janeiro foi criado pelos romanos, no século 8 a.C., para homenagear Jano – deus da mitologia romana que representa começos e mudanças. Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte.

        No século 2 a.C., devido a conflitos com o povo Celtiberos, e questões que envolviam o exército romano, foi defendida a mudança da data para janeiro. Apenas em 153 a.C., o senado romano aprovou a alteração, mas mesmo assim, muitos continuaram seguindo com a tradição no mês de março.

        Em 46 a.C., o calendário romano foi substituído pelo calendário juliano - feito em homenagem ao imperador Júlio César. O novo calendário instituiu o início do ano em 1° de janeiro. O Ano Novo em 1° de janeiro também foi oficializado pelo Papa Gregório 13, através da criação do calendário gregoriano no século 16.

        Esse calendário, que ajustava o ano civil ao período em que a Terra completa sua volta ao redor do Sol, é utilizado até os dias atuais por muitos países. O historiador Francisco Thiago Silva explica que mesmo com a cristianização da Europa, em certos lugares a nova data não foi bem aceita. Ela soava como "afronta", porque janeiro faz homenagem a um deus pagão. "Não foi um processo tão simples, isso demorou. Houve uma resistência muito grande", diz o professor. Britânicos seguidores da Igreja Anglicana, por exemplo, só oficializaram a data em 1752.

        O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos. Chineses, judeus e mulçumanos, por exemplo, não celebram a data em 1° de janeiro. "O que é comum na maioria das culturas é de fato o balanço do que se passou e as projeções das boas energias, dos planejamentos. Isso marca muitos povos do ocidente e do oriente, independentemente da data em que se comemora", diz o historiador.

Fonte: Você sabia que o Ano Novo já foi em março? Veja curiosidades sobre data | Distrito Federal | G1
Assinale a alternativa que justifique o uso da vírgula no período: “Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano”. 
Alternativas
Q3217613 Português
Você sabia que o Ano Novo já foi em março?

        Se você voltasse alguns séculos no tempo para o mês de janeiro, o Ano Novo ainda estaria um pouco distante. O motivo é que a celebração acontecia no mês de março. Tudo mudou com a criação de um novo calendário pelos romanos e pelos católicos.

        Em entrevista ao G1, Francisco Thiago Silva, historiador e professor da Universidade de Brasília (UnB), explica que a origem do réveillon é anterior ao cristianismo. Povos como os persas, fenícios, assírios e os gregos já realizavam celebrações para marco de um novo ano.

        A celebração em 1° de janeiro só foi criada pelos romanos em 46 a.C., e reforçada no século 16 pela Igreja Católica. Antes, a festa acontecia em março porque o mês marca o início da primavera no hemisfério norte.

        O professor Francisco Thiago Silva destaca que o mês de janeiro foi criado pelos romanos, no século 8 a.C., para homenagear Jano – deus da mitologia romana que representa começos e mudanças. Mas a celebração da passagem de ano pelos romanos era feita no início da primavera, que é em março no hemisfério norte.

        No século 2 a.C., devido a conflitos com o povo Celtiberos, e questões que envolviam o exército romano, foi defendida a mudança da data para janeiro. Apenas em 153 a.C., o senado romano aprovou a alteração, mas mesmo assim, muitos continuaram seguindo com a tradição no mês de março.

        Em 46 a.C., o calendário romano foi substituído pelo calendário juliano - feito em homenagem ao imperador Júlio César. O novo calendário instituiu o início do ano em 1° de janeiro. O Ano Novo em 1° de janeiro também foi oficializado pelo Papa Gregório 13, através da criação do calendário gregoriano no século 16.

        Esse calendário, que ajustava o ano civil ao período em que a Terra completa sua volta ao redor do Sol, é utilizado até os dias atuais por muitos países. O historiador Francisco Thiago Silva explica que mesmo com a cristianização da Europa, em certos lugares a nova data não foi bem aceita. Ela soava como "afronta", porque janeiro faz homenagem a um deus pagão. "Não foi um processo tão simples, isso demorou. Houve uma resistência muito grande", diz o professor. Britânicos seguidores da Igreja Anglicana, por exemplo, só oficializaram a data em 1752.

        O Ano Novo segue sendo diferente para diferentes povos. Chineses, judeus e mulçumanos, por exemplo, não celebram a data em 1° de janeiro. "O que é comum na maioria das culturas é de fato o balanço do que se passou e as projeções das boas energias, dos planejamentos. Isso marca muitos povos do ocidente e do oriente, independentemente da data em que se comemora", diz o historiador.

Fonte: Você sabia que o Ano Novo já foi em março? Veja curiosidades sobre data | Distrito Federal | G1
Assinale a alternativa que apresente a circunstância estabelecida pelo termo em destaque no período: “Houve uma resistência muito grande”. 
Alternativas
Respostas
36081: B
36082: C
36083: E
36084: E
36085: A
36086: B
36087: A
36088: E
36089: B
36090: C
36091: C
36092: E
36093: A
36094: D
36095: C
36096: B
36097: B
36098: A
36099: C
36100: D