Questões de Concurso Comentadas sobre português
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Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.
Assinale a opção em que o adjetivo grande mostra o mesmo significado do trecho acima.
O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.
Sobre esse segmento, assinale a afirmativa correta.
“...todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.”
A oração reduzida “para proteger o nosso meio ambiente” pode ser nominalizada do seguinte modo:
Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.
Assinale a frase em que a locução atrás de aparece com o mesmo sentido do trecho acima.
O texto acima é estruturado em cinco parágrafos, cada um deles com uma função textual.
Assinale a opção em que o conteúdo indicado está incorreto.
I. O verbo "montar" é transitivo direto e exige complemento sem preposição, sendo "esse quebra-cabeça" o objeto direto da oração.
II. O verbo "entender" é transitivo direto e tem como complemento direto "os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo".
III. O termo "essenciais", presente em outro trecho do texto ("Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência"), exige complemento regido pela preposição "para".
Assinale a alternativa com a afirmação correta:
Sobre o uso dos modos e tempos verbais no trecho acima, é correto afirmar que:
Leia o texto para responder à questão
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
Leia a tira a seguir

(O Estado de S. Paulo, 31 de agosto de 2024)
Assinale a alternativa que preenche, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as lacunas da tira.
Leia o texto para responder à questão.
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
Leia as frases a seguir.
• Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa? (1º parágrafo)
• Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. (5º parágrafo)
Estão apresentados, correta e respectivamente, o sinônimo e o antônimo das palavras em destaque na alternativa:
Leia o texto para responder à questão.
Os animais sentem o luto?
Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?
Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.
Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.
Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.
Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.
(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)
É CORRETO afirmar que: