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Q3238398 Português
Texto I.


Mensagem Publicitária

Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.

O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50Km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.

Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.

Entre os colibris há um gênero que se alimenta dos insetos transmissores da malária e febre amarela, desenvolvendo um combate biológico muito mais eficiente do que qualquer agente químico até hoje conhecido. Nos laboratórios, os beija-flores têm prestado relevantes serviços às pesquisas das doenças cardíacas e hepáticas.

Ajudando o homem nos estudos científicos ou trabalhando em liberdade na floresta, o pequeno beija-flor nos mostra a importância desta verdade: proteger a natureza é garantir o futuro.


Grupo Comind. 1977.  
Leia o trecho a seguir.
Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.
Assinale a opção em que o adjetivo grande mostra o mesmo significado do trecho acima.
Alternativas
Q3238397 Português
Texto I.


Mensagem Publicitária

Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.

O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50Km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.

Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.

Entre os colibris há um gênero que se alimenta dos insetos transmissores da malária e febre amarela, desenvolvendo um combate biológico muito mais eficiente do que qualquer agente químico até hoje conhecido. Nos laboratórios, os beija-flores têm prestado relevantes serviços às pesquisas das doenças cardíacas e hepáticas.

Ajudando o homem nos estudos científicos ou trabalhando em liberdade na floresta, o pequeno beija-flor nos mostra a importância desta verdade: proteger a natureza é garantir o futuro.


Grupo Comind. 1977.  
Leia o segmento a seguir.

O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.

Sobre esse segmento, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q3238396 Português
Texto I.


Mensagem Publicitária

Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.

O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50Km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.

Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.

Entre os colibris há um gênero que se alimenta dos insetos transmissores da malária e febre amarela, desenvolvendo um combate biológico muito mais eficiente do que qualquer agente químico até hoje conhecido. Nos laboratórios, os beija-flores têm prestado relevantes serviços às pesquisas das doenças cardíacas e hepáticas.

Ajudando o homem nos estudos científicos ou trabalhando em liberdade na floresta, o pequeno beija-flor nos mostra a importância desta verdade: proteger a natureza é garantir o futuro.


Grupo Comind. 1977.  

“...todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.”


A oração reduzida “para proteger o nosso meio ambiente” pode ser nominalizada do seguinte modo:

Alternativas
Q3238395 Português
Texto I.


Mensagem Publicitária

Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.

O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50Km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.

Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.

Entre os colibris há um gênero que se alimenta dos insetos transmissores da malária e febre amarela, desenvolvendo um combate biológico muito mais eficiente do que qualquer agente químico até hoje conhecido. Nos laboratórios, os beija-flores têm prestado relevantes serviços às pesquisas das doenças cardíacas e hepáticas.

Ajudando o homem nos estudos científicos ou trabalhando em liberdade na floresta, o pequeno beija-flor nos mostra a importância desta verdade: proteger a natureza é garantir o futuro.


Grupo Comind. 1977.  
Leia o trecho a seguir.
Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.
Assinale a frase em que a locução atrás de aparece com o mesmo sentido do trecho acima.
Alternativas
Q3238394 Português
Texto I.


Mensagem Publicitária

Atrás de cada criatura do universo existe um segredo muito simples: todas as espécies trabalham para proteger o nosso meio ambiente.

O colibri é um pequeno exemplo da colaboração dos pássaros nessa tarefa. Ele é um importante agente polinizador. Voando a uma velocidade de quase 50Km por hora, cada espécie de beija-flor visita uma grande quantidade de flores em busca de néctar e insetos.

Essa ave presta também um grande serviço à medicina. Sem a sua ajuda as lobeliáceas não se poderiam reproduzir. Dessa planta de belíssimas flores azuis se extrai a lobelina, usada como ressuscitador na insuficiência respiratória e no colapso periférico.

Entre os colibris há um gênero que se alimenta dos insetos transmissores da malária e febre amarela, desenvolvendo um combate biológico muito mais eficiente do que qualquer agente químico até hoje conhecido. Nos laboratórios, os beija-flores têm prestado relevantes serviços às pesquisas das doenças cardíacas e hepáticas.

Ajudando o homem nos estudos científicos ou trabalhando em liberdade na floresta, o pequeno beija-flor nos mostra a importância desta verdade: proteger a natureza é garantir o futuro.


Grupo Comind. 1977.  

O texto acima é estruturado em cinco parágrafos, cada um deles com uma função textual.


Assinale a opção em que o conteúdo indicado está incorreto.

Alternativas
Q3238303 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.


Reduzir consumo de carne vermelha pode proteger cérebro, diz estudo


     Reduzir o consumo de carne vermelha pode ter muitos impactos positivos — em seu coração, no meio ambiente e, possivelmente, até mesmo na sua saúde cognitiva a longo prazo, segundo um novo estudo publicado na quarta-feira (15) no periódico Neurology.

     Aqueles que consumiam um quarto de porção ou mais de carnes vermelhas processadas — como bacon, mortadela e cachorro-quente — tiveram uma chance 13% maior de desenvolver demência do que aqueles que consumiam menos de um décimo de porção por dia, de acordo com o estudo.

     Uma porção de carne vermelha é geralmente cerca de 85 gramas, o que equivaleria a duas fatias de bacon, 1,5 fatia de mortadela ou um cachorro-quente, segundo um comunicado sobre o estudo.

     Os pesquisadores também descobriram que uma porção diária extra de carne vermelha processada, em média, estava associada a uma aceleração de 1,6 ano no envelhecimento cerebral, segundo o estudo.

     Os métodos do estudo são observacionais, o que significa que os pesquisadores não podem afirmar com certeza que as carnes vermelhas processadas estão causando a demência, apenas que existe uma associação entre as duas. Mas a investigação sobre a conexão continuará, de acordo com um dos autores do estudo, Daniel Wang, professor assistente no departamento de nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health.

     "Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado. "Continuamos montando esse quebra-cabeça para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo."

     Para este estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 133.000 pessoas com idade média de 49 anos do Nurses" Health Study e Health Professionals Follow-Up Study. Os dados incluíam informações detalhadas de saúde pesquisadas por um longo período, incluindo as dietas dos participantes, e foram atualizados a cada dois a quatro anos, de acordo com o estudo.

     Mais de 11.000 participantes do estudo foram diagnosticados com demência em um período de 43
anos.

     Existem teorias sobre   a carne vermelha pode representar um risco particular para a saúde
cognitiva. A carne vermelha tem uma alta quantidade de gordura saturada e produz um composto orgânico ligado a doenças cardiovasculares, e os dois juntos podem danificar o sistema nervoso, o que piora o declínio cognitivo, segundo Song.

     "Além disso, a resposta inflamatória e os distúrbios metabólicos (por exemplo, resistência à insulina) associados ao alto consumo de carne vermelha também podem desempenhar um papel", acrescenta.


     Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reduzir-consumo-de-carne-vermelha-pode-proteger-cerebro-diz-estudo (adaptado).
No trecho do texto "Continuamos montando esse quebra-cabeça para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo", analise as afirmativas a seguir sobre a regência nominal e verbal:

I. O verbo "montar" é transitivo direto e exige complemento sem preposição, sendo "esse quebra-cabeça" o objeto direto da oração.
II. O verbo "entender" é transitivo direto e tem como complemento direto "os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo".
III. O termo "essenciais", presente em outro trecho do texto ("Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência"), exige complemento regido pela preposição "para".

Assinale a alternativa com a afirmação correta:
Alternativas
Q3238298 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.


Reduzir consumo de carne vermelha pode proteger cérebro, diz estudo


     Reduzir o consumo de carne vermelha pode ter muitos impactos positivos — em seu coração, no meio ambiente e, possivelmente, até mesmo na sua saúde cognitiva a longo prazo, segundo um novo estudo publicado na quarta-feira (15) no periódico Neurology.

     Aqueles que consumiam um quarto de porção ou mais de carnes vermelhas processadas — como bacon, mortadela e cachorro-quente — tiveram uma chance 13% maior de desenvolver demência do que aqueles que consumiam menos de um décimo de porção por dia, de acordo com o estudo.

     Uma porção de carne vermelha é geralmente cerca de 85 gramas, o que equivaleria a duas fatias de bacon, 1,5 fatia de mortadela ou um cachorro-quente, segundo um comunicado sobre o estudo.

     Os pesquisadores também descobriram que uma porção diária extra de carne vermelha processada, em média, estava associada a uma aceleração de 1,6 ano no envelhecimento cerebral, segundo o estudo.

     Os métodos do estudo são observacionais, o que significa que os pesquisadores não podem afirmar com certeza que as carnes vermelhas processadas estão causando a demência, apenas que existe uma associação entre as duas. Mas a investigação sobre a conexão continuará, de acordo com um dos autores do estudo, Daniel Wang, professor assistente no departamento de nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health.

     "Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado. "Continuamos montando esse quebra-cabeça para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo."

     Para este estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 133.000 pessoas com idade média de 49 anos do Nurses" Health Study e Health Professionals Follow-Up Study. Os dados incluíam informações detalhadas de saúde pesquisadas por um longo período, incluindo as dietas dos participantes, e foram atualizados a cada dois a quatro anos, de acordo com o estudo.

     Mais de 11.000 participantes do estudo foram diagnosticados com demência em um período de 43
anos.

     Existem teorias sobre   a carne vermelha pode representar um risco particular para a saúde
cognitiva. A carne vermelha tem uma alta quantidade de gordura saturada e produz um composto orgânico ligado a doenças cardiovasculares, e os dois juntos podem danificar o sistema nervoso, o que piora o declínio cognitivo, segundo Song.

     "Além disso, a resposta inflamatória e os distúrbios metabólicos (por exemplo, resistência à insulina) associados ao alto consumo de carne vermelha também podem desempenhar um papel", acrescenta.


     Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reduzir-consumo-de-carne-vermelha-pode-proteger-cerebro-diz-estudo (adaptado).
"Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado.
Sobre o uso dos modos e tempos verbais no trecho acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3238297 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.


Reduzir consumo de carne vermelha pode proteger cérebro, diz estudo


     Reduzir o consumo de carne vermelha pode ter muitos impactos positivos — em seu coração, no meio ambiente e, possivelmente, até mesmo na sua saúde cognitiva a longo prazo, segundo um novo estudo publicado na quarta-feira (15) no periódico Neurology.

     Aqueles que consumiam um quarto de porção ou mais de carnes vermelhas processadas — como bacon, mortadela e cachorro-quente — tiveram uma chance 13% maior de desenvolver demência do que aqueles que consumiam menos de um décimo de porção por dia, de acordo com o estudo.

     Uma porção de carne vermelha é geralmente cerca de 85 gramas, o que equivaleria a duas fatias de bacon, 1,5 fatia de mortadela ou um cachorro-quente, segundo um comunicado sobre o estudo.

     Os pesquisadores também descobriram que uma porção diária extra de carne vermelha processada, em média, estava associada a uma aceleração de 1,6 ano no envelhecimento cerebral, segundo o estudo.

     Os métodos do estudo são observacionais, o que significa que os pesquisadores não podem afirmar com certeza que as carnes vermelhas processadas estão causando a demência, apenas que existe uma associação entre as duas. Mas a investigação sobre a conexão continuará, de acordo com um dos autores do estudo, Daniel Wang, professor assistente no departamento de nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health.

     "Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado. "Continuamos montando esse quebra-cabeça para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo."

     Para este estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 133.000 pessoas com idade média de 49 anos do Nurses" Health Study e Health Professionals Follow-Up Study. Os dados incluíam informações detalhadas de saúde pesquisadas por um longo período, incluindo as dietas dos participantes, e foram atualizados a cada dois a quatro anos, de acordo com o estudo.

     Mais de 11.000 participantes do estudo foram diagnosticados com demência em um período de 43
anos.

     Existem teorias sobre   a carne vermelha pode representar um risco particular para a saúde
cognitiva. A carne vermelha tem uma alta quantidade de gordura saturada e produz um composto orgânico ligado a doenças cardiovasculares, e os dois juntos podem danificar o sistema nervoso, o que piora o declínio cognitivo, segundo Song.

     "Além disso, a resposta inflamatória e os distúrbios metabólicos (por exemplo, resistência à insulina) associados ao alto consumo de carne vermelha também podem desempenhar um papel", acrescenta.


     Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reduzir-consumo-de-carne-vermelha-pode-proteger-cerebro-diz-estudo (adaptado).
No trecho "Aqueles que consumiam um quarto de porção", o pronome "que" é classificado como:
Alternativas
Q3238294 Português
O texto a seguir deve ser lido com atenção para responder à questão.


Reduzir consumo de carne vermelha pode proteger cérebro, diz estudo


     Reduzir o consumo de carne vermelha pode ter muitos impactos positivos — em seu coração, no meio ambiente e, possivelmente, até mesmo na sua saúde cognitiva a longo prazo, segundo um novo estudo publicado na quarta-feira (15) no periódico Neurology.

     Aqueles que consumiam um quarto de porção ou mais de carnes vermelhas processadas — como bacon, mortadela e cachorro-quente — tiveram uma chance 13% maior de desenvolver demência do que aqueles que consumiam menos de um décimo de porção por dia, de acordo com o estudo.

     Uma porção de carne vermelha é geralmente cerca de 85 gramas, o que equivaleria a duas fatias de bacon, 1,5 fatia de mortadela ou um cachorro-quente, segundo um comunicado sobre o estudo.

     Os pesquisadores também descobriram que uma porção diária extra de carne vermelha processada, em média, estava associada a uma aceleração de 1,6 ano no envelhecimento cerebral, segundo o estudo.

     Os métodos do estudo são observacionais, o que significa que os pesquisadores não podem afirmar com certeza que as carnes vermelhas processadas estão causando a demência, apenas que existe uma associação entre as duas. Mas a investigação sobre a conexão continuará, de acordo com um dos autores do estudo, Daniel Wang, professor assistente no departamento de nutrição da Harvard T.H. Chan School of Public Health.

     "Estudos de coorte grandes e de longo prazo são essenciais para investigar condições como demência, que podem se desenvolver ao longo de décadas", diz Wang em um comunicado. "Continuamos montando esse quebra-cabeça para entender os mecanismos que causam demência e declínio cognitivo."

     Para este estudo, os pesquisadores analisaram dados de mais de 133.000 pessoas com idade média de 49 anos do Nurses" Health Study e Health Professionals Follow-Up Study. Os dados incluíam informações detalhadas de saúde pesquisadas por um longo período, incluindo as dietas dos participantes, e foram atualizados a cada dois a quatro anos, de acordo com o estudo.

     Mais de 11.000 participantes do estudo foram diagnosticados com demência em um período de 43
anos.

     Existem teorias sobre   a carne vermelha pode representar um risco particular para a saúde
cognitiva. A carne vermelha tem uma alta quantidade de gordura saturada e produz um composto orgânico ligado a doenças cardiovasculares, e os dois juntos podem danificar o sistema nervoso, o que piora o declínio cognitivo, segundo Song.

     "Além disso, a resposta inflamatória e os distúrbios metabólicos (por exemplo, resistência à insulina) associados ao alto consumo de carne vermelha também podem desempenhar um papel", acrescenta.


     Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/reduzir-consumo-de-carne-vermelha-pode-proteger-cerebro-diz-estudo (adaptado).
De acordo com o texto, reduzir o consumo de carne vermelha pode trazer benefícios para a saúde. Sobre as descobertas e implicações mencionadas no estudo apresentado, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3238221 Português
Assinale a alternativa cuja frase adaptada da matéria “Maus-tratos aos animais”, publicada na revista Super Interessante, em novembro de 2018, atende à norma--padrão de concordância, bem como à necessidade ou não do sinal indicativo de crase na palavra em destaque.
Alternativas
Q3238219 Português

Leia o texto para responder à questão


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos,  pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou.  O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a pontuação da frase  formulada a partir do texto está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3238214 Português

Leia o texto para responder à questão


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos,  pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou.  O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta conclusão correta a respeito do texto.
Alternativas
Q3238170 Português

Leia a tira a seguir


Imagem associada para resolução da questão


(O Estado de S. Paulo, 31 de agosto de 2024)



Assinale a alternativa que preenche, respectivamente e de acordo com a norma-padrão, as lacunas da tira.

Alternativas
Q3238168 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

Observa-se palavra ou expressão empregada em sentido figurado em: 
Alternativas
Q3238167 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

Leia as frases a seguir.


•  Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa? (1º parágrafo)


•  Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. (5º parágrafo)


Estão apresentados, correta e respectivamente, o sinônimo e o antônimo das palavras em destaque na alternativa:

Alternativas
Q3238165 Português

Leia o texto para responder à questão.


Os animais sentem o luto?


    Mittens, o gato do nosso vizinho, era um aventureiro que gostava de entrar sorrateiramente na nossa casa sempre que surgia uma oportunidade, entre seus passatempos, pega-pegas diários com os outros gatos do quarteirão. Quando ele desapareceu, algumas semanas atrás, nossa gata começou a se comportar de um jeito diferente. Quase sempre quieta e majestosa, ela ficou mais dengosa, resmungando enquanto olhava pela janela. “Ela está de luto”, disse meu marido. Nós presumimos que Mittens estava morto. Será que a nossa gata “presumiu” a mesma coisa?

    Falar sobre animais e luto convida a inevitáveis acusações de antropomorfismo, aquele hábito tentador de projetar características humanas em animais não humanos. Mas, como explica Susana Monsó, filósofa e escritora, em Brincando de ser gambá: Como os animais entendem a morte, em tradução direta, nosso medo do antropomorfismo pode levar ao pecado oposto da “antropectomia” – a negação de que os animais apresentam características humanas. “Ambos os erros são igualmente graves”, escreve Monsó. “Ambos são descrições falsas da realidade”.

    Com o livro, também aprendi que o “brincar de gambá” do título envolve mais do que simplesmente ficar imóvel quando um gambá se sente ameaçado, “ele para de responder ao mundo e começa a salivar, urinar, defecar e expelir uma gosma verde de cheiro repugnante de suas glândulas anais”, escreve Monsó. Parece muito mais esforço do que apenas “brincar”: expelir uma gosma fedorenta é, sem dúvida, comprometer-se com a brincadeira.

    Alguns animais parecem de fato passar pelo luto, diz Monsó, referindo-se a girafas fêmeas que perambulam pela área onde um filhote morreu e a queixadas que limpam repetidas vezes o cadáver de uma companheira morta. Ela abre o livro com uma fotografia de um centro de resgate de chimpanzés: uma chimpanzé morta chamada Dorothy está sendo empurrada em um carrinho de mão por um grupo de seus companheiros chimpanzés, que estão estranhamente silenciosos enquanto olham para ela, aparentemente emocionados e solenes.

    Os chimpanzés estavam sofrendo? Será que eles sabiam que o que tinha acontecido com Dorothy um dia aconteceria com eles? Monsó apresenta seu livro em termos da “filosofia das mentes animais”. Ela sabe que, para leitores céticos, essa abordagem pode parecer difícil de engolir. Mas, ao final do livro, eu estava convencido de que muitos animais não humanos têm, de fato, um “conceito de morte”, mesmo que não seja necessariamente o mesmo que o nosso.


(Jennifer Szalai, The New York Times. Tradução de Renato Prelorentzou. O Estado de S.Paulo, 30.11.2024. Adaptado)

De acordo com informações do texto, o comportamento dos chimpanzés diante da morte de Dorothy pode ser interpretado como
Alternativas
Q3238095 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Força Estranha 


Eu vi o menino correndo eu vi o tempo
Brincando ao redor do caminho daquele menino
Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei


Eu vi a mulher preparando outra pessoa
O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha
Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista
O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece
Aquele que conhece o jogo
Do fogo das coisas que são
É o sol É a estrada
É o tempo
É o pé
E é o chão


Eu vi muitos homens brigando ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta
E a coisa mais certa de todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
E o sol sobre a estrada
É o sol sobre a estrada
É o sol


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha 


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz, essa voz, essa voz tamanha


Caetano Veloso
Na frase "Eu vi muitos homens brigando, ouvi seus gritos", o termo "ouvi" exige complemento com:
Alternativas
Q3238094 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Força Estranha 


Eu vi o menino correndo eu vi o tempo
Brincando ao redor do caminho daquele menino
Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei


Eu vi a mulher preparando outra pessoa
O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha
Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista
O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece
Aquele que conhece o jogo
Do fogo das coisas que são
É o sol É a estrada
É o tempo
É o pé
E é o chão


Eu vi muitos homens brigando ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta
E a coisa mais certa de todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
E o sol sobre a estrada
É o sol sobre a estrada
É o sol


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha 


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz, essa voz, essa voz tamanha


Caetano Veloso
Na frase "A coisa mais certa de todas as coisas não vale um caminho sob o sol", a forma verbal "vale" está corretamente conjugada porque:
Alternativas
Q3238093 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Força Estranha 


Eu vi o menino correndo eu vi o tempo
Brincando ao redor do caminho daquele menino
Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei


Eu vi a mulher preparando outra pessoa
O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha
Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista
O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece
Aquele que conhece o jogo
Do fogo das coisas que são
É o sol É a estrada
É o tempo
É o pé
E é o chão


Eu vi muitos homens brigando ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta
E a coisa mais certa de todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
E o sol sobre a estrada
É o sol sobre a estrada
É o sol


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha 


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz, essa voz, essa voz tamanha


Caetano Veloso
Na frase "Por isso uma força me leva a cantar", a expressão "por isso" estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3238092 Português
Leia o texto a seguir e responda a questão.


Força Estranha 


Eu vi o menino correndo eu vi o tempo
Brincando ao redor do caminho daquele menino
Eu pus os meus pés no riacho
E acho que nunca os tirei
O sol ainda brilha na estrada e eu nunca passei


Eu vi a mulher preparando outra pessoa
O tempo não parou pr'eu olhar para aquela barriga
A vida é amiga da arte
É a parte que o sol me ensinou
O sol que atravessa essa estrada que nunca passou


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha
Eu vi muitos cabelos brancos na fronte do artista
O tempo não para e no entanto ele nunca envelhece
Aquele que conhece o jogo
Do fogo das coisas que são
É o sol É a estrada
É o tempo
É o pé
E é o chão


Eu vi muitos homens brigando ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta
E a coisa mais certa de todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
E o sol sobre a estrada
É o sol sobre a estrada
É o sol


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz tamanha 


Por isso uma força me leva a cantar
Por isso essa força estranha
Por isso é que eu canto não posso parar
Por isso essa voz, essa voz, essa voz tamanha


Caetano Veloso
A música "Força Estranha" apresenta uma linguagem poética marcada por recursos estilísticos e relações semânticas complexas. Considerando a frase: "A vida é amiga da arte, é a parte que o sol me ensinou."

É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
35461: E
35462: B
35463: A
35464: C
35465: E
35466: D
35467: B
35468: A
35469: B
35470: D
35471: D
35472: C
35473: B
35474: B
35475: E
35476: A
35477: B
35478: A
35479: C
35480: A